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	<title>Gilmar Mendes &#8211; PDT</title>
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	<title>Gilmar Mendes &#8211; PDT</title>
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		<title>Ex-ministro Aragão denuncia que golpe no Brasil repete os da Tailândia e das Filipinas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 May 2016 15:50:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Eugenio Aragão]]></category>
		<category><![CDATA[Gilmar Mendes]]></category>
		<category><![CDATA[golpe]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
		<category><![CDATA[Supremo]]></category>
		<category><![CDATA[TSE]]></category>
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					<description><![CDATA[O ex-ministro da Justiça, Eugênio Aragão, disse no Ato pela Democracia e pela Legalidade, na Universidade de Brasília, que as redes sociais tiveram papel fundamental na derrubada da presidenta Dilma Rousseff, repetindo o que aconteceu na Tailândia e nas Filipinas. Ele disse acreditar que tenha havido um trabalho de inteligência estrangeira por trás das shitstorms...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ex-ministro da Justiça, Eugênio Aragão, disse no Ato pela Democracia e pela Legalidade, na Universidade de Brasília, que as redes sociais tiveram papel fundamental na derrubada da presidenta Dilma Rousseff, repetindo o que aconteceu na Tailândia e nas Filipinas. Ele disse acreditar que tenha havido um trabalho de inteligência estrangeira por trás das <em>shitstorms </em>e <em>smartmobs</em> que ajudaram a mobilizar a população contra o governo.</p>
<p>Aragão avalia também que o PT não estava preparado para lidar com o fenômeno das manifestações de 2013, especialmente nas redes sociais. A fala do ministro no evento é reveladora dos bastidores do impeachment: registra a chegada de aviões de empresários a Brasília trazendo deputados para votar contra Dilma e denuncia, principalmente, os bastidores da Justiça e o protagonismo, nefasto, de Gilmar Mendes.</p>
<p>Ele denuncia que apesar de aprovadas no prazo, as contas de Dilma foram ilegalmente abertas por Gilmar Mendes e agora, na presidência do TSE, a partir de primeiro de junho, e Mendes ainda pode usá-las “como uma arma engatilhada” contra o mandato de Dilma. O vídeo com a palestra do ex-ministro de Jatiça, de 30 minutos, onde há uma riqueza de detalhes dos bastidores do golpe contra a Dilma que nunca tinham sido antes revelados, está disponível &#8211; na integra &#8211; abaixo.</p>
<p>O evento, no último dia 14, reuniu também no auditório da Faculdade de Comunicação &#8211; FAC (subsolo do ICC Norte) &#8211; Universidade de Brasília (UnB), como palestrantes, Daniel Faria (professor do Departamento de História da Universidade de Brasília &#8211; UnB);   Danilo Martuscelli (professor de Ciência Política da Universidade Federal da Fronteira Sul &#8211; UFFS/Campus Chapecó); Edemilson Paraná (pesquisador do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada &#8211; IPEA e doutorando em Sociologia pela Universidade de Brasília &#8211; UnB); Paulo Kliass (doutor em economia e especialista em políticas públicas e gestão governamental no Ministério do Planejamento, Orçamento e Gestão &#8211; MPOG).</p>
<p><iframe title="Ministro Aragão: Como as redes ajudaram a derrubar Dilma" src="https://player.vimeo.com/video/167537432?dnt=1&amp;app_id=122963" width="640" height="360" frameborder="0" allow="autoplay; fullscreen; picture-in-picture; clipboard-write; encrypted-media"></iframe></p>
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		<item>
		<title>Gilmar, Toffoli e Celso de Mello se auto-impediram de julgar o impeachment</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Apr 2016 10:16:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Celso de Mello]]></category>
		<category><![CDATA[Gilmar Mendes]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
		<category><![CDATA[Toffoli]]></category>
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					<description><![CDATA[Os juízes do STF Celso de Mello, Gilmar Mendes e Dias Toffoli se auto-impediram de participar do julgamento de recursos da defesa da Presidente Dilma que questionem a natureza golpista do impeachment. Eles anteciparam publicamente na imprensa a posição que defendem sobre a matéria e, portanto, perderam a isenção, a imparcialidade e a capacidade para...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Os juízes do STF Celso de Mello, Gilmar Mendes e Dias Toffoli se auto-impediram de participar do julgamento de recursos da defesa da Presidente Dilma que questionem a natureza golpista do <em>impeachment</em>.</p>
<p>Eles anteciparam publicamente na imprensa a posição que defendem sobre a matéria e, portanto, perderam a isenção, a imparcialidade e a capacidade para julgar a partir dos elementos concretos futuros que a Presidente Dilma poderá apresentar à Suprema Corte.</p>
<p>A argüição de suspeição deles, neste que é um julgamento de transcendental importância para a normalidade e estabilidade do país, pode ser feita com base em diversos fundamentos jurídico-legais:</p>
<p>&#8211; o Código de Ética da Magistratura [Resolução 60/2008, do Conselho Nacional de Justiça, ironicamente promulgado por Gilmar Mendes quando presidia o CNJ (sic)], que no artigo primeiro define que os juízes devem se nortear “<em>pelos princípios da independência, da imparcialidade, da cortesia, da transparência, da prudência, da diligência, da integridade profissional e pessoal, da dignidade, da honra e do decoro</em>”;</p>
<p>&#8211; a Lei Complementar 35/1979, que no artigo 36 veda ao magistrado “<em>manifestar, por qualquer meio de comunicação, opinião sobre processo pendente de julgamento, seu ou de outrem, ou juízo depreciativo sobre despachos, votos ou sentenças, de órgãos judiciais, ressalvada a crítica nos autos e em obras técnicas ou no exercício do magistério</em>”;</p>
<p>&#8211; o Código de Processo Civil, que no artigo 135 fundamenta “<em>a suspeição de parcialidade do juiz quando: I<strong> </strong>&#8211; amigo íntimo ou inimigo capital de qualquer das partes </em>[jantares do Gilmar com Aécio, Serra ..]<em>; e V<strong> </strong>&#8211; interessado no julgamento da causa em favor de uma das partes</em>”;</p>
<p>&#8211; a Constituição Brasileira, que no <strong>parágrafo único do artigo 95, veda aos juízes “</strong><strong><em>III</em></strong><strong><em> </em></strong><em>&#8211; dedicar-se à atividade político-partidária</em>”.</p>
<p>Celso de Mello, Gilmar Mendes e Dias Toffoli já anteciparam posicionamento político claro sobre o <em>impeachment</em> e, independentemente das alegações jurídicas que Dilma venha a apresentar em sua defesa, eles estarão, de antemão contra qualquer postulação da Presidente, porque formularam juízo prévio; possuem pré-conceito político-ideológico firmado.</p>
<p>O STF se pronunciou, até o presente momento, somente sobre aspectos relacionados ao <strong>rito do <em>impeachment</em></strong> – critérios para formar comissão especial, etapas de acusação e defesa, tipo nominal de votação, ordem de votação e outras questões procedimentais.</p>
<p>A defesa da Presidente <strong>ainda</strong> não questionou, todavia, o <strong>mérito</strong> da denúncia de <em>impeachment</em>, ou seja, a existência ou não de fundamentos para o acolhimento pelo Presidente da Câmara para a tramitação do processo naquela Casa que a imprensa internacional caracteriza como “<em><a href="https://www.youtube.com/watch?v=2AlNmZ9FCeY" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">uma assembléia geral de bandidos comandada por um bandido chamado Eduardo Cunha</a></em>”.</p>
<p>A aceitação e votação do <em>impeachment</em> sem crime de responsabilidade na “assembléia geral de bandidos”, e a continuidade do trâmite do processo no Senado é ilegal; não passa de farsa processual para legitimar o discurso de normalidade institucional do golpe de Estado.</p>
<p>Isso considerado, é inadequado e juridicamente inaceitável o pronunciamento prévio e fora dos autos dos três juízes, que assumiram através da mídia as vozes da oposição no jogo político com o objetivo de inibir e enquadrar a participação da Presidente Dilma na ONU.</p>
<p>Estes três “juízes” atuaram politicamente, embora sejam proibidos pela Constituição de fazê-lo [artigo 95]. Pode-se dizer, por analogia, que eles buscaram intencionalmente causar o mesmo constrangimento político que os deputados José Aleluia [DEM] e Luiz Lauro Filho [PSB], despachados em classe executiva com diária de 400 dólares a Nova York pelo “<em>bandido chamado Eduardo Cunha</em>” para cercear os passos da Presidente.</p>
<p>São totalmente fora de propósito as declarações deles de que o “<em>o procedimento destinado a apurar a responsabilidade da senhora presidente da República respeitou todas as fórmulas estabelecidas na Constituição</em>” [Celso de Mello], e que “<em>se trata de procedimentos absolutamente normais, dentro do quadro de institucionalidade</em>” [Gilmar Mendes]. Ainda mais disparatada, talvez por um exagero de realismo que empresta ao seu adesismo golpista, é a manifestação do Dias Toffoli, de que “<em>é uma ofensa às instituições brasileiras</em>” a alegação de que está em andamento um golpe de Estado.</p>
<p>Estes três “juízes” do STF perderam toda a condição para julgar o <em>impeachment</em>. A participação deles no julgamento do <em>impeachment</em> será uma ofensa à Constituição que transformará o STF num tribunal de exceção.</p>
<p>Para preservar o Estado Democrático de Direito e a ordem jurídica do país, a Presidente Dilma dever defender a Constituição e as Leis de todas as maneiras, inclusive no âmbito das Cortes Internacionais.</p>
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		<title>Gilmar Mendes concede habeas corpus para o maior ficha suja do país</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Apr 2016 14:35:09 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[ficha suja]]></category>
		<category><![CDATA[Gilmar Mendes]]></category>
		<category><![CDATA[José Riva]]></category>
		<category><![CDATA[STF]]></category>
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					<description><![CDATA[Conhecido como &#8220;o maior ficha-suja do país&#8221;, por responder a cerca de 150 processos, o ex-deputado José Riva (PSD-MT) teve habeas corpus concedido nesta quinta-feira (7/4) pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Mendes é o mesmo juiz que, em decisão monocrática, quer impedir que Lula assuma a chefia do Gabinete Civil da...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Conhecido como &#8220;o maior ficha-suja do país&#8221;, por responder a cerca de 150 processos, o ex-deputado José Riva (PSD-MT) teve habeas corpus concedido nesta quinta-feira (7/4) pelo ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Mendes é o mesmo juiz que, em decisão monocrática, quer impedir que Lula assuma a chefia do Gabinete Civil da presidência da República.</p>
<p>O pedido foi feito no dia 21 de março pelo advogado de Riva, Rodrigo Mudrovitsch. O ex-deputado está preso desde 13 de outubro de 2015, quando foi deflagrada a segunda fase da Operação Metástase, que investiga esquema de desvio de dinheiro na Assembleia Legislativa de Mato Grosso.</p>
<p>José Riva é investigado por suposta participação em um esquema de desvio de R$ 60 milhões por meio de licitações fraudulentas. O ex-parlamentar já foi preso diversas vezes e já havia deixado a prisão em outra decisão do STF. Riva também já foi preso pela Polícia Federal na Operação Ararath, que apura crimes contra o sistema financeiro e lavagem de dinheiro no Mato Grosso.</p>
<p>Em 2014, Riva renunciou à disputa pelo governo de Mato Grosso e anunciou o nome de sua mulher, Janete Riva, para concorrer em seu lugar. A decisão ocorreu após o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) barrar a candidatura do ex-deputado, com base na Lei da Ficha Limpa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://www.jb.com.br/pais/noticias/2015/10/21/gilmar-mendes-arquivou-investigacao-de-crimes-financeiros-contra-eduardo-cunha/" target="_blank" data-wpel-link="external" rel="external noopener noreferrer">Gilmar Mendes arquivou processo contra Eduardo Cunha</a></strong></p>
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