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	<title>Corrupção &#8211; PDT</title>
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	<title>Corrupção &#8211; PDT</title>
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		<title>Um desafio à nossa inteligência e ao nosso patriotismo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Apr 2017 22:36:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Arnaldo Mourthé]]></category>
		<category><![CDATA[Corrupção]]></category>
		<category><![CDATA[Governo das Trevas]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="608" height="320" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/04/temer_faixa_presidencial.png" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" fetchpriority="high" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/04/temer_faixa_presidencial.png 608w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/04/temer_faixa_presidencial-100x53.png 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/04/temer_faixa_presidencial-300x158.png 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/04/temer_faixa_presidencial-171x90.png 171w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/04/temer_faixa_presidencial-600x316.png 600w" sizes="(max-width: 608px) 100vw, 608px" />O Rei está nu. A listagem dos indiciados por crimes e corrupção ativa e passiva e de lavagem de dinheiro, divulgada pelo Supremo Tribunal Federal, nos mostra claramente a natureza do poder no Brasil. Ele é exercido por um grupo de aventureiros e oportunistas, movidos pela ambição de poder, cujo instrumento principal tem sido o...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="608" height="320" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/04/temer_faixa_presidencial.png" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/04/temer_faixa_presidencial.png 608w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/04/temer_faixa_presidencial-100x53.png 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/04/temer_faixa_presidencial-300x158.png 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/04/temer_faixa_presidencial-171x90.png 171w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/04/temer_faixa_presidencial-600x316.png 600w" sizes="(max-width: 608px) 100vw, 608px" /><p>O Rei está nu. A listagem dos indiciados por crimes e corrupção ativa e passiva e de lavagem de dinheiro, divulgada pelo Supremo Tribunal Federal, nos mostra claramente a natureza do poder no Brasil. Ele é exercido por um grupo de aventureiros e oportunistas, movidos pela ambição de poder, cujo instrumento principal tem sido o dinheiro. Dinheiro e poder andam juntos na sociedade perversa na qual nos encontramos.</p>
<p>Não há mais como explicar nossa eventual tolerância e a nossa passividade que permitiu que tudo isso acontecesse. É evidente que nossa condição de perplexidade nos impede de reagir. Mas ela advém de nossa ignorância a respeito dos bastidores do poder no Brasil e no mundo. Mas essa ignorância não é natural, não aconteceu por acaso. Ela foi fabricada, por todo um processo vicioso de informação que cria fantasias que, pela repetição, parecem verdades. No fundo de tudo está o dinheiro que sustenta uma mídia gigantesca e luxuosa em um país de uma população carente das condições mínimas de vida de um ser humano, na sua dignidade.</p>
<p>Há um poder oculto atrás de tudo isso. Esse poder tem no dinheiro sua força. Ele domina e corrompe os mandatários que nós elegemos para nos representar, mas que, de fato, representam os interesses dos detentores do dinheiro. Essa associação perversa, e quase sempre criminosa, nos impõe condições de vida inaceitáveis, com as quais nos conformamos pela informação falseada, já referida acima e por uma estratégia de medo, em nós incutidos por um sistema repressivo e de brutal desigualdade social. Ele chega à crueldade de retirar recursos da saúde pública e da educação para favorecer os donos do dinheiro, através de juros de uma dívida pública criada de forma nebulosa que utiliza como instrumento de dominação um sistema de juros escândalos que, sendo impagáveis, se transformam em mais dívidas que por sua vez geram mais juros num círculo vicioso que engole os impostos pagos pela população. Nesse processo o Estado torna-se escravo do credor e, com o instrumento da corrupção dos seus dirigentes, degrada-se desviando-se de seu dever de servir à população que ele representa.</p>
<p>Nesse processo estão vendendo o Brasil sob o argumento insidioso do dever de pagar o que se deve. Mas será essa dívida real? Não é, e não permitem que se investigue como ela foi construída sob pressão de agentes externos, corruptores, através de falsidades e ilegalidades, que eles escondem de nós.</p>
<p>Tornamo-nos assim servos, quem sabe escravos, dos “investidores”, que não passam de chantagistas e corruptores. Esse sistema contaminou todo o poder político, restando poucos heróis que ainda resistem bravamente, mas sem a força necessária para barrar os predadores da Nação.</p>
<p>Há que reagir sob pena de abrirmos mão das nossas condições de pessoas honestas, inteligentes e patriotas. Se deixarmos que o Governo das Trevas, que temos hoje no poder, continue a vender o Brasil e a massacrar nosso povo, retirando-lhe o direito ao trabalho, à escola e à saúde, estaremos renunciando a nossa condição de cidadãos brasileiros. Há que lutar e apoiar a ação saneadora dos órgãos da Justiça, o que nos resta da República desmantelada, para salvar nossas instituições e nossa Pátria. Acordemos do longo sono a que fomos submetidos, e comecemos a partir de hoje uma nova história desse grandioso e amado Brasil.</p>
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		<title>Parente e Maria Silvia são réus em ação que cobra prejuízo de R$ 5 bi a Petrobras</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Jun 2016 09:09:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Corrupção]]></category>
		<category><![CDATA[Governo Temer]]></category>
		<category><![CDATA[Maria Silvia Bastos]]></category>
		<category><![CDATA[Pedro Parente]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<p>O novo presidente da Petrobras, Pedro Parente, tem pelo menos um esqueleto no armário do &#8220;petrolão&#8221; tucano ainda escondido. É réu em ação popular civil desde 2001, em plena era FHC, junto com vários outros diretores e conselheiros da Petrobras, entre eles a nova presidenta do BNDES, Maria Silvia Bastos Marques.</p>
<p>Mas, mesmo sendo réu e aguardando julgamento pela Ação Popular Nº 2001.71.12.002583-5 (leia abaixo), foi escolhido pelo governo interino de Michel Temer para presidir a empresa a maior e mais importante empresa pública do país.</p>
<p>A ação, que corre na 2ª Vara Federal de Canoas (RS), do Tribunal Regional Federal da 4ª região, foi movida por petroleiros contra um mau negócio feito pela Petrobras, quando a empresa trocou ativos desvalorizados da multinacional Repsol-YPF na Argentina por ativos brasileiros valorizados. A operação causou um prejuízo – oficialmente registrado no balanço de 2001 – de R$ 790 milhões da subsidiária criada para realizar o negócio, conforme já abordamos aqui na Rede Brasil Atual. Corrigido para valores de hoje, esse prejuízo atinge a casa dos R$ 2,3 bilhões.</p>
<p>O valor da causa na ação popular é de R$ 5 bilhões e são réus, além de Pedro Parente e Maria Silvia, José Jorge de Vasconcelos Lima (ex-senador pelo PFL, ex-ministro de FHC, ex-ministro do TCU – ironicamente relator do caso Pasadena), Delcídio do Amaral (ex-diretor da Petrobras no governo FHC, ex-senador pelo PT), Henri Philippe Reichtsul, Luiz Antônio Correa Nunes Viana de Oliveira, Hildo Francisco Henz, Moacir Megiolaro, Hamilton Romanato Ribeiro, Roberto Nagão, Peter Brenner, Albano de Souza Gonçalves, Jorge Marques Toledo de Carmargo, José Coutinho Barbosa, Ronnie Vaz Moreira, Francisco Roberto Andre Gross, Gerald Dinu Reiss, Jaime Rotstein, Zenildo Gonzaga Zoroastro de Lucena. Além das pessoas jurídicas envolvidas.</p>
<p>À época do negócio, Pedro Parente era ministro da Casa Civil de Fernando Henrique Cardoso e compunha o Conselho de Administração da Petrobras. Conselheiros nem sempre podem ser responsabilizados, pois decidem de acordo com o plano de investimento, pareceres e com recomendações da diretoria executiva. O problema desse negócio é que nem leigos trocariam o risco menor no Brasil pelo risco maior na Argentina naquele ano de 2001, quando o país vizinho vivia uma profunda crise cambial, com moratória e fuga de capitais. O prejuízo era anunciado para qualquer um que lesse o noticiário econômico, e pouco meses depois estava consumado no balanço.</p>
<p>O negócio ficou tão mal explicado que o TRF-4 pediu à Petrobras uma perícia para avaliar os ativos trocados. Os réus recorreram ao Superior Tribunal de Justiça (STJ) para não ter de apresentar a perícia requerida. Depois de cinco anos de tramitação, só do recurso, este foi julgado e negado. A sentença determinando a realização de perícia finalmente foi publicada no último dia 15 de fevereiro.</p>
<p>Em março de 2002, ao mesmo tempo em que o balanço registrava o prejuízo na Argentina, Parente foi promovido a presidente do Conselho de Administração da Petrobras. E outro negócio ruinoso foi feito no país vizinho. Foi a compra da Perez Companc, alvo de pelo menos duas delações premiadas na operação Lava Jato. Ainda em março de 2014, o ex-diretor da Petrobras Paulo Roberto Costa disse: “Essa compra foi tão desastrada quanto a compra (da refinaria) de Pasadena (Estados Unidos)”. Na verdade, foi muito pior.</p>
<p>O ambiente econômico na Argentina tinha se deteriorado mais ainda em 2002 e o próprio mercado financeiro reprovou a compra na época, fazendo as ações da Petrobras caírem 7% na Bolsa de Valores. No caso de Pasadena, não houve reação negativa do mercado. O negócio foi considerado normal na época e somente anos depois veio a trazer prejuízos por causa de disputas judiciais e da crise do subprime nos Estados Unidos, a partir de 2008.</p>
<p>Mas o mais grave foi a recente delação de Nestor Cerveró. Segundo ele, o negócio rendeu US$ 100 milhões (cerca de R$ 360 milhões) em propinas para integrantes do governo Fernando Henrique Cardoso (PSDB).</p>
<p>Se a presidenta Dilma Rousseff, por ser presidenta do Conselho de Administração da Petrobras na época da compra de Pasadena, teve de provar sua inocência exibindo os documentos que omitiram informações, por que Pedro Parente não deve ser cobrado a fazer o mesmo no caso da compra da Perez Companc, se ocupava cargo similar?</p>
<p>Assim, Parente e Maria Sílvia Bastos são mais dois que engrossam o complicado time de nomeados por Michel Temer com processos na Justiça e esqueletos no armário de escândalos do passado.</p>
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			</item>
		<item>
		<title>Ciro na Rede TV: &#8216;Golpistas corruptos assumiram o Brasil&#8217;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jun 2016 15:16:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Ciro Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[Corrupção]]></category>
		<category><![CDATA[golpe]]></category>
		<category><![CDATA[Ladrões]]></category>
		<category><![CDATA[Quadrilha]]></category>
		<category><![CDATA[rentismo]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="729" height="475" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/06/ciromarianagodoy1.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/06/ciromarianagodoy1.jpg 729w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/06/ciromarianagodoy1-100x65.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/06/ciromarianagodoy1-300x195.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/06/ciromarianagodoy1-155x101.jpg 155w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/06/ciromarianagodoy1-600x391.jpg 600w" sizes="(max-width: 729px) 100vw, 729px" />Em entrevista de quase 40 minutos no programa Mariana Godoy, da Rede TV, ontem (3/6) a noite, o ex-ministro Ciro Gomes, pré-candidato do PDT à presidência da República, afirmou que “começou a cair a máscara do golpe’ contra a presidente Dilma Rousseff, a quem defendeu, com a divulgação, pelo governo provisório chefiado por Michel Temer,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="729" height="475" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/06/ciromarianagodoy1.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/06/ciromarianagodoy1.jpg 729w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/06/ciromarianagodoy1-100x65.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/06/ciromarianagodoy1-300x195.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/06/ciromarianagodoy1-155x101.jpg 155w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/06/ciromarianagodoy1-600x391.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 729px) 100vw, 729px" /><p>Em entrevista de quase 40 minutos no programa Mariana Godoy, da Rede TV, ontem (3/6) a noite, o ex-ministro Ciro Gomes, pré-candidato do PDT à presidência da República, afirmou que “começou a cair a máscara do golpe’ contra a presidente Dilma Rousseff, a quem defendeu, com a divulgação, pelo governo provisório chefiado por Michel Temer, de seus planos imediatos como entregar o pré-sal, reformar a previdência pública, mudar as leis trabalhistas, liberar a compra de terras por estrangeiros e manter a política econômica que privilegia o pagamento de juros em detrimento da produção e do trabalho.</p>
<p>Ciro, já na abertura do programa, fez questão de dizer: &#8220;primeiramente, fora Temer&#8221;.  E partiu para cima do PMDB, partido de Temer e de seus principais ministros.</p>
<p>&#8220;O PMDB é um ajuntamento de grupos estaduais que caracterizou-se mais recentemente como uma quadrilha. Tem muita gente boa, gente séria, mas os que tomaram conta do PMDB são uma quadrilha&#8221;, definiu Ciro.</p>
<p>Ele não poupou o próprio presidente interino: &#8220;Temer é testa de ferro de Eduardo Cunha&#8221;.</p>
<p>Ciro afirmou que a aliança PT-PMDB resultou em &#8220;roubalheira&#8221; e pediu que as pessoas “façam uma pesquisa da quantidade de medidas provisórias que ele, Temer, entregou para Cunha relatar&#8221;, ao falar dos laços políticos profundos entre Eduardo Cunha e Michel Temer, desde a época que o segundo ocupava a presidência da Câmara e Cunha era designado por ele para a relatoria de todos os projetos importantes que envolviam valores.</p>
<p>Sobre a sua pré-candidatura, pelo PDT, à presidência, argumentou:</p>
<p>&#8220;Eu vou pensar mil vezes antes de ser candidato. Eu já fui candidato duas vezes e as coisas pioraram como tal que para um camarada como eu é praticamente inumana&#8221;, afirmou. Com relação às decisões polêmicas e aos escândalos envolvendo o governo Temer,  foi tachativo:</p>
<p>&#8220;Começou a cair a máscara do golpe&#8221;.</p>
<p>Ciro voltou a afirmar que há uma série de fatores que motivaram o processo de impeachment contra Dilma Rousseff que, apesar de estar fazendo “um péssimo governo” sob o ponto de vista dele, foi vítima de um golpe.  Ciro elencou uma série de fatores que, sob sua ótica, contribuíram para o afastamento da presidente.</p>
<p>Como motivação política, ele citou a paralisação da Lava Jato, cujos áudios que circularam nos meios de comunicação nos últimos dias poderiam comprovar. Citou, também, motivos estratégicos, que obedeceriam à hegemonia dos interesses financeiros e  interesses estrangeiros que teriam em José Serra &#8220;a competência a serviço do mal&#8221;.</p>
<p>Para Ciro Gomes, Temer descumprirá os &#8220;acordos&#8221; que fez em troca do impeachment, inclusive com o empresariado: &#8220;vem aí CPMF, aumento da CIDE, tudo pra passar no nariz do Paulo Skaf&#8221;.</p>
<p>O político criticou a política de José Serra, ministro das Relações Exteriores, com parceiros importantes do Brasil, como a Venezuela. Ele garantiu que não apóia o que ocorre no país, mas reforçou que não se pode desprezar os negócios bilionários que o Brasil tem com a Venezuela.</p>
<p>Sobre a presidente Dilma Rousseff, repetiu que ela vinha fazendo um governo ruim, mas admitiu:  &#8220;Eu quero que ela volte por uma razão: ela foi eleita pelo povo brasileiro&#8221;.</p>
<p>E completou: &#8220;Eu não defendo nada fora da legalidade&#8221;.</p>
<p>Ciro garantiu que pedirá impeachment de Temer, pelos mesmos motivos do pedido feito contra Dilma, pois ao se referir às pedaladas foi enfático: &#8220;O Michel Temer fez todas iguais&#8221;.</p>
<p>Ao analisar os presidentes que completaram mandatos, Ciro afirmou:</p>
<p>&#8220;A regra no Brasil é o golpe&#8221;.</p>
<p>Ciro disse que não aceitou pensões pelos cargos ocupados e frisou:</p>
<p> &#8220;A única ferramenta que eu tenho é a minha língua&#8221;.</p>
<p>Também citou conquistas importantes do país sob os governos do PT e opinou:</p>
<p> &#8220;O governo Dilma foi um desastre também de comunicação&#8221;.</p>
<p>Em crítica ao PT,  afirmou:</p>
<p>&#8220;O grande problema do PT é imitar o PSDB&#8221;.</p>
<p>Ciro Gomes comentou a reforma da previdência e disse que, em breve, o assunto deverá ser discutido com a sociedade, mas reiterou que no momento é mentira que ela esteja deficitária. Ao finalizar Ciro Gomes explicou que &#8220;hoje o povo é quem manda menos&#8221; no Brasil e concluiu: &#8220;ainda tem coisa muito ruim pela frente&#8221;.</p>
<p>Veja a íntegra do vídeo:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>https://www.youtube.com/watch?v=nHBUPzqCyjE</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>‘The New York Times’:  Criminosos podem afastar Dilma</title>
		<link>https://pdt-rj.org.br/index.php/the-new-york-times-criminosos-podem-afastar-dilma/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=the-new-york-times-criminosos-podem-afastar-dilma</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Apr 2016 23:40:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Corrupção]]></category>
		<category><![CDATA[Criminosos]]></category>
		<category><![CDATA[Dilma]]></category>
		<category><![CDATA[the new york times]]></category>
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					<description><![CDATA[O jornal americano ‘The New York Times’ publicou nesta sexta (15/4) ampla reportagem com chamada de capa que destaca como é absurdo o processo de impeachment que corre no Brasil contra a presidenta Dilma Rousseff. Nas palavras do jornal, um processo conduzido por parlamentares corruptos, dominado por abusos aos direitos humanos, contra uma presidenta que...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O jornal americano ‘The New York Times’ publicou nesta sexta (15/4) ampla reportagem com chamada de capa que destaca como é absurdo o processo de impeachment que corre no Brasil contra a presidenta Dilma Rousseff.</p>
<p>Nas palavras do jornal, um processo conduzido por parlamentares corruptos, dominado por abusos aos direitos humanos, contra uma presidenta que não é alvo de investigação alguma.</p>
<p>A matéria, assinada por Simon Romero e Vinod Sreeharsha, cita o próprio vice-presidente da República, Michel Temer (PMDB), que assumirá o lugar de Dilma caso o processo seja aprovado no Congresso Nacional, como envolvido no esquema de corrupção da Operação Lava Jato.</p>
<p>Outros que recebem destaque, com direito a foto-legenda, são o presidente da Câmara, Eduardo Cunha (PMDB-RJ), apontado como réu no Supremo Tribunal Federal (STF) por suspeita de ter recebido US$ 40 milhões em propina. Além do deputado federal Paulo Maluf (PP-SP), outro defensor do impeachment, alvo de processos nos Estados Unidos por ter desviado mais de US$ 11,6 milhões.</p>
<p>De acordo com o New York Times, se o golpe passar, teremos a nova &#8220;República dos bananas&#8221;. Enquanto no Brasil a mídia familiar apoia o impeachment, o mais importante jornal dos Estados Unidos denuncia um golpe absurdo.<br />
<em>Confira <a href="http://mobile.nytimes.com/2016/04/15/world/americas/dilma-rousseff-targeted-in-brazil-by-lawmakers-facing-graft-cases-of-their-own.html?_r=0&amp;referer=https://www.google.com.br/" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">a íntegra da reportagem </a>no site do NYT, em inglês.</em><br />
&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>&#8216;Época&#8217;: EUA ajudam Lava Jato a investigar Odebrecht</title>
		<link>https://pdt-rj.org.br/index.php/epoca-eua-ajudam-lava-jato-a-investigar-a-odebrecht/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=epoca-eua-ajudam-lava-jato-a-investigar-a-odebrecht</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Apr 2016 21:09:31 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Corrupção]]></category>
		<category><![CDATA[Lava Jato]]></category>
		<category><![CDATA[Luis Inácio Lula da Silva]]></category>
		<category><![CDATA[Odebrecht]]></category>
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					<description><![CDATA[Reportagem da revista &#8216;Época&#8217;, das Organizações Globo, deixou escapar, inadvertidamente no último final de semana, que o Departamento de Justiça dos Estados Unidos, um dos principais braços da administração Barack Obama, entregou à força-tarefa da Lava Jato dados da caixa de emails de Alexandrino Alencar, ex-diretor da Odebrecht. O email recuperado  comprovaria que o ex-presidente...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p><i>Reportagem da revista &#8216;Época&#8217;, das Organizações Globo, deixou escapar, inadvertidamente no último final de semana, que o Departamento de Justiça dos Estados Unidos, um dos principais braços da administração Barack Obama, entregou à força-tarefa da Lava Jato dados da caixa de emails de Alexandrino Alencar, ex-diretor da Odebrecht. O email recuperado  comprovaria que o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva teve um encontro no México a pedido da empreiteira de Marcelo Odebrecht.</i></p>
<p><i>O ato de Obama revela disputa geopolítica por trás da Lava Jato, que já fez com que a Odebrecht demitisse 70 mil pessoas, paralisasse a construção do submarino nuclear e pode também produzir a abertura do pré-sal.</i></p>
<p><i>O governo russo, de Vladimir Putin, já denunciou a ação dos Estados Unidos para desestabilizar a economia brasileira; e em recente viagem à Argentina, Obama deixou transparecer que apoia o golpe de 2016, assim como ocorreu em 1964.  Reportagem recente da &#8216;Foreign Affairs&#8217; também apontou como, na era Lula, o Brasil vinha se transformando em potência global<u></u><u></u></i></p>
<p><strong><i>–</i></strong><i> Uma reportagem da revista Época, do grupo Globo, revela, de forma inadvertida, as digitais da administração Barack Obama na produção de provas da Operação Lava Jato.<u></u><u></u></i></p>
<p><i>A revelação está na reportagem</i> <a href="http://epoca.globo.com/tempo/noticia/2016/04/pf-acha-prova-de-que-lula-presidente-atendeu-pedido-de-lobista-da-odebrecht.html" target="_blank" data-wpel-link="external" rel="external noopener noreferrer">“PF acha prova de que Lula, presidente, atendeu a pedido de lobista da Odebrecht”</a> <i>e aponta que o Departamento de Justiça dos Estados Unidos recuperou dados da caixa de emails de Alexandrino Alencar, ex-diretor da Odebrecht, que foram entregues à força-tarefa brasileira:<u></u><u></u></i></p>
<p><em>A caixa de e-mails de Alexandrino havia sido apagada, mas foi recuperada graças a uma investigação do </em><strong><i>Departamento de Justiça dos Estados Unidos</i></strong><em>, motivada pela </em><strong><i>Lava Jato</i></strong><em>. Os dados foram enviados à PF no início de março. “O e-mail supra aponta indícios de que Luiz Inácio Lula da Silva era incentivado a atender compromissos de interesse do Grupo Odebrecht ainda quando ocupava a cadeira de presidente”, diz o relatório da polícia enviado ao </em><strong><i>juiz Sergio Moro</i></strong><em> e obtido por </em><strong><i>ÉPOCA</i></strong><em>. O texto curto constitui um novo elemento na investigação sobre a suspeita de que </em><strong><i>Lula</i></strong><em> fez tráfico de influência para a </em><strong><i>Odebrecht</i></strong><em> – não só após deixar o cargo, mas desde que era presidente da República.</em><i><u></u><u></u></i></p>
<p><i>O que &#8216;Época&#8217; retrata como uma ação corriqueira pode ser algo muito maior, inserido numa ação geopolítica dos Estados Unidos, para enfraquecer a economia brasileira.<u></u><u></u></i></p>
<p><i>Desde o início da Operação Lava Jato, o setor de engenharia brasileiro praticamente quebrou. A Odebrecht, sozinha, demitiu 70 mil funcionários e pode reestruturar dívidas de R$ 100 bilhões.<u></u><u></u></i></p>
<p><i>Além disso, foram paralisados projetos estratégicos como a construção dos submarinos nucleares, a cargo da Odebrecht e do grupo francês DCNS, que visam patrulhar a fronteira marítima do Brasil, onde estão as reservas do pré-sal. Outra possível consequência da operação é abertura do pré-sal à exploração de grupos estrangeiros.<u></u><u></u></i></p>
<p><strong><i>De 1964 a 2016</i></strong><i><u></u><u></u></i></p>
<p><i>Na recente viagem que fez à Argentina, o presidente Barack Obama ensaiou um discurso pró-democracia. Ao lado do presidente argentino Mauricio Macri, disse que os Estados Unidos devem perdão aos argentinos por terem apoiado a ditadura sanguinária no país vizinho. Ao comentar a crise no Brasil, Obama se esquivou de condenar o golpe em curso e disse que o “Brasil possui instituições fortes” – a senha que traduz seu apoio à deposição da presidente Dilma Rousseff, que sua própria administração grampeou ilegalmente por meio da NSA. Depois disso, Macri, que vinha condenando o golpe no Brasil, decidiu se calar.<u></u><u></u></i></p>
<p><i>Dias atrás, o jornal russo Pravda apontou as digitais do governo americano na tentativa de derrubada do governo da presidente Dilma (leia mais <a href="http://www.brasil247.com/pt/247/mundo/223329/Jornal-russo-afirma-que-EUA-estariam-por-tr%C3%A1s-de-ato-contra-Dilma.htm" target="_blank" data-wpel-link="external" rel="external noopener noreferrer">aqui</a>). Recentemente, uma reportagem da revista Foreign Affairs também destacou como o Brasil vinha se transformando em player global, graças à ação do ex-presidente Lula e das construtoras brasileiras – especialmente na África e na América Latina (leia <a href="http://www.brasil247.com/pt/247/mundo/184851/B%C3%ADblia-da-pol%C3%ADtica-externa-exalta-Brasil-na-%C3%81frica.htm" target="_blank" data-wpel-link="external" rel="external noopener noreferrer">aqui</a>).<u></u><u></u></i></p>
<p><i>Assim como apoiaram o golpe militar de 1964, ao lado de grupos de comunicação como a Globo, os Estados Unidos também parecem estar envolvidos no golpe de 2016, para que o Brasil volte a ser quintal do império.</i></p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>&#8216;Los Angeles Times&#8217; expõe o absurdo: Presidenta idônea é julgada por corruptos</title>
		<link>https://pdt-rj.org.br/index.php/los-angeles-times-expoe-o-absurdo-presidenta-idonea-e-julgada-por-corruptos/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=los-angeles-times-expoe-o-absurdo-presidenta-idonea-e-julgada-por-corruptos</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 10 Apr 2016 15:09:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Corrupção]]></category>
		<category><![CDATA[Eduardo Cunha]]></category>
		<category><![CDATA[impeachment]]></category>
		<category><![CDATA[Los Angeles Times]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8220;Os políticos que votam o impeachment da presidente do Brasil são mais acusados de corrupção que ela&#8221;. Este é o título de matéria publicada nesta segunda-feira (28) pelo jornal norte-americano Los Angeles Times, que expõe a contradição e o absurdo do atual cenário político brasileiro. O periódico dos Estados Unidos divulga um levantamento feito pela...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>&#8220;Os políticos que votam o impeachment da presidente do Brasil são mais acusados de corrupção que ela&#8221;. Este é o título de matéria publicada nesta segunda-feira (28) pelo jornal norte-americano Los Angeles Times, que expõe a contradição e o absurdo do atual cenário político brasileiro.</p>
<p>O periódico dos Estados Unidos divulga um levantamento feito pela ONG Transparência Brasil sobre os políticos que estão responsáveis por analisar o pedido de impeachment. A partir dos dados fornecidos, o jornal conclui: “A Comissão do Congresso que ajudará a decidir o destino de Dilma Rousseff tem seus próprios problemas jurídicos”. Dos 65 membros da Comissão do Impeachment, 37 enfrentam acusações de corrupção ou outros crimes graves.</p>
<p>&#8220;Cinco membros da comissão são acusados de lavagem de dinheiro, outros 6 de conspiração e 19 são investigados por irregularidades nas contas; 33 são acusados ou de corrupção ou de improbidade administrativa; ao todo, 37 membros foram acusados, alguns deles de crimes múltiplos&#8221;, afirma o jornal.</p>
<p>O texto mostra que a comissão, na verdade, é um espelho do próprio Congresso, já que dos 513 deputados brasileiros, 303 estão sendo investigados por graves crimes. E, no Senado, 49 dos 81 parlamentares estão na mesma situação. O Los Angeles Times acrescenta que os dados fornecidos pela ONG ainda não incluem as informações mais recentes da 26ª fase da Operação Lava Jato, deflagrada na semana passada.</p>
<p>“Dilma Rousseff, por outro lado, nunca foi formalmente investigada ou acusada de corrupção, embora seja extremamente impopular e considerada culpada pela recessão profunda em que o país se encontra&#8221;, afirma o jornal, lembrando que, para tirá-la do poder, os deputados se valem da acusação de que a presidenta teria feito manobras orçamentárias para melhorar as contas do país.</p>
<p>“O processo de cassação foi recentemente acelerado por Eduardo Cunha, presidenteda Câmara Baixa do Congresso, a Câmara dos Deputados. (&#8230;) Se o processo for adiante, Dilma terá muita companhia no sistema de jurídico do Brasil”, diz o jornal, citando alguns dos políticos que são a favor do impeachment, mas respondem por sérias acusações.</p>
<p>O primeiro mencionado pela publicação é o vice-presidente Michel Temer (PMDB), que assumiria em caso de derrubada de Dilma. &#8220;Michel Temer é suspeito, em investigações da Lava Jato, de estar envolvido em um esquema de compra ilegal de etanol&#8221;, diz o texto, em referência à delação do senador Delcídio do Amaral.</p>
<p>Em seguida, o periódico destaca que o senador tucano Aécio Neves, “que perdeu por pouco para Dilma Rousseff, em 2014, foi citado na planilha publicada semana passada [da Odebrecht]”, Além disso, o Los Angeles Times afirma que documentos obtidos durante as apurações indicariam que a família de Aécio manteria contas bancárias secretas em Liechtenstein, algo também mencionado por Delcídio.</p>
<p>O texto faz referência ainda ao fato de o ex-prefeito de São Paulo, Paulo Maluf (PP), também ser membro da comissão do impeachment. O jornal publica que ele tem sido &#8220;procurado pela Interpol” e que “um tribunal de Paris recentemente o condenou à revelia por lavagem de dinheiro e crime organizado&#8221;.</p>
<p>“Isto significa que uma das pessoas ajudando a decidir o curso do impeachment aqui pode não ser capaz de deixar o Brasil, por medo de ser preso fora de suas fronteiras”, estampa o periódico.</p>
<p>&nbsp;</p>
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