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		<title>“Nunca nos renderemos”: a declaração do podcaster Monark</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Feb 2022 20:53:27 +0000</pubDate>
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<p>Essa estética autoritária, com ideais extremistas e discursos de imensa violência já permeiam a nossa sociedade contra negros, indígenas, homossexuais, mulheres, pessoas com necessidades especiais, moradores de comunidades periféricas, e toda sorte de grupos vulneráveis que desagradam a dita “supremacia dos que se consideram melhores do que os outros”. Travestida de “opinião pessoal”, “liberdade de expressão”, “superação do politicamente correto”.</p>
<p>A lei brasileira é clara. Apologia ao nazismo é crime, e prevê multa e cadeia para quem fabricar, comercializar, distribuir ou veicular símbolos, emblemas, ornamentos, distintivos ou propagandas que utilizem a cruz suástica ou gamada para fins de divulgação do nazismo. Mas, tais incidentes têm se tornado corriqueiros em determinados estados da federação, situação agravada porque as autoridades não tem tratado o assunto com a devida seriedade, escolhendo, por vezes, caminhos interpretativos mais complacentes no enfrentamento do problema, considerando esses incidentes como condutas de menor potencial ofensivo, ignorando as consequências advindas da malignidade de processos históricos totalitários como os campos de concentração de Auschwitz-Birkenau, o maior dos estabelecidos durante o regime nazista.</p>
<p>A situação é grave e diferenciada e não se perfaz como uma rotineira disputa, salutar e natural, entre grupos ideológicos divergentes em uma democracia, mas de um eclodir nefasto de ideologias lesivas aos direitos fundamentais e às conquistas civilizatórias, cujo combate deve unir a todos os defensores do credo democrático, sublimando-se as divergências políticas que nesse momento tão gravoso para os democratas devem ser postas de lado.</p>
<p>Uma conjuntura ditatorial como foi a do regime nazista, onde os insatisfeitos não podem se pronunciar nem através da construção de uma oposição política, por uma ótica competitiva, nem sequer manifestar o seu dissenso em relação ao governo, em função dos perigos resultantes de qualquer enfrentamento a um status quo eivado de arbítrio político, não é algo desejável à Democracia.</p>
<p>O totalitarismo marcou categoricamente a existência de uma única explicação da realidade: a recusa total de qualquer explicação diferente, alicerçando a ideia de poder em paradigmas de mando e obediência, por relações de dominação e submissão.</p>
<p>E o totalitarismo começa infelizmente a encontrar berço nas sociedades quando se assiste, paulatinamente, a concretização da existência de uma única explicação da realidade a partir da recusa total de qualquer explicação diferente.</p>
<p>Oxalá estejamos longe disso no Brasil. Esses movimentos enfrentarão uma sociedade engajada, ainda que manipulada por uma propaganda ideológica geradora de alienação. Dessa forma, para os que sentem a conjuntura favorável para o alcance de suas intolerâncias macabras, e desejam impulsionar a ideia falaciosa de uma sociedade “fora de controle”, para apontarem no fim do túnel soluções políticas atentatórias ao credo democrático na sua empreitada de dominação, devemos responder com a lembrança da histórica lição de Winston Churchill ao discursar na Câmara dos Comuns do Parlamento do Reino Unido, diante da possibilidade de uma invasão dos nazistas.<br />
Churchill disse: “Nunca nos renderemos”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>*Vânia Aieta é professora da Faculdade de Direito da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), doutora em Direito Constitucional pela PUC-SP e membro do PDT.</strong></em></p>
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		<title>Ciro na Avenida Paulista: ‘Só a união dos diferentes será capaz de barrar o golpismo do tiranete’</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Sep 2021 19:27:27 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="964" height="527" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Ciro-na-Avenida-Paulista.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Ciro-na-Avenida-Paulista.jpg 964w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Ciro-na-Avenida-Paulista-100x55.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Ciro-na-Avenida-Paulista-300x164.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Ciro-na-Avenida-Paulista-768x420.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Ciro-na-Avenida-Paulista-165x90.jpg 165w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Ciro-na-Avenida-Paulista-600x328.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 964px) 100vw, 964px" /><p><strong><em>Em ato contra Bolsonaro, presidenciável afirma que para proteger a Democracia no Brasil é preciso reunião de forças</em></strong></p>
<p>Em discurso proferido na Avenina Paulita, em São Paulo (SP), nese domingo (12), o pré-candidato à Presidência da República pelo PDT, Ciro Gomes, defendeu união contra o presidente da República, Jair Bolsonaro (sem partido), a quem ele chamou de ‘traidor da nação brasileira e de seus soldados feridos’.</p>
<p>“Nós somos diferentes, temos histórias diferentes, temos caminhadas diferentes, temos olhar sobre o futuro do País provavelmente diferentes; mas o que nos reúne é o que deve reunir toda nação civicamente sadia: é a ameaça da morte da democracia e do poder da nação brasileira conquistados com todo o sacrifício. Portanto, contem comigo”, afirmou o pedetista falando à multidão no ato puxado pelo MBL.</p>
<p>Em ataque direto a Bolsonaro, disse que ele “agora não é só um traidor da Nação brasileira, ele é um traidor dos seus soldados feridos, que abandonou na luta para fazer um conchavo vergonhoso, humilhante, frouxo e covarde. Nós estamos começando hoje, mas isso é só o começo. Aqui, na Paulista, o povo está levantando sua mais poderosa espada, que é a espada da união”, afirmou o ex-governador do Ceará.</p>
<p>No rápido discurso de pouco mais de quatro minutos, para ‘não cansar os  público presente’, Ciro Gomes falou às famílias de vítimas fatais da Covid-19, aos desempregados e aos “brasileiros que vivem na mais precária condição de trabalho”.</p>
<p>“Uma palavra àqueles a quem todos os dias nós deveríamos voltar as nossas preocupações, se não tivermos trocado o coração por uma pedra. Às quase 600 mil famílias enlutadas pela Covid e pela irresponsabilidade genocida e um tal presidente e de uma péssima equipe, aos quase 15 milhões de pessoas que amanhecerão desempregadas amanhã, aos 6 milhões de brasileiros que desistiram de buscar emprego, aos quase 40 milhões de brasileiros que vivem na mais precária condição de trabalho, sem nenhum direito; nem salário mínimo, nem férias, nem a proteção da velhice quando chegar a doença e a idade: essa é a minha razão moral superior de amar o brasil e correr qualquer risco e assumir qualquer contradição para defender o povo trabalhador brasileiro”, afirmou Ciro.</p>
<p>Ciro defendeu a aliança de todas as forças políticas a favor da Democracia e agradeceu ao convite para participar do ato “e de me juntar a tanta gente que aposta na liberdade e no direito do povo de se organizar e apostar no futuro – e não ser substituído pelo projeto de um tiranete  que não só é traidor da Nação, como também de seus seguidores”.</p>
<p>Reiterou que o ato era apenas um começo:</p>
<p>“Estamos começando hoje uma caminhada aqui na Paulista levantando a espada do povo contra a ditadura. O meu respeito a cada um e cada uma de vocês”. Por fim, o pedetista puxou o grito de Fora Bolsonaro, imediatamente acompanhado pela multidão.</p>
<p>A  íntegra da fala de Ciro Gomes:</p>
<p>Já o governador Doria, outro orador,  falou das questões econômicas. Para ele, é difícil que o Brasil volte a ter um nível aceitável de investimentos com Bolsonaro no poder. “Somos um país isolado atualmente. O Brasil perdeu seus principais aliados – a China, a Argentina, a Alemanha e os Estados Unidos – com Bolsonaro agredindo dirigentes públicos, em vez de agregar”.</p>
<p>Na opinião de Doria, “com impeachment ou sem impeachment”, o Brasil precisa caminhar pela Democracia. “Se o Bolsonaro não sofrer o impeachment, ele irá ser derrotado nas eleições de 2022”, frisou, dizendo ainda que “ficará no PSDB quem for contrário ao presidente”.</p>
<p>O ex-ministro Mandetta,  outro orador do ato, citou o fato de ter alertado o presidente sobre a gravidade da pandemia de Covid-19, assim que a doença chegou ao Brasil. Segundo ele, Bolsonaro teria respondido: “Só vai morrer quem tem que morrer”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>https://www.facebook.com/cirogomesoficial/videos/3068666393365827/</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>PDT retorna à PGR contra arroubos autoritarista de Bolsonaro via whatsapp</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 21 Aug 2021 16:26:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Manchete]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Bolsonaro]]></category>
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<p>&nbsp;</p>
<p>O PDT entrou com uma ação na Procuradoria Geral da República (PGR), na última sexta-feira (20), para que Jair Messias Bolsonaro seja investigado por incitar a população a apoiar um golpe de Estado. O pedido é uma resposta ao recente ataque às instituições e ao Estado Democrático de Direito feito abertamente pelo presidente da República por meio de envio de mensagens na rede social <em>Whatsapp</em>.</p>
<p>Nas mensagens encaminhadas a apoiadores, o chefe do Executivo incita que manifestações antidemocráticas aconteçam no próximo dia 7 de setembro a fim de demonstrar apoio popular a uma ruptura institucional no país, liderada pelas Forças Armadas. Os envios foram feitos a partir do celular pessoal de Bolsonaro.</p>
<p>Entre outras coisas, a mensagem afirma que: “Hoje, fazer um contragolpe é muito mais difícil e delicado do que naquela época [1964]. Temos uma constituição comunista que tirou em grande parte os poderes do Presidente da República e foi por esses motivos que o presidente Bolsonaro [&#8230;] pediu para que o povo brasileiro fosse mais uma vez às ruas [&#8230;] no dia 7 de setembro”.</p>
<p>O documento pedetista argumenta que o presidente da República cometeu, pelo menos, dois crimes. “A conduta perpetrada pelo Senhor Jair Messias Bolsonaro amolda-se, em tese, aos tipos penais descritos nos artigos 17 da Lei da Segurança Nacional [tentativa de mudar a ordem constitucional por meio violento] e 286 do Código Penal [incitação à prática de crime]”, afirma.</p>
<p>A ação cita ainda o general Augusto Heleno como outro grande entusiasta do golpe militar por parte do Governo. “É de bom alvitre mencionar que o Senhor Augusto Heleno Ribeiro Pereira é contumaz em flertar e conjurar a ambiência nefasta da ditadura militar, posto que foram diversos os episódios que denotam o desapreço ao regime democrático”, diz o documento que também aponta a participação do governista no ventilado retorno do “AI-5” em 2019.</p>
<p>Outro ponto levantado pela ação do PDT é a interpretação equivocada do que diz o artigo 142 da Constituição Federal. De acordo com o discurso bolsonarista, esse dispositivo constitucional põe as Forças Armadas na condição de “Poder Moderador”. A afirmação é tão absurda quanto anacrônica uma vez que este tipo de Poder, no Brasil, remonta a Constituição Imperial de 1824. De acordo com o texto da época, o imperador exercia o Poder Moderar para harmonizar os demais Poderes do Império.</p>
<p>Sobre a errônea interpretação do artigo 142 da Constituição, o documento pedetista traz a seguinte fala do ministro Celso de Mello: “Inquestionável é o ato de que o artigo 142 da Constituição Federal não confere suporte institucional nem legitima a intervenção militar em qualquer dos Poderes da República, sob pena de tal ato, se consumado, traduzir um indisfarçável (e repulsivo) golpe de Estado!”.</p>
<p>A recente ação pedetista faz parte do forte trabalho jurídico que o partido tem impetrado em favor da manutenção da ordem institucional no país. Não sendo a primeira encaminhada à PGR, também se configura incisivo esforço republicano para que o órgão se posicione, abandonando a inércia em momento de particular gravidade à vida democrática brasileira.</p>
<p><a href="http://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/REP.PGR_.BOLSONARO.GEN_.HELENO.pdf" data-wpel-link="internal">Clique aqui e confira a íntegra da ação.</a></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>“Não tememos nada, nem ninguém”, diz Lupi sobre ameaça à CPI</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 10 Jul 2021 15:57:55 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[CPI da Covid]]></category>
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		<category><![CDATA[Evandro Hidd]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="450" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/07/ccl05.png" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/07/ccl05.png 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/07/ccl05-100x44.png 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/07/ccl05-300x132.png 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/07/ccl05-768x338.png 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/07/ccl05-205x90.png 205w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/07/ccl05-600x264.png 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><h3><em>Café com Lupi deste sábado foi de enfrentamento à grave ameaça do Governo Federal à democracia</em></h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>Em uma semana de ataques sucessivos ao regime democrático brasileiro, o tom no Café com Lupi deste sábado (10) não poderia ser outro que não a histórica posição pedetista em defesa da democracia. Ao lado dos convidados, os vereadores Bruno Miranda, de Belo Horizonte (MG), e Evandro Hidd, de Teresina (PI), o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, respondeu à altura a investida antidemocrática do Governo Federal.</p>
<p>“Não tememos nada, nem ninguém”, bradou o presidente Lupi. O líder trabalhista se referia à manifestação dos militares que, na última quarta-feira, emitiram nota via Ministério da Defesa em tom de ameaça a CPI da Covid e declararam tomar “medidas mais duras” caso a Comissão Parlamentar de Inquérito voltasse a citar corrupção nas Forças Armadas.</p>
<p>“Eles não sabem a força que nós temos no coração de lutar pela pátria brasileira. Então, senhor Bolsonaro, é recado direto: não venha com ameaça, não venha mandando os chefes das Forças Armadas mandar recadinho pra gente. A CPI tem que fazer o seu papel constitucional doa a quem doer. Corrupção não tem uma barreira que diz ‘aqui militar não entra’. Em nenhum momento nós estamos acusando a instituição”, disse Lupi logo no início da transmissão.</p>
<p>Os convidados do programa afirmaram que o Governo Bolsonaro colhe hoje o fruto de uma gestão descomprometida com a população brasileira e com a sanidade nacional. Ambos os vereadores afirmaram que a União tem abandonado os seus estados em áreas sensíveis como saúde, trabalho e educação, sobretudo durante o período de pandemia que já se estende por mais de um ano.</p>
<p>De acordo com Evandro Hidd, o que a CPI da Covid tem mostrado é a verdadeira face do Governo Federal que, além de não ter projeto para tocar a nação, está tomado pela corrupção causando a morte de grande contingente de brasileiros. “Hoje são mais de 530 mil mortos. Todo mundo tem um familiar ou um conhecido que morreu vítima de Covid [&#8230;] Grande responsabilidade do governo que por motivos apontados agora na CPI retardaram a vacinação”, afirmou o vereador piauiense.</p>
<p>Para Bruno, o que a CPI tem revelado já era apontado por Ciro Gomes há muito tempo: Bolsonaro é corrupto. “Estão escancarando quem de fato é Bolsonaro e seu clã que construiu a vida na política inserido na milícia do Rio de Janeiro. Ciro sempre denunciou isso. Nós temos o dever cívico de continuar denunciando esse senhor que foi eleito na base da mentira e tirar ele do poder no ano que vem”, declarou o vereador.</p>
<p>Para saber tudo o que rolou no Café com Lupi deste sábado, assista ao vídeo abaixo.</p>
<p><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="//www.youtube.com/embed/FkjkeXmf5AI" width="853" height="480" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Reforma administrativa: “O PDT vai votar contra”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Sep 2020 16:28:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Lupi]]></category>
		<category><![CDATA[Carta Magna]]></category>
		<category><![CDATA[Ciro Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[democracia]]></category>
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		<category><![CDATA[reforma administrativa]]></category>
		<category><![CDATA[saúde]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhista]]></category>
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<p>“Eles querem rasgar a Constituição brasileira”, acusa Lupi. O líder pedetista se refere ao Artigo 41 da Constituição Federal que diz: “São estáveis, após dois anos de efetivo exercício, os servidores nomeados em virtude de concurso público. § 1º O servidor público estável só perderá o cargo em virtude de sentença judicial transitada em julgado ou mediante processo administrativo em que lhe seja assegurada ampla defesa”.</p>
<p>O dispositivo existe não por acaso. Ali, a Carta Magna zela para que o Estado não seja refém de governos. A estabilidade do funcionário público garante que ele seja fiel à coisa pública e não a personalidade transitória que ocupa o Executivo. Sem essa garantia, o interesse estatal ficaria em segundo plano, prevalecendo a vontade do mandatário que teria o poder de destituir o servidor que não compactua de seu ideário, por exemplo.</p>
<p>É preciso sopesar que o serviço público não corre solto, não é o “oba oba” propagado por Paulo Guedes e demais liberais sem compromisso público. Métricas de avaliação de desempenho e sistema de progressão de carreira existem para balizar o servidor. Quem não atende aos requisitos, não progride. Se esse instrumento tem sido aplicado com eficácia, sim, é um debate válido.</p>
<p>A reforma administrativa de Bolsonaro é perversa, ataca a classe trabalhadora e mantém intocados militares, magistrados, parlamentares, promotores e procuradores. Inverso a esse arranjo, o PDT defende a valorização do servidor público. O partido entende que são esses trabalhadores que influenciam diretamente a eficiência da máquina estatal.</p>
<p>Nesse aspecto, Lupi é muito claro quanto ao que defende o Trabalhismo: “Assim como a diplomacia, a área de Educação e a área de Saúde toda deveriam ser carreiras de Estado. Dedicação exclusiva e bem paga. Por quê? Nós precisamos de um tratamento especial para aquilo que é essencial. O futuro é a educação e o presente é a saúde”.</p>
<p>No entendimento dos líderes pedetistas, é importante frisar que não se rechaça o debate em torno de uma reforma administrativa no Brasil. Contudo, o assunto precisa de atenção compromissada com o aperfeiçoamento do serviço estatal e da democracia. O que Bolsonaro propõe é o oposto, uma maneira de dobrar a máquina pública ao desejo pessoal, à tirania. E nada que corrói o Estado interessa ao PDT.</p>
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		<title>Unir agora para divergir amanhã</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Sep 2020 20:39:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Chico D’Ângelo]]></category>
		<category><![CDATA[democracia]]></category>
		<category><![CDATA[justiça social]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="322" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/04/brazil-1644807_1920.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/04/brazil-1644807_1920.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/04/brazil-1644807_1920-100x31.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/04/brazil-1644807_1920-300x94.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/04/brazil-1644807_1920-768x241.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/04/brazil-1644807_1920-268x84.jpg 268w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/04/brazil-1644807_1920-600x189.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p>A História é a mestra da vida. A sentença de Cícero, orador romano, chamava atenção para as lições que podiam ser extraídas do conhecimento do passado. Elas serviam ainda para que as pessoas entendessem melhor o presente e projetassem futuros mais generosos.</p>
<p>Na circunstância em que o Brasil se encontra, governado por uma extrema-direita com tintas fascistas encarnada na figura do presidente Jair Bolsonaro, cabe aos democratas buscar caminhos que recoloquem o país na trilha da liberdade, da justiça social, do desenvolvimento sustentável e da defesa intransigente dos direitos humanos universais. Entender as lições da História, nesse processo, é fundamental.</p>
<p>É notório, por exemplo, que a desunião de partidos e organizações progressistas e de esquerda, ainda que não tenha sido responsável direta pelo fato, facilitou a ascensão dos nazistas na Alemanha. Na Espanha, a união de partidos republicanos de esquerda permitiu a vitória da Frente Popular nas eleições de 1936. O governo popular acabou tendo que enfrentar a reação da extrema-direita, comandada pelo general Francisco Franco, na Guerra Civil Espanhola. Durante o processo, a desunião dos grupos antifascistas acabou facilitando a tarefa dos franquistas, apoiados por Hitler e Mussolini, e a Espanha mergulhou na ditadura franquista.</p>
<p>Por outro lado, na mesma Espanha, o Pacto de Moncloa, assinado em 1977, uniu amplos segmentos políticos e da sociedade civil organizada espanhola para, ressaltadas as suas diferenças, garantir a transição democrática após a ditadura, traçando compromissos comuns nos campos da economia, da democracia, do direito, da previdência e da educação.</p>
<p>“Só tenho um objetivo, a destruição de Hitler, e isso simplifica minha vida consideravelmente. Se Hitler invadisse o inferno, eu faria pelo menos uma referência favorável ao diabo na Câmara dos Comuns”. Com essas frase, o conservador Winston Churchill justificou a aliança com Stalin e a União Soviética para a causa imediata maior: derrotar o nazismo.</p>
<p>Com tudo isso, creio ser necessário um amplo movimento de combate à extrema-direita bolsonarista no Brasil. Uma união em nome de pautas comuns – que não anulem nossas diferenças, mas ressaltem  nossas semelhanças – que garanta de forma inegociável a democracia e a justiça social, sem abrir mão desses pilares.</p>
<p>Dialogar, buscar consensos, abrir mão ocasionalmente de certas expectativas, inclusive eleitorais, em nome de uma unidade firme de defesa da liberdade se tornou a tarefa urgente dos nossos dias. Se não tivermos agora a capacidade de nos unir, no futuro talvez não possamos ter o direito de exercer e debater livremente as nossas divergências.</p>
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		<title>Getúlio Vargas, o construtor do Brasil moderno</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Aug 2020 19:44:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Alberto Pasqualini]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil moderno]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="600" height="446" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/08/getulio-Brasil-moderno.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/08/getulio-Brasil-moderno.jpg 600w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/08/getulio-Brasil-moderno-100x74.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/08/getulio-Brasil-moderno-300x223.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/08/getulio-Brasil-moderno-121x90.jpg 121w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/08/getulio-Brasil-moderno-480x357.jpg 480w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><p>Um certo dia no final de 1994, o então Senador por São Paulo e recém-eleito Presidente da República, Fernando Henrique Cardoso estava discursando na tribuna do Senado e disse que, “quando assumisse a Presidência da República, acabaria a Era Vargas”. Muito presunçoso o grão tucano, embora gozasse de prestígio em virtude do Plano Real que o conduzira ao Planalto.</p>
<p>Porém, uma coisa nos intriga, ou melhor, uma personalidade. Getúlio Dornelles Vargas.</p>
<p>Por que essa figura que causa tantas reações 66 anos após o seu sacrifício com uma bala no coração? Por que alguns usam o seu legado como bandeira de luta e outros utilizam-se do mesmo legado para tentar destruí-lo?</p>
<p>Getúlio Vargas é a maior expressão daquilo que chamamos de Trabalhismo Brasileiro. Seus governos, duramente atacados por seus adversários apeados por ele do poder e altamente amparados e apoiados pelo povo, mostram a verdadeira transformação de um Brasil rural, dominado pelas elites, para um Brasil urbano, que aspirava ser uma democracia plena e com justiça social em nossa América.</p>
<p>Durante os seus governos, o Brasil teve um protagonismo diferenciado como até então nunca teve. Antes de Getúlio, nossa diplomacia era vista como “pacificamente submissa, dependente das grandes nações que compravam os nossos produtos, em especial, o café”. Mas Getúlio mudou isso fazendo o mundo olhar para “aquele país que fala português na América do Sul, que a sua capital não é Buenos Aires”.</p>
<p>Seus maiores críticos o chamavam de “demagogo sem escrúpulos, de inimigo da democracia, de ditador, etc”. Seus apoiadores, o chamavam de “Pai dos Pobres”.</p>
<p>Ouso dizer que, o legado de Vargas é mais forte e sólido do que o seu próprio nome. Vargas construiu as bases de um Brasil moderno. JK não teria feito a industrialização se Getúlio não tivesse implantado as siderúrgicas e incentivado as primeiras incursões da indústria petroquímica. Jango não teria dado o aumento de 100% do salário-mínimo se Getúlio não tivesse implantado a legislação trabalhista, que foi destruída por Temer e enterrada por Bolsonaro e Paulo Guedes agora. Não teríamos a pujança do Pré-Sal sem que Getúlio criasse a Petrobrás e ter estabelecido o monopólio estatal na exploração de petróleo.</p>
<p>Tudo isso nos mostra a atualidade do pensamento varguista sintetizado por Alberto Pasqualini e nos legados através de Jango, Darcy, Abdias, Doutel e Brizola. NUNCA O TRABALHISMO FOI TÃO ATUAL e hoje com Ciro Gomes podemos ter não um “Novo Trabalhismo”, mas a reafirmação dos valores preconizados por Getúlio Vargas no nacionalismo, no desenvolvimentismo soberano e estratégico e na solução dos problemas nacionais que nos conduzem ao atraso.</p>
<p>Isso reafirma a obra de Getúlio Vargas e seu legado, tão atacado mas nunca superado, por isso que nós trabalhistas temos que bradar em alta voz que: “GETÚLIO VARGAS É O CONSTRUTOR DO BRASIL MODERNO”</p>
<p><em>*Marcelo Barros é membro do Diretório Nacional do PDT pelo Amazonas</em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Janelas pela democracia &#8211; IMPEACHMENT JÁ!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Jun 2020 21:19:55 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[democracia]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="600" height="408" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/janela4.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/janela4.jpg 600w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/janela4-100x68.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/janela4-300x204.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/janela4-132x90.jpg 132w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" />Em defesa da democracia e da vida &#160; PDT, PSB, REDE, PV e Cidadania reuniram-se nesta manhã (2) para debater as estratégias de resistência às ameaças autoritárias, que se fazem presentes no atual cenário político nacional. Os partidos decidiram, nesta oportunidade, realizar um novo evento do movimento Janelas pela democracia &#8211; Impeachment Já, a ocorrer...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="600" height="408" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/janela4.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/janela4.jpg 600w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/janela4-100x68.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/janela4-300x204.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/janela4-132x90.jpg 132w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><p style="text-align: center;"><em><strong>Em defesa da democracia e da vida</strong></em></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>PDT, PSB, REDE, PV e Cidadania reuniram-se nesta manhã (2) para debater as estratégias de resistência às ameaças autoritárias, que se fazem presentes no atual cenário político nacional.</p>
<p>Os partidos decidiram, nesta oportunidade, realizar um novo evento do movimento <strong>Janelas pela democracia &#8211; Impeachment Já</strong>, a ocorrer no próximo dia <strong>18/6, a partir das 18h30</strong>.</p>
<p>Na avaliação de cenário realizada, os partidos registraram, e saúdam com enorme alegria, o lançamento dos manifestos <strong>Estamos #Juntos</strong>, que congrega artistas, acadêmicos e lideranças políticas, em defesa da vida, da liberdade e da democracia e <strong>Basta</strong>, que reúne mais de 600 juristas, de diferentes orientações ideológicas, em defesa da democracia e do Estado de Direito.</p>
<p>A organização da sociedade civil, para fazer frente aos arroubos autoritários do atual mandatário do País, é de suma importância, razão pela qual os partidos signatários dessa nota convidam os apoiadores dos manifestos <strong>Estamos #Juntos</strong> e <strong>Basta </strong>a se somarem ao movimento <strong>Janelas pela democracia</strong>.</p>
<p>Neste momento, ressalte-se, é absolutamente essencial juntar forças e esforços, ampliar as alianças, superar conflitos porventura existentes em cada trajetória política particular, porque não haverá mérito ou vitória, se não for a da bandeira que une a todos os democratas do país, ou seja, a superação da ameaça autoritária que paira  indistintamente sobre todos nós.</p>
<p>Ainda quanto a manifestações da sociedade civil, saudamos o verdadeiro levante das torcidas organizadas de clubes de futebol havido neste domingo (31), não obstante o fato de que ocorreu na ocasião um relaxamento do distanciamento social, que todos nós defendemos como medida sanitária de absoluta importância no combate à Covid-19.</p>
<p>É necessário destacar, nesta oportunidade em que a sociedade civil se põe em campo para assegurar a normalidade democrática e o Estado de Direito, que não se admite em hipótese alguma o desrespeito a quaisquer dos símbolos nacionais.</p>
<p>Condenamos, portanto, ação que levou alguns manifestantes a queimarem a bandeira nacional, em ato antirracista ocorrido nesta segunda-feira (01), em Curitiba-PR. Nunca é demais lembrar que esse tipo de comportamento interessa sobremaneira às narrativas da extrema-direita, em sua guerra sem tréguas contra os verdadeiros democratas – o que sempre permite supor a infiltração de seus quadros, em manifestações pacíficas e ordeiras.</p>
<p>Como último registro, observamos que a vigorosa reação da sociedade civil às investidas antidemocráticas, nos estimula a fazer do próximo evento do <strong>Janelas pela democracia</strong> mais um elemento da trajetória que nos levará à vitória sobre o retrocesso.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Presidentes</strong></p>
<p style="text-align: center;">Partido Democrático Trabalhista &#8211; PDT</p>
<p style="text-align: center;">Partido Socialista Brasileiro &#8211; PSB,</p>
<p style="text-align: center;">REDE Sustentabilidade</p>
<p style="text-align: center;">Partido Verde</p>
<p style="text-align: center;">Cidadania</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Lideranças</strong></p>
<p style="text-align: center;">Partido Democrático Trabalhista &#8211; PDT</p>
<p style="text-align: center;">Partido Socialista Brasileiro &#8211; PSB,</p>
<p style="text-align: center;">REDE Sustentabilidade</p>
<p style="text-align: center;">Partido Verde</p>
<p><strong> </strong></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Nossa voz grita por um Brasil mais estável e mais justo, por Weverton Rocha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2020 21:01:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Covid-19]]></category>
		<category><![CDATA[Crise sanitária]]></category>
		<category><![CDATA[democracia]]></category>
		<category><![CDATA[justiça social]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="1024" height="786" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/weverton-ROCHA.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/weverton-ROCHA.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/weverton-ROCHA-100x77.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/weverton-ROCHA-300x230.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/weverton-ROCHA-768x590.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/weverton-ROCHA-117x90.jpg 117w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/weverton-ROCHA-600x461.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" />Quando comecei a escrever esse artigo, o Brasil contava mais de 26 mil mortos e perto de 500 mil casos confirmados de Covid-19. São números sobre os que não consigo falar sem me sentir chocado, porque vejo nomes por trás deles. Mas quem vê o noticiário político do Brasil, tem a impressão de que o...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="786" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/weverton-ROCHA.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/weverton-ROCHA.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/weverton-ROCHA-100x77.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/weverton-ROCHA-300x230.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/weverton-ROCHA-768x590.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/weverton-ROCHA-117x90.jpg 117w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/weverton-ROCHA-600x461.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p>Quando comecei a escrever esse artigo, o Brasil contava mais de 26 mil mortos e perto de 500 mil casos confirmados de Covid-19. São números sobre os que não consigo falar sem me sentir chocado, porque vejo nomes por trás deles. Mas quem vê o noticiário político do Brasil, tem a impressão de que o país não está vivendo essa terrível crise sanitária.</p>
<p>O presidente, que deveria ser o líder máximo da nação, está preocupado com apoiadores, fake news, possíveis opositores nas eleições de 2022, mas não emite uma palavra de apoio às famílias vitimadas pelo coronavírus, nem uma frase que traga um norte de como vamos vencer essa batalha. Não dá para continuar aceitando isso como normal.</p>
<p>Esta semana, os líderes de partido de oposição no Senado e na Câmara se reuniram para organizar um posicionamento frente à crise. Tivemos uma reunião produtiva que, na minha avaliação, apresenta um caminho para toda a sociedade: não vamos nos calar. A intenção, obviamente, não é ampliar a crise. Mas não é razoável que, a pretexto de não atiçar ainda mais a sanha autoritária do presidente, continuemos normalizando atitudes que são inaceitáveis.</p>
<p>Não é aceitável que a imprensa seja impedida de trabalhar e tratada com hostilidade – por isso apresentei um projeto aumentando em dois terços a pena para quem agredir jornalistas quando estiver trabalhando ou em função da profissão; não é aceitável que instituições, como Congresso e STF, sejam atacados diariamente – embora estejam trabalhando como nunca para ajudar a combater a pandemia; não é aceitável que o país seja ameaçado semanalmente com a possibilidade de uma saída autoritária; e, principalmente, não é aceitável que o País não tenha um plano nacional de enfrentamento ao Covid-19.</p>
<p>Quando o coronavírus chegou ao Brasil, assumimos que seria o maior desafio a ser enfrentado pela nossa geração. De lá para cá, dois ministros da saúde se demitiram por não suportar a falta de respeito à ciência, uma reunião ministerial se notabilizou por, além de inúmeros desmandos, não dar importância ao tema e o Brasil ganhou destaque na imprensa internacional por frases ultrajantes do presidente, como “E daí?”, para o número de mortos.</p>
<p>Hoje, a Saúde tem um ministro interino e o foco do presidente está totalmente voltado para a política, a má política. O presidente precisa deixar de ser agente do caos e passar a ser pelo menos presidente, já que dificilmente será líder da nação.</p>
<p>Nós, da oposição, não somos maioria no Congresso. Mas nossa voz será ouvida e será uma voz de cobrança, de representação do povo brasileiro. Não cederemos às chantagens contra a democracia e nem vamos continuar fazendo de conta que nada demais está acontecendo.</p>
<p>Vamos continuar trabalhando para aprovar as medidas que são necessárias para o enfrentamento à pandemia. Mas cobraremos de saída da crise, baseada em dados médicos e científicos. Cobraremos um ajuste da postura do presidente Bolsonaro ao cargo que ocupa. Cobraremos o respeito ao estado democrático de direito. Cobraremos mais cuidado com o Brasil.</p>
<p>Uma hora nossa voz será ouvida. E encontrará eco nas vozes dos brasileiros que também querem um país melhor. Lutamos por um Brasil mais estável, mais tranqüilo e com mais justiça social. Esse é um Brasil possível, só precisamos lutar por ele, sem calar nossas vozes.</p>
<p><em>*Weverton Rocha, senador e líder do PDT no Senado</em></p>
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		<title>Essa tal liberdade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Jun 2020 15:26:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Lupi]]></category>
		<category><![CDATA[democracia]]></category>
		<category><![CDATA[impeachment Bolsonaro]]></category>
		<category><![CDATA[imprensa]]></category>
		<category><![CDATA[liberdade]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="768" height="512" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/bozo-imprensa.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/bozo-imprensa.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/bozo-imprensa-100x67.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/bozo-imprensa-300x200.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/bozo-imprensa-135x90.jpg 135w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/bozo-imprensa-600x400.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 768px) 100vw, 768px" /><p>Estamos assistindo nesses últimos tempos, principalmente depois da eleição de Bolsonaro, atos e hostilidades contra a imprensa que, sem qualquer objeção das autoridades, ganha corpo.</p>
<p>Nós, Trabalhistas, temos uma história permanente de sermos ignorados pela grande mídia e acusados sem direito de defesa. Mas nem por isso jamais atacamos a liberdade de imprensa, a livre iniciativa de se dar opinião.</p>
<p>Essa é a diferença de quem exerce a democracia ou vive para atacá-la. Estamos assistindo atos de vandalismo contra a imprensa diariamente. O Palácio do Planalto criou um verdadeiro auditório onde seus seguidores ficam fisicamente ao lado de profissionais da imprensa, hostilizando e agredindo estes trabalhadores que estão lá defendendo seu emprego e agindo de forma profissional. E essa agressão, dia sim e outro também, parte inclusive do Presidente da República.</p>
<p>Como se isso já não fosse muito absurdo, a construção de <em>fake news</em> por grupos bolsonaristas – alvo de operação da Polícia Federal, no último dia 27 –, sobre autoridades e jornalistas, chegou ao limite. É hora de mostrar quem está ao lado das liberdades, de opinião, de posição política e da imprensa livre. Liberdade é um instrumento de democracia e a liberdade de imprensa é a garantia maior do sistema democrático.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>*Carlos Lupi é presidente nacional do PDT e ex-ministro do Trabalho e Emprego</strong></em></p>
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