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	<title>Gilberto Bercovici &#8211; PDT</title>
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	<title>Gilberto Bercovici &#8211; PDT</title>
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		<title>A Petrobrás precisa ser 100% estatal</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Sep 2021 01:03:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[fragmentação da Petrobrás]]></category>
		<category><![CDATA[Getúlio Vargas]]></category>
		<category><![CDATA[Gilberto Bercovici]]></category>
		<category><![CDATA[O petróleo é nosso]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="700" height="394" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/A-Petrobrás-precisa-ser-100-estatal-por-Gilberto-Bercovici.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" fetchpriority="high" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/A-Petrobrás-precisa-ser-100-estatal-por-Gilberto-Bercovici.jpg 700w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/A-Petrobrás-precisa-ser-100-estatal-por-Gilberto-Bercovici-100x56.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/A-Petrobrás-precisa-ser-100-estatal-por-Gilberto-Bercovici-300x169.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/A-Petrobrás-precisa-ser-100-estatal-por-Gilberto-Bercovici-160x90.jpg 160w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/A-Petrobrás-precisa-ser-100-estatal-por-Gilberto-Bercovici-600x338.jpg 600w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" />A saída democrática para o impasse do desmonte da Petrobrás é uma só: quanto privatizarem, tanto reestatizaremos Se o governo, em qualquer dos seus níveis, resolver desapropriar uma propriedade particular para realizar um empreendimento público qualquer, como uma estrada ou uma obra viária, o cidadão que sofre a desapropriação tem uma série de direitos e...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="700" height="394" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/A-Petrobrás-precisa-ser-100-estatal-por-Gilberto-Bercovici.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/A-Petrobrás-precisa-ser-100-estatal-por-Gilberto-Bercovici.jpg 700w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/A-Petrobrás-precisa-ser-100-estatal-por-Gilberto-Bercovici-100x56.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/A-Petrobrás-precisa-ser-100-estatal-por-Gilberto-Bercovici-300x169.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/A-Petrobrás-precisa-ser-100-estatal-por-Gilberto-Bercovici-160x90.jpg 160w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/A-Petrobrás-precisa-ser-100-estatal-por-Gilberto-Bercovici-600x338.jpg 600w" sizes="(max-width: 700px) 100vw, 700px" /><p><em><strong>A saída democrática para o impasse do desmonte da Petrobrás é uma só: quanto privatizarem, tanto reestatizaremos</strong></em></p>
<p>Se o governo, em qualquer dos seus níveis, resolver desapropriar uma propriedade particular para realizar um empreendimento público qualquer, como uma estrada ou uma obra viária, o cidadão que sofre a desapropriação tem uma série de direitos e garantias. Afinal, no Estado de Direito o ordenamento jurídico tutela o proprietário privado no seu enfrentamento contra o Poder Público com garantias que devem ser cumpridas em um processo de desapropriação. A própria indenização é uma dessas garantias, expressa desde as primeiras declarações de direitos das revoluções liberais.</p>
<p>Não há, no entanto, nenhuma garantia ou proteção jurídica aos cidadãos quando o governo decide transferir ao setor privado determinados bens da coletividade, como uma empresa estatal, a prestação de um serviço público ou a exploração de um bem público. Pelo contrário, a privatização é considerada uma opção absolutamente livre e legítima para ser adotada, sem qualquer tipo de contestação. A expropriação dos bens privados, por sua vez, é quase um tabu. A grande mídia exalta os privatizadores e condena aqueles que ousam estatizar, nacionalizar ou recuperar bens públicos transferidos inadequadamente aos privados. Para aqueles, o paraíso da boa governança e o aplauso do “mercado”. Para estes, o inferno do populismo (ou bolivarianismo, a depender do caso) e da reprovação unânime dos meios de comunicação de massa.</p>
<p>O que ninguém diz é que, ao privatizar uma empresa estatal ou qualquer parcela do patrimônio público, o governo está expropriando a população de bens públicos que são de sua titularidade. Simples assim. Na privatização, o governo age do mesmo modo que na expropriação. Da mesma forma que desapropria uma propriedade privada, na privatização o governo aliena a propriedade pública. O problema é que o proprietário privado pode contestar e tem garantias, o povo não.</p>
<p>Todo processo de privatização é uma expropriação de bens que deveriam integrar permanentemente o patrimônio público, decidida por uma autoridade política que exerce o poder temporariamente. No processo de privatização, o governo não vende o que é dele. Na privatização, o governo vende o que pertence a todos nós. E sem nos consultar sobre isso.</p>
<p>O governo é um administrador fiduciário, ou seja, atua apenas sob mandato. Não pode dispor dos bens públicos ao seu bel-prazer. Ele não é proprietário das empresas estatais, mas apenas seu gestor.</p>
<p>Os bens públicos não são facilmente recuperáveis. Os investimentos de imensas quantias de recursos públicos, aplicadas de forma planejada a longo prazo, o sacrifício de milhões de brasileiros não pode ser dissipado para cobrir um déficit conjuntural nas contas públicas. A venda dos ativos de uma empresa estatal como a Petrobrás significa a desestruturação do sistema energético integrado, fundamental para a manutenção de um mercado interno de dimensões continentais e uma inserção internacional competitiva, não subordinada.</p>
<p>A fragmentação da Petrobrás substitui, na maior parte dos casos, o monopólio estatal pelo monopólio ou oligopólio privados, além de romper com o planejamento estratégico e integrado da rede de serviços básicos e com um sistema interligado de tarifas cruzadas.</p>
<p>Nunca é demasiado recordar que a Petrobrás é fruto de uma das maiores campanhas de mobilização popular ocorridas na história brasileira, a Campanha “O Petróleo é Nosso”.</p>
<p>A proposta de criação de uma empresa estatal com monopólio sobre a indústria petrolífera não surgiu de um gabinete, mas das ruas. Essa empresa, criada por Getúlio Vargas em 1953, tinha e tem por objetivo garantir o abastecimento nacional de combustíveis e a segurança energética do Brasil. Para isso, imensas quantidades de dinheiro público foram utilizadas para financiar a estruturação e o crescimento da Petrobrás, que, em poucas décadas, se consolidou como a maior empresa do país e uma das maiores do mundo em sua área de atuação. Não bastasse o tamanho e a importância da Petrobrás para o Brasil, a estatal ainda se caracteriza por ser a empresa que mais investe em ciência e tecnologia no Brasil e é detentora de produtos e tecnologias inovadoras que a destacam na indústria petrolífera mundial.</p>
<p>Todo esse patrimônio público, portanto, do povo brasileiro, vem sendo ameaçado com a política de desmonte e venda de ativos iniciada no segundo Governo Dilma e ampliada sob Michel Temer e Jair Bolsonaro. Política esta que entrega a preço vil e sem concorrência parcelas do patrimônio da Petrobrás aos seus concorrentes internacionais, onerando o povo brasileiro com preços abusivos cobrados pelo gás, combustíveis e outros produtos de primeira necessidade.</p>
<p>A venda de ativos da Petrobrás não contribui para reduzir o nível de endividamento da estatal. Ao contrário, na medida em que vende ativos ela reduz sua capacidade de pagamento da dívida no médio prazo e desestrutura sua cadeia produtiva, em prejuízo à geração futura de caixa, além de assumir riscos empresariais desnecessários. O atual plano de negócios da Petrobrás tem viés de curtíssimo prazo e ignora a essência de uma empresa integrada de energia que usa a verticalização em cadeia para equilibrar suas receitas, compensando a inevitável variação do preço do petróleo, de seus derivados e da energia elétrica, característica essencial para minimizar os riscos empresariais. Na medida em que a Petrobrás seja fatiada, o agente privado tende a buscar o lucro máximo por negócio, majorando os custos ao consumidor, o que restringe o crescimento do mercado interno(1).</p>
<p>É aterrador o que está ocorrendo com a infraestrutura de gasodutos. Atividade tipicamente monopolista, as redes de gasoduto incorporam um enorme investimento histórico da Petrobrás, estando integradas à empresa pela própria natureza do serviço que prestam. Não obstante, o Conselho de Administração da Petrobrás aprovou a venda de 90% da sua maior e mais lucrativa malha de gás, a Nova Transportadora do Sudeste (NTS), responsável pelo escoamento de 70% do gás natural do país, que foi entregue a um grupo de investidores estrangeiros, liderados por uma empresa canadense (2).</p>
<p>Vamos deixar de lado o fato de ter sido uma venda juridicamente nula, dada a ausência de licitação pública, como determinam o Plano Nacional de Desestatização e o artigo 29 da Lei nº 13.303, de 30 de junho de 2016, que não incluem a venda de ativos de uma estatal como caso de dispensa de licitação pública. O transporte do gás natural foi monopolizado por uma multinacional. Não só a Petrobrás, como qualquer outra empresa que produzir petróleo no país será obrigada a pagar o preço que o grupo estrangeiro exigir, pois não existem outros gasodutos na região.</p>
<p>Em um verdadeiro “negócio da China”, ou melhor, “negócio do Brasil”, a Petrobrás passou a dispender cerca de R$ 3 bilhões ao ano para utilizar os gasodutos da Transportadora Associada de Gás S.A. (TAG), empresa que foi alienada por ela mesma por cerca de R$ 36 bilhões. Ou seja, em poucos anos a estatal vai gastar todo o ‘lucro’ com a venda do ativo em pagamentos de aluguel do gasoduto que antes fazia parte do seu patrimônio (3) . Isso ganha contornos ainda mais graves, se levarmos em conta o crescimento da produção de gás natural, com a exploração do pré-sal, cujas principais jazidas estão justamente no Sudeste. O que aconteceria com o administrador de uma empresa privada que efetivasse um negócio dessa natureza? Certamente não seria louvado pelo “mercado”&#8230;</p>
<p>Mesmo com a malfadada flexibilização do monopólio, a Petrobrás segue sendo uma empresa estatal, vinculada ao Ministério das Minas e Energia, com maioria do capital votante sob controle da União. Na condição de sociedade de economia mista, ela possui acionistas privados. Hoje, inclusive, cerca de 30% de seu capital é detido por investidores estrangeiros. Mas, como empresa estatal, o interesse público deve sempre prevalecer sobre o interesse privado dos acionistas minoritários.</p>
<p>Desde o governo Temer, sob Pedro Parente, a Petrobrás tem sido dirigida para privilegiar o acionista em detrimento do interesse público. A venda de seu parque de refino, decidida pelo Conselho de Administração antes mesmo de firmado um acordo ilegal com o Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) é mostra disso. A venda da BR Distribuidora, uma privatização travestida de venda de ações, também. Aliás, a possibilidade de formação de monopólios regionais com a venda das refinarias da Petrobrás não foi jamais questionada, nem pelo suposto órgão de defesa da concorrência, nem pelos defensores do chamado livre mercado. Monopólio privado, ao que parece, não é um problema para nenhum dos nossos ditos liberais.</p>
<p>Mas nada é mais contundente nesta “nova” gestão do que a política de preços de combustíveis adotada desde a presidência de Parente. Chamada hoje de preço de paridade de importação (PPI), a companhia usa as variações do dólar e do barril de petróleo para determinar o preço do produto vendido às distribuidoras, que o repassam imediatamente para o valor final do produto. A ideia aqui é garantir a maior lucratividade para a empresa, valorizando suas ações (ou o seu valor de mercado). Como a Petrobrás é dominante no mercado de importação e exportação de óleo e derivados, pelo seu tamanho, é a price maker (sic) do mercado interno, fazendo com que todo o setor siga seus passos.</p>
<p>A ideia do PPI é fazer a empresa valorizar seus papéis nas bolsas, especialmente de São Paulo e Nova York. Não vamos entrar no mérito se essa é a maneira mais adequada de se precificar uma companhia. O que é fato é que são acionistas privados, notadamente os investidores estrangeiros, que mais ganham com essa estratégia.</p>
<p>O único “detalhe” aqui é que é a Petrobrás é estatal. Empresas estatais são criadas por lei para realizar determinada política pública. Tanto é assim que mesmo a Lei das Sociedades por Ações em seu artigo 238 garante que a pessoa jurídica que controla a sociedade de economia mista poderá orientar as atividades da companhia de modo a atender o interesse público que justificou sua criação. Aliás, o artigo 117 da mesma lei diz que orientar a companhia para fim estranho ao interesse nacional é modalidade de exercício abusivo de poder de controle, ensejando em responsabilização do acionista controlador.</p>
<p>Nada mais óbvio. Uma estatal não existe para dar lucro. Ela também não existe para satisfazer fundos de investimentos, sérios ou abutres. Mesmo tendo o capital aberto, a Petrobrás continua sendo do povo brasileiro, que delega à União a função de gerir a empresa.</p>
<p>A disputa aqui é mais um capítulo da briga entre o interesse público e o interesse do acionista. Esse conflito é recorrente no Brasil, que, desde o Governo do General Geisel, optou por utilizar suas estatais para fomentar nosso diminuto mercado de capitais. Nos Estados Unidos, onde existem mais de 2 mil empresas estatais, nenhuma tem capital aberto. Aliás, a gritaria da Faria Lima em torno da substituição da presidência da empresa diz muito sobre quem são: podem morrer mais de 250 mil pessoas; podem defender uma nova ditadura. Nada disso incomoda o “mercado”. O que não pode é acabar com a festa dos “investidores” (4) . Essas contradições e essa sangria de recursos públicos só irá parar quando a Petrobrás abandonar o modelo de sociedade de economia mista e passar a ser 100% estatal.</p>
<p>Não se trata de uma simples “quebra de contratos”, a situação é um pouco mais complicada. Empresas e investidores, nacionais ou estrangeiros, que adquiriram, depois do golpe de 2016, recursos do povo brasileiro estão cometendo um crime. Os preços pagos são incompatíveis com o mercado (5) e a situação institucional e política não é exatamente daquelas que inspiram confiança ou segurança. Não houve a realização de nenhuma concorrência pública ou procedimento competitivo, além da violação de inúmeras leis, inclusive a própria lei do Plano Nacional de Desestatização (Lei nº 9.491, de 9 de setembro de 1997), cujo artigo 3º exclui expressamente as atividades de competência exclusiva da União segundo o artigo 177 da Constituição, ou seja, todas as atividades do setor petrolífero, da alienação ou transferência de ativos.</p>
<p>Portanto, o que está ocorrendo com ativos da Petrobrás e outros bens estatais estratégicos deve ser equiparado ao crime de receptação. Afinal, um bem público foi subtraído do patrimônio público de forma ilegal, muitas vezes até sem licitação, e vendido a preço vil. A empresa compradora obviamente sabe o que está adquirindo e a que preço. Não há nenhum terceiro de boa-fé envolvido neste tipo de negócio. A saída democrática para o impasse do desmonte da Petrobrás é uma só: quanto privatizarem, tanto reestatizaremos (6).</p>
<p>&nbsp;</p>
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<div>Referências:</div>
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<p class="yiv0319343645gmail-MsoFootnoteText">1 <a href="http://www.aepet.org.br/noticias/pagina/12737/Desinvestimento-eufemismo-para-privatizao-prejudica-a-Petrobrs" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer external" shape="rect" data-wpel-link="external">http://www.aepet.org.br/noticias/pagina/12737/Desinvestimento-eufemismo-para-privatizao-prejudica-a-Petrobrs</a>; <a href="https://outraspalavras.net/outrasmidias/como-se-constroi-a-ignorancia-sobre-a-petrobras/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer external" shape="rect" data-wpel-link="external">https://outraspalavras.net/outrasmidias/como-se-constroi-a-ignorancia-sobre-a-petrobras/</a>; <a href="https://www.aepet.org.br/w3/index.php/conteudo-geral/item/1518-parceria-estrategica-e-novo-codinome-da-privatizacao" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer external" shape="rect" data-wpel-link="external">https://www.aepet.org.br/w3/index.php/conteudo-geral/item/1518-parceria-estrategica-e-novo-codinome-da-privatizacao</a></p>
<p class="yiv0319343645gmail-MsoFootnoteText"><span class="yiv0319343645gmail-MsoFootnoteReference">2</span>     Vide <a href="https://ineep.org.br/o-desmembramento-do-setor-de-gas-e-os-riscos-para-o-brasil/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer external" shape="rect" data-wpel-link="external">https://ineep.org.br/o-desmembramento-do-setor-de-gas-e-os-riscos-para-o-brasil/</a>; <a href="https://aepet.org.br/w3/index.php/conteudo-geral/item/2126-nts-tragedia-anunciada-e-responsabilidade" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer external" shape="rect" data-wpel-link="external">https://aepet.org.br/w3/index.php/conteudo-geral/item/2126-nts-tragedia-anunciada-e-responsabilidade</a></p>
<p class="yiv0319343645gmail-MsoFootnoteText"><span class="yiv0319343645gmail-MsoFootnoteReference"> </span><span class="yiv0319343645gmail-MsoFootnoteReference">3     </span> <a href="http://aepet.onlink.com.br/w3/index.php/conteudo-geral/item/6408-petrobras-gasta-r-3-bi-ao-ano-para-alugar-gasodutos-que-privatizou" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer external" shape="rect" data-wpel-link="external">http://aepet.onlink.com.br/w3/index.php/conteudo-geral/item/6408-petrobras-gasta-r-3-bi-ao-ano-para-alugar-gasodutos-que-privatizou</a></p>
<p class="yiv0319343645gmail-MsoFootnoteText"><span class="yiv0319343645gmail-MsoFootnoteReference">4</span>      <a href="https://ineep.org.br/as-custas-do-consumidor-petrobras-distribui-maior-lucro-da-historia/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer external" shape="rect" data-wpel-link="external">https://ineep.org.br/as-custas-do-consumidor-petrobras-distribui-maior-lucro-da-historia/</a></p>
<p class="yiv0319343645gmail-MsoFootnoteText"><span class="yiv0319343645gmail-MsoFootnoteReference"> </span><span class="yiv0319343645gmail-MsoFootnoteReference">5</span>  Por exemplo, vide <a href="https://ineep.org.br/petrobras-vende-rlam-pela-metade-do-preco/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer external" shape="rect" data-wpel-link="external">https://ineep.org.br/petrobras-vende-rlam-pela-metade-do-preco/</a>; <a href="https://economia.estadao.com.br/noticias/geral,tcu-diz-que-petrobras-vendeu-refinaria-a-preco-abaixo-do-mercado-e-avalia-suspender-o-negocio,70003667094" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer external" shape="rect" data-wpel-link="external">https://economia.estadao.com.br/noticias/geral,tcu-diz-que-petrobras-vendeu-refinaria-a-preco-abaixo-do-mercado-e-avalia-suspender-o-negocio,70003667094</a>; <a href="https://ineep.org.br/petrobras-vende-reman-por-70-do-seu-valor/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer external" shape="rect" data-wpel-link="external">https://ineep.org.br/petrobras-vende-reman-por-70-do-seu-valor/</a></p>
<p class="yiv0319343645gmail-MsoFootnoteText"><span class="yiv0319343645gmail-MsoFootnoteReference">6</span>     Sobre o debate e a possibilidade jurídica de nacionalização ou reestatização no Brasil, vide Gilberto BERCOVICI &amp; José Augusto Fontoura COSTA, <i>Nacionalização: Necessidade e Possibilidades</i>, São Paulo, Contracorrente, 2021.</p>
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<p><em><strong>*Gilberto Bercovici é professor titular de Direito Econômico e Economia Política da Faculdade de Direito da Universidade de São Paulo.</strong></em></p>
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