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	<title>Conversa Afiada &#8211; PDT</title>
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	<title>Conversa Afiada &#8211; PDT</title>
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		<title>O ‘Paredòn’ de Paulo Henrique Amorim</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 11 Jul 2019 11:34:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Conversa Afiada]]></category>
		<category><![CDATA[Getúlio Vargas]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="683" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2019/07/PHA1.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2019/07/PHA1.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2019/07/PHA1-100x67.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2019/07/PHA1-300x200.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2019/07/PHA1-768x512.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2019/07/PHA1-135x90.jpg 135w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2019/07/PHA1-600x400.jpg 600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p>Há apenas dois dias, o jornalismo brasileiro perdeu um dos raros profissionais capazes de fazer jus ao sentido genuíno da profissão. Assertivo, lúcido e ácido – como pede o momento nacional –, Paulo Henrique Amorim foi abatido por um mal súbito. Partiu deixando o melhor do seu trabalho: a denúncia da canalhice do interesse estrangeiro em usurpar a soberania do Brasil.</p>
<p>Em artigo inédito, remetido ao PDT como texto integrante da próxima cartilha <a href="http://pdt-rj.org.br/index.php/fundacao-leonel-brizola-exalta-memoria-trabalhista-com-cartilhas-historicas/" data-wpel-link="internal">“Memória Trabalhista” </a>que trará a história da Petrobras, Amorim explica como e desde quando o imperialismo ianque trabalha para achacar a estatal brasileira.</p>
<p>Como excelente jornalista, Amorim morreu cumprindo o raro papel de “cão de guarda da sociedade”. Para nós, que ficamos no meio dessa guerra, deixou preparado um paredão para executar narrativas financiadas pelo Tio Sam.</p>
<p>Confira no texto abaixo.</p>
<blockquote class="wp-block-quote is-layout-flow wp-block-quote-is-layout-flow">
<p>Tem um paredón à espera dos assaltantes da Petrobras!</p>
</blockquote>
<p>Eles deram o Golpe para tomar a Petrobras do povo brasileiro! A Petrobras era a bússola dos golpistas.</p>
<p>O blog Conversa Afiada diz que o jornal nacional (com caixa baixa) era o farol dos piratas. Os piratas saíam durante o dia para tramar o Golpe. Mas não tinham uma articulação entre si – sabiam o alvo, a estratégia, mas não tinham a tática. Às oito e meia da noite, o jornal nacional acendia o farol e dava direção aos piratas. Não fosse o jornal nacional não haveria o Golpe.<br /> Não fosse o jornal, não existiria um juizeco de província, um analfabeto funcional – que troca “conjugue” por “conge” –, que depositava o produto diário de seu saque institucional na boca do William Bonner para, primeiro, tomar a Petrobras do povo brasileiro e, segundo, derrubar o Governo trabalhista. Era abater dois coelhos com um golpe só. Moro sabia aonde queria chegar.</p>
<p>A Petrobras de Vargas e Lula seria um salto olímpico na independência do Brasil. Ia gerar recursos para a Saúde e a Educação. E, com uma Educação musculosa, inevitavelmente o Brasil participaria da corrida para desenhar Inteligência Artificial, robótica, automação e, com isso, produtividade.</p>
<p>Assaltar a Petrobras significou também destinar ao Brasil o papel que o professor Wanderley Guilherme dos Santos chama de “copeiro do banquete dos ricos”, porque só os Estados Unidos e a China disputarão esse jogo. O Golpe foi para amarrar o Brasil à produção de soja e galinha – ao pau brasil, velho de guerra. Ao papel de Colônia. De quintal! De fornecedor de petróleo.</p>
<p>O grande brasileiro Guilherme Estrella, que era diretor de Exploração da Petrobras quando descobriu o pré-sal em 2006, conta que, jovem geólogo da Petrobras foi servir no Iraque de Saddam Hussein. Era um contrato de risco. Até que a Petrobras descobriu o magnífico campo de Majnoon. (Foi por causa de Majnoon que o Bush, filho, invadiu o Iraque e, não, por causa de armas de destruição em massa que nunca existiram…).</p>
<p>Uma autoridade iraquiana chamou os geólogos da Petrobras, agradeceu muito o eficiente trabalho, combinou a indenização contratual e disse: esse campo é nosso e de mais ninguém!</p>
<p>Desde quando levou a surra da Dilma em 2010, o Serra prometeu à Chevron entregar o pré-sal. Assim que o pré-sal foi descoberto, os americanos reinventaram a IV Frota e a colocaram estacionada entre o pré-sal brasileiro e o angolano. O Snowden revelou, em 2013, que os americanos espionavam o Brasil e tinham dois alvos: a Dilma e… a Petrobras! Os americanos não gostam da Petrobras desde Vargas.</p>
<p>E sempre usaram a imprensa “brasileira” – que eu chamo de PiG, partido da imprensa golpista – para provocar o suicídio de Vargas, a queda de Jango, impedir a eleição do Brizola, derrubar a Dilma e prender o Lula. É um método. Os Estados Unidos gostam de petróleo. O Irã sabe disso. A Argentina. O Equador. O Iraque. A Venezuela. Querem só pra ele!</p>
<p>Quando Brizola encampou a americana Bond&amp;Share, ao mesmo tempo em que a notícia saía no Diário Oficial do Rio Grande do Sul, ele recebeu um telefonema do presidente Kubitschek para dizer que o Assis Chateaubriand estava ao lado dele, no Palácio, e precisava dar uma palavrinha. Era para reclamar da encampação.</p>
<p>Os filhos do Roberto Marinho – que, como se sabe, não têm nome próprio – faziam o mesmo, todas as noites no jornal nacional. Para reclamar de a Petrobras ser do povo brasileiro. Nessa tarefa sinistra, contavam com os vazamentos criminosos do Juiz (sic) Moro. A Lava Jato é a caçamba da corda americana. A Dilma era um estorvo.</p>
<p>O Golpe já tinha tudo pronto: a tal ponte para o futuro daquele a quem o Brizola se referia como o gatinho angorá dos militares. E, logo cedo, o Serra conseguiu mudar no Senado o regime de partilha para o de concessão do pré-sal. (Como se sabe, o Serra saiu fugido da UNE que presidia no Golpe de 1964, foi para o Chile, casou com uma parente do Presidente Allende, e, levado ao corredor da morte, que Pinochet instalou no Estado Nacional de Santiago. Repentinamente, apareceu como professor de Economia – que nunca estudou – na Universidade de Cornell, nos Estados Unidos. Precisa desenhar?).</p>
<p> Agora, o Governo Bolsonário vai vender tudo. O Posto Ipiranga disse que vai vender do Palácio da Alvorada à Petrobras. Tudo! Instalou na Petrobras um Xi!Cago Boy de medíocre formação acadêmica e longa militância na banca. A função dele é desconstruir a Petrobras – como tentou o Fernando Henrique, com a Petrobrax – e entregar o pré-sal ao Serra – aos patrocinadores do Serra, bem entendido.</p>
<p>Porém, como se sabe, a canoa vira. E, a depender da maré, é possível até montar um paredòn. O Conversa Afiada já tem um paredòn e uma lista dos que a ele serão, breve, conduzidos. <br /> O paredòn do Conversa Afiada é, em sentido figurado, óbvio. Não recomenda construir aquela parede que o Che Guevara erigiu para punir os aliados do regime Batista.</p>
<p>O paredòn do Conversa Afiada dói mais ainda: será a irreversível punição moral da História! A morte mais abjeta! Serra e Pedro Parente já estão sentados na primeira fila, à espera da primeira bala!&#8221;</p>
<p style="text-align:right"><strong>Paulo Henrique Amorim</strong></p>
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