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	<title>Dilma &#8211; PDT</title>
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	<title>Dilma &#8211; PDT</title>
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		<title>Ciro será testemunha de defesa de Dilma no processo de impeachment</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jun 2016 09:16:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Ciro Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma]]></category>
		<category><![CDATA[impeachment]]></category>
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					<description><![CDATA[O ex-ministro Ciro Gomes , pré-candidato a presidente da República pelo PDT, está entre as 32 testemunhas escolhidas pela defesa da presidente afastada Dilma Rousseff para falar no processo de impeachment que corre contra ela no Senado. A lista foi encaminhada ao presidente da comissão, Raimundo Lira (PMDB-PB) e inclui  também Luiz Carlos Bresser Pereira,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ex-ministro Ciro Gomes , pré-candidato a presidente da República pelo PDT, está entre as 32 testemunhas escolhidas pela defesa da presidente afastada Dilma Rousseff para falar no processo de impeachment que corre contra ela no Senado.</p>
<p>A lista foi encaminhada ao presidente da comissão, Raimundo Lira (PMDB-PB) e inclui  também Luiz Carlos Bresser Pereira, ex-ministro da Fazenda de José Sarney e das pastas da Reforma do Estado e da Ciência e Tecnologia na gestão de Fernando Henrique Cardoso.</p>
<p>Luiz Gonzaga Belluzzo, professor da Unicamp e que atuava como uma espécie de conselheiro do governo, também foi indicado. Ciro Gomes, ex-ministro da Fazenda no governo Itamar Franco e virtual candidato à presidência da República em 2018 também aparece na lista.</p>
<div class="imagem-representativa imagem-615x300">
<ul>
<li>A presidente afastada, Dilma Rousseff, poderá apresentar até 48 testemunhas de defesa à comissão de impeachment no Senado. Nesta terça-feira (7), o presidente do STF (Supremo Tribunal Federal), ministro Ricardo Lewandoswki, negou recurso apresentado pelo senador Aloysio Nunes Ferreria (PSDB-SP) e pelo denunciante Miguel Reale Júnior, que pediam a redução do número de testemunhas. Fica mantida, portanto, a decisão da semana passada do relator do colegiado, Antonio Anastasia (PSDB-MG). O senador entendeu que, como a edição de cinco decretos de edição de créditos suplementares e as chamadas &#8220;pedaladas fiscais&#8221; fazem parte da denúncia por crime de responsabilidade, a defesa tem direito a trazer até oito testemunhas para cada fato. Por isso, a defesa da petista teria direito a arrolar 48 pessoas.</li>
</ul>
</div>
<div id="_dynad_c_I5550001555_1465381354429"> </div>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Maranhão, substituto de Cunha, anula tramitação do impeachment &#8211; mas volta atrás</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 09 May 2016 15:59:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[AGU]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma]]></category>
		<category><![CDATA[impeachment]]></category>
		<category><![CDATA[Senado]]></category>
		<category><![CDATA[Supremo Tribunal Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Waldir Maranhão]]></category>
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					<description><![CDATA[O presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), assinou uma decisão nesta segunda-feira (9) para anular a tramitação do impeachment da presidente Dilma Rousseff no Congresso. Ainda não há detalhes completos da decisão, que será publicada na edição do Diário da Câmara desta terça (10), mas ela derruba as sessões que trataram do processo na Casa...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O presidente interino da Câmara, Waldir Maranhão (PP-MA), assinou uma decisão nesta segunda-feira (9) para anular a tramitação do impeachment da presidente Dilma Rousseff no Congresso. Ainda não há detalhes completos da decisão, que será publicada na edição do Diário da Câmara desta terça (10), mas ela derruba as sessões que trataram do processo na Casa entre os dias 15 e 17 de abril e na decisão Maranhão pede que o processo volte à Câmara &#8211; que Raimundo Lira, presidente da comissão de impeachment do Senado, não quer fazer.</p>
<p>O impeachment já avançou ao Senado, tendo relatório aprovado por comissão especial, e a votação é prevista para quarta-feira (11), quando os senadores decidirão sobre o afastamento por 180 dias de Dilma. Não está certo se esse calendário será mantido apesar do desejo do senador Raimundo Lira.</p>
<p>O ex-deputado Eduardo Cunha (PMDB-RJ), pai do processo de impeachment de Dilma, foi ouvido pelo G1, agência de notícias das Organizações Globo, através de uma nota escrita que distribuiu à mídia:</p>
<p>&#8220;A decisão do presidente em exercício da Câmara dos Deputados é absurda, irresponsável, antirregimental e feita à revelia do corpo técnico da Casa, que já tinha manifestado a posição de negar conhecimento ao recurso, cuja assinatura eu iria apor na quinta-feira (5/5), data do meu afastamento&#8221;, diz em nota.</p>
<p>&#8220;A participação do advogado-geral da União e do governador do Maranhão na confecção da decisão mostra a interferência indevida na tentativa desesperada de evitar a consumação, pelo Supremo Tribunal Federal, da instauração do processo de impeachment da Presidente da República.&#8221;</p>
<p>&#8220;Condeno as insinuações de qualquer natureza publicadas por jornalistas inescrupulosos de qualquer participar minha no episódio&#8221;, diz Cunha.</p>
<p>Já a Folha de São Paulo, um dos primeiros veículos de comunicação a divulgar a informação que caiu como uma bomba sobre os parlamentares do PSDB, PMDB e outros partidos que, juntos, querem afastar a presidente Dilma da presidência, explicou cedo que o motivo que levou Waldir Maranhão a anular monocraticamente como presidente da Camara em exercício, a sessão que aprovou a abertura do processo de impeachment, seria a interpretação de que a votação dos deputados &#8220;ultrapassou os limites da denúncia&#8221; oferecida contra Dilma por crime de responsabilidade.</p>
<p>Há ainda uma alegação técnica de que o resultado da votação teria que ser encaminhado ao Senado por resolução e não por ofício, como teria ocorrido. Maranhão acolheu recurso da AGU (Advocacia-Geral da União) questionando a votação do processo de impeachment de Dilma, no dia 17 de abril. O impeachment foi aprovado por 367 votos contra 137, pela abertura do processo de impeachment.</p>
<p>Maranhão é aliado do governador Flávio Dino (PC do B-MA), ex-juiz federal e profundo conhecedor das leis, que é um dos principais defensores de Dilma. O deputado, na sessão do impeachment,  votou contra a autorização da Câmara para abertura do processo como defendeu Cunha.</p>
<p>Vice-presidente da Câmara, Maranhão chegou ao comando da Casa na semana passada após o STF (Supremo Tribunal Federal) determinar a suspensão de Eduardo Cunha (PMDB-RJ) do mandato e da Presidência da Câmara, que foi o principal fiador do impeachment no Congresso.</p>
<p>Na ação, a AGU apontou ilegalidades como orientação de voto feita pelos líderes partidários, motivações de voto alheias ao tema em questão (os que votaram &#8220;pela família&#8221;, por exemplo), manifestação do relator no dia da votação, não abertura de espaço à defesa após essa fala e falta da aprovação de uma resolução materializando a decisão do plenário.</p>
<p>Em entrevista à GloboNews, o deputado José Guimarães (PT-CE), Líder do governo na Câmara, comentou que &#8220;A decisão da AGU não é intempestiva, porque foi tomada com base nos pressupostos que conformam a nossa Constituição e a Lei 1.079, no artigo 23, que estabelece questões fundamentais que estão na base da decisão do presidente Waldir Maranhão&#8221;.</p>
<p>Maranhão distribuiu à imprensa uma nota oficial, assinada de próprio punho:</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-42164" src="http://www.malungo2.com.br/pdt/desenv/wp-content/uploads/2016/05/maranhao1-220x300.jpg" alt="maranhao1" width="220" height="300" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-42165" src="http://www.malungo2.com.br/pdt/desenv/wp-content/uploads/2016/05/maranhao2-214x300.jpg" alt="maranhao2" width="214" height="300" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Depois de causar um terromoto político no país na segunda pela manhã, na madrugada de segunda parta terça-feira, por volta da meia noite, Waldir Maranhão, revogou o próprio ato e oficiou a Renan Calheiros, presidente do Senado, comunicando a sua &#8220;decisão&#8221;.</p>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-42179" src="http://www.malungo2.com.br/pdt/desenv/wp-content/uploads/2016/05/WaldirMaranhaoRevogacao-300x239.jpg" alt="WaldirMaranhaoRevogacao" width="300" height="239" /></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><a href="http://g1.globo.com/ma/maranhao/noticia/2016/05/discordo-mas-respeito-avalia-flavio-dino-sobre-recuo-de-waldir-maranhao.html" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">Flávio Dino, sobre decisão de Waldir Maranhão, de voltar atrás na decisão: &#8220;Discordo, mas respeito&#8221;</a></strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>&#8216;Miami Herald&#8217;: Crime real no Brasil é a corrupção</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 25 Apr 2016 15:13:42 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma]]></category>
		<category><![CDATA[impeachment]]></category>
		<category><![CDATA[Miami Herald]]></category>
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					<description><![CDATA[Eis outro importante jornal, desta vez um jornal da região mais anti-esquerdista dos Estados Unidos, Miami, a defender Dilma Rousseff, e denunciar o impeachment como um instrumento político, que não deveria ser usado da forma como está sendo usado no Brasil. Não é apenas um artigo de opinião de um colunista. É o editorial principal...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>Eis outro importante jornal, desta vez um jornal da região mais anti-esquerdista dos Estados Unidos, Miami, a defender Dilma Rousseff, e denunciar o impeachment como um instrumento político, que não deveria ser usado da forma como está sendo usado no Brasil.</p>
<p>Não é apenas um artigo de opinião de um colunista. É o editorial principal da publicação.</p>
<p>O artigo começa dando um conselho aos brasileiros: &#8220;aqui um conselho de um país que sabe um pouco sobre impeachment: tenham certeza que é sobre violações sérias, e não apenas política&#8221;.</p>
<p>Senadores, este recado é para vocês&#8230;</p>
<p>O jornal lembra que Bill Clinton sofreu um impeachment da Câmara dos Deputados, mas o processo foi derrubado no Senado.</p>
<p>A matéria enfatiza que Dilma Rousseff tem a ficha limpa, não está envolvida em nenhum escândalo, ao contrário de Eduardo Cunha, o deputado que presidiu a sessão do impeachment, e Michel Temer, o usurpador e traidor que pretende ocupar seu lugar.</p>
<p>Reparem como o artigo termina:</p>
<p>Para o exército de políticos sujos do Brasil, acusar um presidente fraco e impopular oferece uma distração fortuita de seus próprios crimes. Ele fornece um bode expiatório para matar a sede do público por justiça, fazendo um figurão [no caso, Dilma] assumir a culpa pelos problemas do país e deslocar o foco para longe de políticos corruptos.</p>
<p>Dilma pode ser culpado de má administração da economia, mas suas mãos estão limpas de corrupção.</p>
<p>Não há vencedores aqui, como não havia nenhum no imbróglio Clinton.</p>
<p>A única maneira do Brasil sair mais forte é o de continuar a contar com as instituições democráticas para julgar o crime e remover os legisladores corruptos do poder. As violações de Dilma, se verdadeiras, são graves, mas impeachment é arma grande demais para se usar para punir por meras questões contábeis.</p>
<p>Os brasileiros não devem ser enganados. O crime que deprimiu o país é o desvio de dinheiro público. Vão atrás dos bandidos, e deixem que os eleitores decidam nas urnas o destino dos políticos incompetentes.</p>
<p>***</p>
<p>Quando a imprensa internacional, ao longo do processo de julgamento do impeachment, descobrir que as tais pedaladas fiscais não implicaram em nenhum gasto extra do governo, ela ficará ainda mais perplexa com o mau caratismo dos golpistas.</p>
<p>As &#8220;pedaladas&#8221; foram meros remanejamentos, permitidos e aprovados pelo Tribunal de Contas da União ao longo de toda sua história e, no caso de Dilma, foram realizados em prol de gastos sociais importantes, como verbas para hospitais universitários, concursos de juízes federais e bolsa família.</p>
<p>Quanto a sugerir que a decisão deveria se dar através das urnas, e não via impeachment, o Miami Herald se refere, naturalmente, ao calendário regular das eleições, ou seja, os brasileiros deveriam esperar 2018.</p>
<p>***</p>
<p>Original:</p>
<p>MIAMI HERALD EDITORIAL BOARD</p>
<p>In Brazil, the real crime is corruption</p>
<p>President Rousseff hands are clean in graft scandal</p>
<p>As Brazil embarks on the wrenching process of possibly booting President Dilma Rousseff from office, here’s some advice from a country that knows something about impeachment: Make sure it’s about serious violations of law, not about politics.</p>
<p>There is, we hasten to say, no comparison between the charges or situations involving former President Bill Clinton, who was impeached by the House of Representatives almost 20 years ago but survived a trial in the Senate, and that of Ms. Rousseff.</p>
<p>He was accused of a dalliance with a White House intern and lying under oath about personal matters. She is accused of violating regulations regarding government finances, a budgetary trick designed to conceal a looming deficit.</p>
<p>On the face of it, these are two very different matters — except for the political impetus driving the impeachment process in both instances.</p>
<p>Mr. Clinton had indeed indulged in conduct that is beneath what’s expected of a president. But the Republicans who despised him never managed to convince a skeptical public that they had the country’s best interests at heart — as opposed to their own selfish political interests — or that Mr. Clinton’s actions were a big deal.</p>
<p>Similarly, Ms. Rousseff, by all accounts, did indeed play games with public finances. She wanted to enhance her prospects for reelection in 2014 and borrowed $11 billion from state banks to fund popular social programs designed to help the poor who make up her party’s base.</p>
<p>Whether this deserves impeachment is a question that has divided Brazil’s legal experts and constitutional scholars, and one that Brazil’s senators should ponder seriously as they prepare to vote this week on whether to hold an impeachment trial.</p>
<p>But the real issue behind this ruckus is not tricky bookkeeping by the president, but rather the corruption crisis engulfing Brazil. That is, indeed, a very big deal — an enormous corruption investigation that has snared some 50 politicians and a few business leaders. It’s left the political system in tatters.</p>
<p>Ms. Rousseff, as it happens, is one of the few ranking political leaders who is not accused of graft. But among those who are is Eduardo Cunha, the head of Brazil’s lower house, the man leading the impeachment drive. He’s being investigated for money laundering and taking bribes. Many of the accused, like him, are among the lawmakers deciding the president’s fate.</p>
<p>Then there’s Vice President Michel Temer, a widely disliked political figure who would replace Ms. Rousseff, at least during the Senate trial. Testimony implicates him and close allies in the graft scandal around Petrobras, the national oil company.</p>
<p>For Brazil’s army of dirty politicians, impeaching a weak and unpopular president offers a fortuitous distraction from their own crimes. It provides a scapegoat to quench the public’s thirst for justice, for a big name to take the fall for the country’s woes and shift the focus away from corrupt lawmakers.</p>
<p>Ms. Rousseff may be guilty of mismanaging the economy, but her hands are clean in the graft and corruption scandal.</p>
<p>There are no winners here, as there were none in the Clinton imbroglio.</p>
<p>The only way Brazil can emerge stronger is to continue to rely on democratic institutions to prosecute crime and to strip corrupt lawmakers of power. Ms. Rousseff’s violations, if proven true, are serious, but impeachment is a huge ax to wield for breaking the rules of budget management.</p>
<p>Brazilians should not be distracted. The crime that has brought their country low is thievery in office. Go after the crooks, and let voters decide the fate of incompetent politicians.</p>
<p>***</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Lupi no Conversa Afiada: &#8216;Se tirarem Dilma, tem que ter eleições gerais&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Apr 2016 11:28:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Lupi]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições Gerais]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Henrique Amorim]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="729" height="475" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/04/lupi.pha_.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/04/lupi.pha_.jpg 729w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/04/lupi.pha_-100x65.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/04/lupi.pha_-300x195.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/04/lupi.pha_-138x90.jpg 138w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/04/lupi.pha_-600x391.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 729px) 100vw, 729px" />&#160; Nesta sexta-feira (22/4), o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, defendeu, caso o processo de impeachment da Presidenta Dilma siga no Senado, novas eleições gerais. Em entrevista a Paulo Henrique Amorim, Lupi afirmou não acreditar que só um novo presidente seja suficiente para o país sair da crise. “Não adianta querer eleger um presidente...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="729" height="475" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/04/lupi.pha_.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/04/lupi.pha_.jpg 729w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/04/lupi.pha_-100x65.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/04/lupi.pha_-300x195.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/04/lupi.pha_-138x90.jpg 138w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/04/lupi.pha_-600x391.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 729px) 100vw, 729px" /><p>&nbsp;</p>
<p>Nesta sexta-feira (22/4), o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, defendeu, caso o processo de impeachment da Presidenta Dilma siga no Senado, novas eleições gerais. Em entrevista a Paulo Henrique Amorim, Lupi afirmou não acreditar que só um novo presidente seja suficiente para o país sair da crise.</p>
<p>“Não adianta querer eleger um presidente com esse Congresso que está aí. Ou se faz uma eleição casada [para presidente, deputado, senador, prefeito e vereador] ou não vamos ter a crise resolvida”, disse Lupi, para quem a saída de Dilma é Golpe.</p>
<p>“Eu vejo um Golpe branco acontecer no Brasil, em que assistimos algo repugnante”, declarou.</p>
<p><strong>PHA: Qual a sua avaliação do momento político que o Brasil vive hoje, nesta sexta-feira (22)?</strong></p>
<p>&#8212;  Uma avaliação triste. O país passa por um dos momentos mais difíceis de sua história. Eu vejo um Golpe branco acontecer no Brasil, em que assistimos algo repugnante: uma mulher inocente ser condenada de uma maneira vil, pequena. Um verdadeiro Golpe, que não precisa mais de armas e Exército. Agora, é só ter mídia e mobilização de uma direita conservadora para derrubar uma Presidenta eleita sem uma única comprovação de crime contra ela.</p>
<p><strong>Qual a saída para o problema?</strong></p>
<p>&#8212;  Primeiro, é respeitar as instituições democráticas. Experiência do mundo é que, quando há ruptura do processo democrático, o resultado nunca é bom. Alguém pode imaginar que substituir a Presidenta Dilma por Michel Temer, Renan Calheiros e Eduardo Cunha tem alguma vantagem? Com esse trio que é exemplo de honestidade honradez, eu acho que não.</p>
<p>Nós temos que trabalhar para mudar o seu rumo na economia. Começar com os juros, que devem ser baixados. A maior taxa de juros do planeta só serve para o capital especulativo. O capital produtivo, que é a nossa prioridade, só perde com isso.</p>
<p>Existe hoje no debate político dois caminhos. O primeiro seria aceitar que a Dilma seja condenada pelo Senado, o que parece ser inevitável, e depois os partidos como o PDT, PT e PCdoB partam para a oposição do governo Temer.</p>
<p>Outra opção é a Presidenta Dilma, pouco antes de cair, enviar ao Senado uma PEC convocando eleição para Presidente da República.</p>
<p><strong>Dentro dessa perspectiva, o amigo tem alguma posição a tomar?</strong></p>
<p>&#8212; Primeiro, nós temos que esperar que o bom senso alcance o Senado Federal e que não se condene uma pessoa inocente. Isso é o mesmo que você assistir a um tribunal julgar e condenar um réu inocente. Passada essa fase, se o Senado insistir, o melhor era todos fazerem uma eleição geral: para deputado, prefeito, vereador, senador&#8230; Porque aí começa a passar o país a limpo. Não adianta querer eleger um presidente com esse Congresso que está aí. Ou se faz uma eleição casada ou não vamos ter a crise resolvida.</p>
<p><strong>O candidato a presidente Ciro Gomes, do PDT, compartilha dessa sua posição?</strong></p>
<p>&#8212; Nós temos conversado muito. Estamos afinando a viola, as ideias. É claro que se a eleição for antecipada, o processo eleitoral é curto. Mas eu penso que uma crise do tamanho dessa, com posições radicalizadas, não dá legitimidade ao vice-presidente, que pode ser cassado pelo TSE, de fazer uma retomada da economia.</p>
<p>Se preferirem o Golpe, o melhor é a eleição geral.</p>
<p><strong>O patrono fundador do seu partido, Leonel Brizola, dizia, nas campanhas que participou, que a primeira coisa que faria era questionar o monopólio da Globo. O candidato Ciro fará o mesmo?</strong></p>
<p>&#8212; O Brizola tinha razão e cada vez mais a gente comprova isso, pois o monopólio da Globo é único no mundo. Nos EUA, quem é dono de rádio não é dono de televisão ou de jornal. Então, isso é um processo democrático, você pulverizar, democratizar, não ter na mão de apenas um grupo todo o sistema de comunicação. Infelizmente, o PT paga o preço de não fazer isso.</p>
<p>E penso que o Ciro Gomes vai questionar isso ou também, amanhã, se começar a tocar os fundamentos do sistema macroeconômico, que é um sistema agressivo contra a massa trabalhadora, vai cair também.</p>
<p>Nós temos que ter muita coragem e coerência e enfrentar um sistema que com muita sofisticação e inteligência que, sem uma bala, um revolver, faz a cabeça de milhões de brasileiros com novelas, com o seu jornalismo fazendo com que a sociedade criminalize os partidos e a política.</p>
<p><strong>O que vai acontecer com aqueles deputados do PDT que votaram a favor do impeachment na Câmara?</strong></p>
<p>&#8212;  Nós fizemos um processo altamente democrático. Desde meados do ano passado, nós fizemos oito reuniões com deputados, senadores e com a executiva do partido. Foi feita uma reunião no dia 22 de janeiro com todos os membros do diretório nacional, que é o órgão máximo do partido, e, por unanimidade, decidiu-se fechar a questão.</p>
<p>Seis parlamentares nossos decidiram não seguir a orientação do partido. Já está marcado para o dia 30 de maio uma deliberação final do diretório nacional que dará a sanção prevista no estatuto do partido.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Mídia mundial repercute ‘golpe frio’ contra Dilma no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Apr 2016 16:38:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma]]></category>
		<category><![CDATA[golpe frio]]></category>
		<category><![CDATA[governo brasileiro]]></category>
		<category><![CDATA[jornais]]></category>
		<category><![CDATA[Midia mundial]]></category>
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					<description><![CDATA[I-  O processo do golpe de Estado no Brasil continua a repercutir de forma muito negativa no cenário mundial. II- A comunidade mundial está perplexa. Não consegue entender direito o que se passa no Brasil. Sobretudo, não consegue entender como uma presidenta sabidamente honesta pode ser afastada por adversários que são sabidamente corruptos e desonestos....]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>I-  O processo do golpe de Estado no Brasil continua a repercutir de forma muito negativa no cenário mundial.</p>
<p>II- A comunidade mundial está perplexa. Não consegue entender direito o que se passa no Brasil. Sobretudo, não consegue entender como uma presidenta sabidamente honesta pode ser afastada por adversários que são sabidamente corruptos e desonestos. A comunidade internacional simplesmente não consegue entender a farsa monumental daquilo que alguns já chamam de “o golpe dos corruptos”.</p>
<p>III-  Luis Almagro, Secretário-Geral da OEA, resumiu bem essa perplexidade numa entrevista desta semana ao jornal espanhol El País, na qual afirma que o que acontece no Brasil é “o mundo ao contrário”.</p>
<p>IV- Além da manifestação indignada da OEA, podemos destacar também a da Cepal, agência especializada da ONU, a da ONU Mulheres, a do Escritório do Alto Comissariado das Nações Unidas para os Direitos Humanos (ACNUDH), a da UNASUL e de seu Secretário-Geral, Ernesto Samper, a do prêmio Nobel Adolfo Pérez-Esquivel e a dos ex-chefes de Estado, como José Mujica (Uruguai), Felipe González (Espanha), Massimo D&#8217;Alema (Itália), e Ricardo Lagos (Chile). Houve também a dos chefes de Estado atuais, como Michelle Bachelet (Chile), e Tabaré Vasquez (Uruguai), entre vários outros.</p>
<p>V-  Os próprios meios de comunicação internacionais, como os jornais britânicos The Guardian e The Independent, a revista alemã Der Spiegel, o jornal francês Le Monde, o jornal espanhol El País, os jornais americanos Los Angeles Times e o New York Times, entre muitos outros, fazem, há tempos, reportagens e matérias questionando fortemente o processo do golpe no Brasil. A Der Spiegel já está chamando o impeachment de “golpe frio”. O jornalista Glenn Greenwald, ganhador do prêmio Pulitzer por suas matérias sobre Edward Snowden, declarou recentemente que está “chocado” com o papel da mídia brasileira no golpe.</p>
<p>VI- Pois bem, a inacreditável votação de ontem só fez aprofundar essa impressão negativa que o golpe desperta no cenário mundial. Alguns jornais independentes, como o Página 12 da Argentina, já falam abertamente em “golpe institucional” no Brasil. Há, inclusive, artigo neste jornal que tem como título “O Golpe dos Escravocratas”, o qual menciona o “sorriso sardônico” de Eduardo Cunha e os interesses de alguns parlamentares dos estados do norte, notadamente os do Pará, na restauração de políticas que atendam aos interesses de grandes fazendeiros que atentam contra o meio ambiente e os direitos humanos.</p>
<p>VII- O jornal espanhol El País traz matérias e artigos que fazem referência expressa ao ridículo da votação de ontem. “Circo e constrangimento na Câmara” é um deles. Nesse artigo, menciona-se que “frases como &#8220;fora roubalheira&#8221; foram gritadas no plenário, o que não deixa de soar um pouco irônico, já que sobre as costas de boa parte dos parlamentares recaem acusações de, justamente, delitos de corrupção”. Outro artigo é mais direto e tem como título “Cunha entrega o impeachment, e deve receber ‘anistia’ em troca”. Não precisa de comentários, não é?</p>
<p>VIII- O conservador New York Times, principal jornal norte-americano, que já havia publicado artigo que destacava a contradição gritante do fato da presidenta ser julgada por parlamentares que enfrentam pesadas acusações de corrupção, desta vez publica matéria que, entre outras coisas, adverte para o provável “dano duradouro à democracia brasileira” que esse processo poderia ocasionar. O jornal destaca que, embora os juristas e os cientistas políticos estejam divididos, há uma maioria que questiona os “fundamentos frágeis” do processo de impeachment.</p>
<p>IX- O jornal francês Le Monde, em sua principal matéria sobre o assunto, intitulada “A Descida ao Inferno de Dilma Rousseff”, menciona que as pedaladas fiscais, praticadas por todos os governos anteriores ao de Dilma, constituem-se em “pretexto”. A matéria, embora bastante crítica ao governo Dilma, destaca que, até agora, Dilma não foi acusada de enriquecimento pessoal, ao contrário de Cunha, seu principal algoz.</p>
<p>X- Mas talvez o mais incisivo tenha sido o jornal britânico The Guardian, o mais independente jornal do Reino Unido. Na matéria, o The Guardian menciona que na noite escura, o ponto mais baixo foi o voto de Bolsonaro, que o dedicou ao torturador de Dilma, Carlos Brilhante Ustra. O jornal também menciona os votos de Paulo Maluf, que continua na lista da Interpol e Silas Câmara, réu em processo por corrupção. O The Guardian é irônico ao reconhecer que mais de 150 votos dados ao golpe provieram de políticos acusados de corrupção. E é implacável ao dizer que a votação refletiu os “aspectos farsescos da democracia brasileira”, como o fato do Partido das Mulheres só ter homens. Ou como o fato de uma presidenta honesta ser julgada por notórios corruptos.</p>
<p>XI &#8211; A que ponto chegamos. Estamos sendo vistos pelo mundo inteiro como uma republiqueta de bananas, como uma farsa, por causa de um golpe sem nenhuma justificativa jurídica consistente. Esse golpe não está apenas destruindo nossa democracia, está destruindo a imagem do nosso país, do nosso sistema político. Estávamos sendo bem-vistos porque combatíamos a corrupção. Agora, somos vistos como farsa porque queremos golpear um governo que, apesar de todos os seus erros, nunca interferiu nas investigações, como agora a Câmara tenta fazer.</p>
<p>XII &#8211;  Esperamos que o Senado, Casa Revisora de equilíbrio político maior, barre o golpe e nos reponha no caminho que poderá voltar a suscitar o respeito da opinião pública mundial.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>(*) Marcelo Zero é jornalista</strong></p>
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		<title>‘The New York Times’:  Criminosos podem afastar Dilma</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Apr 2016 23:40:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Corrupção]]></category>
		<category><![CDATA[Criminosos]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma]]></category>
		<category><![CDATA[the new york times]]></category>
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					<description><![CDATA[O jornal americano ‘The New York Times’ publicou nesta sexta (15/4) ampla reportagem com chamada de capa que destaca como é absurdo o processo de impeachment que corre no Brasil contra a presidenta Dilma Rousseff. Nas palavras do jornal, um processo conduzido por parlamentares corruptos, dominado por abusos aos direitos humanos, contra uma presidenta que...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O jornal americano ‘The New York Times’ publicou nesta sexta (15/4) ampla reportagem com chamada de capa que destaca como é absurdo o processo de impeachment que corre no Brasil contra a presidenta Dilma Rousseff.</p>
<p>Nas palavras do jornal, um processo conduzido por parlamentares corruptos, dominado por abusos aos direitos humanos, contra uma presidenta que não é alvo de investigação alguma.</p>
<p>A matéria, assinada por Simon Romero e Vinod Sreeharsha, cita o próprio vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB), que assumirá o lugar de Dilma caso o processo seja aprovado no Congresso Nacional, como envolvido no esquema de corrupção da Operação Lava Jato.</p>
<p>Outros que recebem destaque, com direito a foto-legenda, são o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), apontado como réu no Supremo Tribunal Federal (STF) por suspeita de ter recebido US$ 40 milhões em propina. Além do deputado federal Paulo Maluf (PP-SP), outro defensor do impeachment, alvo de processos nos Estados Unidos por ter desviado mais de US$ 11,6 milhões.</p>
<p>De acordo com o New York Times, se o golpe passar, teremos a nova &#8220;República dos bananas&#8221;. Enquanto no Brasil a mídia familiar apoia o impeachment, o mais importante jornal dos Estados Unidos denuncia um golpe absurdo.<br />
<em>Confira <a href="http://mobile.nytimes.com/2016/04/15/world/americas/dilma-rousseff-targeted-in-brazil-by-lawmakers-facing-graft-cases-of-their-own.html?_r=0&amp;referer=https://www.google.com.br/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">a íntegra da reportagem </a>no site do NYT, em inglês.</em><br />
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		<title>Cunha quer cassar Dilma domingo com espetáculo midiático</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 09 Apr 2016 22:11:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma]]></category>
		<category><![CDATA[Eduardo Cunha]]></category>
		<category><![CDATA[espetáculo midiático]]></category>
		<category><![CDATA[Rede Globo]]></category>
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					<description><![CDATA[A grande mídia liderada pela rede Globo e articulada com Gilmar Mendes, José Serra e Michel Temer prepara um acontecimento de dimensões nacionais para um próximo domingo de abril, provavelmente dia 17, conforme anunciou seu condutor. Será um espetáculo conduzido por Eduardo Cunha que, à frente da Câmara dos Deputados, abrirá a sessão de votação...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>A grande mídia liderada pela rede Globo e articulada com Gilmar Mendes, José Serra e Michel Temer prepara um acontecimento de dimensões nacionais para um próximo domingo de abril, provavelmente dia 17, conforme anunciou seu condutor. Será um espetáculo conduzido por Eduardo Cunha que, à frente da Câmara dos Deputados, abrirá a sessão de votação do impeachment de Dilma Rousseff em pleno domingo.</p>
<p>Dessa forma, as grandes praças e avenidas do país estarão nas telas da Globo, sob a narração de Merval Pereira e Cristiana Lobo. A grande massa pró-impeachment, vestida de verde a amarelo CBF acompanhará, nos telões instalados pela Fiesp em São Paulo e em outras capitais, a votação de cada deputado e irá vaiar ou aplaudir estrondosamente cada voto. E os comentaristas da Globo irão incitar os manifestantes pró impeachment a vaiar ou aplaudir o voto de cada deputado, fazendo o linchamento midiático daqueles que votarem contra o golpe. Haverá conflitos, porque movimentos sociais e militantes contrários ao golpe também estarão na ruas, porém sem o estímulo e o acompanhamento da mídia.</p>
<p>Se, ao final da tarde, a votação der vitória ao Impeachment – o que deve acontecer por força da pressão do espetáculo em rede nacional – haverá uma consolidação de uma decisão obtida de forma arbitrária e induzida pelas grandes redes de TV, comandandas pela Globo. Cunha será discretamente elogiado pela sua coragem em conduzir o processo.</p>
<p>Esta forma de conduzir o espetáculo pretende garantir que a votação no Senado perca qualquer importância, assim como uma eventual condenação do STF a um processo que condene a Presidenta sem que haja crime demonstrado. O impeachment estará anunciado e comemorado nas ruas. Não é necessário falar do absurdo de uma Câmara conduzida por um político sobre o qual pesam gravíssimas acusações e que tem movido todos os instrumentos legais e ilegais para impedir que o processo que o julga avance na Casa que ele mesmo comanda.</p>
<p>Esse tenebroso pesadelo que os articuladores do golpe estão preparando pode ser destruído e denunciado, se a sua principal arma for posta a nu: Eduardo Cunha. Não compete somente àqueles que defendem as liberdades democráticas e os direitos conquistados fazê-lo, mas principalmente ao STF que esta prestes a julgar a denúncia contra o Presidente da Câmara, conforme pedido do Procurador Geral da República Rodrigo Janot feito em 16 de dezembro de 2015, que o acusa – entre outras questões – de ter recebido 5 milhões de dólares por contratos de navios-sonda da Petrobrás e de estar impedindo as investigações da operação Lava-Jato. Janot pede que seja aceita a denúncia e que Eduardo Cunha seja afastado da Presidência da Câmara. Nada mais justo e razoável.</p>
<p>É somente com uma posição sóbria, serena e consistente, que o STF poderá impedir que o circo se arme e a história recente do nosso país não precise envergonhar-se de um episódio digno de uma república de bananas, impedindo a continuidade da epidemia de instilação de ódio que já está dando mostra da sua força descontrolada em múltiplas ações isoladas de agressões, intolerância e violência indiscriminada,</p>
<p><strong>(*) Artur Scavone é jornalista.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em>Leia também Valmor Stédile: </em></p>
<p><a href="https://www.facebook.com/groups/100200833454600/permalink/728784190596258/?pnref=story" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer"><strong>Cunha e Globo querem levar o país no grito</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Leonardo Boff: &#8216;Ciro Gomes conhece profundamente o Brasil&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Apr 2016 11:41:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Ciro Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma]]></category>
		<category><![CDATA[Leonardo Boff]]></category>
		<category><![CDATA[Lula]]></category>
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					<description><![CDATA[Para o teólogo e professor Leonardo Boff, a atual crise política pode ser um momento de inflexão para o país, ajudando a amadurecê-lo democraticamente e a retomar o curso tanto de crescimento quanto da luta contra a desigualdade. Em entrevista para a jornalista Paula Bianchi, da UOL Rio, Boff afirmou: &#8220;A crise é boa por...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Para o teólogo e professor Leonardo Boff, a atual crise política pode ser um momento de inflexão para o país, ajudando a amadurecê-lo democraticamente e a retomar o curso tanto de crescimento quanto da luta contra a desigualdade. Em entrevista para a jornalista Paula Bianchi, da UOL Rio, Boff afirmou:</em></p>
<p><em>&#8220;A crise é boa por nos fazer refletir. Queremos um Brasil justo ou apenas rico?&#8221;, questiona o expoente da Teologia da Libertação no Brasil. Ele cita Ciro Gomes (PDT-CE) como alternativa à esquerda, lembra a gestão de Itamar Franco (1930-2011) e defende como melhor caminho a criação de um governo de união nacional, em que lideranças dos mais diversos setores se sentem para conversar em torno de um projeto comum.</em></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>UOL &#8211; Como o senhor vê a atual situação do governo?</strong></p>
<p><strong> </strong><strong>Leonardo Boff</strong> &#8211; Mais que o governo, a situação política e social atual está em uma profunda crise de identidade, de definição de que tipo de Brasil nós queremos. Há um choque de duas visões da democracia. Uma é a democracia neoliberal, que coloca o centro no desenvolvimento no enriquecimento privado, no capital, e não no bem comum. É o tipo de democracia representativa que vemos no mundo todo, que deixa sempre o pobre à margem. Faz políticas pobres para os pobres. A outra é a democracia republicana, que coloca o bem comum no centro. Ela se traduz por políticas sociais, investimentos grandes de inclusão dos marginalizados e um país com menos desigualdade. O primeiro cria um país rico, mas com profunda desigualdade. O outro visa a um país justo, com mais igualdade. Esses dois modelos estão em conflito, há uma luta de classe escondida. Aqueles que estavam sempre de fora, não ocupavam os lugares públicos no avião, na praça, nos mercados etc., agora estão ali. E aqueles que não estavam acostumados a isso se sentem constrangidos. Os querem no lugar deles, historicamente definido na periferia, na margem, a divisão clássica do Brasil de cima a baixo de volta.</p>
<p><strong>Como fica a situação do governo frente ao processo de impeachment?</strong></p>
<p>&#8212; O impeachment é um artigo da Constituição e tem que ser respeitado. Mas, para que haja o impeachment, tem que haver o crime. Grandes juristas, grandes nomes, pessoas sérias, que entendem seja da política, seja da economia, acham que não há a configuração de um crime que justifique o apelo a esse artigo da Constituição. O impeachment feito sem essas configurações configura um golpe. Derrubar o poder não mais pela via armada, mas pela via judiciária, por articulações antidemocráticas, de quem perdeu pelo voto e não aceita essa perda. Que não toleram que um trabalhador possa chegar ao Planalto, porque acham que a Presidência é um lugar natural dos que passaram pela universidade, da oligarquia. Lula pode estar no Planalto, desde que limpando o palácio, os banheiros, não como presidente. É intolerável para eles uma figura inteligente e carismática como ele. Já fui professor em vários lugares e frequento ambientes mais sofisticados intelectualmente e nunca na minha vida encontrei uma pessoa mais desperta, mais inteligente que o Lula.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Há uma perseguição contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva?</strong></p>
<p>&#8212; Isso está dentro da &#8220;estratégia imperial&#8221; denunciada por Noam Chomsky e comandada por países como os Estados Unidos de submeter todos ao macroimpério capitalista. Para isso, é importante a difamação de líderes carismáticos, fazer grandes manifestações usando grupos violentos e tornar ingovernável o país. O nosso problema é que há um vazio de liderança. Como <a href="http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2016/03/31/meu-deus-do-ceu-essa-e-a-nossa-alternativa-de-poder-diz-barroso-sobre-pmdb.htm" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer"><strong>disse o Barroso [ministro Luís Roberto Barroso</strong></a>, ao comentar a foto em que as lideranças do PMDB aparecem comemorando a saída do governo], &#8216;meu Deus, serão esses que vão governar&#8217;? Estamos num voo cego, não sabemos para onde vamos.</p>
<p><strong>Mas a esquerda não teria um papel nisso?</strong></p>
<p>&#8212; Os grupos mais conservadores que sempre estiveram no poder nunca se preocuparam em ter lideranças. Estavam preocupados em ter pessoas que ocupassem os espaços e os gerenciasse em funções dos seus privilégios. A esquerda também não se preocupou em criar líderes. Líderes não se criam, eles emergem dentro de uma crise. Com certeza essa crise vai fazer com que surjam figuras significativas. Acho pessoalmente que uma figura de grande relevância é Ciro Gomes (PDT-CE), que conhece profundamente o Brasil, tem um discurso ético, de uma política alternativa, e já se colocou como candidato. Problema que ele é homem, não se governa, mas se ele conseguir manter uma linha civilizada, ser o &#8220;Ciro paz e amor&#8221;, poderá ser um candidato forte.</p>
<p><strong>O senhor citou Ciro como alternativa. Como fica a esquerda nessa crise?</strong></p>
<p>&#8212; Toda crise acrisola, purifica. À medida que a crise se agrava aparece o núcleo essencial que precisa ser salvo e tudo o que é acessório, interesses particulares, caem. Neste caso a questão é salvar o estatuto da democracia. Necessariamente será uma democracia não mais só representativa &#8212; já que a representação no Congresso é uma das piores da nossa história e não reflete o Brasil &#8211;, mas participativa. Todas as grandes questões sociais serão discutidas, com auditorias, com grande participação dos movimentos sociais, das instituições nacionais, como OAB, CNBB, MST, entre outras. Daí nasce um projeto minimamente aceitável para todos que poderá ser levado avante e salvar o país na sua economia e na diminuição das injustiças.</p>
<figure id="attachment_39613" aria-describedby="caption-attachment-39613" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-39613 size-medium" src="http://www.malungo2.com.br/pdt/desenv/wp-content/uploads/2016/04/com-lula-300x146.jpg" alt="com lula" width="300" height="146" /><figcaption id="caption-attachment-39613" class="wp-caption-text"><strong>Boff na Caravana da Cidadania, com Lula</strong></figcaption></figure>
<p><strong>Podemos falar em um reagrupamento da esquerda?</strong></p>
<p>&#8212; A crise poderá levar todas as forças políticas e sociais a sentarem em uma mesa sobre um projeto mínimo, que todos podem aceitar, na política do ganha-ganha e não do ganha-perde, e juntas estabelecerem um governo de salvação nacional. Mais ou menos como fez o Itamar Franco. Chamou notáveis e criou um projeto que encaminhou o Brasil para a estabilidade econômica. Acho que essa seria a saída mais civilizada, menos custosa, menos violenta. O terrível seria se a crise debandasse em uma espécie de guerrilha social, violência entre grupos, que é o mais que devemos evitar.</p>
<p><strong>Como chegamos até a este ponto de conciliação nacional? O senhor lembrou Itamar, mas ele chegou à Presidência após a saída de Collor.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_39614" aria-describedby="caption-attachment-39614" style="width: 432px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-39614" src="http://www.malungo2.com.br/pdt/desenv/wp-content/uploads/2016/04/com-dilma-300x146.jpg" alt="com dilma" width="432" height="210" /><figcaption id="caption-attachment-39614" class="wp-caption-text"><strong>Boff também apoiou e fez campanha para Dilma Rousseff</strong></figcaption></figure>
<p>&#8212; Vejo duas saídas. Caso a presidente Dilma Rousseff veja que vai perder no Parlamento e sofrer o impeachment, ela mandar uma PEC (Projeto de Emenda à Constituição) convocando imediatamente ou dentro de 90 dias eleições gerais. Ela se afastaria do poder, acompanharia as eleições, e se faria o mesmo pacto. Outra forma, à medida que a crise se agrava &#8212; para mim, ela não chegou ao fundo do poço &#8211;, é as pessoas perceberem que ou se unem ou irão de encontro ao pior. Sentarem juntas e refletirem: &#8220;Olhem, o mais sensato que podemos fazer, até para salvar a nós mesmos, como banqueiros, empresários, investidores, movimentos sociais, líderes políticos etc., é buscarmos uma plataforma comum, ajustemos ao curso do mundo, que não tolera mais golpes de Estado, mais violência&#8221;. Mas essa seria a última tabua de salvação no auge da crise.</p>
<p><strong>O governo tem feito uma série de alianças e tomado decisões que vão de encontro a muitas plataformas clássicas da esquerda. Caso a presidente se mantenha no cargo, o senhor vê o governo retomando estas plataformas?</strong></p>
<p>&#8212; Nós temos um vício na nossa democracia que é o governo de coalizão. É um governo de negociação que descamba para a negociata. Para você buscar apoio no Parlamento, e sem ele não há como governar, é preciso fazer acertos com os partidos. &#8220;Eu o apoio desde que você me dê tal cargo, faça uma estrada na minha região&#8221;, e por aí vai. Isso tem que ser superado, caso contrário, continuaremos com as crises. Por isso acredito que uma nova eleição ou acerto comum que chamasse pessoas notáveis na política, no saber acadêmico, na experiência econômica, jurídica, para pensar além dos partidos, seria um caminho. A questão é que ninguém pensa no todo, cada um quer salvar seu partido, sua parte.</p>
<p>Acho que Dilma só terá chance se fizer uma guinada para a esquerda e fizer outras opções político-sociais, retomando novamente e alargando a inclusão social, que foi a nota característica do governo Lula-Dilma, criando um suporte partidário que sustente essa política. Mas aí será preciso contar muito com o apoio e com a visão ética dos políticos que pensam no Brasil, no melhor de todos, o que é difícil. Esse acerto será inevitável. Como estamos não há como continuar.</p>
<p><strong>E como fica o Partido dos Trabalhadores frente ao atual momento político?</strong></p>
<p>&#8212; O PT se cura se ele voltar às bases. Sou da opinião de que o PT não deve mais continuar no poder. Neste instante é importante porque ganhou as eleições, é um dado democrático. Os outros não aceitaram que ela [Dilma] ganhou porque se julgavam melhores. Tentam derrubar esse governo e tornar ingovernável, o que é absolutamente antidemocrático. O que se fez contra ela neste ano e meio é vergonhoso para qualquer um que tenha um pouco de senso de ética na política. Não aceitaram que perderam, e perderam. A democracia é assim. Espere a próxima vez. Eles se deram conta de que pela nova consciência que se criou no Brasil nunca vão chegar ao poder antigo pela eleição. O povo já sabe qual a lógica do capital, da macroeconomia, de exclusão, que só beneficia aquele grupo. No Brasil, 5.000 famílias controlam 46% do PIB. Eles que comandam porque a economia domina a política.</p>
<p>Estamos errados em muitos pontos. A crise é boa nesse sentido, nos faz refletir. Queremos um Brasil justo ou apenas rico? Para um Brasil apenas rico aplica-se o capitalismo violento e fica-se rico. Beneficia-se alguns, com grandes injustiças sociais e ecológicas. Ou um país justo que faz uma distribuição melhor, que inclui mais gente, que tem um ritmo mais lento, mas muito mais seguro, sustentável? Agora é um momento histórico de fazer essa opção e estamos maduros para isso.</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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