<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?><?xml-stylesheet type="text/xsl" href="https://pdt-rj.org.br/wp-content/plugins/rss-feed-styles/public/template.xsl"?><rss version="2.0"
	xmlns:content="http://purl.org/rss/1.0/modules/content/"
	xmlns:wfw="http://wellformedweb.org/CommentAPI/"
	xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/"
	xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"
	xmlns:sy="http://purl.org/rss/1.0/modules/syndication/"
	xmlns:slash="http://purl.org/rss/1.0/modules/slash/"
	xmlns:rssFeedStyles="http://www.lerougeliet.com/ns/rssFeedStyles#"
>

<channel>
	<title>construção da igualdade &#8211; PDT</title>
	<atom:link href="https://pdt-rj.org.br/index.php/tag/construcao-da-igualdade/feed/" rel="self" type="application/rss+xml" />
	<link>https://pdt-rj.org.br</link>
	<description>Rio de Janiero - RJ</description>
	<lastBuildDate>Mon, 30 Jan 2017 19:39:31 +0000</lastBuildDate>
	<language>pt-BR</language>
	<sy:updatePeriod>
	hourly	</sy:updatePeriod>
	<sy:updateFrequency>
	1	</sy:updateFrequency>
	<generator>https://wordpress.org/?v=6.8.3</generator>

<image>
	<url>https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/rosa-32x32.jpg</url>
	<title>construção da igualdade &#8211; PDT</title>
	<link>https://pdt-rj.org.br</link>
	<width>32</width>
	<height>32</height>
</image> 
<rssFeedStyles:button name="Like" url="https://www.facebook.com/sharer/sharer.php?u=%url%"/><rssFeedStyles:button name="G+" url="https://plus.google.com/share?url=%url%"/>	<item>
		<title>Miguelina Vecchio: “É preciso continuar lutando pelo nosso espaço”</title>
		<link>https://pdt-rj.org.br/index.php/miguelina-vecchio-conseguimos-muitos-avancos-dentro-do-proprio-partido/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=miguelina-vecchio-conseguimos-muitos-avancos-dentro-do-proprio-partido</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 17 Jan 2017 02:59:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[AMT]]></category>
		<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Ação da Mulher Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[aprendizado coletivo]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Lupi]]></category>
		<category><![CDATA[construção da igualdade]]></category>
		<category><![CDATA[gênero]]></category>
		<category><![CDATA[igualdade da mulher]]></category>
		<category><![CDATA[Leonel Brizola]]></category>
		<category><![CDATA[Miguelina Vecchio]]></category>
		<category><![CDATA[PDT]]></category>
		<category><![CDATA[políticas públicas]]></category>
		<category><![CDATA[sociedade civil organizada]]></category>
		<guid isPermaLink="false">http://pdt-rj.org.br/?p=52220</guid>

					<description><![CDATA[<img width="960" height="640" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/01/Miguelina-Vecchio.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" fetchpriority="high" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/01/Miguelina-Vecchio.jpg 960w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/01/Miguelina-Vecchio-100x67.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/01/Miguelina-Vecchio-300x200.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/01/Miguelina-Vecchio-768x512.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/01/Miguelina-Vecchio-135x90.jpg 135w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/01/Miguelina-Vecchio-600x400.jpg 600w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" />Mais da metade da população brasileira é composta por mulheres. Por outro lado, elas não representam 10% do quadro político no país. O fato está impresso no resultado das últimas eleições municipais: de cada 10 prefeitos eleitos em primeiro turno, apenas um é do sexo feminino. Atento a esse fato, o PDT tem lutado pela...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="960" height="640" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/01/Miguelina-Vecchio.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/01/Miguelina-Vecchio.jpg 960w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/01/Miguelina-Vecchio-100x67.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/01/Miguelina-Vecchio-300x200.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/01/Miguelina-Vecchio-768x512.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/01/Miguelina-Vecchio-135x90.jpg 135w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/01/Miguelina-Vecchio-600x400.jpg 600w" sizes="(max-width: 960px) 100vw, 960px" /><p>Mais da metade da população brasileira é composta por mulheres. Por outro lado, elas não representam 10% do quadro político no país. O fato está impresso no resultado das últimas eleições municipais: de cada 10 prefeitos eleitos em primeiro turno, apenas um é do sexo feminino.</p>
<p>Atento a esse fato, o PDT tem lutado pela inserção da mulher na política por meio do seu forte braço feminino, a Ação da Mulher Trabalhista (AMT).</p>
<p>Em entrevista ao portal do PDT, a presidente nacional da AMT e primeira vice-presidente nacional do PDT, Miguelina Vecchio, contou um pouco da história do Movimento e falou sobre a luta das mulheres trabalhistas na política brasileira.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>PDT – </em></strong><strong>Quando nasceu a AMT e o que motivou a sua criação?</strong></p>
<p><strong><em>Miguelina</em></strong><strong> – </strong>O PDT foi o primeiro partido político a incluir a questão da mulher em seu estatuto partidário. Brizola tinha a visão da necessidade de qualificar os quadros femininos do partido. Então, entre 1980 e 1981, foi criado o primeiro Movimento de mulheres.</p>
<p>A primeira intenção da AMT era tornar as mulheres visíveis dentro do partido. Em seguida, fizemos do discurso do partido sobre a igualdade da mulher, algo orgânico no exercício do poder. Por exemplo: se tem prefeitura do PDT, tinha que incluir secretárias mulheres para fazer políticas públicas voltadas para as mulheres.</p>
<p>Além disso, tínhamos a ideia de capacitar as mulheres para o exercício do mandato com uma visão mais generosa para o conjunto do gênero feminino.</p>
<p><strong><em>PDT – </em></strong><strong>Como a Ação construiu sua identidade?</strong></p>
<p><strong><em>Miguelina</em></strong> – No princípio, muitas mulheres do Movimento não tinham uma visão apurada sobre gênero e construção da igualdade. Era uma luta para disputar o poder individualmente. Com o tempo, fomos entendendo que os avanços tinham de ser coletivos e todas nós aprendemos com isso. Tivemos de nos acostumar com a ideia de que esse aprendizado coletivo é que levaria a AMT a se tornar efetivamente um órgão dentro do PDT.</p>
<p>Começamos a fomentar dentro dos organismos internos do partido que essas mulheres começassem a ocupar espaço na sociedade civil organizada. A primeira orientação era para que elas fossem para os Conselhos de Direitos das Mulheres nos municípios e nos Estados, levando o nome da Ação da Mulher Trabalhista como sua identidade. Assim fomos conquistando espaço.</p>
<p><strong><em>PDT</em></strong><strong> – A política no Brasil é essencialmente machista. De que forma a AMT conquistou espaço nesse universo?</strong></p>
<p><strong><em>Miguelina</em></strong> – Essa conquista começou dentro do próprio partido. Lançamos o Movimento, mas tínhamos pouca representatividade no exercício da estrutura partidária. A Executiva Nacional, por exemplo, tem poucas mulheres. Essa realidade tem mudado desde que Lupi assumiu a presidência do PDT, porque ele tem uma visão diferenciada a respeito da questão da mulher. Muitos companheiros homens que estão na Executiva acham que devem ocupar todo o espaço. Mas Lupi faz pressão para que a gente ocupe esse espaço e todo mundo acaba concordando porque ele é o líder.</p>
<p>Depois que chegamos aos Conselhos de Direitos das Mulheres, começamos a disputar espaço para ocupar Secretarias da Mulher em prefeituras do PDT. Aqui em Porto Alegre, por exemplo, a secretária da mulher é presidente estadual da AMT no Rio Grande do Sul.</p>
<p>Passamos a fiscalizar as políticas para a mulher por meio dos Conselhos e, também, a formular essas políticas nas Secretarias. Não foi fácil porque existiam interesses divergentes a nossa causa, mas ganhamos a briga e os nomes indicados para as Secretarias, hoje, são escolhidos pela Ação da Mulher Trabalhista.</p>
<p><strong><em>PDT</em></strong><strong> – Quais as grandes conquista da AMT em sua jornada?</strong></p>
<p><strong><em>Miguelina</em></strong> – Conseguimos muitos avanços dentro do próprio partido. Para começar, eu sou a primeira vice-presidente mulher do PDT. Baixamos uma resolução para que as mulheres que ocupam os 30% das vagas nos diretórios sejam indicadas por nós. Aumentamos o investimento partidário em capacitação de mulheres para mais de 10% dos fundos, em vista que o mínimo estabelecido por Lei é de 5%.</p>
<p>Essas são algumas das nossas conquistas e volto a afirmar que o apoio do presidente Carlos Lupi foi muito importante para o desenvolvimento da AMT. De todos os Movimentos de mulheres em partidos políticos, o nosso é o que tem a melhor relação com a presidência.</p>
<p><strong><em>PDT</em></strong> – <strong>Quais os frutos da luta da AMT para a sociedade em geral?</strong></p>
<p><strong><em>Miguelina</em></strong> – Muitos. Na medida em que a Ação interfere no exercício das prefeituras, por exemplo, mostra para as mulheres qual é a necessidade da escola integral. É ela que vai reduzir ou banir o trabalho infantil, evitar a gravidez na adolescência, entre outras coisas. Em poucos itens explicados para as mulheres, elas passam a entender a escola de turno integral além de um lugar para deixar os filhos. Isso é um processo de intervenção que as mulheres são capazes de fazer para outras mulheres.</p>
<p>Outro exemplo: desde que a nossa companheira assumiu a subsecretária de mulheres do município de Porto Alegre, nenhuma vítima de violência foi a óbito. Lá tem um sistema integrado com outras prefeituras que quando uma mulher está sendo perseguida, ela é tirada da cidade. Isso é o exercício daquilo que acreditamos e que podemos colocar na gestão pública.</p>
<p><strong><em>PDT – </em></strong><strong>Qual a importância da inserção da mulher na política?</strong></p>
<p><strong><em>Miguelina</em></strong> – Total. Não se pode falar em igualdade, socialismo, oportunidades, se tiver mais da metade da população [mulheres no Brasil] banida das decisões políticas. É a política que define tudo. Se as mulheres não estiverem neste processo, a política não terá a totalidade dos sonhos e dos desejos da população.</p>
<p>Ainda que tenhamos menos de 10% de representação, não daria para contar que estes 10% se reconhecem como mulheres no exercício do mandato porque muitas são filhas de alguém, mulheres de alguém, e acabam fazendo política com o olhar masculino. É preciso continuar lutando pelo nosso espaço para que a representatividade na política traduza a realidade social do país.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
	</channel>
</rss>
