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		<title>Lupi chama os brasileiros à luta contra entreguismo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Aug 2017 22:28:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Lupi]]></category>
		<category><![CDATA[entreguismo]]></category>
		<category><![CDATA[nação brasileira]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="989" height="584" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Presidente-Carlos-Lupi-30-de-agosto-de-2017.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" fetchpriority="high" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Presidente-Carlos-Lupi-30-de-agosto-de-2017.jpg 989w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Presidente-Carlos-Lupi-30-de-agosto-de-2017-100x59.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Presidente-Carlos-Lupi-30-de-agosto-de-2017-300x177.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Presidente-Carlos-Lupi-30-de-agosto-de-2017-768x454.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Presidente-Carlos-Lupi-30-de-agosto-de-2017-152x90.jpg 152w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Presidente-Carlos-Lupi-30-de-agosto-de-2017-600x354.jpg 600w" sizes="(max-width: 989px) 100vw, 989px" />Em um minuto e meio, o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, chama os brasileiros à luta contra o entreguismo patrocinado pelo #ForaTemer, que surrupia aquilo que não lhe pertence, a nação brasileira. Confira:]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="989" height="584" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Presidente-Carlos-Lupi-30-de-agosto-de-2017.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Presidente-Carlos-Lupi-30-de-agosto-de-2017.jpg 989w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Presidente-Carlos-Lupi-30-de-agosto-de-2017-100x59.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Presidente-Carlos-Lupi-30-de-agosto-de-2017-300x177.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Presidente-Carlos-Lupi-30-de-agosto-de-2017-768x454.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Presidente-Carlos-Lupi-30-de-agosto-de-2017-152x90.jpg 152w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Presidente-Carlos-Lupi-30-de-agosto-de-2017-600x354.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 989px) 100vw, 989px" /><p>Em um minuto e meio, o presidente nacional do PDT, <a class="profileLink" href="https://www.facebook.com/LupiPDT/?fref=mentions" data-hovercard="/ajax/hovercard/page.php?id=1479091025641886&amp;extragetparams=%7B%22fref%22%3A%22mentions%22%7D" data-hovercard-prefer-more-content-show="1" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">Carlos Lupi</a>, chama os brasileiros à luta contra o entreguismo patrocinado pelo <a class="_58cn" href="https://www.facebook.com/hashtag/foratemer?source=feed_text&amp;story_id=1647323938635823" data-ft="{&quot;tn&quot;:&quot;*N&quot;,&quot;type&quot;:104}" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer"><span class="_5afx"><span class="_58cl _5afz" aria-label="hashtag">#</span><span class="_58cm">ForaTemer</span></span></a>, que surrupia aquilo que não lhe pertence, a nação brasileira.</p>
<p>Confira:</p>
<p><iframe title="Lupi chama brasileiros à luta contra entreguismo patrocinado por Temer" width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/BXaEVbzI6w4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
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		<item>
		<title>Em defesa da Petrobras e do pré-sal, petroleiros param nesta sexta</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jun 2016 10:07:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[defesa das multinacionais]]></category>
		<category><![CDATA[entreguismo]]></category>
		<category><![CDATA[fim da lei da partilha]]></category>
		<category><![CDATA[IBP]]></category>
		<category><![CDATA[pré-sal]]></category>
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					<description><![CDATA[&#160; Os petroleiros farão uma greve nacional de advertência de 24 horas nesta sexta-feira (10/6) em protesto pela anunciada decisão de  Temer de revogar a Lei da Partilha e permitir que petrolíferas internacionais se apossem do petróleo do pré-sal.  A greve também é contra a nomeação do ultraneoliberal Pedro Parente para a presidência da Petrobras...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&nbsp;</p>
<p>Os petroleiros farão uma greve nacional de advertência de 24 horas nesta sexta-feira (10/6) em protesto pela anunciada decisão de  Temer de revogar a Lei da Partilha e permitir que petrolíferas internacionais se apossem do petróleo do pré-sal.  A greve também é contra a nomeação do ultraneoliberal Pedro Parente para a presidência da Petrobras e a decisão do governo Temer de apoiar e tentar apressar a venda de parte do patrimônio da Petrobras, descaracterizando-a como uma empresa integrada de energia.</p>
<p>A greve faz parte da mobilização nacional que as Frentes Brasil Popular e Povo sem Medo realizarão contra o presidente interino Michel Temer no mesmo dia.</p>
<p>&#8220;As representações sindicais petroleiras reunidas, nesta segunda-feira, 30, no Conselho Deliberativo Federação Única dos Petroleiros (FUP) alertaram para o risco iminente de perda de direitos e para o grave retrocesso que a categoria já vive e que serão intensificados com as intenções de privatização da Petrobrás e de entrega do pré-sal, reveladas por Michel Temer&#8221;, diz nota da FUP.</p>
<p>O novo presidente da Petrobras, Pedro Parente, assumiu o cargo no último dia 31 de maio sob protestos porque é réu desde 2001 em ação movida por petroleiros como responsável pela operação na qual a Petrobras trocou ativos desvalorizados da Repsol-YPF na Argentina por ativos brasileiros valorizados, causando um prejuízo de R$ 790 milhões, oficialmente registrado no balanço da empresa de 2001.</p>
<p>Além disso, Parente já sinalizou uma revisão da Lei de Partilha, com a substituição da obrigatoriedade da Petrobras de participar com pelo menos 30% dos investimentos em cada campo de exploração do pré-sal; além de perder a posição de operadora única.</p>
<p>Como operadora única a Petrobras defende os interesses do Brasil porque é ela que determina quantos poços devem ser perfurados, qual a tecnologia a ser empregada, onde devem ser comprados os equipamentos de exploração ; e quantas e onde serão construídas as plataformas de exploração do petróleo (navios). Também é a operadora única que controla a produção do óleo, registrando-a, na boca dos poços.</p>
<p>As petrolíferas estrangeiras são contra qualquer tipo de controle do Brasil sobre a produção do óleo e querem ampla liberdade para importarem de seus países de origem os equipamentos de exploração, precificando-os da forma que considerarem melhor.  Para eles.</p>
<p>As multinacionais que passaram a explorar o petróleo brasileiro, tornando-se donas da parte do leão da produção, via da lei de concessões implantada pelo então presidente Fernando Henrique Cardoso, em 1997, quando quebrou o monopólio da Petrobras, nunca se conformaram com a Lei da Partilha e, via IBP, sempre fizeram lobby no Congresso para mudar a legislação – revogando a Lei da Partilha – que prejudica os seus interesses.</p>
<p>&#8220;É um absurdo a nomeação de Pedro Parente. Ele como presidente atual e ilegítimo &#8211; porque ele foi indicado por um governo golpista -, em uma das suas primeiras falas, já disse que precisa mudar a Lei da Partilha. Com isso, a única empresa do mundo que vai abrir mão de no mínimo 60 bilhões de barris em reserva de petróleo é a Petrobras. Todas as grande operadoras no resto do mundo estão atrás de reservas&#8221;, afirmou  o coordenador geral da FUP, José Maria Rangel, na reunião que decidiu fazer a greve de advertência de 24 horas.</p>
<p>Para o petroleiro, a estatal precisa de um presidente que proponha &#8220;soluções criativas&#8221; para que a empresa supere as dificuldades sem perder sua autonomia, já que a crise seria mundial.</p>
<p>&#8220;Todas as operadoras de petróleo estão passando pela mesma situação. Isso tudo por conta, principalmente, da queda vertiginosa que teve o barril de petróleo nos últimos anos. Ele caiu de US$ 140 para US$ 40. Isso dá um baque muito grande nas contas das empresas&#8221;, lembra o petroleiro.</p>
<p>Segundo Rangel,  &#8220;um dos eixos centrais do golpe que está sendo dado no nosso país é a disputa pelo pré-sal brasileiro, que diz respeito diretamente à Petrobras e aos petroleiros. Então, nós chamamos a reflexão da categoria para que neste dia a gente também realize paralisações em todas as atividades da Petrobras, demonstrando nosso descontentamento com a atual administração da empresa&#8221;, afirma.</p>
<p>Temer  espera aprovar  o fim da Lei da Partilha antes de julho devido ao calendário eleitoral e previsto para iniciar na segunda quinzena de julho. Deputados entreguistas do PMDB e PSDB dizem ter garantido o número de votos necessários para aprovar o relatório na comissão que está discutindo o assunto na Câmara, formada por Eduardo Cunha, onde esteve ontem o senador José Serra – principal defensor da entrega do pré-sal brasileiros as petrolíferas estrangerias.</p>
<p>Se a tramitação demorar e a votação na Câmara não acontecer antes de 20 de julho, dificilmente o governo conseguirá reunir quórum na Câmara para aprovar a matéria. Para passar o projeto entreguista precisa ser aprovado em maioria simples (50% mais 1) de um número mínimo de 257 deputados. Segundo Serra, o governo está fazendo um esforço conjunto para aprovar a matéria.</p>
<p>Nesta terça-feira (7), o ministro foi à Câmara para discutir as mudanças na comissão especial. &#8220;O governo está a favor e a gente só espera que eles [deputados] ponham em votação&#8221;, afirmou Serra. Ele pediu pressa na votação do texto e que não ocorram alterações no conteúdo já aprovado no Senado.</p>
<p>— Espero que o texto seja votado em breve como está — disse Serra, que foi convidado para comparecer à comissão especial que debate o tema por ter sido autor do projeto enquanto senador.</p>
<p>O relator do texto na comissão, outro notório entreguista, o deputado José Carlos Aleluia (DEM-BA), é favorável a mudança na exploração do pré-sal, acabando com o modelo de partilha.</p>
<p>— A minha opinião é de que deveríamos fazer uma mudança ampla. Mas, se não puder, apresentarei um relatório favorável (ao projeto de lei) — disse Aleluia.</p>
<p>Para Serra, a aprovação do texto atual &#8220;vai abrir caminho para outras mudanças&#8221; na exploração do pré-sal.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Guilherme Estrella: &#8216;Pré-sal é grande oportunidade, não uma ameaça&#8217;</title>
		<link>https://pdt-rj.org.br/index.php/guilherme-estrella-pre-sal-e-grande-oportunidade-nao-uma-ameaca/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=guilherme-estrella-pre-sal-e-grande-oportunidade-nao-uma-ameaca</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Jun 2016 20:10:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[entreguismo]]></category>
		<category><![CDATA[Guilherme Estrella]]></category>
		<category><![CDATA[pré-sal]]></category>
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					<description><![CDATA[ O jornalista Luis Nassif publicou entrevista do conselheiro do Clube de Engenharia, Guilherme Estrella, ex-diretor de Exploração e Produção da Petrobras (2003/2012) reconhecido internacionalmente por chefiar a equipe que descobriu as reservas do Pré-Sal. Ao longo da entrevista o geólogo Guilherme Estrella destaca a importância do Pré-Sal como ferramenta de desenvolvimento nacional. Trata ainda de...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p> O jornalista Luis Nassif publicou entrevista do conselheiro do Clube de Engenharia, Guilherme Estrella, ex-diretor de Exploração e Produção da Petrobras (2003/2012) reconhecido internacionalmente por chefiar a equipe que descobriu as reservas do Pré-Sal. Ao longo da entrevista o geólogo Guilherme Estrella destaca a importância do Pré-Sal como ferramenta de desenvolvimento nacional.</p>
<p>Trata ainda de relevantes temas relacionados à Petrobras, como inovação e desenvolvimento tecnológico, corrupção, conteúdo nacional, soberania e as ameaças à empresa neste momento de profunda instabilidade política. O texto é parte do projeto Brasil em Debate, do Sindipetro, publicado originalmente no portal Diálogo Petroleiro. Leia abaixo a matéria na íntegra:</p>
<p>Diretor de exploração e produção da Petrobras entre 2003 e 2012, período em que foram divulgadas as informações sobre as imensas reservas brasileiras de petróleo e gás nessa camada mais profunda, Guilherme Estrella lembra que, com o pré-sal, o país deixa de ser energeticamente dependente para poder se projetar como o ‘Brasil que queremos’</p>
<p><strong>Conteúdo especial do projeto do Brasil Debate </strong></p>
<p>“O Brasil tem um potencial enorme para se desenvolver e atender às necessidades de seu povo. A Petrobras pode contribuir e muito para isso, mas precisa continuar como uma ferramenta de Estado e de governo, afinal, num país em desenvolvimento é o Estado que conduz, com soberania, o desenvolvimento nacional.” Guilherme Estrella</p>
<p>Com mais de 40 anos como funcionário da Petrobras, o geólogo Guilherme Estrella é um dos diretores que passaram pela empresa que melhor conhece a história da companhia, sua capacidade e o papel central que a petrolífera brasileira no desenvolvimento nacional. De 2003 a 2012, foi diretor de Exploração e Produção da estatal. Foi neste período que a Petrobras e o governo federal divulgaram as informações sobre as imensas reservas brasileiras de petróleo e gás em águas profundas. Em entrevista exclusiva, Est rella destaca o papel da Petrobras para a independência e soberania do Brasil e deixa claro o porquê de ser conhecido como “pai do pré-sal”. Veja a entrevista abaixo:</p>
<p><strong>A Petrobras como instrumento de desenvolvimento do Brasil…</strong></p>
<p>Nesse ano e meio de nova gestão o governo tem se mostrado muito ausente, mesmo sendo o acionista majoritário da Petrobras. Isso passa uma imagem de descontrole. A empresa, na sua história, sempre refletiu o pensamento, a política e a ideologia do acionista controlador. E tem que ser assim mesmo. A Petrobras sempre foi uma ferramenta do governo brasileiro, dada a sua importância social, econômica, política, tecnológica e cultural para o país. É inaceitável a ausência de controle do governo, principalmente, porque sugere para o corpo de empregados falta de controle. A Petrobras tem que ser uma empresa de governo com políticas de governo.</p>
<p><strong>Um olhar sobre a dívida da Petrobras…</strong></p>
<p>Temos uma dívida elevada, mas porque tivemos que investir muito nos &amp;uacu te;ltimos 12 anos. O Brasil de 2002 era um país energeticamente dependente. Não tínhamos soberania. Hoje, com a descoberta do pré-sal, nós temos a possibilidade de projetar o Brasil que queremos. Antes não era possível. Para isso foram necessários grandes investimentos. O pré-sal foi descoberto e iniciou-se a operações em tempo recorde. O setor petrolífero internacional fica surpreso quando vê essa capacidade e competência para explorar em águas profundas, com tecnologia nossa. A experiência profissional da Petrobras é ímpar. Estamos produzindo no pré-sal e não tem um acidente. Há um ou outro problema, mas grandes acidentes não há. Exploração e Produção nos faz lidar com riscos, imprevisibilidade. Furam-se 10 poços para achar um com óleo. Os banqueiros jamais financiariam isso. Também criamos uma infraestrutura de gás ligando o sul e sudeste ao nordeste. Então, o governo tem que retomar a gestão da companhia e participar diretamente, como acionista majoritário, da solução da dívida da empresa, afinal o Brasil recebeu de sua companhia de petróleo a soberania no século 21. Somos uma das colunas mestras da economia nacional.</p>
<p><strong>Defender a Petrobras é dar oportunidade ao futuro que queremos…</strong></p>
<p>A Petrobras tem um poder indutor do desenvolvimento nacional que é incrível. Por exemplo, o agronegócio brasileiro é outra coluna mestra da nossa economia, seja no consumo interno ou para exportação. Mas extremamente dependente de fertilizantes importados. O pré-sal vem com muito gás, não só pra gerar energia elétrica, energia para indústria e consumo doméstico, mas vem também com uma riqueza de nutrientes nitrogenados que resolve o problema de fertilizantes brasileiros. Mas esse potencial precisa ser aproveitado, para termos independência nesse segmento também. Tudo isso foi o governo que fez através da Petrobras, uma empresa feita por brasileiros, que descobriu petróleo no Brasil, não em lugares distantes como Indonésia, Austrália ou no golfo arábico, como acontece com as grandes empresas petrolíferas. O nosso petróleo está em Copacabana (Rio de Janeiro), está de frente com São Paulo (Santos). É uma dádiva da natureza, uma riqueza natural estratégica. Isso tudo é de um valor inimaginável na geração de empregos e no desenvolvimento de tecnologia.</p>
<p><strong>A corrupção aos olhos do cidadão comum…</strong></p>
<p>A corrupção está send o investigada e tratada pela justiça. Mas o funcionário da companhia deve sempre se sentir orgulhoso de fazer parte dessa história vitoriosa, de uma empresa que, com 63 anos, dá ao Brasil a sustentação energética, a segurança alimentar por todo o século 21. Os Estados Unidos importa hoje cerca de 5 milhões de barris por dia. Por isso tem que manter a OTAN, que na prática serve para garantir o suprimento energético da Europa e dos EUA. Iraque, Líbia e Síria estão aí para provar isso, ou estão destruídos ou sem governo, instáveis, por ações da OTAN. A equipe técnica da Petrobras é de longe a melhor do mundo.</p>
<p><strong>Inovação e desenvolvimento tecnológico…</strong></p>
<p>Para se desenvolver tecnologia e investir em inovação e preciso um motivo. Ninguém faz isso sem objetivo, e tudo por conta do acaso. O motivo é a necessidade e quando você supera essa necessidade você transforma isso num processo de causa e efeito extremamente virtuoso. Quando se supera uma etapa já se abre o olhar para novos desafios e isso dá uma robustez. A Petrobras hoje desenvolve tecnologia todos os dias nas suas frentes operacionais. Isso já foi incorporado no processo produtivo do sistema. Antigamente nós tínhamos o “do poço ao posto”, depois o “do poço ao poste” e agora estamos no “do poço ao campo”, com os fertilizantes, e depois “do poço ao plástico”, com a petroquímica. Todo esse sistema é integrado a partir de um importante olhar do que seria uma empresa estratégica e complexa dentro de um país em desenvolvimento. Para tudo isso, a presença do Estado é fundamental. Os diferentes elos desse sistema est&amp;atild e;o submetidos a variações de mercado diferentes. Por isso, é importante manter essa integração porque você mantem uma “vacina” anticíclica, que compensa perdas e ganhos. Por exemplo, quando você tem o preço dos combustíveis remunerando bem, às vezes o preço de prospecção não está bom. Então a integração é condição para o equilíbrio e para manter o sistema estável. Quando você fragiliza um dos elos interfere em todos os demais.</p>
<p><strong>A política de conteúdo nacional e um Estado soberano…</strong></p>
<p>A estratégia do conteúdo nacional não pode ser acéfalo. Temos hoje dois modelos de desenvolvimento disputando o Estado brasileiro: um com enfoque na soberania e independência; e um outro extremamente dependente, privatista. A principal di ferença entre eles é o “cérebro”. Falamos aqui da competência tecnológica, de conhecimento, de engenharia. Quando se coloca isso no exterior, mata-se a inteligência brasileira. O verdadeiro desenvolvimento de um país acontece quando o país possui instrumentos para resolver seus próprios problemas. Essa é a verdadeira soberania. A experiência nacional é fundamental e a indústria petrolífera tem um espectro de tecnologia e cadeia produtiva extremamente largos. Passa pela informática, mecânica, eletrônica. E manter esses sistemas de avanços científicos e tecnológicos em 20 anos nós seremos outro país.</p>
<p><strong>A Petrobras e o golpe…</strong></p>
<p>Estão querendo transformar o pré-sal de uma grande oportunidade em uma grande ameaça. Não é querer se isolar do mundo, mas estamos diante de uma perspectiva de desenvolvimento importante para o Brasil, os brasileiros, a engenharia nacional, a indústria de defesa, para a ciência e tecnologia, agricultura e a economia como um todo. Ter empresas estrangeiras participando da exploração do pré-sal é uma coisa, mas nos mantermos como controladores únicos é importante. Ter um estrangeiro operador é irreversível. É uma oportunidade que se deixa passar para o conhecimento e o desenvolvimento nacional. Afinal, essas empresas tem seus centros de pesquisas no exterior.</p>
<p><strong>O plano de demissões apresentado pela gestão atual…</strong></p>
<p>Voltando ao que falei sobre nosso modelo de sistema integrado, ele depende de um corpo técnico, administrativo e legal em longo prazo. É fundamental não apenas para fazer acompanhamento dos avanços tecnológico e operacional, mas para ir qualificando profissionais para as novas gerações. Para isso é fundamental um misto de experiência e conhecimento que nos dá confiança para tocar a imprevisibilidade cotidiana nas operações de prospecção, logística, refino entre outras da cadeia de petróleo. Por isso, dispensar gente experiente, que sabe lidar com as dificuldades de cada dia, é um contrassenso. Além disso, façam as contas, não apenas preocupados com enxugar gastos em período de crise. Mas é imensamente mais valioso o que está na cabeça das pessoas, que adquiriram experiência de como funciona o coração dos negócios. É uma riqueza insubstituível. Estão liberando o bem mais precioso. Demissões não podem sem uma ferramenta de gestão numa empresa petrolífera como a Petrobras. A empresa de hoje &amp;eacute ; resultado da transmissão entre gerações de competências, responsabilidades e de compromisso com o Brasil.</p>
<p><strong>Combater a corrupção sem paralisar a atividade econômica…</strong></p>
<p>É fundamental aplicar as leis contra os crimes. As empresas precisam ser investigas e penalizadas, mas não podem ser tiradas do grupo de fornecedores de bens e serviços da Petrobras. Porque na empresa esta a inteligência da engenharia brasileira e você não pode penalizar um corpo de profissionais porque os altos dirigentes foram envolvidos em corrupção. É preciso preservar essas companhias de capital privado nacional. E isso não é invenção nossa. Em 2008, quando dezenas de empresas americanas estavam sendo destruídas, em diversos setores, o que fez o governo dos EUA? Salvou aquelas empresas. Por quê? Elas são estrat&amp;ea cute;gicas para o país. Assim como a Petrobras as empresas de engenharia são estratégicas para o Brasil. Alí está uma parte importante da inteligência nacional e do que diz respeito ao desenvolvimento autônomo e soberano do Brasil.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Trabalhadores repudiam nomeação de  Pedro Parente para Petrobras</title>
		<link>https://pdt-rj.org.br/index.php/trabalhadores-repudiam-a-nomeacao-de-parente-para-a-petrobras/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=trabalhadores-repudiam-a-nomeacao-de-parente-para-a-petrobras</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 May 2016 16:31:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[entreguismo]]></category>
		<category><![CDATA[FHC]]></category>
		<category><![CDATA[FUP]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobras]]></category>
		<category><![CDATA[pré-sal]]></category>
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					<description><![CDATA[O ultraliberal Pedro Parente, três vezes ministro do governo Fernando Henrique Cardoso, foi nomeado por Michel Temer para ser o novo presidente da Petrobras no lugar de Aldemir Bendine e na próxima segunda-feira, no Rio de Janeiro, na sede da empresa, o Conselho de Administração da empresa deve referendar o nome de Parente – ato...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ultraliberal Pedro Parente, três vezes ministro do governo Fernando Henrique Cardoso, foi nomeado por Michel Temer para ser o novo presidente da Petrobras no lugar de Aldemir Bendine e na próxima segunda-feira, no Rio de Janeiro, na sede da empresa, o Conselho de Administração da empresa deve referendar o nome de Parente – ato que segundo os petroleiros, em nota assinada pela FUP, “está na contramão das lutas travadas pelos trabalhadores para evitar o desmonte do Sistema Petrobras”.</p>
<p>FHC foi responsável pela quebra do monopólio da Petrobras em 1997, na contramão do resto do mundo , onde os países que são grandes produtores estatizam e monopolizam  sua produção de petróleo, e como ministro do planejamento, um dos responsáveis pela conta de mais de 2 bilhões que a Petrobras foi obrigada a assumir, para não aumentar o seu prejuízo provocado pela obrigatoriedade de assumir a produção das termoelétricas.</p>
<p>Assim que o nome de Parente foi divulgado, imediatamente a FUP divulgou a seguinte nota oficial, que transcrevemos:</p>
<p>“A indicação de Pedro Parente para a presidência da Petrobrás é fortemente rechaçada pela Federação Única dos Petroleiros.</p>
<p>“É inadmissível termos no comando da empresa um ex-ministro do governo Fernando Henrique Cardoso que chancelou processos de privatização e tem em seu currículo acusações de irregularidades e improbidade na administração pública.</p>
<p>“O perfil ultraliberal de Pedro Parente o descredencia por completo para assumir o comando de uma empresa estatal que tem sido a âncora do desenvolvimento e das políticas públicas estruturantes do país.</p>
<p>“Sua nomeação está na contramão das lutas travadas pelos trabalhadores para evitar o desmonte do Sistema Petrobrás.</p>
<p>“O currículo de Pedro Parente não deixa dúvidas sobre que lado ocupa na luta de classes. Ele participou ativamente dos dois mandados do governo FHC, onde atuou como Secretário Executivo do Ministério da Fazenda, entre 1995 e 1999, e como Chefe da Casa Civil, entre 1999 e dezembro de 2002. No final de 2000, passou a acumular a presidência da Câmara de Gestão da Crise Energética, o chamado “ministério do apagão”, responsável por uma série de arbitrariedades, como racionamento e cortes de energia e multas altíssimas impostas aos consumidores.</p>
<p>“Um dos maiores escândalos protagonizados por Pedro Parente no governo tucano foram os contratos para compra de energia emergencial e as “compensações” feitas às concessionárias privadas e aos investidores atraídos pelo Programa Prioritário de Termeletricidade, que impôs prejuízos bilionários à Petrobrás. Professores do Instituto de Eletrotécnica e Energia da USP chegaram na época a denuncia-lo ao Ministério Público Federal por improbidade administrativa.</p>
<p>“Sob a chancela de Pedro Parente, a Petrobrás teve que assinar contratos de parceria com o setor privado para construção de usinas termoelétricas, entre 2000 e 2003, onde se comprometeu a garantir a remuneração dos investidores, mesmo que as empresas não dessem lucro, bem como cobrir os custos dos empreendimentos, caso a venda de energia não fosse suficiente para sustentar os investimentos.</p>
<p>“A chamada “contribuição de contingência” gerou prejuízos de mais de US$ 1 bilhão à Petrobrás, que se viu obrigada a assumir integralmente as termoelétricas para evitar perdas maiores. O valor das usinas, avaliadas em US$ 800 milhões, equivalia a um terço dos US$ 2,1 bilhões que a estatal teria que desembolsar para honrar as compensações garantidas aos investidores até o final dos contratos, em 2008. Tudo autorizado por Pedro Parente.</p>
<p>“Não é com gestores deste perfil que a Petrobrás vencerá a crise que atravessa. A FUP repudia sua indicação e exige que toda a diretoria da gestão Bendine entregue seus cargos, caso o Conselho de Administração da empresa aprove a nomeação de Pedro Parente.</p>
<p>“Os petroleiros seguirão em luta contra o desmonte do Sistema Petrobrás e não darão um minuto de sossego aos entreguistas”.</p>
<p><strong>Federação Única dos Petroleiros</strong></p>
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		<title>Pré-sal: Com apenas 54 poços perfurados Petrobras já produz 873,5 mil barris/dia de petróleo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 05 Apr 2016 09:12:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[entreguismo]]></category>
		<category><![CDATA[Lei da Partilha]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobras]]></category>
		<category><![CDATA[pré-sal]]></category>
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					<description><![CDATA[A produção de petróleo dos 54 poços já existentes no  pré-sal chegou  a 873,5 mil barris de petróleo por dia (bbl/d), um aumento de 6% em relação ao mês anterior, segundo informou a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), nesta segunda-feira (04/4). A produção média de cada poço foi de cerca de...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A produção de petróleo dos 54 poços já existentes no  pré-sal chegou  a 873,5 mil barris de petróleo por dia (bbl/d), um aumento de 6% em relação ao mês anterior, segundo informou a Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), nesta segunda-feira (04/4).</p>
<p>A produção média de cada poço foi de cerca de 18,5 mil barris de petróleo/dia – o que confirma a altíssima rentabilidade dos investimentos da Petrobras no pré-sal – hoje alvo da cobiça das petrolíferas estrangeiras interessadas em acabar com a Lei da Partilha através de projeto em tramitação na Câmara dos Deputados patrocinado por políticos de direita.</p>
<p>A Petrobras está dando prioridade absoluta ao desenvolvimento da exploração do pré-sal para correr contra o relógio entreguista de liados do deputado Eduardo Cunha, entre eles o senador José Serra (PSDB-SP) e o deputado Mendonça Filho (DEM-PE), principais defensores das multinacionais do petróleo no Congresso brasileiro.</p>
<p>De acordo com a ANP, foram produzidos ainda 34,6 milhões de metros cúbicos por dia (m³/d) de gás natural oriundos de 54 poços do pré-sal, totalizando 1,091 milhão de barris de óleo equivalente por dia (boe/d).</p>
<p>A produção total de petróleo e gás natural no Brasil no mês de fevereiro alcançou 2,950 milhões de barris de óleo equivalente por dia (boe/d).</p>
<p>Já a produção total de petróleo em fevereiro de 2016 foi de cerca de 2,335 milhões de barris por dia (bbl/d), uma redução de 0,8%, em relação ao mês anterior e de 4%, em comparação com o mesmo mês do ano passado.</p>
<p>Ainda de acordo com a ANP, produção de gás natural totalizou 97,7 milhões de metros cúbicos por dia (m³/d), um aumento de 0,5% frente ao mês anterior e de 2,5 % na comparação com o mesmo mês em 2015.</p>
<p>A agência informou ainda que o aproveitamento de gás natural no mês foi de 95,2%, e que a queima de gás em fevereiro foi de 4,7 milhões de metros cúbicos por dia (m³/d). Isso representa um crescimento de 43,8% em relação a janeiro e 44,3%, em comparação com fevereiro de 2015.</p>
<p>&#8220;O aumento da queima de gás natural no mês foi devido, principalmente, ao comissionamento da plataforma FPSO Cidade de Maricá, que iniciou suas operações no mês de fevereiro&#8221;, explicou, em nota.</p>
<p>&nbsp;</p>
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