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		<title>Comissão discute como incentivar a geração de energias com fontes renováveis no País</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 07 Jun 2017 20:57:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[PDT]]></category>
		<category><![CDATA[Sergio Vidigal]]></category>
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<p>Vidigal explica que a adoção de energias alternativas tem sido amplamente buscada desde a década de 1970, quando as crises do petróleo levaram diversos países a procurar a segurança no fornecimento de energia e a redução da dependência da importação de combustíveis.</p>
<p>“Recentemente, as preocupações ambientais se tornaram o maior motor para a busca de alternativas mais limpas de produção de energia. Entre essas alternativas, a energia eólica, solar e biomassa são umas das que despertaram interesse nas últimas décadas”, destaca o parlamentar.</p>
<p>O representante da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica (Absolar), Rodrigo Lopes, destaca a importância de criar incentivos para a produção de energia solar.</p>
<p>“O grande desafio do século 21 é transformar a economia, baseada em combustíveis fóssil, em produção de uma economia de baixo carbono. Uma aposta é o maior investimento em fontes naturais, aproveitando o recurso solar e as vantagens do Brasil frente a Europa, na implantação da matriz fotovoltaica. Devemos considerar como incentivos, a possibilidade do uso do Fundo de Garantida por Tempo de Serviço (FGTS) para a adesão da geração de energia distribuída”.</p>
<p><strong>Previsibilidade para o setor</strong></p>
<p>A previsibilidade do setor por meio da realização de leilões com incentivos para os produtores de energia, foi pontuada Francisco Silva, representante da Associação Brasileira de Energia Eólica (Abeeólica).</p>
<p>“O incentivo dos leilões é extremamente importante. Os leilões regulados levam de 3 a 5 anos para se tornarem ativos. Se esses leilões não acontecem com a previsibilidade necessária, logo nos anos seguintes haverá uma deficiência crescente na produção de energia limpa”.</p>
<p>Silva ressalta que no Brasil a fonte eólica é a segunda mais competitiva do Brasil. “Já em 2019 e 2020, menos de 1 giga de energia eólica deverá entrar em operação, devido a não realização de leilões em 2016. Como consequência, há a quebra do investimento por empresas, e a diminuição da oferta de empregos”.</p>
<p><strong>Matriz energética</strong></p>
<p>Durante a audiência, o representante da Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel), Hélvio Neves Guerra, mostrou a fragmentação da nossa matriz energética.</p>
<p>“A matriz energética brasileira está fragmentada em Hídrica 61%, Fóssil 16%, Eólica 6,5%, Biomassa – quase 9% e Solar – menos de 2%. Neste sentido apontamos como desafio para a Geração da Energia Distribuída, a implementadas de políticas públicas, a produção nacional de equipamentos, maiores fontes de financiamento, bem como o necessário barateamento dos custos de implantação”.</p>
<p>Vidigal destaca, no entanto, que o potencial dessas fontes renováveis é imenso e pouco aproveitado.</p>
<p>&#8220;Havendo políticas públicas para o setor, o governo brasileiro tem como promover as ações para atender a uma significativa parte das demandas de eletricidade do país a partir de fontes limpas e de baixo impacto ambiental&#8221;, afirma.</p>
<p>Lígio Teixeira, coordenador-geral de Fontes Alternativas da Secretaria de Planejamento e Desenvolvimento Energético, para representar este Ministério de Minas e Energia, reconhece a importância dos leilões para ampliar a produção de energia limpa.</p>
<p>“De acordo com Balanço Energético Nacional é realizado todos os anos, o Brasil é uma referência mundial de energias renováveis na média mundial, considerando que mais de 80% das matrizes são de energias renováveis. Ainda neste sentido, destacamos que os Leilões para a contratação de energia nova, ocorridos entre 2005 a 2015, cerca de 70% foram contratações de energias renováveis, mostrando assim a sua importância”.</p>
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		<title>Comissão de Minas e Energia debate “Incentivos à Geração de Energias Renováveis”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 05 Jun 2017 21:37:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[fontes de energias renováveis]]></category>
		<category><![CDATA[PDT]]></category>
		<category><![CDATA[Sergio Vidigal]]></category>
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<p>O deputado explica que o fato de o Brasil ser rico em incidências de raios, ventos e grande produtor de biomassa, possui  características naturais favoráveis para a investimento em fontes de energia renováveis.</p>
<p>“O país pode incentivar o aumento da participação das fontes eólica, biomassa, PCHs e solar fotovoltaica, que, se bem planejadas, provocam impactos ambientais muito menores em relação às grandes hidrelétricas, sem significar aumento de custos”, salientou.</p>
<p>Foram convidados para o debate: representante do Ministério de Minas e Energia; Aladim Cerqueira, Secretário de Estado do Meio Ambiente e Recursos Hídricos do Espírito Santo – SEAMA; Romeu Donizete Rufino, Diretor-Geral da Agência Nacional de Energia Elétrica – Aneel; Maria Silvia Bastos Marques, Presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social – BNDES; Surya Mendonça, Presidente da Empresa Brasileira de Energia Solar – EBES; Maurício Voivodic, Diretor-Executivo da WWF-Brasil; Rodrigo Lopes Sauaia, Diretor-Executivo da Associação Brasileira de Energia Solar Fotovoltaica – ABSOLAR; Elbia Silva Gannoum, Presidente-Executiva da Associação Brasileira de Energia Eólica – ABEEÓLICA; e  Luiz Augusto de Souza Ferreira, Presidente da Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI).</p>
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