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	<title>golpe no Brasil &#8211; PDT</title>
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	<title>golpe no Brasil &#8211; PDT</title>
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		<title>&#8216;The Guardian&#8217;, &#8216;The Economist&#8217; e &#8216;The New York Times&#8217; condenam golpe no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 21 Apr 2016 13:46:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[golpe no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[presidente Dilma Rousseff]]></category>
		<category><![CDATA[the guardian]]></category>
		<category><![CDATA[the new york times]]></category>
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					<description><![CDATA[Dois dos principais jornais do mundo, o norte-americano The New York Times e o britânico The Guardian, publicaram na noite desta segunda-feira (18) editoriais sobre o processo de impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff no Brasil. A revista inglesa &#8220;The Economist&#8221;, apesar de conservadora, foi também na mesma linha. Com duras críticas ao processo aprovado neste...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Dois dos principais jornais do mundo, o norte-americano <em>The New York Times</em> e o britânico <em>The Guardian</em>, publicaram na noite desta segunda-feira (18) editoriais sobre o processo de impeachment contra a presidenta Dilma Rousseff no Brasil. A revista inglesa &#8220;The Economist&#8221;, apesar de conservadora, foi também na mesma linha.</p>
<p>Com duras críticas ao processo aprovado neste domingo (17) na Câmara dos Deputados, <a href="http://www.theguardian.com/commentisfree/2016/apr/18/the-guardian-view-on-dilma-rousseffs-impeachment-a-tragedy-and-a-scandal" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">o editorial do <em>The Guardian</em></a> classificou o impeachment de Dilma como “uma tragédia e um escândalo” e destacou que “nada ainda é muito claro no Brasil, exceto que o país vai sofrer as consequências deste impeachment por muito tempo”.</p>
<p>“Longe de ajudar a resolver a polarização política e social no Brasil, o impeachment tem exarcebado o problema”, diz o texto, que destaca que o afastamento de Dilma “pode fazer com que a ação anticorrupção no país desapareça”.</p>
<p>Já o <a href="http://mobile.nytimes.com/2016/04/19/opinion/dilma-rousseffs-fight-for-political-survival.html?rref=collection%2Ftimestopic%2FRousseff%2C%20Dilma&amp;action=click&amp;contentCollection=timestopics" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer"><em>The New York Times</em>, com um texto mais factual</a>, não deixou de destacar que as chamadas pedaladas fiscais foram apenas um pretexto usado pelos opositores da presidenta para derrubá-la e chamou atenção para o fato de que a maior parte daqueles que querem seu impeachment são corruptos.</p>
<p>“Muitos dos legisladores que conduzem seu impeachment são acusados de crimes mais graves do que ela. Este é um ponto válido”, escreveram.</p>
<p><img decoding="async" class=" wp-image-41153 alignright" src="http://www.malungo2.com.br/pdt/desenv/wp-content/uploads/2016/04/the-economist-300x300.jpg" alt="the economist" width="433" height="433" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: right;"><strong>A revista inglesa &#8220;The Economist&#8221;, conservadora, também dedicou a sua capa desta semana ao golpe parlamentar em curso no país. A respeito, o jornalista Ricardo Bruno, um dos mais respeitados do Rio de Janeiro, escreveu em seu facebook: </strong></p>
<p style="text-align: right;"><strong>&#8220;A grita dos grandes veículos de comunicação do Brasil contra a possibilidade da Presidente Dilma denunciar o golpe na Assembléia da ONU é um claro sinal de que a tese da ilegal usurpação de poderes começa a ganhar corpo internacionalmente, retirando legitimidade de um futuro governo Temer. Vejam que a própria &#8216;The Economist&#8217;, de linha editorial nitidamente conservadora, trata o impeachment como traição. Em nenhuma análise internacional, a deposição de Dilma é tratada com seriedade. Todos veem no processo a contradição insanável de Dilma &#8211; contra quem não há acusações de favorecimento, &#8211; estar saindo por decisão de algozes comprovadamente chafurdados no pântano da corrupção&#8217;.</strong></p>
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