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	<title>conquistas &#8211; PDT</title>
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		<title>PDT celebra Dia da Consciência Negra com programação cultural</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 23 Nov 2016 15:25:20 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[Em comemoração ao Dia da Consciência Negra, celebrado anualmente em 20 de novembro, o PDT realizou ato em homenagem à deputada Benedita da Silva e a todos os parlamentares negros da Casa, com a exposição de painel de fotos, apresentação de danças,tambor crioulo e cantoria. O evento  contou com a presença do presidente da Câmara,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<div dir="ltr"><img decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-50721 alignleft" src="http://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/11/30825826900_a72891ce48_c-300x200.jpg" alt="Dia da Consciência Negra é celebrado pelo PDT com programação cultural" width="300" height="200" />Em comemoração ao Dia da Consciência Negra, celebrado anualmente em 20 de novembro, o PDT realizou ato em homenagem à deputada Benedita da Silva e a todos os parlamentares negros da Casa, com a exposição de painel de fotos, apresentação de danças,tambor crioulo e cantoria. O evento  contou com a presença do presidente da Câmara, Rodrigo Maria (DEM-RJ).</div>
<div dir="ltr"> </div>
<div dir="ltr"><a href="https://www.facebook.com/profile.php?id=100004235474669&amp;fref=ts" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">Damião Feliciano</a> (PDT-PB), idealizador do ato de homenagem, afirmou que muito foram os avanços e conquistas para os negros no Brasil. “Muita coisa evoluiu em relação à negritude. Graças a políticas de ascensão social e afirmação racial, triplicou o número de negros na universidade”, disse o deputado, ao afirmar que, a partir deste ano, todo o dia da Consciência Negra homenageará uma pessoa viva e outra <em>in memoriam</em>.</div>
<div dir="ltr"> </div>
<div dir="ltr"><em>In memoriam,</em> Damião homenageou João Silva Carvalho Filho, conhecido como João Balula, um homem que lutou pelo direito dos negros na Paraíba. Balula era militante do movimento artístico e cultural paraibano. Atuou no teatro, na música e na dança, exaltando a cultura negra. Conhecido por sua luta intransigente contra o racismo e o preconceito, João Balula naturalmente se tornou um líder do movimento negro paraibano.</div>
<div dir="ltr"> </div>
<div dir="ltr">“Suas ideias libertárias eram a base da sua existência. Pouco importava estar diante de um juiz ou de um morador de rua. Balula comportava-se exatamente da mesma forma e tratava todo mundo com o mais profundo respeito”, elogiou emocionado o pedetista.</div>
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<div dir="ltr"><figure id="attachment_50718" aria-describedby="caption-attachment-50718" style="width: 300px" class="wp-caption alignright"><img loading="lazy" decoding="async" class="size-medium wp-image-50718" src="http://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/11/30825925660_b070f6d0b9_b-300x200.jpg" alt="Da esquerda para a direita: os deputados federais Weverton Rocha – líder do PDT na Câmara –, Mário Heringer (PDT-MG), Rinaldo Lessa (PDT-AL), o presidnete da Casa, Rodrigo Maia, e Damião Feliciano (PDT-PB)" width="300" height="200" /><figcaption id="caption-attachment-50718" class="wp-caption-text"><em>Da esquerda para a direita: os deputados federais Weverton Rocha (MA) – líder do PDT na Câmara –, Mário Heringer (PDT-MG), Ronaldo Lessa (PDT-AL), o presidente da Casa, Rodrigo Maia, e Damião Feliciano (PDT-PB)</em></figcaption></figure>Ao homenagear também a deputada Benedita da Silva, Damião enalteceu a longa e bem-sucedida carreira e uma vida de luta e sacrifícios pelos direitos dos negros e das mulheres. “Ela é um exemplo de mulher negra que dá valor a sua raça. Uma mulher valente, determinada. Foi a primeira negra vereadora, governadora e senadora pelo Estado do Rio de Janeiro, deputada Constituinte, Secretária de Estado, Ministra de Assistência Social e deputada federal. Benedita rompeu barreiras e sua atuação ajudou a escrever a história recente do país”, apontou Damião.</div>
<div dir="ltr"> </div>
<div dir="ltr">
<div dir="ltr">O deputado Weverton Rocha (MA), líder do PDT na Câmara, lembrou que, sem distinção de raça, “todos somos iguais perante Deus e temos que lutar pela igualdade racial e social. Temos que nos unir para acabar com as desigualdades. Oposição e situação precisam se esforçar e continuar dialogando nas pautas sociais, como a do combate ao racismo.”</div>
<div dir="ltr"> </div>
<p>A programação cultural em celebração ao dia da Consciência Negra segue até o dia 29 de novembro  com a realização da sessão solene.</p></div>
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		<title>Dia Mundial de Combate à Homofobia</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 20 May 2016 15:29:10 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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		<category><![CDATA[PDT Diversidade]]></category>
		<category><![CDATA[Amanda Anderson]]></category>
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					<description><![CDATA[&#8220;Só há duas opções nesta vida: se resignar ou se indignar. E eu não vou me resignar nunca.&#8221; Darcy Ribeiro Poucos sabem a verdadeira simbologia que esse dia representa. Mas para a população de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT) internacionalmente falando, esse foi o início, em 1990, da extinção da classificação da homossexualidade...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p style="text-align: right;"><em>&#8220;Só há duas opções nesta vida: se resignar ou se indignar. E eu não vou me resignar nunca.&#8221;</em></p>
<p style="text-align: right;"><strong>Darcy Ribeiro</strong></p>
<p style="text-align: left;">Poucos sabem a verdadeira simbologia que esse dia representa. Mas para a população de lésbicas, gays, bissexuais, travestis e transexuais (LGBT) internacionalmente falando, esse foi o início, em 1990, da extinção da classificação da homossexualidade como doença pela Organização Mundial de Saúde (OMS), mais precisamente no dia 17 de maio daquele ano.</p>
<p>O avanço no Brasil se daria três anos depois, mesmo em conturbados tempos da nova democracia brasileira, que ainda condenava pessoas LGBTs por vadiagem, aplicando a Lei de Contravenções Penais, mais precisamente em seu artigo 59, para perseguir essa parcela da população durante a ditadura civil-militar ou, como conhecido popularmente, o dia que durou 21 anos.</p>
<p>É oportuno informar que a terminologia se fazia correta naquele tempo, posto que toda a diversidade sexual conhecido nos dias atuais era abarcada pelo termo homo, sem as distinções – lésbicas, bissexuais, travestis, transexuais, gays, entre outros – das diferentes classificações que diferenciam orientação sexual e identidade de gênero.</p>
<p>Em uma recém-instaurada democracia, esse fora o primeiro passo para uma “liberdade” social; um pequeno quinhão pelas lutas travadas desde a década de 80 quando, em meio à ditadura, esses eram caçados e mortos como em uma limpeza social ou, como relatado por Jeferson Buff, quando do relatório da CNV sobre essa perseguição:</p>
<p>“Se para o regime, ser homossexual era algo considerado subversivo e um agravante da periculosidade de uma pessoa frente à Segurança Nacional, além de ameaçar a moral e os bons costumes – pensamento que tinha o apoio de grande parte da sociedade –, para os grupos de esquerda, os movimentos LGBTs consistiam em uma &#8220;luta menor&#8221;, ou um &#8220;vício pequeno burguês.”</p>
<p>Foram parcos os avanços desde então, mesmo com o surgimento de demandas legislativas, a inércia e a omissão têm marcado as lutas e intensificado a resistência da população LGBT em meio ao estado conservador que emerge em nosso país, onde os direitos ainda não são iguais para todos.</p>
<p>O PDT tem estado presente nessa luta, desde a eleição do primeiro homossexual Deputado Federal em 1982, até a criação do PDT Diversidade, para compor essa luta por Direitos Humanos, legado de nossa história, e honrando nossa bandeira trabalhista, sendo precursor no reconhecimento da cidadania LGBT.</p>
<p>Ainda assim, nossa luta tem sido reconhecida nesses 36 anos de movimento, desde aquele dia nas escadarias do Teatro Municipal de São Paulo, em luta pelos presos políticos e desaparecidos, temos resistido, não mais como minorias, como classificado atualmente na gestão Temer, mas como população LGBT que somos, portadores de direitos e dignos de reconhecimento para viver em sociedade.</p>
<p>Não vamos desistir em meio a retrocessos, vamos permanecer na luta por uma democracia soberana e igualitária.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>(*) Amanda Anderson é presidente nacional do PDT Diversidade e vice-presidente MT/MS da UNE. </em></strong></p>
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