<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><?xml-stylesheet type="text/xsl" href="https://pdt-rj.org.br/wp-content/plugins/rss-feed-styles/public/template.xsl"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	xmlns:rssFeedStyles="http://www.lerougeliet.com/ns/rssFeedStyles#"
>

<channel>
	<title>#disque180 &#8211; PDT</title>
	<atom:link href="https://pdt-rj.org.br/index.php/tag/disque180/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://pdt-rj.org.br</link>
	<description>Rio de Janiero - RJ</description>
	<lastBuildDate>Wed, 16 Aug 2017 22:47:48 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.8.3</generator>

<image>
	<url>https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/rosa-32x32.jpg</url>
	<title>#disque180 &#8211; PDT</title>
	<link>https://pdt-rj.org.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<rssFeedStyles:button name="Like" url="https://www.facebook.com/sharer/sharer.php?u=%url%"/><rssFeedStyles:button name="G+" url="https://plus.google.com/share?url=%url%"/>	<item>
		<title>Um espaço ainda a ser conquistado</title>
		<link>https://pdt-rj.org.br/index.php/um-espaco-ainda-a-ser-conquistado/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=um-espaco-ainda-a-ser-conquistado</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Aug 2017 18:27:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[#disque180]]></category>
		<category><![CDATA[#LeiMariadaPenha]]></category>
		<category><![CDATA[Lei Maria da Penha]]></category>
		<category><![CDATA[Renata Viana]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://pdt-rj.org.br/?p=54834</guid>

					<description><![CDATA[<img width="1024" height="655" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/DSC_4950.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" fetchpriority="high" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/DSC_4950.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/DSC_4950-100x64.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/DSC_4950-300x192.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/DSC_4950-768x491.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/DSC_4950-141x90.jpg 141w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/DSC_4950-600x384.jpg 600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" />No dia em que a Lei Maria da Penha comemora 11 anos de implantação no Brasil, é importante anotar alguns dados. Só neste meio ano de 2017, 28.743 mulheres foram agredidas no País. A cada 2 segundos, uma mulher é vítima de agressão física ou verbal. Os dados nacionais podem ser conferidos no portal www.relogiosdaviolencia.com.br....]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="655" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/DSC_4950.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/DSC_4950.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/DSC_4950-100x64.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/DSC_4950-300x192.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/DSC_4950-768x491.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/DSC_4950-141x90.jpg 141w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/DSC_4950-600x384.jpg 600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p>No dia em que a Lei Maria da Penha comemora 11 anos de implantação no Brasil, é importante anotar alguns dados. Só neste meio ano de 2017, 28.743 mulheres foram agredidas no País. A cada 2 segundos, uma mulher é vítima de agressão física ou verbal. Os dados nacionais podem ser conferidos no portal <a href="http://www.relogiosdaviolencia.com.br/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer"><em>www.relogiosdaviolencia.com.br</em></a>.</p>
<p>Pelos dados apurados, Mato Grosso ocupa a 5º colocação nacional no número de mortes de mulheres por violência. Enquanto no Brasil o índice é de 4,6 mortes de mulheres por violência para cada grupo de 100 habitantes, no nosso estado o número é 7,0 por cada grupo de 100.</p>
<p>Os dados alarmantes apontam que entre 2004 e 2014, 998 mulheres foram assassinadas em Mato Grosso.</p>
<p>Mas muito mais que estatísticas, o que chama a atenção é a falta de uma ação prioritária dos gestores, no sentido de criar uma mínima rede de proteção contra a violência que as mulheres sofrem, principalmente no ambiente doméstico, mas também em outros ambientes.</p>
<p>Embora o disque 180 seja uma arma para as denúncias, ainda é inconcebível a falta de Delegacias Especializadas da Mulher. Para mudar a situação é preciso atitude e ação efetiva na execução do orçamento público para essa finalidade.</p>
<p>Se muito temos para comemorar, muito mais teremos que fazer para ampliar as conquistas das mulheres, o chamado “empoderamento”. Em todos os níveis sociais e em todas as camadas do extrato social, urge implementar ações voltadas para este fim.</p>
<p>Mas a principal mudança de atitude deve partir de nós mulheres. Levando o debate para o nosso ciclo de convivência, seja dentro do lar, na comunidade, na cidade e no estado. Precisamos ampliar nossa representatividade política para que a discussão se amplie para níveis de gestão pública.</p>
<p>Se na Câmara Municipal da nossa capital não temos uma só representante do sexo feminino e na Assembleia Legislativa apenas uma, é preciso conscientizar a sociedade que o espaço que queremos não será conquistado por benevolência, mas pela escolha consciente que é preciso ocupar esses espaços.</p>
<p>A vida de nossas mulheres ainda corre riscos, simplesmente pelo fato de sermos mulheres. É hora de atitude. É hora de mudar essa realidade. É hora de começar a virar esse jogo. Vamos ocupar o espaço e lutar pelas nossas conquistas.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>Renata Viana</em></strong><em> é advogada, Consultora Política associada à Associação Brasileira de Consultores Políticos (ABCOP) e apresentadora do programa de rádio “Mato Grosso da Gente“, na Metrópole FM em Cuiabá.</em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
