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		<title>Dia do trabalhador e um projeto nacional de desenvolvimento sustentável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 May 2021 20:52:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<category><![CDATA[Desenvolvimento Sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="789" height="392" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/05/artigo.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" fetchpriority="high" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/05/artigo.jpg 789w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/05/artigo-100x50.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/05/artigo-300x149.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/05/artigo-768x382.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/05/artigo-181x90.jpg 181w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/05/artigo-600x298.jpg 600w" sizes="(max-width: 789px) 100vw, 789px" />Em meio ao Dia do Trabalhador, enlutado por mais de 400 mil brasileiros vítimas da Covid-19 e impactado pela urgência na redução de CO2 atmosférico, chega-se hoje ao recorde: mais de 14 milhões de desempregados. Não há muito para celebrarmos. O cenário geral é ruim e se torna dantesco ao lembramos que o Brasil é...]]></description>
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<p>A Emergência do Clima impõe a sociedade mundial a obrigatoriedade de reduzir emissão de gazes do efeito estufa. E aqui, reside um problema, mas também uma oportunidade. Para atingir as metas estipuladas pelas agências do clima, poderíamos atuar de 2 formas distintas: a primeira seria redução drástica dos níveis de crescimento. De acordo com estudos, essa seria a forma mais robusta para reequilibrarmos a vida humana e o meio ambiente. Embora bem intencionado, penso ser esta opção utópica, afinal o modo &#8220;homo sapiens&#8221; de vida nas cavernas não agradaria a muitos. A outra opção, na qual me filio juntamente com pensadores do quilate de Noam Chomsky, seria promover a transição da matriz energética atual para novas energias limpas.</p>
<p>Para tal corrente, a conjugação de novíssimos investimentos públicos e privados deve garantir crescimento em harmonia com o meio ambiente. Para tanto, tudo deve ser subordinado a uma nova matriz energética descarbonizada. A isto deram o nome de &#8220;Green New Deal&#8221;. A transição energética, segundo estudos, nos proporcionaria a oportunidade de criar empregos e gerar riqueza, a partir da nova infraestrutura verde exigível para a moderna economia de baixo carbono. Vale dizer que tal modelo está ancorado no desenvolvimento sustentável que pressupõe a inter-relação do tripé: social, econômico e ambiental.</p>
<p>O êxito brasileiro estaria na adoção de um Projeto Nacional de Desenvolvimento Sustentável, o qual leve em consideração as dimensões conjunturais e estruturais. Concomitantemente precisamos avançar em meio a forçosa estagnação do Covid-19, além da necessidade de também pensar para além deste momento. Já no plano estrutural, a compreensão dos desafios de uma economia globalizada em meio a transformação do trabalho fruto da era digital também deve chamar atenção.</p>
<p>Este plano deverá nos conectar a um futuro próximo, no qual os empregos verdes e decentes sejam a tônica da nova realidade que desejamos estabelecer. Estudiosos avaliam que, apenas no Brasil, há um potencial de criação de cerca de 2 milhões de novos empregos verdes. A conquista do resultado almejado requer investimentos em educação, com foco em C&amp;T e inovação. O novo normal, ambientalmente sustentável que desejamos, exigirá mão-de-obra capaz de qualificação permanente e disposta aos desafios da nova infraestrutura verde. Na mesma batida, é mister que defendamos o estabelecimento de relações trabalhistas justas e decentes. É fundamental romper com a lógica vigente que só aponta para ampliação do lucro decorrente da aceleração da exploração do trabalho precarizado.</p>
<p>Creio, com muito vigor, que seja sim possível conjugar criação de riquezas, equilíbrio ambiental e redução de desigualdade social. Este deverá ser nosso ponto de partida. Para consolidar esse plano e ter como consequência a criação de novos empregos verdes, não podemos perder oportunidades. Sem dúvidas, a nova abordagem econômica de Joe Biden, presidente americano, nos permite sonhar com melhores dias, desde que consigamos sair do estado de inércia. Isto significa que é preciso aproveitar a compreensão sobre desenvolvimento sustentável em coordenação com aumento de investimentos públicos que vem do norte para construir novos cenários e atrair recursos. Afinal, até pouco tempo o Brasil era líder global no assunto.</p>
<p>Não percamos as oportunidades e iniciemos já uma nova era de prosperidade. Tenhamos no trabalho verde e decente e na nova economia sustentável, a base para celebrarmos num futuro próximo o dia do trabalhador que espero, com dignidade, bem-estar e qualidade de vida. Mas se não considerar o que eu disse, fique à vontade! Apenas perceba que celebrar o passado glorioso ou lamentar o presente de incertezas não construirão a alternativa necessária para um futuro melhor 1° de maio. Pense nisto!</p>
<p><em><strong>*Everton Gomes é Policial Civil, vice-presidente do movimento EcoTrabalhismo e integrante da Direção Nacional do PDT</strong></em></p>
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