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	<title>educação básica &#8211; PDT</title>
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		<title>Senado aprova projeto de Idilvan Alencar que garante internet para alunos da rede pública</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 25 Feb 2021 18:15:03 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/02/Aula-com-computador.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/02/Aula-com-computador.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/02/Aula-com-computador-100x56.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/02/Aula-com-computador-300x169.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/02/Aula-com-computador-768x432.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/02/Aula-com-computador-160x90.jpg 160w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/02/Aula-com-computador-600x338.jpg 600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p>O Senado Federal aprovou, nessa quarta-feira (24), o Projeto de Lei (PL) 3.477/20 de autoria do deputado federal, Idilvan Alencar (PDT-CE), que prevê o uso de parte do Fundo de Universalização do Serviços de Telecomunicações (FUST) para financiar o acesso à internet a professores e alunos de escolas públicas de todo País. O PL irá contribuir para reduzir os danos à formação dos alunos em meio à pandemia. O texto segue agora para sanção presidencial.</p>
<p>Pela proposta, a União fará o repasse de cerca de R$ 3,5 milhões, até o dia 28 de fevereiro deste ano, para que estados e municípios invistam em ações que viabilizem o acesso à internet para fins educacionais.</p>
<p>Caso o estado ou município decida pela oferta de banda larga móvel, os recursos irão assegurar a oferta mensal de 20 gigabytes de acesso à internet para todos os professores do ensino fundamental e médio das redes municipais e estaduais, com valor de R$ 0,62 por giga.</p>
<p>O projeto vai atender todos os estudantes da educação básica que estejam inscritos nos programas sociais do Governo Federal (CadÚnico), aos que estão matriculados em escolas de comunidades indígenas e quilombolas, e todos os professores das redes públicas estaduais e municipais, assim, irá assegurar o acesso à internet a mais de  17,9 milhões de estudantes e 1,6 milhão de professores.</p>
<p>Em pronunciamento nas redes sociais, Idilvan Alencar comemorou a aprovação do projeto.</p>
<p>“Apresentei esse projeto como uma tentativa de amenizar a desigualdade digital existente em nosso país e para que milhões de alunos pudessem se adequar a realidade do ensino remoto. O caminho é longo e os desafios são muitos, mas seguimos trabalhando para amenizar os ‘efeitos invisíveis’ da pandemia na educação”, afirmou o pedetista.</p>
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		<title>Comissão aprova relatório de Sérgio Vidigal favorável a projeto de federalização da Educação Básica</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 11 Apr 2017 21:04:24 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Carreira Nacional do Magistério]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="681" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/04/30932647983_49646bb679_b.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/04/30932647983_49646bb679_b.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/04/30932647983_49646bb679_b-100x67.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/04/30932647983_49646bb679_b-300x200.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/04/30932647983_49646bb679_b-768x511.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/04/30932647983_49646bb679_b-135x90.jpg 135w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/04/30932647983_49646bb679_b-600x399.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p>A Comissão de Educação da Câmara dos Deputados aprovou o relatório do deputado federal Sérgio Vidigal (PDT-ES) acerca do Projeto de Lei 2.286/2015 – que autoriza o Poder Executivo a criar o Programa Federal de Educação Integral de Qualidade para Todos e a Carreira Nacional do Magistério da Educação de Base. A proposta foi aprovada por unanimidade nesta terça-feira (11).</p>
<p>De autoria do senador Cristovam Buarque (PHS-DF), a federalização da educação básica permitirá que o investimento por aluno seja maior e que os professores sejam melhor remunerados. O projeto segue para análise em caráter conclusivo nas Comissões de Finanças e Tributação (CFT) e, posteriormente, para a Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania (CCJC).</p>
<p>“Ver a aprovação desse projeto é um grande passo para a educação, acredito que a federalização gradual da Educação Básica, vai garantir melhores condições de salário e qualificação aos professores. O projeto prevê a criação de um piso salarial e concurso específico e exigirá, como contrapartida, que as cidades escolhidas, independentemente de estas serem estaduais ou municipais, ofereçam horário integral em suas escolas”, afirmou Sérgio Vidigal.</p>
<p>O PFE será implantado por cidades, sob a coordenação, supervisão, fiscalização e avaliação de resultados pelo Ministério da Educação, com a colaboração do Estado ou do Município onde se situa a cidade escolhida ou do Distrito Federal.</p>
<p>Durante a relatoria do projeto, o deputado Sérgio Vidigal reconheceu que a União não pode mais ter papel apenas coadjuvante em relação à nossa educação básica.</p>
<p>“O regime de colaboração que hoje temos é extremamente dependente do Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb). Hoje a União é responsável apenas pela complementação de 10% do valor total, o que não corresponde à sua imensamente superior capacidade arrecadatória em relação a Estados e Municípios”, argumentou Vidigal.</p>
<p><strong>Carreira Nacional do Magistério </strong></p>
<p>O projeto também cria a carreira nacional do magistério que permitiria o salto necessário nas exigências de formação, na qualificação e na remuneração dos professores. A modernização dos equipamentos pedagógicos e das edificações com qualidade para a implantação de um ambiente que facilite a educação de suas crianças e adultos.</p>
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		<title>A Reforma do Ensino Médio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 16 Dec 2016 14:42:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[A proposta de Reforma do Ensino Médio do Governo, sustentada no paradigma de formar competências para o mercado do trabalho, vai na contramão da história porque retoma a lógica neoliberal. A função social da escola vai muito além das aspirações do mercado e não pode ser confundida com o fim último da Educação que é...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A proposta de Reforma do Ensino Médio do Governo, sustentada no paradigma de formar competências para o mercado do trabalho, vai na contramão da história porque retoma a lógica neoliberal. A função social da escola vai muito além das aspirações do mercado e não pode ser confundida com o fim último da Educação que é o homem enquanto ser histórico.</p>
<p>O projeto propõe a profissionalização compulsória similar à implantada pela ditadura militar (LDB/71), cujo resultado catastrófico todos conhecemos. No mercado, o que serve hoje pode não servir amanhã. Os avanços tecnológicos passarão a exigir novas competências e o aluno que não tiver uma formação básica sólida vai dançar porque não conseguirá se adaptar às novas exigências.</p>
<p>Subordinar a educação às necessidades do mercado significa aceitar a competência capitalista e negar uma concepção politécnica da Educação estruturada no senso crítico e na reflexão.</p>
<p>A imposição da reforma do ensino médio por meio de MP sem que haja um amplo debate com os sujeitos que fazem educação, professores, pais, alunos, universidades e entidades que constituem o Fórum Nacional da Educação é apenas o pano de fundo para uma estratégia de inclusão das escolas privadas no Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação Básica (Fundeb), ampliando transferências de recursos para o setor privado, notadamente o Sistema S.</p>
<p>O equívoco político se expressa na desconsideração com os Estados Federados responsáveis por 86% das matrículas do ensino médio e aqueles que pensam a Educação no país, cujo acúmulo de experiências e práticas é inesgotável.</p>
<p>O maior equívoco é o de conteúdo, porque consagra o princípio da dualidade, ou seja, cursos para quem vai ingressar no mercado de trabalho e cursos para aqueles que vão continuar seus estudos reforçando itinerários de escolas para elites e escolas de massa para formar alunos de um modo geral, contrariando princípios da educação cidadã que forma a partir da igualdade de acesso e oportunidades.</p>
<p>Esta nova arquitetura traz a mácula do pecado porque desorganiza todo o sistema de ensino e representa um ataque frontal à carreira docente porque permite a contratação de professores não habilitados e, ainda, porque desidrata o Piso Nacional dos professores, além de representar um aligeiramento na formação, desvinculação com a pesquisa e a desvalorização da escola como um “lócus&#8221; de educação integral.</p>
<p>As perguntas se sucedem: como um país que congela por 20 anos os investimentos vai financiar a reforma? Haverá fonte fixa de financiamento? Como arcar com os custos do aumento das despesas de controle e gerenciamento da escola? Como se dará a formação dos professores?</p>
<p>São incontáveis os entraves à sua execução: a) aumenta os gastos públicos; b) a oferta de habilitações pode ser desigual entre escolas e redes; c) precariza a qualificação do professor; d) prejudica a formação cultural e a saúde dos alunos; e) o valor dos repasses aos estados vai depender de disponibilidade financeira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>*Manoel Dias é ex-ministro do Trabalho Emprego, presidente da Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini e secretário-geral nacional do PDT.</em></strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>UnB comemora 20 anos da LDB e aniversário de Darcy Ribeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 27 Oct 2016 21:30:11 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Roberto Jamil Cury]]></category>
		<category><![CDATA[Darcy Ribeiro]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-49409 alignright" src="http://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/10/Seminário-20anos-LDB-Darcy-Ribeiro-300x200.jpg" alt="Seminário 20anos LDB Darcy Ribeiro" width="300" height="200" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/10/Seminário-20anos-LDB-Darcy-Ribeiro-300x200.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/10/Seminário-20anos-LDB-Darcy-Ribeiro-100x67.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/10/Seminário-20anos-LDB-Darcy-Ribeiro-135x90.jpg 135w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/10/Seminário-20anos-LDB-Darcy-Ribeiro.jpg 620w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" />Para comemorar os 20 anos da <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9394.htm" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">Lei de Diretrizes e Bases da Educação</a> <a href="https://www.planalto.gov.br/ccivil_03/Leis/L9394.htm" target="_blank" rel="alternate external noopener noreferrer" data-wpel-link="external">(LDB 9394/96)</a>, e o aniversário de 94 anos do antropólogo e político Darcy Ribeiro, a <a href="https://www.facebook.com/oficialUnB/?fref=ts&amp;rf=106254912746370" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">Universidade de Brasília </a>(UnB) realizou, na terça-feira (25) e na quarta-feira (26), o “Seminário 20 anos da LDB Darcy Ribeiro”. O evento também fez parte da programação da <a href="https://www.facebook.com/SemanaUniversitaria/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">Semana Universitária</a>, que reuniu convidados de diversas universidades do País para discutir os avanços e os entraves da atual legislação, bem como os desafios da área para os próximos anos, considerando o atual contexto brasileiro.</p>
<p>O Seminário, promovido pela Fundação Darcy Ribeiro, em parceria com Decanatos da UnB, também permitiu debates acerca da implementação da educação de tempo integral, do balanço das realizações e necessidades das educações básica e superior, e da formação de docentes.</p>
<p>&#8220;Ter a oportunidade de agregar esses professores e pesquisadores do Rio Grande do Sul, do Rio de Janeiro, de Minas Gerais para falar dentro da Universidade sobre a educação é muito importante nesse momento em que se discute uma série de reformas”, comentou a decana de Assuntos Comunitários, Thérèse Hoffman, na abertura do evento. “Precisamos discutir a educação superior com muita urgência”, completou o reitor da UnB Ivan Camargo.</p>
<p><strong>LDB</strong></p>
<p>Sancionada em dezembro de 1996 pelo Governo Federal, a LDB, cujo projeto final foi proposto por Darcy Ribeiro – idealizador e fundador da UnB – orienta os princípios do sistema educacional no Brasil, de acordo com a Constituição, reafirmando-a como um direito universal. Sua elaboração foi fruto de diversas discussões entre a sociedade civil, o poder legislativo e executivo e, graças a Darcy, se pautada sob os pilares da flexibilidade na organização pedagógica e administrativa, mas também da avaliação.</p>
<p>“Debater os 20 anos da LDB é voltar um pouco a essa história, ver o que ocorreu de insuficiência e de erros no passado projetados para o futuro, mas também olhar para questões que afetam diretamente o desenho da LDB”, avaliou o professor da Pontifícia Universidade Católica de Minas Gerais e emérito da Universidade Federal de Minas Gerais, Carlos Roberto Jamil Cury, em conferência na UnB.</p>
<p>Um dos maiores especialistas da educação no país, Cury comentou a árdua tarefa, à época, de senadores para definir um projeto que atendesse as necessidades educacionais do país e superasse o atraso que representava a lei anterior, de 1961. Após oito anos de trâmite, o texto foi aprovado de modo mais sintético, excluindo diversos artigos que tornavam burocrática a interpretação. “Foi um processo moroso e lento. Diferentes atores sociais entenderam ser importante colocar seus princípios no campo da educação”, afirma.</p>
<p>Clique <a href="http://noticias.unb.br/publicacoes/112-extensao-e-comunidade/1070-lei-de-diretrizes-e-bases-da-educacao-completa-20-anos" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">aqui</a> para saber mais.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Comissão aprova parecer de Flávia Morais para equiparação de piso salarial de professores das redes públicas e particular</title>
		<link>https://pdt-rj.org.br/index.php/comissao-aprova-parecer-de-flavia-morais-para-equiparacao-de-piso-salarial-de-professores-das-redes-publicas-e-particular/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=comissao-aprova-parecer-de-flavia-morais-para-equiparacao-de-piso-salarial-de-professores-das-redes-publicas-e-particular</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 06 Oct 2016 21:40:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Congresso]]></category>
		<category><![CDATA[educação básica]]></category>
		<category><![CDATA[Flávia Morais]]></category>
		<category><![CDATA[PDT]]></category>
		<category><![CDATA[piso salarial do professor]]></category>
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					<description><![CDATA[A Comissão do Trabalho de Administração Pública da Câmara aprovou nesta quarta-feira (5), o parecer da deputada federal Flávia Morais (PDT-GO), ao Projeto de Lei 5223/13, que dispõe sobre o piso salarial do professor de educação básica da rede particular. A proposta determina o valor mínimo de R$ 1.567,00 para uma jornada de quarenta horas/aula...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-48769 alignright" src="http://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/10/Deputada-Flávia-Morais-PDT-GO-300x199.jpg" alt="Deputada Flávia Morais (PDT-GO)" width="300" height="199" />A Comissão do Trabalho de Administração Pública da Câmara aprovou nesta quarta-feira (5), o parecer da deputada federal <a href="https://www.facebook.com/DepFlaviaMorais/?fref=ts" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">Flávia Morais </a>(PDT-GO), ao Projeto de Lei <a href="http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=568882" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">5223/13</a>, que dispõe sobre o piso salarial do professor de educação básica da rede particular. A proposta determina o valor mínimo de R$ 1.567,00 para uma jornada de quarenta horas/aula semanais em uma mesma escola.</p>
<p>O projeto equipara o salário dos professores da rede privada à remuneração paga pelas unidades públicas de educação básica, conforme a Emenda Constitucional 53 e a Lei 11.738/08, que instituiu um piso salarial do magistério público. O texto prevê, ainda, reajuste do salário de acordo com o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) dos doze meses anteriores.</p>
<p>No entendimento de Flávia Morais, os professores das escolas privadas exercem em seu dia a dia as mesmas atividades que os da rede pública de ensino. “Eles devem ter direito à mesma remuneração, atendendo, assim, a um dos princípios básicos que regem o direito do trabalho: o direito a salário igual por trabalho igual”, argumentou.</p>
<p>O projeto será analisado, em caráter conclusivo, pelas comissões de Educação; e Constituição de Justiça e Cidadania.</p>
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