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	<title>Código Penal &#8211; PDT</title>
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	<title>Código Penal &#8211; PDT</title>
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		<title>PDT entra com notícia-crime no STF por atos antidemocráticos de Bolsonaro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 08 Sep 2021 19:00:17 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="864" height="484" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/PDT-entra-com-notícia-crime-no-STF-por-atos-antidemocráticos-de-Bolsonaro.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/PDT-entra-com-notícia-crime-no-STF-por-atos-antidemocráticos-de-Bolsonaro.jpg 864w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/PDT-entra-com-notícia-crime-no-STF-por-atos-antidemocráticos-de-Bolsonaro-100x56.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/PDT-entra-com-notícia-crime-no-STF-por-atos-antidemocráticos-de-Bolsonaro-300x168.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/PDT-entra-com-notícia-crime-no-STF-por-atos-antidemocráticos-de-Bolsonaro-768x430.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/PDT-entra-com-notícia-crime-no-STF-por-atos-antidemocráticos-de-Bolsonaro-161x90.jpg 161w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/PDT-entra-com-notícia-crime-no-STF-por-atos-antidemocráticos-de-Bolsonaro-600x336.jpg 600w" sizes="(max-width: 864px) 100vw, 864px" /><div class="msg-body P_wpofO mq_AS" data-test-id="message-view-body-content">
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<p class="yiv4667570550MsoNormal"><em><b>Lupi cita descumprimentos do Código Penal pelo presidente da República e pede remessa dos autos à PGR</b></em></p>
<p class="yiv4667570550MsoNormal">O PDT, por intermédio do seu presidente nacional, Carlos Lupi, entrou com nova notícia-crime no Supremo Tribunal Federal (STF), nesta quarta-feira (8), para investigar o presidente da República, Jair Bolsonaro, em função das manifestações golpistas no último 7 de Setembro.</p>
<p class="yiv4667570550MsoNormal">Em análise, o estímulo público à prática de crimes e exposição da saúde ou vida dos cidadãos a perigo iminente, previstos nos dispositivos do Código Penal (CP).</p>
<p class="yiv4667570550MsoNormal">“Ao incitar a desordem nos seus apoiadores, especialmente a instaurar um clima bélico contra o Supremo Tribunal Federal, em tons de ameaça, o Senhor Jair Messias Bolsonaro também incorreu no tipo descrito no art. 286 do Código Penal”, tipificou Lupi, ao indicar, em paralelo, o artigo 132, de promoção de aglomeração em todo o país, diante do contexto da pandemia da Covid-19.</p>
<p class="yiv4667570550MsoNormal">A petição pedetista detalha ainda as implicações dos discursos e articulações antidemocráticas no artigo 359-L do CP, que passou a vigorar, neste mês, em consonância com a revogação da Lei de Segurança Nacional.</p>
<p class="yiv4667570550MsoNormal">Com isso, Bolsonaro pode ainda ser penalizado por “tentar, com emprego de violência ou grave ameaça, abolir o Estado Democrático de Direito, impedindo ou restringindo o exercício dos poderes constitucionais”.</p>
<p class="yiv4667570550MsoNormal">Segundo a sigla, desde o início do mês de agosto Bolsonaro busca conclamar uma parte da população para tentar demonstrar falaciosamente “que as Forças Armadas têm apoio popular para dar início a uma ruptura institucional”.</p>
<p class="yiv4667570550MsoNormal">“A finalidade do ato não foi outra senão a de insuflar a população com ideias maledicentes contra o Supremo Tribunal Federal e seus ministros, especificamente os ministros Alexandre de Moraes e Luís Roberto Barroso”, apontou, no documento, que pede a remessa dos autos à Procuradoria-Geral da República.</p>
<p class="yiv4667570550MsoNormal">“Ao ameaçar o STF e ao verbalizar que não mais cumprirá as decisões emanadas pela Corte Excelsa, o Senhor Jair Messias Bolsonaro não está apenas desrespeitando o Poder Judiciário, como também está a estorvar um cânone, um preceito fundamental, que deixará em aberto o caminho para o cometimento de novas teratologias e acintes”, completou.</p>
<p class="yiv4667570550MsoNormal">Confira a íntegra da petição <a href="http://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/NOTÍCIA-CRIME-CONTRA-BOLSONARO-7-DE-SETEMBRO-DE-2021.pdf" data-wpel-link="internal"><b>aqui</b></a>.</p>
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		<item>
		<title>Ministro Marco Aurélio envia à PGR notícia-crime do PDT contra Bolsonaro por gastos com alimentos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 03 Feb 2021 22:33:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Manchete]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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<p>Como compete ao procurador-geral da República investigar e propor eventual ação penal por crime comum atribuído ao presidente da República, caberá a Aras a adoção das medidas que entender necessárias para a elucidação dos fatos.</p>
<p>Na Petição <a href="http://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/01/PET.INICIAL.pdf" data-wpel-link="internal">(Pet) 9404,</a> o PDT narra que reportagem veiculada na imprensa, com base nos dados dispostos no Painel de Compras atualizado pelo Ministério da Economia, revelou a aplicação de significativa soma de dinheiro público na compra de produtos alimentícios supérfluos.</p>
<p>Os referidos gastos são desproporcionais à natureza dos produtos e à quantidade de pessoas que porventura os consumiriam. Diante disso, a legenda argumenta que os fatos devem ser objeto de investigação, para que se verifique a ocorrência de superfaturamento ou condutas corruptivas.</p>
<p>No entendimento do PDT, o caso é de possível ocorrência do delito de peculato (artigo 312 do Código Penal), uma vez  que há fartos indícios de que o presidente da República teria desviado recursos públicos, em benefício próprio ou alheio, com a aquisição desmedida de itens como leite condensado, iogurte natural, refrigerantes e chicletes, sem a demonstração da necessidade das compras, valor 20% superior ao gasto do ano anterior.</p>
<p>O PDT também ressalta, nos argumentos, que, ao direcionar e permitir gastos exorbitantes com esses itens alimentícios, em vez de destinar as quantias ao combate e à prevenção à Covid-19, Bolsonaro também cometeu o delito de prevaricação (artigo 319 do Código Penal).</p>
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		<item>
		<title>A pedido de Túlio Gadêlha, Comissão discutirá combate ao trabalho escravo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 24 Apr 2019 23:30:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso]]></category>
		<category><![CDATA[Código Penal]]></category>
		<category><![CDATA[combate ao trabalho escravo]]></category>
		<category><![CDATA[Erradicação do Trabalho Escravo]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="1000" height="667" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2019/04/Túlio-Gadelha.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2019/04/Túlio-Gadelha.jpg 1000w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2019/04/Túlio-Gadelha-100x67.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2019/04/Túlio-Gadelha-300x200.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2019/04/Túlio-Gadelha-768x512.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2019/04/Túlio-Gadelha-135x90.jpg 135w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2019/04/Túlio-Gadelha-600x400.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><p>A pedido do deputado Túlio Gadêlha (PDT-PE) a Comissão de Trabalho, de Administração e Serviço Público realizará, nesta quinta-feira (25/04) uma audiência pública para debater o combate ao trabalho escravo. O deputado argumenta que as mudanças trabalhistas recentes, assim como a extinção do Ministério do Trabalho, colocam em risco as conquistas dos últimos anos.</p>
<p>Gadêlha ressalta que iniciativas como a criação do Grupo Especial de Fiscalização Móvel (GEFM) e da lista suja do trabalho escravo levaram ao resgate de mais 53 mil trabalhadores em situação análoga à escravidão entre 1995 e 2018.</p>
<p>O deputado destaca ainda que o Código Penal define como critérios para a escravidão contemporânea trabalho forçado, jornada exaustiva, condição degradante de trabalho, restrição da locomoção do empregado em razão de dívida e retenção no local de trabalho. Trabalhadores encontrados nestas condições, além de serem imediatamente libertados, têm direito ao seguro-desemprego, e os empregadores são inscritos na “lista suja”.</p>
<p>Ainda de acordo com Túlio Gadêlha, a Comissão Nacional para Erradicação do Trabalho Escravo (Contrae), publicou em dezembro nota em que manifesta preocupação com a continuidade do combate ao trabalho escravo. Além das consequências humanitárias desastrosas, o fim dessa política poderia trazer prejuízos econômicos ao país, lembra o deputado. O Brasil poderia “sofrer sanções comerciais e redução de investimentos de fundos com responsabilidade social”, afirma.</p>
<p>Foram convidados para o debate:</p>
<p>– secretário especial de Previdência e Trabalho do Ministério da Economia, Leonardo Rolim;</p>
<p>– secretário executivo da Comissão Nacional de Erradicação do Trabalho Escravo (Conatrae), Dante Oliveira;</p>
<p>– corregedor-geral do Tribunal Superior do Trabalho, Lélio Bentes Correa; e</p>
<p>– representante dos Auditores Fiscais do Trabalho Carlos Fernando da Silva Filho.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Projeto de Mário Heringer para combater &#8216;Boa Noite, Cinderela&#8217; é aprovado na Comissão de Defesa da Mulher</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 18 Sep 2017 21:53:07 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Boa noite Cinderela]]></category>
		<category><![CDATA[Código Penal]]></category>
		<category><![CDATA[crime hediondo]]></category>
		<category><![CDATA[Mário Heringer]]></category>
		<category><![CDATA[violação sexual]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="1024" height="680" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/09/marioheringeralta.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/09/marioheringeralta.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/09/marioheringeralta-100x66.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/09/marioheringeralta-300x199.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/09/marioheringeralta-768x510.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/09/marioheringeralta-136x90.jpg 136w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/09/marioheringeralta-600x398.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" />Em junho deste ano, um homem foi preso por estuprar pelo menos duas jovens, de 14 e 20 anos, após dopá-las. O caso aconteceu em Salinas, no norte de Minas. Infelizmente, casos de estupros associados ao uso de substância para dopar as vítimas, conhecido como &#8220;Boa Noite, Cinderela&#8221;, são frequentemente registrados em todo Brasil. Para...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="680" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/09/marioheringeralta.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/09/marioheringeralta.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/09/marioheringeralta-100x66.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/09/marioheringeralta-300x199.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/09/marioheringeralta-768x510.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/09/marioheringeralta-136x90.jpg 136w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/09/marioheringeralta-600x398.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p>Em junho deste ano, um homem foi preso por estuprar pelo menos duas jovens, de 14 e 20 anos, após dopá-las. O caso aconteceu em Salinas, no norte de Minas. Infelizmente, casos de estupros associados ao uso de substância para dopar as vítimas, conhecido como &#8220;Boa Noite, Cinderela&#8221;, são frequentemente registrados em todo Brasil.</p>
<p>Para combater esse crime, o deputado federal Mário Heringer (PDT-MG) apresentou, em 2016, o Projeto de Lei 5.649.</p>
<p>“No Brasil, o tratamento emprestado pelo Código Penal ao tema da violência sexual por uso de psicotrópico, desde 2009, é o de que a conjunção carnal ou a prática de ato libidinoso mediante fraude não configura estupro, mas crime menor – violação sexual –, punido de forma muito mais branda”, justifica Mário Heringer, na apresentação do projeto de lei.</p>
<p>O Projeto de Lei 5.649 foi aprovado neste mês de setembro na Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher. Agora, ele seguirá para a última etapa de tramitação antes de seguir para apreciação em Plenário: a Comissão de Constituição e Justiça (CCJ).</p>
<p>O PL de autoria do deputado Mário Heringer prevê uma punição mais rígida para quem praticar abuso sexual com vítimas dopadas. Entre medidas previstas, está considerar este crime hediondo, impossibilitando que o autor responda em liberdade.</p>
<p>O PL de autoria de Heringer tramita em conjunto com outros projetos relacionados ao tema e seu parecer favorável na Comissão de Defesa dos Direitos da Mulher recebeu um substitutivo. Com a tramitação em conjunto e complementações feitas na comissão, a tramitação caminha para que o tema de estupro com uso de substância psicotrópica seja ampliado.</p>
<p>Entre as medidas previstas na tramitação conjunta estão a de que o crime de estupro terá pena ampliada caso seja cometido por duas ou mais pessoas.  Considerar crime a divulgação de cena de estupro é outra ação prevista.</p>
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		<title>Subtenente Gonzaga defende Regime Penitenciário de Segurança Máxima no País</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 04 Sep 2017 18:49:51 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso]]></category>
		<category><![CDATA[Código Penal]]></category>
		<category><![CDATA[Lei de Execução Penal]]></category>
		<category><![CDATA[PDT]]></category>
		<category><![CDATA[PL 7223/06]]></category>
		<category><![CDATA[Regime Penitenciário de Segurança Máxima]]></category>
		<category><![CDATA[Subtenente Gonzaga]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="671" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/subtenente_20171-1024x671.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/subtenente_20171-1024x671.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/subtenente_20171-1024x671-100x66.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/subtenente_20171-1024x671-300x197.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/subtenente_20171-1024x671-768x503.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/subtenente_20171-1024x671-137x90.jpg 137w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/subtenente_20171-1024x671-600x393.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p>A Comissão Especial da Câmara dos Deputados criada para analisa os 36 projetos que integram o <a href="http://www.camara.gov.br/proposicoesWeb/fichadetramitacao?idProposicao=327891" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">PL 7223/06</a> e que cria o Regime Penitenciário de Segurança Máxima no Brasil, aprovou, na última semana, o parecer favorável de seu relator, o deputado federal Subtenente Gonzaga (PDT-MG).  O pedetista defende que o principal objetivo da proposta é criar regras mais duras para os presos envolvidos com organizações criminosas.</p>
<p>O tema conquistou a atenção dos parlamentares após as rebeliões ocorridas em penitenciárias de diferentes estados brasileiros, no inicio deste ano, desencadeadas por disputas entre facções criminosas rivais.</p>
<p>Os conflitos ocorridos nas cidades de Manaus (AM), Roraima (RR) e em Nísia Floresta, na Grande Natal (RN) deixaram mais de 100 detentos mortos, de acordo como números divulgados. Somado aos agentes penitenciários feitos reféns, os conflitos revelaram a fragilidade do sistema penitenciário nacional e mobilizaram a opinião pública.</p>
<p>Para o Subtenente Gonzaga, o estabelecimento do regime de segurança máxima no País será fundamental para impedir as ligações entre os presos e as organizações criminosas, o que, em sua opinião, “apaziguará o clima nas penitenciárias”.</p>
<p>&#8220;Queremos aproveitar esse projeto para efetivamente oferecer alternativas ao sistema prisional, tanto do ponto de vista de um regime disciplinar, que dê mais eficácia aos gestores quanto à interrupção da comunicação nos presídios”, declarou o Subtenente.</p>
<p>A proposta, de origem no Senado, altera a Lei de Execução Penal, de 1984 e o Código de Processo Penal. Entre outras medidas, o Regime de Segurança Máxima prevê que o detento seja recolhido em cela individual, realize banho de sol de, no máximo, duas horas diárias, e seja proibido de se comunicar com outros detentos e agentes penitenciários.</p>
<p>As novas regras também estabelecem que todas as eventuais saídas do presídio sejam monitoradas e as visitas mensais dos familiares controladas por meio de gravação e filmagem, além de o detento e seu parente se comunicarem via interfone, separados por um vidro.</p>
<p>O texto aprovado pelo Subtenente também determina que os estabelecimentos penitenciários, especialmente os destinados ao regime disciplinar diferenciado e o regime de segurança máxima, disponham de equipamentos de segurança como bloqueadores de telecomunicação para telefones celulares e radiotransmissores, entre outros.</p>
<p>“Hoje, temos o absurdo de ser crime você entrar no presídio com telefone, mas não ser crime você utilizar o telefone. Portanto, também estamos propondo, como um efeito da condenação, lá no Código Penal, a perda do sigilo da privacidade da comunicação para que, no regime fechado, possam ser destruídos os sistemas de comunicação”, explica o parlamentar.</p>
<p><strong>Cumprimento de pena</strong></p>
<p>Outra preocupação do Subtente é a alteração das regras da progressão de regime de cumprimento de pena que, hoje, permite ao condenado a oito anos de prisão ser solto após cumprir um sexto da pena. Nesse sentido, ele destaca a importância de o regime disciplinar de segurança máxima permitir o isolamento por até quatro anos.</p>
<p>“É inaceitável que um sexto da pena seja suficiente para um criminoso que tenha recebido uma pena mínima de oito anos – pois não estamos falando de um criminoso qualquer –, porque nós sabemos que o regime fechado só é cumprido quando a condenação é superior a oito anos”, argumenta o subtenente.</p>
<p>O deputado explica que, de acordo com as novas regras, o tempo mínimo para que o preso venha a ser solto passará de um sexto da pena para um quinto, o que corresponde a 20%, para os crimes que não reincidentes. No caso de uma reincidência, esse percentual sobe para 30%. Se o condenado for chefe de uma organização criminosa, o piso sobe para 40%. No crime hediondo, que hoje é 40%, passaria para 50% e 70%, em caso de reincidência.</p>
<p>“É um relatório que avança no atendimento ao clamor da população, que está exigindo sim, que haja um maior rigor no cumprimento das penas no nosso sistema prisional do Brasil”, afirma o relator, para quem o texto aprovado agrega os anseios de todos os setores envolvidos.</p>
<p>“Estou acreditando em uma convergência. Tivemos o cuidado de dialogar com vários setores&#8230; do Governo Federal, do governo estadual&#8230; Por isso, esse projeto realmente nos parece um avanço”, avalia o Subtenente Gonzaga.</p>
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		<title>Para Mário Heringer, golpe conhecido como &#8216;Boa noite, Cinderela&#8217; equivale a estupro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 27 Sep 2016 21:16:58 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[abuso sexual]]></category>
		<category><![CDATA[Boa noite Cinderela]]></category>
		<category><![CDATA[Código Penal]]></category>
		<category><![CDATA[crime hediondo]]></category>
		<category><![CDATA[estupro]]></category>
		<category><![CDATA[fraude sexual]]></category>
		<category><![CDATA[Mário Heringer]]></category>
		<category><![CDATA[PDT]]></category>
		<category><![CDATA[violação sexual]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="681" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/09/Para-Mário-Heringer-golpe-“Boa-noite-Cinderela”-equivale-a-estupro-1.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/09/Para-Mário-Heringer-golpe-“Boa-noite-Cinderela”-equivale-a-estupro-1.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/09/Para-Mário-Heringer-golpe-“Boa-noite-Cinderela”-equivale-a-estupro-1-100x67.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/09/Para-Mário-Heringer-golpe-“Boa-noite-Cinderela”-equivale-a-estupro-1-300x200.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/09/Para-Mário-Heringer-golpe-“Boa-noite-Cinderela”-equivale-a-estupro-1-768x511.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/09/Para-Mário-Heringer-golpe-“Boa-noite-Cinderela”-equivale-a-estupro-1-135x90.jpg 135w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/09/Para-Mário-Heringer-golpe-“Boa-noite-Cinderela”-equivale-a-estupro-1-600x399.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p>Na fraude sexual – crime popularmente conhecido como golpe “Boa Noite, Cinderela” –, a vítima não tem condições psíquicas mínimas para se defender ou denunciar a violência. Com base neste raciocínio, para o deputado federal <a href="https://www.facebook.com/mario.heringer?fref=ts" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">Mário Heringer </a>(PDT-MG), transgressões dessa natureza equivalem ao estupro. E é com essa argumentação que o projeto de Lei 5649/16, de autoria do parlamentar, quer transformar esse crime em hediondo, agravando, assim, a sua penalidade.</p>
<p>O projeto do deputado mineiro inclui, entre as características da fraude sexual, o uso de drogas ou de outro meio que impeça ou dificulte a livre manifestação de vontade da vítima ou altere seu estado psíquico.</p>
<p>Hoje, a pena para o crime de estupro varia de oito a doze anos de reclusão. A proposta de Mário Heringer é que a pena para o estupro qualificado pela fraude varie de dez a quinze anos. Tal transgressão passará a ser configurada pela prática de outros atos libidinosos, além da conjunção carnal, como prevê a lei atual.</p>
<p>“No Brasil, o tratamento emprestado pelo Código Penal ao tema da violência sexual por uso de psicotrópico, desde 2009, é o de que a conjunção carnal ou a prática de ato libidinoso mediante fraude não configura estupro, mas crime menor – violação sexual –, punido de forma muito mais branda que aquele: dois a seis anos de reclusão”, explica o autor.</p>
<p>Heringer destaca que o noticiário é rico em casos de fraude para fins de estupro, ou o golpe “Boa Noite, Cinderela”. Ele lembra, inclusive, o caso no Rio de Janeiro, em que uma jovem de 17 anos foi vítima de estupro coletivo após ser dopada. Em Cacoal, Rondônia, destaca, um homem foi preso com balas e jujubas recheadas de clonazepam, usadas para estuprar crianças.</p>
<p>Se for aprovada pela Comissão de Constituição e Justiça e de Cidadania, a proposta será apreciada pelo Plenário.</p>
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