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	<title>desnacionalização &#8211; PDT</title>
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	<title>desnacionalização &#8211; PDT</title>
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		<title>Adriano Benayon: Hora de Decisão</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Mar 2016 12:28:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
		<category><![CDATA[desnacionalização]]></category>
		<category><![CDATA[economia brasileira]]></category>
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		<category><![CDATA[recursos renováveis e não renováveis]]></category>
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					<description><![CDATA[O Brasil está em momento que exige decisão. Precisa agir rápido para reverter o desastre estrutural implantado, desde há quase 62 anos, que se completam em 24 de agosto próximo, data do golpe de Estado de 1954, a partir do qual a desnacionalização da economia não cessou de aumentar. Essa desnacionalização está na raiz da...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil está em momento que exige decisão. Precisa agir rápido para reverter o desastre estrutural implantado, desde há quase 62 anos, que se completam em 24 de agosto próximo, data do golpe de Estado de 1954, a partir do qual a desnacionalização da economia não cessou de aumentar.</p>
<ol start="2">
<li>Essa desnacionalização está na raiz da desindustrialização, da apartheid tecnológica de que o País padece crescentemente, da galopante dívida pública e do impressionante passivo externo bruto, de US$ 2,2 trilhões (equivalente a R$ 8 trilhões, o dobro da dívida interna e perto do dobro do PIB).</li>
</ol>
<ol start="3">
<li>A perversidade do processo ilustrada por esses números pode ser visualizada de forma ainda mais contundente, ao se considerar que o brutal endividamento não decorreu de investimentos para melhorar alguma coisa no País. Ao contrário, o arruinamento financeiro aconteceu simultaneamente com a devastação do capital humano e a dos recursos não renováveis e dos renováveis.</li>
</ol>
<ol start="4">
<li>No referente à destruição do meio-ambiente fala-se muito pouco do uso abusivo e poluidor das águas, praticado na agricultura do agronegócio, em numerosos setores da indústria e sobre tudo na exploração mineral. Tudo isso para realizar exportações muito mal pagas, como se verifica através dos 340 bilhões de dólares de déficits acumulados nos últimos cinco anos.</li>
</ol>
<ol start="5">
<li>Igualmente ignorada, a destruição de seres humanos &#8211; não só através da violência, mas da miséria e da falta de perspectiva &#8211; deveria reclamar que se entendam, e desse modo, se eliminem as causas que a geram em números alarmantes e crescentes.</li>
</ol>
<ol start="6">
<li>A longa estagnação do produto nacional bruto, desde as décadas perdidas, iniciadas nos anos 80 – de resto, indissociável das gestões dos governos anteriores a ela – transformou-se recentemente em queda continuada.</li>
</ol>
<ol start="7">
<li>E, quando se noticia a taxa de crescimento negativa do PIB (produto interno bruto) de 3,8 % aa. , em 2015, deveria estar claro que o poder aquisitivo da classe média e dos mais pobres que esta, caiu muitíssimo mais que do que esses 3,8 % aa., a taxa do conjunto da economia.</li>
</ol>
<ol start="8">
<li>De fato, no conjunto, tem peso cada vez maior o setor financeiro, em que avultam os grandes bancos (aumentos em 2015 : Banco do Brasil 28%, Itaú 15,4%, Bradesco 13,9%), além dos carteis transnacionais e demais rentistas, cujos fabulosos lucros prosseguiram, em 2015, crescendo a taxa média próxima a 20% aa.</li>
</ol>
<ol start="9">
<li>Bem, que a crise é muito grave está claro. O que precisa ser esclarecido é que suas causas principais são estruturais. Portanto, além de não haver como afastá-las mediante a desestabilização e destituição, em curso, da enfraquecida e insatisfatória presidente, é certo que elas seriam agravadas com a investidura de qualquer dos sucessores previstos pela Constituição.</li>
</ol>
<ol start="10">
<li>Para remover as causas do desastre, é indispensável: 1) pelo menos, algumas pessoas capazes de exercer liderança, as entenderem; 2) essas pessoas ganharem poder para instituir regime dotado de autonomia nacional e independente de interesses especiais.</li>
</ol>
<ol start="11">
<li>Vai em direção diametralmente oposta a essa o golpe de Estado, em curso, que visa a substituir a presidente da República e proceder à eliminação política de Lula, deixando o País sem alternativa alguma à radicalização do processo de desestruturação econômica, política e social.</li>
</ol>
<ol start="12">
<li>Não que Lula e o PT sejam, ou sequer tivessem sido, alguma vez, alternativa real, pois pouco passaram de um recurso dos organizadores alienígenas da implantação do caos, quando estes frustraram &#8211; mediante fraudes, corrupção, injeção de dinheiro na política e na mídia &#8211; qualquer chance que ainda pudesse ter o trabalhismo liderado por Leonel Brizola.</li>
</ol>
<ol start="13">
<li>De fato, a ditadura entreguista – mal disfarçada de democracia &#8211; vem sendo implantada passo a passo, cumprindo roteiro e planejamento baseados na lógica imperial, de acordo com a qual as concessões obtidas permitem ganhar terreno, proporcionando além de vantagens imediatas – a ocupação de espaço e poder para extorquir novas concessões.</li>
</ol>
<ol start="14">
<li>As administrações petistas, apesar de adotarem muitas iniciativas e medidas dignas de apoio, basicamente deram continuidade à desestruturação entreguista e financeirista, vertiginosamente realizadas nos governos de Collor e FHC.</li>
</ol>
<ol start="15">
<li>Mas a desestabilização do PT decorre de coisas como estas: 1) dos ganhos que os mentores do golpe pretendem auferir, atribuindo só à mais recente administração desgraças que decorrem principalmente de deformações estruturais gestadas ao longo dos últimos 62 anos; 2) ter feito investimentos em áreas estratégicas, como petróleo, defesa, apoiado empresas brasileiras em obras e no exterior e se aproximado dos BRICS.</li>
</ol>
<p><strong>(* ) Adriano Benayon é doutor em Economia e autor do livro &#8216;Globalização versus Desenvolvimento&#8217;.</strong></p>
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