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	<title>desenvolvimento nacional &#8211; PDT</title>
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		<title>Estelionato golpista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 31 Aug 2017 22:59:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento nacional]]></category>
		<category><![CDATA[estelionato]]></category>
		<category><![CDATA[Manoel Dias]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Brasil-ruínas.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" fetchpriority="high" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Brasil-ruínas.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Brasil-ruínas-100x56.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Brasil-ruínas-300x169.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Brasil-ruínas-768x432.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Brasil-ruínas-160x90.jpg 160w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Brasil-ruínas-600x338.jpg 600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" />Um dos maiores argumentos das forças retrógradas que aplicaram o golpe no Brasil usam é que arrumariam a economia do País e que uma nova era de desenvolvimento chegaria aos lares brasileiros. Acusavam o governo constitucional e legítimo de Dilma Rousseff de promover a falência do Estado e as ruínas das finanças.  Chamaram, então, um...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Brasil-ruínas.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Brasil-ruínas.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Brasil-ruínas-100x56.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Brasil-ruínas-300x169.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Brasil-ruínas-768x432.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Brasil-ruínas-160x90.jpg 160w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Brasil-ruínas-600x338.jpg 600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p id="yui_3_16_0_1_1504214849088_31662">Um dos maiores argumentos das forças retrógradas que aplicaram o golpe no Brasil usam é que arrumariam a economia do País e que uma nova era de desenvolvimento chegaria aos lares brasileiros.</p>
<p id="yui_3_16_0_1_1504214849088_31663">Acusavam o governo constitucional e legítimo de Dilma Rousseff de promover a falência do Estado e as ruínas das finanças.  Chamaram, então, um dos papas do mercado para resolver tamanho desafio, Henrique Meirelles.</p>
<p id="yui_3_16_0_1_1504214849088_31664">O resultado desta equação revelou-se um dos maiores estelionatos contra a sociedade brasileira. Programas sociais de vital importância foram abandonados, créditos foram suprimidos, impostos foram aumentados e o discurso de austeridade se desvenda como um grande embuste.</p>
<p>A receita neoliberal e rentista, em conjunto com o desmonte do estado brasileiro, é o resultado deste governo ilegítimo e corrupto que temos.</p>
<p>Vergonhosamente, o Brasil volta a figurar no mapa da fome, o desemprego é um dos maiores de nossa história e, pasmem, querem até diminuir o salário mínimo.</p>
<p>Onde está o controle de nossas finanças?</p>
<p id="yui_3_16_0_1_1504214849088_31677">Cadê o desenvolvimento?</p>
<p>Cadê os empregos?</p>
<p>Perguntas que, até hoje, não obtivemos respostas por aqueles que estão ilegitimamente no poder.</p>
<p>Aliados ao que há de pior no Brasil, este governo é sustentado por meio de um Congresso Nacional patronal e desprovido de autoridade moral para defender os verdadeiros interesses de nosso povo.</p>
<p>Aristocratas são por essência. Não compreendem que o Brasil é uma nação soberana. Insistem em colocar nosso povo de joelhos, frente ao mais espúrio interesse internacional. São reféns do sistema financeiro que vive dos imorais juros financiados por uma política econômica entreguista, anti-povo e anti-nação.</p>
<p>Corruptos são a representação mais fiel do nosso atraso oligárquico e de uma estratificação social que nos remete a séculos passados.</p>
<p>O desmonte das garantias trabalhistas, a agressão ao sistema previdenciário, as políticas de arrocho e de perda de qualidade de vida são as conseqüências de um Brasil que retrocede a cada ação deste governo.</p>
<p>Precisamos retomar a política de desenvolvimento nacional.</p>
<p>Necessitamos reafirmar nossa soberania e resgatar nossos direitos.</p>
<p id="yui_3_16_0_1_1504214849088_31681">Este governo não representa a nós, pedetistas, que tivemos líderes como Getúlio Vargas, João Goulart, Leonel Brizola e Darcy Ribeiro a frente de governos e estes, sim, representavam as causas mais caras ao nosso povo brasileiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>*Manoel Dias é ex-ministro do Trabalho e Emprego, atual presidente da Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini e secretário-geral Nacional do PDT.</em></strong></p>
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		<title>PDT coordena Frente Parlamentar de Engenharia e Infraestrutura</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Nov 2016 21:57:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Congresso]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[desenvolvimento nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Frente Parlamentar Mista de Engenharia]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<div class="gmail_quote">
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-50727 alignright" src="http://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/11/Frente-parlamentar-mista-de-Engenharia-300x199.jpg" alt="Frente parlamentar mista de Engenharia" width="300" height="199" />Criada por iniciativa do deputado federal <a href="https://www.facebook.com/www.ronaldolessa.com.br/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">Ronaldo Lessa</a> (PDT-AL), a Câmara dos Deputados lançou a Frente Parlamentar Mista de Engenharia, Infraestrutura e Desenvolvimento Nacional. A ideia de Lessa, que é o presidente da Frente, é aproximar a sociedade de profissionais da engenharia civil com o intuito de diminuir gastos em obras paradas e encontrar soluções técnicas que auxiliem o desenvolvimento da infraestrutura no Brasil. O deputado <a href="https://www.facebook.com/Le%C3%B4nidas-Cristino-459556164129893/?fref=ts" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">Leônidas Cristino</a> (PDT-CE) &#8211; que é engenheiro &#8211; foi indicado para secretariar a Frente. </p>
<p>&#8220;A gente governa para resolver problemas imediatos, apagar incêndios. O País tem que pensar de outra forma, a longo prazo. O Brasil precisa de inteligência técnica que dê solução a esses problemas administrativos e estruturais”, afirmou Lessa. </p>
<p>Indicado pelo PDT para secretário da Frente, Leônidas Cristino, começou sua vida pública como Diretor de Operação da prefeitura de Fortaleza e secretário dos Transportes, Energia, Comunicações e Obras do Estado do Ceará. Ele também foi prefeito de Sobral (CE), por duas ocasiões e ministro-chefe da Secretaria de Portos do Brasil da Presidência da República, no primeiro mandato da presidente Dilma Rouseff.</p>
<p>A cerimônia de lançamento da Frente, no último dia 22 de novembro, contou a presença dos presidentes do Conselho Federal de Engenharia e Agronomia (Confea), José Tadeu da Silva, e do Conselho Regional de Engenharia e Agronomia do Distrito Federal, Flávio Corrêa de Souza, e representantes da categoria de todo o País.</p>
<p>Na ocasião, o presidente do Crea-DF disse que a necessidade do trabalho especializado do engenheiro é clara ao se observar as obras da União. “40% das obras públicas da União estão paradas por falhas em projetos executivos e outras 10% por licenciamento ambiental. O trabalho dedicado de engenheiros especializados nas áreas poderia fazer voltar a andar, cerca de 50% das obras paradas”, disse José Tadeu da Silva.</p>
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