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		<title>Trabalhadores repudiam nomeação de  Pedro Parente para Petrobras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 May 2016 16:31:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[entreguismo]]></category>
		<category><![CDATA[FHC]]></category>
		<category><![CDATA[FUP]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobras]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O ultraliberal Pedro Parente, três vezes ministro do governo Fernando Henrique Cardoso, foi nomeado por Michel Temer para ser o novo presidente da Petrobras no lugar de Aldemir Bendine e na próxima segunda-feira, no Rio de Janeiro, na sede da empresa, o Conselho de Administração da empresa deve referendar o nome de Parente – ato que segundo os petroleiros, em nota assinada pela FUP, “está na contramão das lutas travadas pelos trabalhadores para evitar o desmonte do Sistema Petrobras”.</p>
<p>FHC foi responsável pela quebra do monopólio da Petrobras em 1997, na contramão do resto do mundo , onde os países que são grandes produtores estatizam e monopolizam  sua produção de petróleo, e como ministro do planejamento, um dos responsáveis pela conta de mais de 2 bilhões que a Petrobras foi obrigada a assumir, para não aumentar o seu prejuízo provocado pela obrigatoriedade de assumir a produção das termoelétricas.</p>
<p>Assim que o nome de Parente foi divulgado, imediatamente a FUP divulgou a seguinte nota oficial, que transcrevemos:</p>
<p>“A indicação de Pedro Parente para a presidência da Petrobrás é fortemente rechaçada pela Federação Única dos Petroleiros.</p>
<p>“É inadmissível termos no comando da empresa um ex-ministro do governo Fernando Henrique Cardoso que chancelou processos de privatização e tem em seu currículo acusações de irregularidades e improbidade na administração pública.</p>
<p>“O perfil ultraliberal de Pedro Parente o descredencia por completo para assumir o comando de uma empresa estatal que tem sido a âncora do desenvolvimento e das políticas públicas estruturantes do país.</p>
<p>“Sua nomeação está na contramão das lutas travadas pelos trabalhadores para evitar o desmonte do Sistema Petrobrás.</p>
<p>“O currículo de Pedro Parente não deixa dúvidas sobre que lado ocupa na luta de classes. Ele participou ativamente dos dois mandados do governo FHC, onde atuou como Secretário Executivo do Ministério da Fazenda, entre 1995 e 1999, e como Chefe da Casa Civil, entre 1999 e dezembro de 2002. No final de 2000, passou a acumular a presidência da Câmara de Gestão da Crise Energética, o chamado “ministério do apagão”, responsável por uma série de arbitrariedades, como racionamento e cortes de energia e multas altíssimas impostas aos consumidores.</p>
<p>“Um dos maiores escândalos protagonizados por Pedro Parente no governo tucano foram os contratos para compra de energia emergencial e as “compensações” feitas às concessionárias privadas e aos investidores atraídos pelo Programa Prioritário de Termeletricidade, que impôs prejuízos bilionários à Petrobrás. Professores do Instituto de Eletrotécnica e Energia da USP chegaram na época a denuncia-lo ao Ministério Público Federal por improbidade administrativa.</p>
<p>“Sob a chancela de Pedro Parente, a Petrobrás teve que assinar contratos de parceria com o setor privado para construção de usinas termoelétricas, entre 2000 e 2003, onde se comprometeu a garantir a remuneração dos investidores, mesmo que as empresas não dessem lucro, bem como cobrir os custos dos empreendimentos, caso a venda de energia não fosse suficiente para sustentar os investimentos.</p>
<p>“A chamada “contribuição de contingência” gerou prejuízos de mais de US$ 1 bilhão à Petrobrás, que se viu obrigada a assumir integralmente as termoelétricas para evitar perdas maiores. O valor das usinas, avaliadas em US$ 800 milhões, equivalia a um terço dos US$ 2,1 bilhões que a estatal teria que desembolsar para honrar as compensações garantidas aos investidores até o final dos contratos, em 2008. Tudo autorizado por Pedro Parente.</p>
<p>“Não é com gestores deste perfil que a Petrobrás vencerá a crise que atravessa. A FUP repudia sua indicação e exige que toda a diretoria da gestão Bendine entregue seus cargos, caso o Conselho de Administração da empresa aprove a nomeação de Pedro Parente.</p>
<p>“Os petroleiros seguirão em luta contra o desmonte do Sistema Petrobrás e não darão um minuto de sossego aos entreguistas”.</p>
<p><strong>Federação Única dos Petroleiros</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>FHC, da Petrobrax, soma com Cunha e Serra pelo fim da Lei de Partilha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Apr 2016 10:17:46 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[FHC]]></category>
		<category><![CDATA[Lei da Partilha]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobras]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobrax]]></category>
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					<description><![CDATA[O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, responsável pela quebra do monopólio da Petrobras em 1997 para permitir que empresas estrangeiras se apossassem do óleo que extraem do subsolo do Brasil, promove no próximo dia 12 de abril, em São Paulo, um debate que questiona a posse pelo Brasil das jazidas do pré-sal e a Lei da...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ex-presidente Fernando Henrique Cardoso, responsável pela quebra do monopólio da Petrobras em 1997 para permitir que empresas estrangeiras se apossassem do óleo que extraem do subsolo do Brasil, promove no próximo dia 12 de abril, em São Paulo, um debate que questiona a posse pelo Brasil das jazidas do pré-sal e a Lei da Partilha (sancionada pelo presidente Lula em 2010) cujo fim está em discussão no Congresso Nacional patrocinado por projetos com o apoio do senador José Serra (PSDB-SP) e do deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ &#8211; e  outros parlamentares entreguistas.</p>
<p>Com a participação de seu ex-genro, David Zylberstajn, o primeiro presidente da Agência Nacional de Petróleo (ANP)  que reuniu os representantes de petrolíferas estrangeiras e disse a ele que o petróleo do Brasil era “vosso”, deles;  o debate em São Paulo, segundo o convite do iFHC, é para analisar “a crise da Petrobras e as dúvidas sobre a viabilidade do pré-sal “ que, de acordo com o convite “já seriam motivos suficientes para repensar as decisões de política energética tomadas nos últimos anos”.</p>
<p>O texto diz ainda que “revelou-se ilusória a ideia de que o petróleo seria o passaporte do Brasil para a condição de país desenvolvido&#8221;. FHC, quando presidente, além de revogar a Lei 2004, de Getúlio Vargas, que criou a Petrobras em 1953, pretendia privatizar a Petrobras e chegou a mudar o nome da empresa para Petrobrax, para facilitar a pronuncia da palavra, em inglês. Teve que recuar por causa da onda de indignação que provocou em vários setores da sociedade brasileira, inclusive no meio militar.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Leia a íntegra do convite distribuído esta semana pelo iFHC:</em></strong></p>
<p><em>“Caro (a),</em></p>
<p><em>“A Fundação iFHC tem o prazer em convidá-lo (a) para o seminário &#8220;O Fim do Triunfalismo Petroleiro e a Definição de Novos Rumos para a Energia no Brasil&#8221;.</em></p>
<p><em>“A crise da Petrobras e as dúvidas sobre a viabilidade do pré-sal já seriam motivos suficientes para repensar as decisões de política energética tomadas nos últimos anos. Revelou-se ilusória a ideia de que o petróleo seria o passaporte do Brasil para a condição de país desenvolvido, relegando a segundo plano as energias renováveis. Além de fatores internos, há razões internacionais para rever o triunfalismo petroleiro desencadeado pela descoberta do pré-sal. Cresce globalmente a tendência ao desinvestimento nas energias de origem fóssil e à expansão das energias renováveis. Essa tendência deverá fortalecer-se na esteira do Acordo Climático firmado em Paris em dezembro último, que prevê a redução a zero das emissões de gases de efeito estufa produzidas pelo setor energético até 2050. Em suma, necessidades internas e compromissos internacionais obrigam o Brasil a definir um novo rumo na sua política energética.</em></p>
<p><em>“Para discutir os desafios colocados para o país nessa área crucial para o seu desenvolvimento, a Fundação iFHC convidou três especialistas que combinam conhecimento técnico e experiência em agências de governo e empresas do setor”.</em></p>
<p><em>&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;&#8212;-</em></p>
<p><em>Data: 12 de abril de 2016 (terça-feira)</em></p>
<p><em>Hora: 17h00 às 19h00</em></p>
<p><em>Local: Fundação iFHC &#8211; Rua Formosa, nº 367, 6º andar, Centro &#8211; São Paulo/SP</em></p>
<p><em>Contato: (11) 3359-5000</em></p>
<p><em> </em></p>
<p><strong>Leia também:</strong></p>
<p>Folha de SP<strong> &#8211; <a href="http://www1.folha.uol.com.br/folha/dinheiro/ult91u12339.shtml" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">Petrobras muda nome para ‘facilitar’ expansão internacional</a></strong></p>
<p>Mailson Ramos<strong> &#8211; <a href="http://nossapolitica.net/2015/05/petrobrax-petrobras-tucana/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">Petrobrax seria a Petrobras tucana</a></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
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