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		<title>Sérgio Vidigal questiona ministro sobre problemas enfrentados pela Saúde no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Sep 2017 20:21:43 +0000</pubDate>
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<p>Na ocasião, Sérgio Vidigal questionou o ministro sobre os problemas enfrentados pela saúde no Brasil. Além de assuntos como os recursos que obrigam o governo a prestar atendimentos ou fornecer remédios, piso salarial dos médicos e qualidade no atendimento à população.</p>
<p>Vidigal, que é médico, lembrou que em uma pesquisa de opinião pública feita em 2011 e 2012, no auge da economia do Brasil gerando pleno emprego, a principal reclamação era a saúde pública, enquanto os países latinos estavam preocupados com o desemprego. Hoje, o país vive o desemprego, a retração econômica, aumento da violência e a reclamação para com a saúde também continuam.</p>
<p>Barros respondeu que apesar de a saúde no país precisar de melhorias e ainda liderar o ranking de anseios da população, assegurou que vai apresentar bons resultados.</p>
<p>“A saúde no Brasil é o maior problema, sempre foi e continuará sendo, até que em algumas cidades a segurança supera. Em outros lugares têm outros problemas como programas de habitação, asfalto. Mas saúde e segurança disputam a liderança das ansiedades da população. Eu posso assegurar que vamos entregar uma saúde melhor do que recebemos. Vamos entregar uma saúde com gestão”, disse.</p>
<p>Logo após o parlamentar citou uma entrevista publicada pela BBC Brasil, em novembro do ano passado, em que o ministro havia dito que estava discutindo no Supremo Tribunal Federal (STF) o julgamento de recursos judiciais para obrigar o governo a prestar atendimentos ou fornecer remédios.</p>
<p>O ministro explicou que na Corte há dois recursos extraordinários (Res), 566471 e 657718, que aguardam julgamento e que tratam do fornecimento de remédios de alto custo não disponíveis na lista do Sistema Único de Saúde (SUS) e de medicamentos não registrados na Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa).</p>
<p>“A integralidade que é tudo para o cidadão e a universalidade que é atender a todos igualmente, são os dois princípios que estão na Constituição e que são contraditórios. Mas, o STF quando terminar esse julgamento terá dado qual é o entendimento que vai prevalecer o princípio da integralidade ou o princípio da universalidade, que os dois não são possíveis, comentou.</p>
<p>Vidigal também questionou o ministro sobre a remuneração dos médicos, que para ele, é aquém do que a categoria busca. Segundo o deputado, a média salarial de um médico no Brasil é em torno de 20 mil dólares por ano, equivalente a 50 e 60 mil reais, anualmente. Enquanto, em outros países, o valor é diferenciado.</p>
<p>Barros explicou que na Constituição Federal tem o princípio da irredutibilidade e da isonomia, que “impede” o Estado de reajustar os salários.</p>
<p>“Então, esses princípios constitucionais dificultam a consolidação de um modelo de carreira que possa premiar aquele que está lá iniciando a carreira ganhando muito mais e aquele que está no final da carreira pode ganhar menos porque o salário de mercado daquela atividade num grande centro é menor. É um desafio que todos estão convidados a debater e encontrar a solução” ponderou.</p>
<p>Após ser questionado sobre a qualificação dos profissionais de saúde, o ministro disse que existem vários programas em andamento, como a o Sistema Universidade Aberta do Sistema Único de Saúde (UNA-SUS), é uma rede colaborativa de instituições de ensino superior com 35 instituições de ensino superior, que qualifica quatro milhões de colaboradores, entre outros meios de capacitação.</p>
<p>“Nós aplicamos em julho de 2017, 700 milhões de reais em credenciamento de novos serviços, três mil equipes da saúde da família 2.300 equipes de saúde bucal e vários outros serviços que também foram credenciados, ressaltou.</p>
<p>Além do ministro, esteve presente na audiência, o presidente da Federação Nacional dos Médicos (Fenam), Jorge Sale Darze.</p>
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