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		<title>“Ciro Gomes é a esperança do povo brasileiro”, declara Lupi, em Sorocaba (SP)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 23 Sep 2017 03:39:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Lupi]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/09/“Ciro-Gomes-é-a-esperança-do-povo-brasileiro”-diz-Lupi-em-Sorobaca-SP.jpeg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/09/“Ciro-Gomes-é-a-esperança-do-povo-brasileiro”-diz-Lupi-em-Sorobaca-SP.jpeg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/09/“Ciro-Gomes-é-a-esperança-do-povo-brasileiro”-diz-Lupi-em-Sorobaca-SP-100x56.jpeg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/09/“Ciro-Gomes-é-a-esperança-do-povo-brasileiro”-diz-Lupi-em-Sorobaca-SP-300x169.jpeg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/09/“Ciro-Gomes-é-a-esperança-do-povo-brasileiro”-diz-Lupi-em-Sorobaca-SP-768x432.jpeg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/09/“Ciro-Gomes-é-a-esperança-do-povo-brasileiro”-diz-Lupi-em-Sorobaca-SP-160x90.jpeg 160w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/09/“Ciro-Gomes-é-a-esperança-do-povo-brasileiro”-diz-Lupi-em-Sorobaca-SP-600x338.jpeg 600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p>“Ciro Gomes é a esperança do povo brasileiro”, foi com essa frase que o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, iniciou a reunião do Diretório Municipal do PDT de Sorocaba, na região metropolitana de São Paulo. O encontro, realizado na tarde dessa sexta-feira (22), debateu a postura do partido frente ao momento político brasileiro e às eleições de 2018. Ciro participou do inicio do encontro de onde partiu para a capital paulistana para cumprir agenda.</p>
<p>Antes seguir viagem, o presidenciável Ciro Gomes falou da força e da responsabilidade do partido ante a crise política.</p>
<p>“O que está acontecendo no Brasil é devastador. É neste ambiente que o PDT tem uma obrigação grave, única talvez, de formular uma equação que ajude o povo a entender o que está acontecendo. Não há um quadro sequer do PDT na lista de corruptos, o que não passa de nossa obrigação, mas nos credencia a propor um projeto de nação que atenda ao povo sofrido deste país”.</p>
<p>Lupi fez um discurso voltado à solidificação dos quadros do partido no estado para fortalecer a candidatura de Ciro em 2018.</p>
<p>“Sem São Paulo ninguém se elege presidente. Precisamos nos manter unidos, orgânicos. Somos o único partido no Brasil que tem história e ideologia. Lembro que no início, quando a sede eram duas salas pequenas, Brizola dizia: ‘um dia seremos tantos que não haverá sede para comportar todos nós’. Acima de tudo, precisamos fazer política para transformar o país em uma nação igualitária, justa, honrando o legado deixado por nossos líderes”.</p>
<p>Os pedetistas presentes estiveram atentos às orientações e responderam com aplausos. A reunião contou também com a presença de várias lideranças estaduais, entre eles o presidente do PDT de Sorocaba, Carlos Leite, o secretário-geral do PDT de São Paulo, Airton Amaral, o diretor de Memória e Cultura do PDT, André Gaetta e o tesoureiro do partido, Marcelo Panela.</p>
<p>Depois da reunião, o presidente Carlos Lupi deu entrevista ao jornal Cruzeiro do Sul e fez uma visita à prefeita de Sorocaba, Jaqueline Coutinho (PTB). Amanhã, Lupi e Ciro estarão em São Paulo onde participarão do encontro estadual do PDT paulista e do ato de filiação do presidente da Central dos Sindicatos Brasileiros (CSB), Antonio Neto.</p>
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		<title>&#8220;Diálogo é a solução para a crise&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 03 Jul 2017 21:04:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<category><![CDATA[Weverton Rocha]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="1024" height="681" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/07/Weverton-idosos-.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/07/Weverton-idosos-.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/07/Weverton-idosos--100x67.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/07/Weverton-idosos--300x200.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/07/Weverton-idosos--768x511.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/07/Weverton-idosos--135x90.jpg 135w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/07/Weverton-idosos--600x399.jpg 600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" />O tempo parece passar cada vez mais rápido. Mal começou o ano e já estamos às portas do segundo semestre. Isso talvez se explique pela enorme quantidade de acontecimentos e à velocidade com que eles se sucedem. Em um único semestre enfrentamos muitas batalhas simultâneas. Sem ter tempo de vencer a primeira, a outra já...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="681" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/07/Weverton-idosos-.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/07/Weverton-idosos-.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/07/Weverton-idosos--100x67.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/07/Weverton-idosos--300x200.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/07/Weverton-idosos--768x511.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/07/Weverton-idosos--135x90.jpg 135w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/07/Weverton-idosos--600x399.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p>O tempo parece passar cada vez mais rápido. Mal começou o ano e já estamos às portas do segundo semestre. Isso talvez se explique pela enorme quantidade de acontecimentos e à velocidade com que eles se sucedem. Em um único semestre enfrentamos muitas batalhas simultâneas. Sem ter tempo de vencer a primeira, a outra já se apresentava. Mais que nunca, ter coerência e procurar se conectar aos interesses reais da população é a única saída para que um parlamentar possa se considerar representante da sociedade.</p>
<p>Na Câmara, iniciamos 2017 analisando uma reforma trabalhista que retira direitos históricos dos trabalhadores. Em pleno debate sobre ela, fomos surpreendidos por um projeto de terceirização antigo e ainda mais danoso que o rejeitado em 2016 e por uma proposta de reforma da Previdência que ameaça o sonho de aposentadoria de todos os brasileiros. Em meio a tudo isso, o País foi sacudido por graves denúncias envolvendo o Presidente da República.</p>
<p>Infelizmente, a lei da terceirização foi aprovada, a reforma trabalhista segue a passos largos no Senado, a reforma da Previdência é um fantasma que ainda não foi afastado e, apesar de 14 pedidos de impeachment já apresentados, as denúncias contra o presidente seguem no limbo. Não é de causar espanto que, diante desse quadro, as pessoas se mostrem céticas quanto à solução dos problemas, desesperançadas e até descrentes dos políticos.</p>
<p>Mas a solução é política. É no campo dela, com o exercício democrático do diálogo e da superação das divergências em nome do bem comum, que vamos encontrar a saída para a crise.</p>
<p>Há bons e maus políticos, como há bons e maus em qualquer campo de atuação. Na política, mais que em qualquer área, o julgamento desses valores cabe ao povo. É com o voto que o eleitor decide quem o representa, quem defende os seus direitos, quem executará políticas públicas, no caso do Executivo, ou votará do modo como ele mesmo votaria, no caso do Legislativo.</p>
<p>Diante das denúncias contra o presidente Michel Temer, o correto é a realização de eleições diretas para que o povo diga qual rumo quer para o Brasil. De qualquer modo, isso ocorrerá em 2018. Até lá, precisamos nos guiar pelo que foi dito nas urnas em 2014 e fazer valer a vontade popular de ter um estado democrático de direito, em que as leis sejam cumpridas, para todos indiscriminadamente, em que o Congresso atue dando respostas efetivas, cumprindo a Constituição, votando leis que sejam boas para os cidadãos e cortando na própria carne, se for necessário.</p>
<p>Como deputado federal eleito pelo Maranhão, líder da Bancada do PDT, tenho um lado, que é definido pelas minhas crenças, que sempre foram claras para meus eleitores. Mas acredito no diálogo. E sei que por meio do diálogo que coloca o interesse do Brasil em primeiro lugar, todos os lados vão encontrar um caminho para que o País volte a crescer de forma inclusiva, correta e justa.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>*Weverton Rocha é deputado federal e líder do PDT na Câmara dos Deputados.</em></strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
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		<title>André Figueiredo defende redução da taxa de juros para retomada do crescimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 19 Jul 2016 22:00:54 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-44782 alignleft" src="http://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/07/DSC_6934-200x300.jpg" alt="DSC_6934" width="200" height="300" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/07/DSC_6934-200x300.jpg 200w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/07/DSC_6934-67x100.jpg 67w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/07/DSC_6934-768x1154.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/07/DSC_6934.jpg 682w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/07/DSC_6934-60x90.jpg 60w" sizes="auto, (max-width: 200px) 100vw, 200px" />O deputado federal <a href="http://www.andrefigueiredo.net/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">André Figueiredo</a> (PDT-CE) criticou a manutenção das altas taxas de juros no Brasil e indicou o impacto dessas medidas na retração da economia nacional e no aumento da dívida pública. A análise foi feita durante a reunião de diretoria da Federação das Indústrias do Estado do Ceará (FIEC). O encontro, promovido no início da semana passada, na sede da instituição patronal, contou com a presença de dezenas de empresários cearenses de diversos setores.</p>
<p>O parlamentar fez duras críticas sobre o privilégio de crescimento dessa taxa desde a época do ex-ministro da Fazenda, Joaquim Levi, e relatou que enquanto o governo não atacar as causas, seguiremos pagando bilhões sobre o montante principal e seu serviço. “A Selic deve voltar a cair. O capital produtivo não pode conviver com a lógica do rentismo, pois precisa ser incentivado. O Brasil mantém em 14,25%, gerando uma grande ampliação da dívida pública. Ano passado amortizamos, aproximadamente, R$ 470 bilhões de principal e pagamos R$ 356 bilhões de juros”, pontou.</p>
<p>Promovendo um paralelo com a situação vivida há alguns anos na Grécia, o também vice-presidente nacional do partido afirmou que o impacto proporcional da dívida sobre o PIB mostra uma tendência de elevado comprometimento, o que afeta a manutenção dos investimentos. “Não prego calote, pois não seria irresponsável, mas esse país europeu, cuja dívida pública representa 170% do seu PIB, só compromete 5% com o pagamento desse montante. No Brasil, a dívida representa 66% do PIB e paga quase 10% anualmente”, argumentou.</p>
<p><strong>Impeachment</strong></p>
<p>Nos últimos meses, o deputado cearense lembrou que o país vivencia momentos de ampla instabilidade e a crise econômica acaba sendo retroalimentada pela política. “Confesso que não acho que vamos vivenciar dias melhores nos próximos tempos com esse governo interino. Se governar com alguns partidos não estava sendo fácil, agora, com membros da antiga base e mais alguns novos ainda, levará a muitas incertezas”, apontou.</p>
<p>“Nós temos um mercado consumidor interino muito forte, um segmento empresarial que consegue fazer a diferença e um sistema financeiro sólido, mas precisamos de uma economia com pressupostos perenes e que não gere insegurança”, completou.</p>
<p><strong>Relações trabalhistas</strong></p>
<p>“Sei que grande parte do empresariado pensa como eu, porque não queremos retirar direitos dos trabalhadores, e sim aperfeiçoá-los”, ponderou o deputado, ao falar do surgimento de propostas de aumento da carga horária, que, segundo ele, não é determinante para garantir a manutenção da competitividade brasileira. “Da mesma forma que não concordo, momentaneamente, com a diminuição para 40 horas, tenho certeza que aumentar para 60 horas seria um desastre”, indicou.</p>
<p>Para ele, diante das pautas existentes no Congresso, a reforma tributária precisa ser priorizada. “A carga tributária é muito mais grave para as classes laborais e patronais. Por isso, precisamos mudar a situação fiscal nacional com urgência”, avaliou.</p>
<p><strong><a href="http://www.andrefigueiredo.net/noticias/andre-figueiredo-defende-reducao-da-taxa-de-juros-para-retomada-do-crescimento/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">Saiba mais.</a></strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Leonardo Boff: &#8216;Ciro Gomes conhece profundamente o Brasil&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 08 Apr 2016 11:41:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Ciro Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma]]></category>
		<category><![CDATA[Leonardo Boff]]></category>
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					<description><![CDATA[Para o teólogo e professor Leonardo Boff, a atual crise política pode ser um momento de inflexão para o país, ajudando a amadurecê-lo democraticamente e a retomar o curso tanto de crescimento quanto da luta contra a desigualdade. Em entrevista para a jornalista Paula Bianchi, da UOL Rio, Boff afirmou: &#8220;A crise é boa por...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><em>Para o teólogo e professor Leonardo Boff, a atual crise política pode ser um momento de inflexão para o país, ajudando a amadurecê-lo democraticamente e a retomar o curso tanto de crescimento quanto da luta contra a desigualdade. Em entrevista para a jornalista Paula Bianchi, da UOL Rio, Boff afirmou:</em></p>
<p><em>&#8220;A crise é boa por nos fazer refletir. Queremos um Brasil justo ou apenas rico?&#8221;, questiona o expoente da Teologia da Libertação no Brasil. Ele cita Ciro Gomes (PDT-CE) como alternativa à esquerda, lembra a gestão de Itamar Franco (1930-2011) e defende como melhor caminho a criação de um governo de união nacional, em que lideranças dos mais diversos setores se sentem para conversar em torno de um projeto comum.</em></p>
<p><strong> </strong></p>
<p><strong>UOL &#8211; Como o senhor vê a atual situação do governo?</strong></p>
<p><strong> </strong><strong>Leonardo Boff</strong> &#8211; Mais que o governo, a situação política e social atual está em uma profunda crise de identidade, de definição de que tipo de Brasil nós queremos. Há um choque de duas visões da democracia. Uma é a democracia neoliberal, que coloca o centro no desenvolvimento no enriquecimento privado, no capital, e não no bem comum. É o tipo de democracia representativa que vemos no mundo todo, que deixa sempre o pobre à margem. Faz políticas pobres para os pobres. A outra é a democracia republicana, que coloca o bem comum no centro. Ela se traduz por políticas sociais, investimentos grandes de inclusão dos marginalizados e um país com menos desigualdade. O primeiro cria um país rico, mas com profunda desigualdade. O outro visa a um país justo, com mais igualdade. Esses dois modelos estão em conflito, há uma luta de classe escondida. Aqueles que estavam sempre de fora, não ocupavam os lugares públicos no avião, na praça, nos mercados etc., agora estão ali. E aqueles que não estavam acostumados a isso se sentem constrangidos. Os querem no lugar deles, historicamente definido na periferia, na margem, a divisão clássica do Brasil de cima a baixo de volta.</p>
<p><strong>Como fica a situação do governo frente ao processo de impeachment?</strong></p>
<p>&#8212; O impeachment é um artigo da Constituição e tem que ser respeitado. Mas, para que haja o impeachment, tem que haver o crime. Grandes juristas, grandes nomes, pessoas sérias, que entendem seja da política, seja da economia, acham que não há a configuração de um crime que justifique o apelo a esse artigo da Constituição. O impeachment feito sem essas configurações configura um golpe. Derrubar o poder não mais pela via armada, mas pela via judiciária, por articulações antidemocráticas, de quem perdeu pelo voto e não aceita essa perda. Que não toleram que um trabalhador possa chegar ao Planalto, porque acham que a Presidência é um lugar natural dos que passaram pela universidade, da oligarquia. Lula pode estar no Planalto, desde que limpando o palácio, os banheiros, não como presidente. É intolerável para eles uma figura inteligente e carismática como ele. Já fui professor em vários lugares e frequento ambientes mais sofisticados intelectualmente e nunca na minha vida encontrei uma pessoa mais desperta, mais inteligente que o Lula.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Há uma perseguição contra o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva?</strong></p>
<p>&#8212; Isso está dentro da &#8220;estratégia imperial&#8221; denunciada por Noam Chomsky e comandada por países como os Estados Unidos de submeter todos ao macroimpério capitalista. Para isso, é importante a difamação de líderes carismáticos, fazer grandes manifestações usando grupos violentos e tornar ingovernável o país. O nosso problema é que há um vazio de liderança. Como <a href="http://noticias.uol.com.br/ultimas-noticias/agencia-estado/2016/03/31/meu-deus-do-ceu-essa-e-a-nossa-alternativa-de-poder-diz-barroso-sobre-pmdb.htm" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer"><strong>disse o Barroso [ministro Luís Roberto Barroso</strong></a>, ao comentar a foto em que as lideranças do PMDB aparecem comemorando a saída do governo], &#8216;meu Deus, serão esses que vão governar&#8217;? Estamos num voo cego, não sabemos para onde vamos.</p>
<p><strong>Mas a esquerda não teria um papel nisso?</strong></p>
<p>&#8212; Os grupos mais conservadores que sempre estiveram no poder nunca se preocuparam em ter lideranças. Estavam preocupados em ter pessoas que ocupassem os espaços e os gerenciasse em funções dos seus privilégios. A esquerda também não se preocupou em criar líderes. Líderes não se criam, eles emergem dentro de uma crise. Com certeza essa crise vai fazer com que surjam figuras significativas. Acho pessoalmente que uma figura de grande relevância é Ciro Gomes (PDT-CE), que conhece profundamente o Brasil, tem um discurso ético, de uma política alternativa, e já se colocou como candidato. Problema que ele é homem, não se governa, mas se ele conseguir manter uma linha civilizada, ser o &#8220;Ciro paz e amor&#8221;, poderá ser um candidato forte.</p>
<p><strong>O senhor citou Ciro como alternativa. Como fica a esquerda nessa crise?</strong></p>
<p>&#8212; Toda crise acrisola, purifica. À medida que a crise se agrava aparece o núcleo essencial que precisa ser salvo e tudo o que é acessório, interesses particulares, caem. Neste caso a questão é salvar o estatuto da democracia. Necessariamente será uma democracia não mais só representativa &#8212; já que a representação no Congresso é uma das piores da nossa história e não reflete o Brasil &#8211;, mas participativa. Todas as grandes questões sociais serão discutidas, com auditorias, com grande participação dos movimentos sociais, das instituições nacionais, como OAB, CNBB, MST, entre outras. Daí nasce um projeto minimamente aceitável para todos que poderá ser levado avante e salvar o país na sua economia e na diminuição das injustiças.</p>
<figure id="attachment_39613" aria-describedby="caption-attachment-39613" style="width: 300px" class="wp-caption alignleft"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-39613 size-medium" src="http://www.malungo2.com.br/pdt/desenv/wp-content/uploads/2016/04/com-lula-300x146.jpg" alt="com lula" width="300" height="146" /><figcaption id="caption-attachment-39613" class="wp-caption-text"><strong>Boff na Caravana da Cidadania, com Lula</strong></figcaption></figure>
<p><strong>Podemos falar em um reagrupamento da esquerda?</strong></p>
<p>&#8212; A crise poderá levar todas as forças políticas e sociais a sentarem em uma mesa sobre um projeto mínimo, que todos podem aceitar, na política do ganha-ganha e não do ganha-perde, e juntas estabelecerem um governo de salvação nacional. Mais ou menos como fez o Itamar Franco. Chamou notáveis e criou um projeto que encaminhou o Brasil para a estabilidade econômica. Acho que essa seria a saída mais civilizada, menos custosa, menos violenta. O terrível seria se a crise debandasse em uma espécie de guerrilha social, violência entre grupos, que é o mais que devemos evitar.</p>
<p><strong>Como chegamos até a este ponto de conciliação nacional? O senhor lembrou Itamar, mas ele chegou à Presidência após a saída de Collor.</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<figure id="attachment_39614" aria-describedby="caption-attachment-39614" style="width: 432px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-39614" src="http://www.malungo2.com.br/pdt/desenv/wp-content/uploads/2016/04/com-dilma-300x146.jpg" alt="com dilma" width="432" height="210" /><figcaption id="caption-attachment-39614" class="wp-caption-text"><strong>Boff também apoiou e fez campanha para Dilma Rousseff</strong></figcaption></figure>
<p>&#8212; Vejo duas saídas. Caso a presidente Dilma Rousseff veja que vai perder no Parlamento e sofrer o impeachment, ela mandar uma PEC (Projeto de Emenda à Constituição) convocando imediatamente ou dentro de 90 dias eleições gerais. Ela se afastaria do poder, acompanharia as eleições, e se faria o mesmo pacto. Outra forma, à medida que a crise se agrava &#8212; para mim, ela não chegou ao fundo do poço &#8211;, é as pessoas perceberem que ou se unem ou irão de encontro ao pior. Sentarem juntas e refletirem: &#8220;Olhem, o mais sensato que podemos fazer, até para salvar a nós mesmos, como banqueiros, empresários, investidores, movimentos sociais, líderes políticos etc., é buscarmos uma plataforma comum, ajustemos ao curso do mundo, que não tolera mais golpes de Estado, mais violência&#8221;. Mas essa seria a última tabua de salvação no auge da crise.</p>
<p><strong>O governo tem feito uma série de alianças e tomado decisões que vão de encontro a muitas plataformas clássicas da esquerda. Caso a presidente se mantenha no cargo, o senhor vê o governo retomando estas plataformas?</strong></p>
<p>&#8212; Nós temos um vício na nossa democracia que é o governo de coalizão. É um governo de negociação que descamba para a negociata. Para você buscar apoio no Parlamento, e sem ele não há como governar, é preciso fazer acertos com os partidos. &#8220;Eu o apoio desde que você me dê tal cargo, faça uma estrada na minha região&#8221;, e por aí vai. Isso tem que ser superado, caso contrário, continuaremos com as crises. Por isso acredito que uma nova eleição ou acerto comum que chamasse pessoas notáveis na política, no saber acadêmico, na experiência econômica, jurídica, para pensar além dos partidos, seria um caminho. A questão é que ninguém pensa no todo, cada um quer salvar seu partido, sua parte.</p>
<p>Acho que Dilma só terá chance se fizer uma guinada para a esquerda e fizer outras opções político-sociais, retomando novamente e alargando a inclusão social, que foi a nota característica do governo Lula-Dilma, criando um suporte partidário que sustente essa política. Mas aí será preciso contar muito com o apoio e com a visão ética dos políticos que pensam no Brasil, no melhor de todos, o que é difícil. Esse acerto será inevitável. Como estamos não há como continuar.</p>
<p><strong>E como fica o Partido dos Trabalhadores frente ao atual momento político?</strong></p>
<p>&#8212; O PT se cura se ele voltar às bases. Sou da opinião de que o PT não deve mais continuar no poder. Neste instante é importante porque ganhou as eleições, é um dado democrático. Os outros não aceitaram que ela [Dilma] ganhou porque se julgavam melhores. Tentam derrubar esse governo e tornar ingovernável, o que é absolutamente antidemocrático. O que se fez contra ela neste ano e meio é vergonhoso para qualquer um que tenha um pouco de senso de ética na política. Não aceitaram que perderam, e perderam. A democracia é assim. Espere a próxima vez. Eles se deram conta de que pela nova consciência que se criou no Brasil nunca vão chegar ao poder antigo pela eleição. O povo já sabe qual a lógica do capital, da macroeconomia, de exclusão, que só beneficia aquele grupo. No Brasil, 5.000 famílias controlam 46% do PIB. Eles que comandam porque a economia domina a política.</p>
<p>Estamos errados em muitos pontos. A crise é boa nesse sentido, nos faz refletir. Queremos um Brasil justo ou apenas rico? Para um Brasil apenas rico aplica-se o capitalismo violento e fica-se rico. Beneficia-se alguns, com grandes injustiças sociais e ecológicas. Ou um país justo que faz uma distribuição melhor, que inclui mais gente, que tem um ritmo mais lento, mas muito mais seguro, sustentável? Agora é um momento histórico de fazer essa opção e estamos maduros para isso.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Ciro, ao La Nacion:  ‘Para salvar a República, precisamos salvar Dilma’</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 27 Mar 2016 13:44:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Ciro Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma Rousseff]]></category>
		<category><![CDATA[La Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[“Remédio para governo ruim não é interrompê-lo”, afirmou o ex-ministro e ex-governador Ciro Gomes em entrevista a Alberto Armendáriz, do diário argentino “La Nacion”, publicada neste final de semana. Ao condenar a tentativa de impeachment da presidente Dilma Rousseff em andamento na Câmara dos Deputados, Ciro fez dura acusação ao vice-presidente Michel Temer, grande beneficiário...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>“Remédio para governo ruim não é interrompê-lo”, afirmou o ex-ministro e ex-governador Ciro Gomes em entrevista a Alberto Armendáriz, do diário argentino “La Nacion”, publicada neste final de semana. Ao condenar a tentativa de impeachment da presidente Dilma Rousseff em andamento na Câmara dos Deputados, Ciro fez dura acusação ao vice-presidente Michel Temer, grande beneficiário da deposição da presidente Dilma.</p>
<p>“Dilma não está sendo investigada nem é supeita de corrupção.  Já Temer, que assumirá o poder caso ela seja obrigada a sair da presidência, é parte de todo o conjunto orgânico de corrupção que existe no Brasil”, acusou Ciro Gomes, frisando que o presidente da Câmara, Eduardo Cunha, e do senado, Renan Calheiros – são aliados de Temer.</p>
<p>Na opinião do pré-candidato do PDT à presidência da República em 2018, a nomeação de Lula para o Gabinete Civil “foi a idéia mais estúpida que já vi na minha vida pública”, porque uniu a direita e colocou em xeque o governo de Dilma que não teve um minuto sequer de paz, desde a reeleição – porque a direita não aceitou e não aceita a derrota que sofreu nas urnas.</p>
<p>Na opinião de Ciro, a crise  a atual polarização na vida política brasileira vai desembocar em violência: “No Brasil estamos na iminência do surgimento de cadáveres”. O que efetivamente já começou a acontecer com o assassinato, em Minas, do policial civil que fazia gravíssimas acusações ao senador Aécio Neves.</p>
<p>Leia, em espanhol, a íntegra da entrevista de Ciro ao ‘La Nacion’:</p>
<p><a href="http://www.lanacion.com.ar/1883264-ciro-gomes-el-nombramiento-de-lula-fue-la-idea-mas-estupida-que-vi-en-mi-vida-publica" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">http://www.lanacion.com.ar/1883264-ciro-gomes-el-nombramiento-de-lula-fue-la-idea-mas-estupida-que-vi-en-mi-vida-publica</a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Leia também entrevista de Ciro Gomes à Agência Estado, <a href="http://politica.estadao.com.br/noticias/geral,lula-no-governo-foi-estupidez-inominavel--diz-ciro-gomes,10000023121" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">aqui</a>:</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Adriano Benayon: Hora de Decisão</title>
		<link>https://pdt-rj.org.br/index.php/adriano-benayon-hora-de-decisao/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=adriano-benayon-hora-de-decisao</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 22 Mar 2016 12:28:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[crise]]></category>
		<category><![CDATA[desnacionalização]]></category>
		<category><![CDATA[economia brasileira]]></category>
		<category><![CDATA[PIB]]></category>
		<category><![CDATA[recursos renováveis e não renováveis]]></category>
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					<description><![CDATA[O Brasil está em momento que exige decisão. Precisa agir rápido para reverter o desastre estrutural implantado, desde há quase 62 anos, que se completam em 24 de agosto próximo, data do golpe de Estado de 1954, a partir do qual a desnacionalização da economia não cessou de aumentar. Essa desnacionalização está na raiz da...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O Brasil está em momento que exige decisão. Precisa agir rápido para reverter o desastre estrutural implantado, desde há quase 62 anos, que se completam em 24 de agosto próximo, data do golpe de Estado de 1954, a partir do qual a desnacionalização da economia não cessou de aumentar.</p>
<ol start="2">
<li>Essa desnacionalização está na raiz da desindustrialização, da apartheid tecnológica de que o País padece crescentemente, da galopante dívida pública e do impressionante passivo externo bruto, de US$ 2,2 trilhões (equivalente a R$ 8 trilhões, o dobro da dívida interna e perto do dobro do PIB).</li>
</ol>
<ol start="3">
<li>A perversidade do processo ilustrada por esses números pode ser visualizada de forma ainda mais contundente, ao se considerar que o brutal endividamento não decorreu de investimentos para melhorar alguma coisa no País. Ao contrário, o arruinamento financeiro aconteceu simultaneamente com a devastação do capital humano e a dos recursos não renováveis e dos renováveis.</li>
</ol>
<ol start="4">
<li>No referente à destruição do meio-ambiente fala-se muito pouco do uso abusivo e poluidor das águas, praticado na agricultura do agronegócio, em numerosos setores da indústria e sobre tudo na exploração mineral. Tudo isso para realizar exportações muito mal pagas, como se verifica através dos 340 bilhões de dólares de déficits acumulados nos últimos cinco anos.</li>
</ol>
<ol start="5">
<li>Igualmente ignorada, a destruição de seres humanos &#8211; não só através da violência, mas da miséria e da falta de perspectiva &#8211; deveria reclamar que se entendam, e desse modo, se eliminem as causas que a geram em números alarmantes e crescentes.</li>
</ol>
<ol start="6">
<li>A longa estagnação do produto nacional bruto, desde as décadas perdidas, iniciadas nos anos 80 – de resto, indissociável das gestões dos governos anteriores a ela – transformou-se recentemente em queda continuada.</li>
</ol>
<ol start="7">
<li>E, quando se noticia a taxa de crescimento negativa do PIB (produto interno bruto) de 3,8 % aa. , em 2015, deveria estar claro que o poder aquisitivo da classe média e dos mais pobres que esta, caiu muitíssimo mais que do que esses 3,8 % aa., a taxa do conjunto da economia.</li>
</ol>
<ol start="8">
<li>De fato, no conjunto, tem peso cada vez maior o setor financeiro, em que avultam os grandes bancos (aumentos em 2015 : Banco do Brasil 28%, Itaú 15,4%, Bradesco 13,9%), além dos carteis transnacionais e demais rentistas, cujos fabulosos lucros prosseguiram, em 2015, crescendo a taxa média próxima a 20% aa.</li>
</ol>
<ol start="9">
<li>Bem, que a crise é muito grave está claro. O que precisa ser esclarecido é que suas causas principais são estruturais. Portanto, além de não haver como afastá-las mediante a desestabilização e destituição, em curso, da enfraquecida e insatisfatória presidente, é certo que elas seriam agravadas com a investidura de qualquer dos sucessores previstos pela Constituição.</li>
</ol>
<ol start="10">
<li>Para remover as causas do desastre, é indispensável: 1) pelo menos, algumas pessoas capazes de exercer liderança, as entenderem; 2) essas pessoas ganharem poder para instituir regime dotado de autonomia nacional e independente de interesses especiais.</li>
</ol>
<ol start="11">
<li>Vai em direção diametralmente oposta a essa o golpe de Estado, em curso, que visa a substituir a presidente da República e proceder à eliminação política de Lula, deixando o País sem alternativa alguma à radicalização do processo de desestruturação econômica, política e social.</li>
</ol>
<ol start="12">
<li>Não que Lula e o PT sejam, ou sequer tivessem sido, alguma vez, alternativa real, pois pouco passaram de um recurso dos organizadores alienígenas da implantação do caos, quando estes frustraram &#8211; mediante fraudes, corrupção, injeção de dinheiro na política e na mídia &#8211; qualquer chance que ainda pudesse ter o trabalhismo liderado por Leonel Brizola.</li>
</ol>
<ol start="13">
<li>De fato, a ditadura entreguista – mal disfarçada de democracia &#8211; vem sendo implantada passo a passo, cumprindo roteiro e planejamento baseados na lógica imperial, de acordo com a qual as concessões obtidas permitem ganhar terreno, proporcionando além de vantagens imediatas – a ocupação de espaço e poder para extorquir novas concessões.</li>
</ol>
<ol start="14">
<li>As administrações petistas, apesar de adotarem muitas iniciativas e medidas dignas de apoio, basicamente deram continuidade à desestruturação entreguista e financeirista, vertiginosamente realizadas nos governos de Collor e FHC.</li>
</ol>
<ol start="15">
<li>Mas a desestabilização do PT decorre de coisas como estas: 1) dos ganhos que os mentores do golpe pretendem auferir, atribuindo só à mais recente administração desgraças que decorrem principalmente de deformações estruturais gestadas ao longo dos últimos 62 anos; 2) ter feito investimentos em áreas estratégicas, como petróleo, defesa, apoiado empresas brasileiras em obras e no exterior e se aproximado dos BRICS.</li>
</ol>
<p><strong>(* ) Adriano Benayon é doutor em Economia e autor do livro &#8216;Globalização versus Desenvolvimento&#8217;.</strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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