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		<title>Movimento Pró-Anistiados do PDT é fundado no Rio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 May 2017 13:31:28 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
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<p>Lupi saudou a criação do movimento anistiados e anistiandos: “O PDT carrega a marca dos cassados, dos exilados e dos perseguidos; por isto é de fundamental importância a criação deste movimento”, frisou na mensagem, ressaltando também a importância de resgatar a memória de cada um dos anistiados; e de todos, coletivamente, pela importância para a História contemporânea do Brasil dos fatos que vivenciaram.</p>
<p>Maria José, por sua vez, saudou “a retomada do Fio da História dos anistiados” pelo PDT, nascido das fileiras do Mapi – já que parte de seus integrantes é de militantes deste movimento. Em seguida, ela passou a direção dos trabalhos ao anistiado Adail Ivan de Lemos, filho de um trabalhista histórico, signatário da Carta de Lisboa, Ajadil de Lemos, e Lara de Lemos, autora da letra do Hino da Legalidade.</p>
<p>Ao explanar os motivos da criação deste movimento, Adail Ivan disse que “é nosso dever tornar o Estado responsável por seus atos: desde a bala perdida que mata uma jovem dentro de um colégio aos seus opositores políticos que, no passado, foram mortos sob tortura”.</p>
<p>Adail apresentou Délcio Pereira Fortes, autor do livro “Hélcio”, lançado na ocasião, que narra a trajetória do ex-dirigente nacional da ALN, Hélcio Pereira Fortes, irmão do autor, morto sob tortura no Doi-Codi paulista, cujo corpo foi enterrado no cemitério de Perus, em São Paulo.</p>
<p>Em seguida, Adail leu um poema dedicado ao militante morto, afirmando ao final que “sua história é uma bússola, porque Hélcio está mais vivo do que nunca, presente através de seu exemplo de vida e de morte”.</p>
<p><strong>Greve dos metalúrgicos de Contagem</strong></p>
<p>Militante do PCB, Hélcio foi um dos líderes da greve dos metalúrgicos de Contagem, Minas Gerais – uma das primeiras depois do golpe militar de 1964 –, onde era conhecido pelo codinome de Ernesto. O livro de Délcio, segundo Adail, “traz informações relevantes para o conhecimento de uma época difícil de nossa História: época de dor e alegrias; mas também de agonia”. Segundo Adail, os militantes da luta armada queriam “um Brasil mais democrático e justo”.</p>
<p>Délcio, falando em seguida, narrou a trajetória de vida de seu irmão e a luta da família para resgatar o seu corpo após o seu assassinato, quando tinha 23 anos, por agentes de segurança que, depois, forjaram – como era comum na época – notícias dizendo que Hélcio morrera em confronto armado com força policiais.</p>
<p>“Hélcio foi preso no Rio de Janeiro, torturado no quartel da PE da Barão de Mesquita, um centro de torturas; transferido para São Paulo, foi assassinado a tiros, com requintes de crueldade, no DOI-CODI”, explicou.</p>
<p>Antes dos autógrafos, logo após a fala de Délcio, usaram a palavra ainda o fundador do PDT e signatário da Carta de Lisboa, Carlos Fayal, também ex-integrante da ALN; e as netas do também militante de esquerda Marco Antônio “Play”, que criaram uma entidade que reúne parentes de perseguidos políticos.</p>
<p>O presidente do Conselho Previdenciário do Mapi, Edir Inácio da Silva, ex-subsecretário de Minas e Energia do governo Brizola, líder metalúrgico de Volta Redonda – ex-preso político torturado nas instalações militares existentes em Barra Mansa, no Sul fluminense –, contou, com emoção, sobre as atrocidades cometidas pela ditadura, no Sul-Fluminense, e apresentou seu filho, que aos oito anos de idade foi sequestrado para informar o endereço em que ele estava abrigado.</p>
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