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		<title>O Centenário de Brizola</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Jan 2022 19:35:23 +0000</pubDate>
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<p>Por outro lado, Brizola garantiu o acesso à educação em todas as partes do Estado, multiplicou o número de escolas, criando uma rede pública de ensino primário e médio, além de formar e contratar dezenas de professores para o antigo “colegial”. Para financiar toda a política social do seu governo, criou de forma pioneira a Caixa Econômica Estadual com linhas de crédito popular e acessível aos parques industriais. Um visionário em defesa do Brasil e da democracia de tal forma que foi o principal líder, mentor e organizador da Campanha da Legalidade, uma mobilização da sociedade civil e dos segmentos militares para defesa da posse do presidente eleito, João Goulart, em sucessão à Jânio Quadros que renunciara.</p>
<p>Com a ditadura militar, mais a frente, foi obrigado a partir para o exílio. No seu retorno, mesmo tendo perdido a sigla tradicional trabalhista no Brasil, reorganizou as lideranças e fundou o PDT. Foi eleito governador do Rio de Janeiro com Darcy Ribeiro de vice. Juntos, implementaram os CIEPS (Centros Integrados de Educação Pública), cujo projeto arquitetônico era de Oscar Niemeyer, no qual, os alunos ficavam em horário integral e tenham acesso à alimentação supervisionada por nutricionistas, cuidados odontológicos, prática de esportes, leitura e de incentivo à cultura. Valorizando o samba como expressão popular e nacional, construiu o Sambódromo da Marquês de Sapucaí, projeto de Niemeyer, para o desfile das Escolas de Samba do Rio de Janeiro. A estrutura fora do carnaval era utilizada como salas de aula. Uma simbiose entre a revolução educacional e cultural. Como no Sul, emitiu títulos de posse para as comunidades do Rio, fez regularização fundiária e alterou a condução da segurança pública, afirmando ser a necessidade daqueles locais a presença e os serviços do Estado e não da polícia militar. “No meu governo, polícia não sobe o morro”, dizia. Não era um chamado à impunidade, mas a ciência de que o povo precisava emergencialmente de educação, emprego e renda, e não de repressão.</p>
<p>Brizola era um líder popular, nacionalista e também preocupado com os povos indígenas, com o povo negro e com a luta das mulheres. Abrigou no PDT nomes como Mário Juruna, primeiro indígena deputado federal; Carlos Alberto Oliveira, o Caó, deputado constituinte responsável pela inclusão na Constituição do crime de racismo como inafiançável e imprescritível, militante negro, que também deu nome à lei 7.716/89, que regulamentou a previsão constitucional; Abdias do Nascimento, Lélia Gonzáles, dirigentes do Movimento Negro Unificado, entre outras figuras, como a sambista Beth Carvalho. Difícil era não ter em Brizola uma referência social.  Alçado pela popularidade, tentou ser presidente em algumas oportunidades, sem sucesso eleitoral, mas foi fundamental para formação do Estado Brasileiro e da consciência nacional. Neste centenário do nascimento de Brizola, com um Brasil tão fragilizado, não é desarrazoado dizer: que falta nos faz Leonel! Brizola segue vivo na mente e nos corações do povo brasileiro como o melhor presidente que este país não teve.</p>
<p>&nbsp;</p>
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		<title>Leonel de Moura Brizola ano 100</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Dec 2021 18:36:02 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="789" height="392" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Brizola-ano-100.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Brizola-ano-100.jpg 789w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Brizola-ano-100-100x50.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Brizola-ano-100-300x149.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Brizola-ano-100-768x382.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Brizola-ano-100-181x90.jpg 181w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Brizola-ano-100-600x298.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 789px) 100vw, 789px" /><p><strong>Consideramos importante fazer o resgate de uma palestra de Brizola, no dia 4 de fevereiro de 2002</strong></p>
<p>Nesta virada de 2021 para 2022, ano em que será celebrado o centenário de nascimento de Leonel Brizola, de Darcy Ribeiro e o bicentenário da independência – ano de eleição presidencial em que o pré-candidato do PDT é o ex-governador e ex-ministro Ciro Gomes –, consideramos importante fazer o resgate de uma palestra de Brizola, no dia 4 de fevereiro de 2002, 13 dias depois que completara 80 anos, para os membros do diretório estadual do PDT-RJ, transmitida para o Brasil em rede radiofônica. Nela, Brizola fez longa explanação sobre o que considerava síntese do que chamava de seus “pensamentos conclusivos”.</p>
<p>Dias antes, passara praticamente sozinho o seu aniversário na fazenda que tinha no Uruguai (onde viveu a maior parte de seu exílio) e vendeu, semanas antes de vir a falecer em junho de 2004. Na reunião com os integrantes do PDT, na sede da Fundação Pasqualini, Brizola explicou que preferiu ficar só no seu aniversário de 80 anos para refletir sobre sua vida, sobre o Brasil e sua trajetória política.</p>
<p>A reunião foi aberta por Lupi, que fez questão de ler um documento preparado pelos companheiros do PDT para homenagear Brizola, nos seus 80 anos.</p>
<p>Esta fala histórica de Brizola foi gravada e transcrita; e por sua absoluta atualidade, merece ser lida atentamente por cada pedetista empenhado na luta contra o desgoverno Bolsonaro, que acredita em um futuro melhor para o Brasil com o projeto nacional de desenvolvimento de Ciro Gomes – continuidade do projeto de Brasil iniciado com Getúlio Vargas na Revolução de 30; que teve continuidade no governo de João Goulart, ceifado pela ditadura militar; e pelo qual Brizola lutou a sua vida inteira: a Era Vargas.</p>
<p>Na reunião de 4 de fevereiro de 2002, Brizola sintetizou a sua luta numa frase, que também é a síntese da luta do PDT e da candidatura de Ciro:</p>
<p>“Meu papel [político] precisa ser útil. Ser útil a toda uma plêiade de companheiros – jovens, cheios de energia, com a consciência queimando contra tudo isso. E poder ser útil a eles. Este é o meu papel.”</p>
<p>A fala de Brizola, na íntegra, está transcrita abaixo e é documento para se ler e guardar.</p>
<p>Mas antes da palestra, ao abrir a reunião do dia 4 de fevereiro de 2002, Lupi fez questão de ler para Brizola um documento elaborado por companheiros do PDT e apresentado naquele mesmo auditório, sede nacional da Fundação Pasqualini, no dia 22 de janeiro, em reunião em homenagem a seu aniversário.</p>
<p>O texto, intitulado “Brizola, pelo Brasil, pelos brasileiros”, afirmava, entre outros pontos: “Leonel Brizola, em seus vigorosos 80 anos de vida, traz a ousadia de viver para lutar para mudar o Brasil, que tanto ama para vê-lo como pátria livre, soberana, próspera e justa”. Frisava que o fundador do PDT tinha quase seis décadas de vida pública “escritas com seriedade, coerência, lucidez e coragem”. Abordava a sua infância humilde e difícil: uma das causa de sua identificação com os interesses da maioria dos brasileiros, excluídos – pessoas que o ajudaram a ser na política “força progressista contra o atraso, a submissão e a espoliação”.</p>
<p>O documento o definiu como “defensor resoluto de reformas estruturais” para o Brasil porque nunca acreditou “em modernismos ou soluções superficiais ou elitistas” para tirar o país do atraso e da espoliação.</p>
<p>O texto também dizia que Brizola “Compreende, como poucos homens públicos, em toda a sua profundidade, a crucial importância da questão educacional; transformando-se, pelo que fez – 6 mil e 600 escolas no Rio Grande do Sul; e as escolas de tempo integral: 513 CIEPs no Rio de Janeiro – no primeiro estadista brasileiro da educação.”</p>
<p>Ainda foram citados no texto episódios como a Campanha da Legalidade “que provocou a ira dos poderosos e reacionários contrários às transformações sociais” no país; os 15 anos que amargou no exílio; e o fato de ter ganhado e perdido eleições – ressaltando, porém, que “todos os mandatos que exerceu tiveram o crivo popular, sempre dignificando os mandatos e funções públicas que exerceu”.</p>
<p>O texto lembrou que “receios, apatias e omissões nunca fizeram parte de sua obra de vida e que, em 1998, “num ato de grandeza e renúncia pessoal”, Brizola contribuiu decididamente para postular uma coalização de forças democráticas e populares ao aceitar ser vice-presidente de Lula “na tentativa de romper com o ciclo neoliberal entreguista, explorador e excludente”.</p>
<p>Mas FHC se reelegeu em 98 “e o continuísmo mostra toda a sua face cruel, arrogante, desumana – subproduto do modelo privatizante, dependente, periférico, colonial e insustentável”.</p>
<p>O documento lido por Lupi, na véspera da eleição presidencial de 2002, alerta ainda que fracassou o modelo gerenciado por FH” porque “desmontaram o país, venderam quase tudo, internacionalizaram a economia (&#8230;) colocaram-nos de joelho diante dos grandes interesses internacionais; e perdemos o direito de decidir. Pois, sem soberania, a Nação deixa de existir. “E a Nação somos nós: o povo brasileiro”.</p>
<p>Na sua conclusão, o texto ressalta: “Conclamamos ao companheiro Leonel de Moura Brizola para que, com a mesma ousadia de sempre (&#8230;) Seja candidato a Presidente da República, com o propósito de transformação (&#8230;) Vencer para mudar! Nosso reconhecimento e aplauso aos seus 80 anos de uma luta permanente por uma sociedade mais humana e um mundo mais justo. O Brasil precisa de seu patriotismo, de sua coragem e de sua coerência”.</p>
<p>Brizola não foi candidato, mas após muito trabalho de articulação, decidiu apoiar a candidatura de Ciro Gomes à presidência da República, com o PDT indicando o vice da chapa de Ciro.</p>
<p><a href="http://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/31dez2021-brizola-80-anos.docx" data-wpel-link="internal">Discurso de Brizola ao completar 80 anos</a></p>
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		<title>No RJ, prefeituras do PDT priorizam Educação e valorizam professores</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Oct 2021 20:00:58 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="789" height="392" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/1-Personalizado-4.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/1-Personalizado-4.jpg 789w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/1-Personalizado-4-100x50.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/1-Personalizado-4-300x149.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/1-Personalizado-4-768x382.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/1-Personalizado-4-181x90.jpg 181w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/1-Personalizado-4-600x298.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 789px) 100vw, 789px" />Nos projetos trabalhistas executados, no Rio de Janeiro, pelos prefeitos de Niterói, Axel Grael (PDT), de Cabo Frio, José Bonifácio (PDT), e de Japeri, Drª Fernanda Ontiveros (PDT), a priorização da Educação e a valorização dos professores permitem um acúmulo progressivo de resultados positivos, mesmo com percalços impostos pela Covid-19. A temática foi contemplada no...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="789" height="392" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/1-Personalizado-4.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/1-Personalizado-4.jpg 789w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/1-Personalizado-4-100x50.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/1-Personalizado-4-300x149.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/1-Personalizado-4-768x382.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/1-Personalizado-4-181x90.jpg 181w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/1-Personalizado-4-600x298.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 789px) 100vw, 789px" /><p style="font-weight: 400;">Nos projetos trabalhistas executados, no Rio de Janeiro, pelos prefeitos de Niterói, Axel Grael (PDT), de Cabo Frio, José Bonifácio (PDT), e de Japeri, Drª Fernanda Ontiveros (PDT), a priorização da Educação e a valorização dos professores permitem um acúmulo progressivo de resultados positivos, mesmo com percalços impostos pela Covid-19. A temática foi contemplada no <a href="https://www.facebook.com/FLBAPRIO/videos/588164255632771" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://www.facebook.com/FLBAPRIO/videos/588164255632771&amp;source=gmail&amp;ust=1634405767371000&amp;usg=AFQjCNEq6s3WDqQHiXnFhMB83vPexSf9Jw" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">painel</a> virtual promovido pelo Movimento Trabalhista Pela Educação nesta quinta-feira (14).</p>
<p style="font-weight: 400;">Durantes as interações, os secretários municipais de Educação Elicéa da Silveira (Cabo Frio), Vinicius Wu (Niterói) e Caroline Ontiveros (Japeri) sustentaram o compromisso das gestões com uma das bases históricas do partido e do ex-governador fluminense Leonel Brizola, que é nacionalmente reconhecido pela construção de mais de 500 Centros Integrados de Educação Pública (Cieps) nas décadas de 80 e 90.</p>
<p style="font-weight: 400;">Com 36 mil alunos e seis mil servidores, Elicéa da Silveira descreveu a reorganização da pasta a partir da execução de novos concursos públicos, de reformas estruturais nas unidades e organização das rotinas por causa da pandemia. Em consonância, cita o impacto negativo da falta de continuidade das ações brizolistas por governos opositores, como o de Moreira Franco.</p>
<p style="font-weight: 400;">“Acho que todos os problemas que vivemos na sociedade, hoje, nós não teríamos se o programa do PDT, que começou lá em 1983, tivesse continuado. Eu assisti, participei e vi acontecer. Era o caminho, que infelizmente foi interrompido abruptamente”, avaliou Elicéa da Silveira, ao mencionar ainda Darcy Ribeiro.</p>
<p style="font-weight: 400;">“Fazemos o melhor para as nossas crianças. [&#8230;] A gente procura saídas e soluções, mas não podemos perder o foco. Como vivi a educação [de tempo] integral do governo Leonel Brizola, eu sei que é possível. Temos que nos unir para voltar àquele modelo”, completou.</p>
<p style="font-weight: 400;">Para Vinicius Wu, “o PDT foi, nas últimas décadas, o que melhor soube apresentar respostas para os dilemas e desafios da educação básica no Brasil”. Tendo como referências as cidades do Rio de Janeiro e Sobral (CE), o secretário diz que não há paralelos nacionais de desenvolvimento no ensino público.</p>
<p style="font-weight: 400;">“É um ativo que precisa ser valorizado e muito reconhecido. Tanto no passado, quanto no presente, essa visão que organiza as estratégias [&#8230;] tem referenciais que podem, sim, ser universais, mas evidentemente sempre teremos um olhar para o local, para o específico”, ponderou.</p>
<p style="font-weight: 400;">Salientando a evolução dos mais de 30 mil alunos, o reconhecimento dos profissionais com projeto de cargos e salários e a expansão da rede de Niterói, principalmente nas gestões do ex-prefeito pedetista e pré-candidato ao governo do estado, Rodrigo Neves, entre 2013 e 2020, Wu mencionou o expressivo volume de recursos assegurados estrategicamente.</p>
<p style="font-weight: 400;">“Sempre temos que melhorar e aperfeiçoar, mas é uma referência. Niterói investe em educação mais do que o dobro da média nacional. São R$ 18.700 per capita. Com muito orgulho, é a cidade que mais investe no estado do Rio”, detalhou.</p>
<p style="font-weight: 400;">Com parcerias e diálogo, Caroline Ontiveros aponta a construção qualificada, em conjunto com os servidores, como caminho para dirimir o atraso e precariedade acumulados, em Japeri, ao longo de mais de 90 anos.</p>
<p style="font-weight: 400;">“Primeira mulher eleita em Japeri, Fernanda Ontiveros foi eleita pela bandeira do Trabalhismo e representa a esperança para a população. [&#8230;] É o resgate da educação como principal fonte transformadora da sociedade. Só com ela vamos mudar a realidade”, disse, exaltando, como fonte inspiradora, a administração do partido em Brejo Santo, no Ceará.</p>
<p style="font-weight: 400;">  “O desafio é enorme, principalmente por termos uma rede hoje, infelizmente, com um dos piores ‘Idebs’ (Índice de Desenvolvimento da Educação Básica) do estado do Rio de Janeiro, além do IDH (Índice de Desenvolvimento Humano)”, contextualizou.</p>
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		<title>Carlos Lupi: 100 anos do nascimento de Leonel Brizola</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Oct 2021 19:57:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Lupi]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[100 anos do nascimento de Leonel Brizola]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="789" height="392" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/2-Personalizado-2.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/2-Personalizado-2.jpg 789w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/2-Personalizado-2-100x50.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/2-Personalizado-2-300x149.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/2-Personalizado-2-768x382.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/2-Personalizado-2-181x90.jpg 181w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/2-Personalizado-2-600x298.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 789px) 100vw, 789px" />Homenagem incluirá biografia de Brizola escrita por José Augusto e estátua em tamanho real No próximo dia 22 de janeiro, o Brasil celebra o centenário de nascimento de Leonel Brizola, Herói da Pátria, título esse conferido pelo Congresso Nacional aos brasileiros que se destacaram na luta pelo país. Nós, do PDT – partido fundado por...]]></description>
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<p style="font-weight: 400;">No próximo dia 22 de janeiro, o Brasil celebra o centenário de nascimento de Leonel Brizola, Herói da Pátria, título esse conferido pelo Congresso Nacional aos brasileiros que se destacaram na luta pelo país. Nós, do PDT – partido fundado por Brizola em maio de 1980 –, vamos comemorar esta data à altura da sua luta em defesa da democracia e Educação do nosso povo.</p>
<p style="font-weight: 400;">Brizola deixou sua marca em inúmeras gerações. Quando governador do Rio Grande do Sul, ainda na década de 1960, chegou a empregar 36% do orçamento do estado em Educação. Construiu 4,8 mil escolas – que ficaram conhecidas como Brizoletas – e garantiu mais de 500 mil novas matrículas por todo estado. O número de professores, que à época era de pouco mais de 4 mil, saltou para 22 mil.</p>
<p style="font-weight: 400;">Já no Rio de Janeiro, implantou os mais de 500 Cieps, escolas de tempo integral, cravadas nas áreas mais vulneráveis do estado. Isso transformou Brizola no maior feitor de escolas do país. Sua biografia também registra a maior resistência à primeira tentativa de golpe militar, ainda em 1961, quando Jânio Quadros renunciou.</p>
<p style="font-weight: 400;">Através da Campanha da Legalidade, liderou a partir do Palácio Piratini – sede do governo do Rio Grande do Sul – a resistência civil e, pelas ondas do rádio, garantiu a posse de Jango Goulart como presidente, retardando em três anos o golpe, efetivado em 1964 – quando deixou o Brasil rumo ao exílio mais longo entre todos os perseguidos pelo regime ditatorial.</p>
<p style="font-weight: 400;">Estamos preparando uma grande programação para marcar o centenário de nascimento de Brizola. Uma estátua em tamanho natural será inaugurada na sede nacional do PDT, em Brasília. Vamos lançar uma biografia de Brizola escrita pelo jornalista José Augusto Ribeiro, além de uma sessão solene no dia 22 de janeiro de 2022 no Congresso Nacional e a inauguração de uma exposição de fotos, também no Congresso Nacional.</p>
<p style="font-weight: 400;">A Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini também articula sessões solenes em centenas de Câmaras Municipais espalhadas pelo Brasil, para que a história deste homem que dedicou sua vida à democracia e à Educação jamais seja esquecida. Outros projetos estão sendo estudados também.</p>
<p style="font-weight: 400;">Eu, como sucessor de Brizola na direção partidária, tenho muito orgulho de lembrar a cada momento da minha vida, no pós-morte de Brizola, que ele está vivo nos nossos ideais, nossos pensamentos e, acima de tudo, na nossa coragem de lutar pelo Brasil.</p>
<p style="font-weight: 400;"><em><strong>*Carlos Lupi é presidente nacional do PDT</strong></em></p>
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		<title>Ciro promete desarmamento civil e reestruturação do sistema de segurança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 13 Oct 2021 18:52:27 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Cieps]]></category>
		<category><![CDATA[Ciro Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[Leonel Brizola]]></category>
		<category><![CDATA[Martha Rocha]]></category>
		<category><![CDATA[Núcleo de Estudos sobre Segurança Pública]]></category>
		<category><![CDATA[PDT]]></category>
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		<category><![CDATA[projeto nacional de desenvolvimento]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="789" height="392" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/2-Personalizado-1.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/2-Personalizado-1.jpg 789w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/2-Personalizado-1-100x50.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/2-Personalizado-1-300x149.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/2-Personalizado-1-768x382.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/2-Personalizado-1-181x90.jpg 181w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/2-Personalizado-1-600x298.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 789px) 100vw, 789px" />Pedetista indica uma política pública oposta à implementada pelo presidente Jair Bolsonaro A implementação do desarmamento civil e a transformação do sistema de segurança pública vigente serão pilares do pré-candidato a presidente da República pelo PDT, Ciro Gomes, em sua possível gestão à frente do Palácio do Planalto. A posição foi apresentada, na última segunda-feira...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="789" height="392" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/2-Personalizado-1.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/2-Personalizado-1.jpg 789w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/2-Personalizado-1-100x50.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/2-Personalizado-1-300x149.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/2-Personalizado-1-768x382.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/2-Personalizado-1-181x90.jpg 181w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/2-Personalizado-1-600x298.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 789px) 100vw, 789px" /><p><em><b>Pedetista indica uma política pública oposta à implementada pelo presidente Jair Bolsonaro</b></em></p>
<p style="font-weight: 400;">A implementação do desarmamento civil e a transformação do sistema de segurança pública vigente serão pilares do pré-candidato a presidente da República pelo PDT, Ciro Gomes, em sua possível gestão à frente do Palácio do Planalto. A posição foi apresentada, na última segunda-feira (11), ao longo da abertura do seminário virtual promovido pelo Núcleo de Estudos sobre Segurança Pública.</p>
<p style="font-weight: 400;">Em conjunto com os pedetistas e delegados da Polícia Civil do Rio de Janeiro, Martha Rocha – atualmente deputada estadual – e Orlando Zaccone, o ex-governador cearense mostrou sua oposição às práticas do presidente Jair Bolsonaro, como exemplificado na proliferação do armamento sem rastreamento e no sucateamento das polícias.</p>
<p style="font-weight: 400;">“Se um dia eu for presidente desse país, arma na rua será apreendida se não tiver na mão da polícia, com a devida autorização. Aliás, como eu já fiz no Ceará [&#8230;] Todas as armas serão recolhidas e será dado um prazo para quem quiser recolher voluntariamente”, prometeu, garantindo ainda a indenização aos proprietários legais.</p>
<p style="font-weight: 400;">“Precisamos anunciar a reestruturação do sistema de segurança pública do país, que ele vai ser digitalizado. Sair do mundo analógico, do “38”, para a investigação inteligente, tecnológica e sofisticada e o orçamento triplicado. O governo federal gastou 0,3% em segurança pública no ano passado e a Polícia Federal tem 11.800 homens. Então não é sério”, acrescentou, em consonância com a criação do Sistema Único de Segurança, avanço da desmilitarização da polícia e análise de mudanças na legislação processual penal.</p>
<p style="font-weight: 400;">Para Ciro, Bolsonaro não tem a menor preocupação com a proteção da população, pois foca na formação de uma estrutura paralela e inconstitucional de defesa, conforme observado no Rio.</p>
<p style="font-weight: 400;">“No delírio dele, está tentando criar uma milícia armada, que seria o exército de reserva, para fazer um golpe de Estado no Brasil”, pontuou, citando os decretos assinados desde 2019.</p>
<p style="font-weight: 400;">Diante da gravidade da pior crise já registradas no país, evidenciada pelo desemprego, precarização do trabalho e desalento em massa, o vice-presidente nacional do PDT reforça a posição de centralidade da discussão conjuntural – não só no partido, mas também entre os cidadãos – para que exista uma mobilização em prol da retomada do progresso socialmente responsável.</p>
<p style="font-weight: 400;">“Se nós queremos fazer um Projeto Nacional de Desenvolvimento acontecer no Brasil, é preciso que tenha uma densa legitimidade e consulte o drama popular. Nosso povo está esmagado por uma agenda extremamente grave [&#8230;] Precisamos trazer a educação, que não aparece nas emergências do povo tal a agenda trágica que o nosso povo está passando, e a questão da segurança, que cai um pouco de intensidade na percepção”, apontou.</p>
<p style="font-weight: 400;">“As causas do fenômeno da ultraviolência, no país, não são simples, triviais. São complexas e não serão resolvidas a golpe de demagogia e de frase feita. Por exemplo: se miséria fosse causa da violência, o lugar mais violento do Brasil não seria a periferia de São Paulo ou de Fortaleza, e sim um lugar chamado Salitre, que é um minúsculo município que fica na esquina do Ceará, Piauí e Pernambuco, onde o IDH é menos da metade do índice do Brasil”, relatou.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Contexto</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">Martha Rocha, ex-chefe da Polícia Civil, avaliou que o país apresenta, historicamente, um padrão punitivo enraizado. Esse modelo é replicado nas forças de segurança tanto na gestão, quanto na organização, porém o resultado acumulado não traduz um saldo socialmente positivo. Por isso, defende o investimento de longo prazo na educação e nos servidores públicos, bem como no aprimoramento do sistema judicial.</p>
<p style="font-weight: 400;">“Se de um lado a gente tem uma polícia com alto índice de letalidade, nós também temos um alto índice de mortes de policiais. E, no meio do caminho, estamos em um país que concentra uma elevada taxa de desigualdade social e desemprego”, afirmou, remetendo à ampla presença dos jovens, principalmente negros, nos dados do sistema penitenciário.</p>
<p style="font-weight: 400;">“Na década de 80, apesar dos 500 Cieps construídos por Leonel Brizola, investimento na educação e criação de escola para não construir presídio, o povo do estado do Rio de Janeiro se submeteu a um estelionato eleitoral e acreditou que a violência seria extinta pelo governador eleito no prazo de seis meses”, completou, em referência à vitória, nas eleições de 1986, de Moreira Franco sobre Darcy Ribeiro, após o primeiro mandato do líder pedetista.</p>
<p style="font-weight: 400;">O delegado Orlando Zaccone, recém-filiado ao partido, apresentou números do último anuário do Fórum Brasileiro de Segurança Pública, com destaque para o recorde do número absoluto de mortes ocasionadas por ações policiais em 2020, mesmo com a pandemia da Covid-19. Ao defender a política dos governos Brizola, o pedetista combate a equivocada legitimação da letalidade e analisa a responsabilidade sobre o direito à vida em um “Estado assassino”.</p>
<p style="font-weight: 400;">“Nós tivemos a formação do nosso Estado-nação na base de muita violência e isso se reflete até hoje. [&#8230;] A primeira coisa que devemos fazer, como dever de casa, é pactuar um projeto político que se comprometa com a redução dessa mortalidade a partir de ações policiais”, disse, questionando a avaliação dos processos, pelo Ministério Público, referentes à vinculação das partes sobre as vítimas constatadas em operações.</p>
<p style="font-weight: 400;">“Hoje, no Brasil, qualquer pessoa que for identificada como traficante já vai ter sua morte legitimada. E o grande problema é se essa letalidade, a partir de ações policiais, se justifica pela ação da polícia ou pela condição do morto. Foi o que aconteceu no caso do Amarildo”, explicou, em referência ao caso do desaparecimento e morte do pedreiro, em 2013, após ser detido e torturado por agentes militares na favela da Rocinha, na Zona Sul da capital fluminense.</p>
<p style="font-weight: 400;"><strong>Programação</strong></p>
<p style="font-weight: 400;">A sequência do evento contará nesta quarta-feira (13), às 19h, com a análise sobre proteção à mulher feita por Martha Rocha e a vereadora de Curitiba (PR), Maria Letícia.</p>
<p style="font-weight: 400;">Na quinta-feira (14), 19h, a desmistificação da realidade policial será o ponto central do painel integrado por Terine Huseh, Fabricio Rosa, Marcelo Bordin, Cristina Villanova e Henry Franci.</p>
<p style="font-weight: 400;">A política de drogas será abordada na sexta-feira (15), às 19h, pelo vereador de Curitiba (PR) Dalton Borda (PDT), a juíza Maria Lucia Haram, Diogo Busse e Cristiano Maronna.</p>
<p style="font-weight: 400;">O encerramento, no sábado (16), contará com dois painéis. Às 15h, a abordagem do impacto dos crimes de ódio através das participações de Fabio José da Costa, Izaque de Souza e Marcos André Cordeiro. Às 17h, as políticas carcerárias e facções criminosas serão os temas avaliados por Luiz Phelipe Dal Santo e Vitor Dieter.</p>
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		<title>Rodrigo Neves e Martha Rocha analisam prioridades para retomada do progresso no RJ </title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 21 Sep 2021 02:52:25 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Rodrigo Neves]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="616" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Rodrigo-Neves-e-Martha-Rocha-analisam-prioridades-para-retomada-do-progresso-no-RJ.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Rodrigo-Neves-e-Martha-Rocha-analisam-prioridades-para-retomada-do-progresso-no-RJ.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Rodrigo-Neves-e-Martha-Rocha-analisam-prioridades-para-retomada-do-progresso-no-RJ-100x60.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Rodrigo-Neves-e-Martha-Rocha-analisam-prioridades-para-retomada-do-progresso-no-RJ-300x180.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Rodrigo-Neves-e-Martha-Rocha-analisam-prioridades-para-retomada-do-progresso-no-RJ-768x462.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Rodrigo-Neves-e-Martha-Rocha-analisam-prioridades-para-retomada-do-progresso-no-RJ-150x90.jpg 150w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Rodrigo-Neves-e-Martha-Rocha-analisam-prioridades-para-retomada-do-progresso-no-RJ-600x361.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p class="yiv2515121666p1" style="text-align: left;"><em><strong><span class="yiv2515121666s1">Encontro com lideranças da capital estimula aprimoramento do plano de governo do PDT</span></strong></em></p>
<p class="yiv2515121666p1"><span class="yiv2515121666s2">“O Rio de Janeiro tem solução. Nós vamos reconstruir o estado”, garantiu o pré-candidato ao governo pelo PDT e ex-prefeito de Niterói (RJ), Rodrigo Neves, ao participar de debate promovido pela deputada estadual Martha Rocha (PDT-RJ) com lideranças da Grande Tijuca, na Zona Norte da capital. Na pauta desta segunda-feira (20), as prioridades para retomada do progresso fluminense. </span></p>
<p class="yiv2515121666p1"><span class="yiv2515121666s2">“O Rio precisa de experiência já testada e aprovada. Não existe salvador da pátria. E isso virá em conjunto com a força do nosso povo. […] Não vamos desistir do Rio e do Brasil”, afirmou Neves, ao mencionar como exemplo de sucesso a série de gestões do PDT em Niterói, incluindo a atual, comandada pelo seu sucessor, prefeito Axel Grael, e o vice-prefeito, Paulo Bagueira, que estava presente no evento. </span></p>
<p class="yiv2515121666p1"><span class="yiv2515121666s2">Respeitando todos protocolos de prevenção à Covid-19, os pedetistas detalharam o aprimoramento coletivo do plano de governo “O Estado do Rio que queremos”, com destaque para os quatro eixos: segurança pública, saúde, educação e reestruturação econômica.</span></p>
<p class="yiv2515121666p1"><span class="yiv2515121666s2">“Estou estudando e ouvindo a sociedade. Sigo com encontros rotineiros com representantes dos mais diversos setores para reverter o esvaziamento econômico do Rio”, avaliou, citando a estagnação, na Região Metropolitana, das indústrias de transformação, naval e pesqueira. </span></p>
<p class="yiv2515121666p1"><span class="yiv2515121666s2">“Nós vivemos a mais grave crise da história do Rio. É sem precedentes. […] Nos últimos cinco anos, não tivemos, efetivamente, governo. Com isso, o Rio apresenta um dos piores índices de desemprego do Brasil. Mais de 50% dos trabalhadores estão desempregados ou na economia informal e geram consequências ampliadas”, pontuou. </span></p>
<p class="yiv2515121666p1"><span class="yiv2515121666s2">Pelo contexto, Neves ratificou o diferencial do planejamento estratégico ao abordar o investimento estatal como mecanismo de reversão dos retrocessos sociais. Como exemplo, ele relembrou o impacto positivo gerado pelo projeto educacional criado pelo ex-governador Leonel Brizola nas décadas de 80 e 90, mas abandonado pelas administrações subsequentes. </span></p>
<p class="yiv2515121666p1"><span class="yiv2515121666s2">“Se não tivessem abandonado os Cieps, não estaríamos perdendo tantos jovens para a criminalidade”, salientou, indicando que resgatará todas as unidades espalhadas pelo estado, o que já foi feito, em Niterói, nas suas duas gestões. </span></p>
<p class="yiv2515121666p1"><strong><span class="yiv2515121666s1">Unidade</span><span class="yiv2515121666s2"> </span></strong></p>
<p class="yiv2515121666p1"><span class="yiv2515121666s2">Anfitriã, Martha Rocha destacou a importância da interação com a população local, além do diálogo com as mulheres. A proximidade e o compromisso do pedetista demonstra, segundo ela, uma alternativa esperada pelos cidadãos para o Palácio Guanabara.</span></p>
<p class="yiv2515121666p1"><span class="yiv2515121666s2">“É um privilégio ter ao lado uma liderança como o Rodrigo Neves. Ele transformou Niterói e está propondo esses avanços para todo o estado, incluindo a cidade do Rio”, expôs.</span></p>
<p class="yiv2515121666p1"><span class="yiv2515121666s2">“Por isso,<span class="yiv2515121666Apple-converted-space"> </span>não vai faltar competência e coragem para ele assumir esse grande desafio”, acrescentou. </span></p>
<p class="yiv2515121666p1"><span class="yiv2515121666s2">O secretário nacional de Criatividade e Inovação da Fundação Leonel Brizola &#8211; Alberto Pasqualini (FLB-AP), Leonardo Lupi, enfatizou que o impacto do desemprego é ainda mais negativo entre os jovens. Como saída, ele colocou os princípios populares do Trabalhismo, que são defendidos por Rodrigo e Martha. </span></p>
<p class="yiv2515121666p1"><span class="yiv2515121666s2">“Essa sensibilidade deles para criar oportunidades de emprego e de qualificação fará a diferença para todos nós do Rio”, relatou.</span></p>
<p class="yiv2515121666p1"><span class="yiv2515121666s2">O evento contou ainda com as participações de representantes dos movimentos sociais, do terceiro setor e do mercado, bem como do partido, incluindo os presidente e vice-presidente do partido na capital, Augusto Ribeiro e Antônio Albuquerque, respectivamente, e o vereador de Niterói, Binho Guimarães. </span></p>
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		<title>17 anos sem Brizola: por que o seu legado é tão atual? &#8211; Por Marcelo Barros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 21 Jun 2021 19:11:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[17 anos sem Brizola]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="789" height="392" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/06/Brizola-artigo-essa.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/06/Brizola-artigo-essa.jpg 789w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/06/Brizola-artigo-essa-100x50.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/06/Brizola-artigo-essa-300x149.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/06/Brizola-artigo-essa-768x382.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/06/Brizola-artigo-essa-181x90.jpg 181w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/06/Brizola-artigo-essa-600x298.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 789px) 100vw, 789px" />21 de junho de 2004 foi um dos dias mais tristes da história trabalhista. Perdíamos o nosso líder, o nosso timoneiro, aquele que sempre nos ensinou que estar ao lado dos mais humildes era a nossa vocação, a nossa missão de vida e de luta. Nossos inimigos, além de verterem lágrimas de crocodilo, vaticinavam que...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="789" height="392" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/06/Brizola-artigo-essa.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/06/Brizola-artigo-essa.jpg 789w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/06/Brizola-artigo-essa-100x50.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/06/Brizola-artigo-essa-300x149.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/06/Brizola-artigo-essa-768x382.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/06/Brizola-artigo-essa-181x90.jpg 181w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/06/Brizola-artigo-essa-600x298.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 789px) 100vw, 789px" /><p>21 de junho de 2004 foi um dos dias mais tristes da história trabalhista. Perdíamos o nosso líder, o nosso timoneiro, aquele que sempre nos ensinou que estar ao lado dos mais humildes era a nossa vocação, a nossa missão de vida e de luta.</p>
<p>Nossos inimigos, além de verterem lágrimas de crocodilo, vaticinavam que “O PDT também estava indo pro túmulo com o seu líder”. A esquerda brasileira, que em muitos momentos, dizia que “Brizola era ultrapassado”, rendeu-se ao seu legado e a sua contribuição para esse país. Até a Globo, sua maior inimiga, esboçou a sua história no JN daquele longo dia.</p>
<p>17 anos depois e diante de todos os fatos vividos até aqui, hoje cabe essa singela, porém importante pergunta do título: “Por que o Legado de Leonel Brizola segue tão atual?”. Apontarei algumas respostas na minha parca opinião.</p>
<p>Primeiro porque Brizola, mesmo em muitos momentos tachado de “ultrapassado” por setores da esquerda e da elite brasileira, sempre teve coerência, sempre foi fiel ao Trabalhismo e aos princípios que carregava. Coisa essa que, até hoje, é rara nos políticos de nossa terra.</p>
<p>Segundo, entendo que Brizola sempre foi um homem preocupado com o futuro e o novo Brasil que surgira pós-ditadura militar. Um país cheio de contradições e desigualdades, mas com um povo forte, trabalhador, inteligente e criativo. Brizola sabia da força do povo que, organizado e atuante, daria a resposta que tanto as elites temiam.</p>
<p>Brizola sabia que a verdadeira redenção do Brasil só viria pela via trabalhista e até hoje esse legado é atualíssimo.<br />
Isso explica as manobras do Golbery em entregar o PTB para Ivete Vargas; o “escândalo Proconsult” que visava impedir a vitória de Brizola para o governo do Rio de Janeiro em 1982 e a horrenda perseguição que Roberto Marinho fez contra o nosso líder estando Brizola como governador. Também devemos apontar o medo da elite e da mídia que Brizola chegasse ao segundo turno na eleição presidencial de 1989.</p>
<p>O terceiro ponto dessa análise que faço da atualidade do legado de Leonel Brizola é o seu pioneirismo com temas que hoje estão na pauta como o meio ambiente, as políticas afirmativas, as políticas de agricultura familiar e a recuperação da dignidade territorial, especialmente das favelas. Brizola não via a gente da favela como “problema”, mas como pessoas que tinham que ser incluídas na sociedade através de políticas públicas que trouxessem “o Estado pra dentro da comunidade”. Hoje, a classe política e até a elite promove a “glamourização” da favela, mas nada fez e nada faz para mudar a realidade de quem vive ali.</p>
<p>Todo mundo hoje fala de meio ambiente e sustentabilidade, mas Brizola foi o grande anfitrião da “Eco 92”– a maior conferência sobre meio ambiente e o futuro do planeta até então. Todo mundo hoje fala em inovação tecnológica, mas chamaram o Brizola de louco quando colocou microcomputadores nos CIEPs visando incluir os garotos da favela na modernidade, ou então quando criou uma universidade só com cursos voltados para a tecnologia. Olhem o protagonismo de Leonel Brizola na prática.</p>
<p>E finalizo essa análise com um quarto ponto: Brizola nunca jogou contra o interesse nacional. Sempre foi e provou com exemplos vivos que era patriota. Diante de termos atualmente um presidente que se diz “patriota”, mas que bate continência pra bandeira americana e que lambe as botas do fascismo e de todos os valores antidemocráticos, não dá nem pra comparar. Brizola sempre lutou pela soberania nacional de verdade, com coerência. Soberania não só territorial ou militar, mas acima de tudo, soberania no desenvolvimento nacional com a superação da pobreza através da educação que liberta e do trabalho que dignifica, além da destruição dos privilégios de uma elite que sempre se alimentou do suor e do sofrimento do povo brasileiro.</p>
<p>Brizola era um homem vindo do povo, que pensava na emancipação do povo e que trabalhava pela libertação desse mesmo povo das suas amarras impostas pelos inimigos da pátria.</p>
<p>17 anos depois da sua partida, nunca o seu legado esteve tão vivo e tão atual. Brizola, para desespero da elite imunda desse país, é inapagável em seus feitos pelo povo brasileiro.</p>
<p>Nós, como seus seguidores e defensores de seu legado, temos a missão de mantê-lo vivo. O Trabalhismo é a via capaz de libertar o Brasil de mais 500 anos de exploração e desigualdade. Vamos a luta como Brizola fez! Viva Leonel Brizola! Viva o legado e a coerência de Leonel Brizola! Viva o Trabalhismo! Viva o PDT!</p>
<p>*<em><strong>Marcelo Barros é membro do Diretório Nacional do PDT</strong></em></p>
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		<title>Comissão de Cultura aprova inclusão de Darcy Ribeiro no Livro dos Heróis da Pátria</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 16 Jun 2021 17:51:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Chico D’Ângelo]]></category>
		<category><![CDATA[Cieps]]></category>
		<category><![CDATA[Darcy Ribeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="600" height="453" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/06/Darcy-Ribeiro-1.jpeg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/06/Darcy-Ribeiro-1.jpeg 600w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/06/Darcy-Ribeiro-1-100x76.jpeg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/06/Darcy-Ribeiro-1-300x227.jpeg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/06/Darcy-Ribeiro-1-119x90.jpeg 119w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" />Autor do projeto na Câmara, deputado Chico D’Angelo (RJ) exaltou a representatividade do ex-senador pedetista A Comissão de Cultura aprovou nesta quarta-feira (15) a inscrição do nome de Darcy Ribeiro no Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria, proposta prevista no Projeto de Lei 5894/19, do pedetista Chico D’Angelo (RJ). “Lembrado hoje por sua trajetória...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="600" height="453" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/06/Darcy-Ribeiro-1.jpeg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/06/Darcy-Ribeiro-1.jpeg 600w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/06/Darcy-Ribeiro-1-100x76.jpeg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/06/Darcy-Ribeiro-1-300x227.jpeg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/06/Darcy-Ribeiro-1-119x90.jpeg 119w" sizes="auto, (max-width: 600px) 100vw, 600px" /><p class="yiv1087796616MsoNormal"><em><b>Autor do projeto na Câmara, deputado Chico D’Angelo (RJ) exaltou a representatividade do ex-senador pedetista</b></em></p>
<p class="yiv1087796616MsoNormal">
<p class="yiv1087796616gmail-MsoNoSpacing">A Comissão de Cultura aprovou nesta quarta-feira (15) a inscrição do nome de Darcy Ribeiro no Livro dos Heróis e Heroínas da Pátria, proposta prevista no Projeto de Lei 5894/19, do pedetista Chico D’Angelo (RJ).</p>
<p class="yiv1087796616gmail-MsoNoSpacing">“Lembrado hoje por sua trajetória de lutas, pela brilhante produção intelectual, pela teimosia e sede de justiça, com glória Darcy Ribeiro terá seu nome inscrito no Panteão da Pátria”, sustenta o deputado.</p>
<p class="yiv1087796616gmail-MsoNoSpacing">Antropólogo, sociólogo, escritor e político, Darcy Ribeiro deixou legado em todas essas áreas, conforme ressalta Chico D’Angelo.</p>
<p class="yiv1087796616gmail-MsoNoSpacing">“Ministro da Educação, sonhou e colocou de pé a UnB [Universidade Federal de Brasília], foi o Secretário da Educação do Rio de Janeiro que criou os Cieps, e o Senador que idealizou a Lei de Diretrizes e Bases da Educação, que garantiu às bases legais de um projeto educacional democratizante de um ensino público e de qualidade”, recorda.</p>
<p class="yiv1087796616gmail-MsoNoSpacing">Além disso, o pedetista destaca que o desenvolvimento nacional imaginado por Darcy Ribeiro sempre foi associado a um projeto de integração com a América Latina. Segundo sustenta, Darcy “não concebia pensar o Brasil fora de um espaço compartilhado pelos povos latino-americanos, passou a vida tentando fazer que o país deixasse de virar as costas aos povos irmãos da região e os abraçasse em uma luta para deixar o atraso e as injustiças para trás”.</p>
<p class="yiv1087796616gmail-MsoNoSpacing">Não por acaso, foi ele idealizador do Memorial da América Latina, “um dos nossos marcos como projeto de integração entre os povos da região através da cultura”, diz Chico D’Angelo.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Maria Célia Vasconcellos exalta PDT na revolução do ‘Médico de Família’ em Niterói (RJ)</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 19 Mar 2021 20:36:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Cidades]]></category>
		<category><![CDATA[Axel Grael]]></category>
		<category><![CDATA[Centros Integrados de Educação Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Cieps]]></category>
		<category><![CDATA[Jorge Roberto Silveira]]></category>
		<category><![CDATA[Maria Célia Vasconcellos]]></category>
		<category><![CDATA[PDT]]></category>
		<category><![CDATA[Programa Médico de Família]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhismo na História]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="789" height="392" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/Maria-Célia-Vasconcellos-exalta-PDT-na-revolução-do-‘Médico-de-Família’-em-Niterói-RJ.png" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/Maria-Célia-Vasconcellos-exalta-PDT-na-revolução-do-‘Médico-de-Família’-em-Niterói-RJ.png 789w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/Maria-Célia-Vasconcellos-exalta-PDT-na-revolução-do-‘Médico-de-Família’-em-Niterói-RJ-100x50.png 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/Maria-Célia-Vasconcellos-exalta-PDT-na-revolução-do-‘Médico-de-Família’-em-Niterói-RJ-300x149.png 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/Maria-Célia-Vasconcellos-exalta-PDT-na-revolução-do-‘Médico-de-Família’-em-Niterói-RJ-768x382.png 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/Maria-Célia-Vasconcellos-exalta-PDT-na-revolução-do-‘Médico-de-Família’-em-Niterói-RJ-181x90.png 181w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/Maria-Célia-Vasconcellos-exalta-PDT-na-revolução-do-‘Médico-de-Família’-em-Niterói-RJ-600x298.png 600w" sizes="auto, (max-width: 789px) 100vw, 789px" />Primeira gestão de Jorge Roberto trouxe de Cuba, em 1992, modelo comunitário de atenção básica “Foi uma total revolução”, enalteceu a assistente social aposentada do Ministério da Saúde e ex-secretária de Saúde de Niterói (RJ), Maria Célia Vasconcellos, ao descrever, na entrevista para o ‘Trabalhismo na História’, o processo de criação e implementação do ‘Programa...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="789" height="392" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/Maria-Célia-Vasconcellos-exalta-PDT-na-revolução-do-‘Médico-de-Família’-em-Niterói-RJ.png" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/Maria-Célia-Vasconcellos-exalta-PDT-na-revolução-do-‘Médico-de-Família’-em-Niterói-RJ.png 789w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/Maria-Célia-Vasconcellos-exalta-PDT-na-revolução-do-‘Médico-de-Família’-em-Niterói-RJ-100x50.png 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/Maria-Célia-Vasconcellos-exalta-PDT-na-revolução-do-‘Médico-de-Família’-em-Niterói-RJ-300x149.png 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/Maria-Célia-Vasconcellos-exalta-PDT-na-revolução-do-‘Médico-de-Família’-em-Niterói-RJ-768x382.png 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/Maria-Célia-Vasconcellos-exalta-PDT-na-revolução-do-‘Médico-de-Família’-em-Niterói-RJ-181x90.png 181w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/Maria-Célia-Vasconcellos-exalta-PDT-na-revolução-do-‘Médico-de-Família’-em-Niterói-RJ-600x298.png 600w" sizes="auto, (max-width: 789px) 100vw, 789px" /><p class="yiv6080011169MsoNormal"><em><b>Primeira gestão de Jorge Roberto trouxe de Cuba, em 1992, modelo comunitário de atenção básica</b></em></p>
<p class="yiv6080011169MsoNormal">“Foi uma total revolução”, enalteceu a assistente social aposentada do Ministério da Saúde e ex-secretária de Saúde de Niterói (RJ), Maria Célia Vasconcellos, ao descrever, na entrevista para o ‘Trabalhismo na História’, o processo de criação e implementação do ‘Programa Médico de Família’ (PMF) durante o primeiro mandato do prefeito do PDT, Jorge Roberto Silveira, em 1992, na cidade fluminense.</p>
<p class="yiv6080011169MsoNormal">O PMF efetivou, a partir da parceria da Prefeitura com o governo de Cuba, customizados processos baseados na abrangência e no conhecimento comunitário nas áreas de maiores riscos sociais e ambientais. Privilegiando, portanto, os cidadãos com renda familiar mensal inferior a cinco salários mínimos.</p>
<p class="yiv6080011169MsoNormal">“Quando ele (Jorge) viu o que médico de família fazia, em Cuba, se encantou. Está vinculado a uma determinada população e tem, além do acompanhamento da família, uma tarefa longitudinal. Ou seja, acompanha todas as fases da vida das pessoas e das famílias”, relata, ao citar, na entrevista para Henrique Matthiesen, coordenador do Centro de Memória do PDT, o vínculo com o movimento comunitário.</p>
<p class="yiv6080011169MsoNormal">“A capacidade (do médico) de conhecer é muito mais assertiva. E acrescentando o conhecimento da comunidade onde essa família está inserida. Esse foi o grande salto que a medicina cubana deu para os países do chamado terceiro mundo”, explicou.</p>
<p class="yiv6080011169MsoNormal">Com isso, a gestão municipal protagonizou uma atenção primária reconhecidamente diferenciada no Brasil. O sucesso permitiu que, no ano seguinte, o projeto fosse levado ao âmbito estadual pelo então governador do Rio, Leonel Brizola.</p>
<p class="yiv6080011169MsoNormal">Posteriormente, virou pilar da estratégia nacional diante da adoção, pelo Ministério da Saúde, do Programa de Saúde da Família (PSF), que está presente, até hoje, em todo o território brasileiro.</p>
<p class="yiv6080011169MsoNormal"><strong>Universalização</strong></p>
<p class="yiv6080011169MsoNormal">Segundo Maria Célia, Niterói avançou justamente no período – década de 90 – que o Brasil passou por uma mudança na transição demográfica – centralização nos grandes centros urbanos – e no perfil das doenças – crônicas superaram as infecciosas.</p>
<p class="yiv6080011169MsoNormal">“O controle disso tem que ser por um acompanhamento sistemático, contínuo e prolongado ao longo da vida. Onde você encontra isso? Na organização do sistema via medicina de família”, detalha.</p>
<p class="yiv6080011169MsoNormal">Anos antes, com a redemocratização, ela, que sofreu com a repressão militar, os pedetistas espelharam, no município, uma luta que se consolidava pelo país. Com a constituinte de 1988, uma vitória foi emblemática: a implantação do Sistema Único de Saúde (SUS), que buscava eliminar a diferenciação entre cidadãos de primeira e segunda classes”.</p>
<p class="yiv6080011169MsoNormal"><strong>Reconhecimento</strong></p>
<p class="yiv6080011169MsoNormal">Com reverência ao trabalhismo, Maria Célia fez questão de enaltecer o marcante legado pedetista construído na cidade da Região Metropolitana do Rio, que foi referendado pelo ex-prefeito Rodrigo Neves e o seu sucessor, o atual prefeito Axel Grael. O feito na Saúde representa, ao lado dos Centros Integrados de Educação Pública (Cieps) do governo brizolista, marcos internacionais.</p>
<p class="yiv6080011169MsoNormal">“A eleição de Jorge Roberto Silveira deu uma guinada em Niterói, pelo PDT. Esse primeiro mandato como prefeito, em 89, foi revolucionário. Eu acho importante a gente recuperar a história”, disse. Atualmente</p>
<p class="yiv6080011169MsoNormal">“A área da Saúde sempre teve uma aliança com os movimentos sociais. Até porque os movimentos são a demonstração da pujança da saúde da população pela capacidade de luta”, completou.</p>
<p class="yiv6080011169MsoNormal">Confira a entrevista, na íntegra: <a href="https://www.youtube.com/watch?v=A0zS_mgTreE" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer external" data-wpel-link="external">https://www.youtube.com/watch?v=A0zS_mgTreE</a></p>
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		<title>Com Ciep, Leonel Brizola confirmou o valor das crianças para o futuro da nação brasileira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 22 Jan 2021 09:08:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Centro Integrado de Educação Pública]]></category>
		<category><![CDATA[Cieps]]></category>
		<category><![CDATA[Darcy Ribeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="743" height="432" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/01/Com-Cieps-Leonel-Brizola-demonstrou-o-valor-das-crianças-para-o-futuro-da-nação-brasileira.png" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/01/Com-Cieps-Leonel-Brizola-demonstrou-o-valor-das-crianças-para-o-futuro-da-nação-brasileira.png 743w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/01/Com-Cieps-Leonel-Brizola-demonstrou-o-valor-das-crianças-para-o-futuro-da-nação-brasileira-100x58.png 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/01/Com-Cieps-Leonel-Brizola-demonstrou-o-valor-das-crianças-para-o-futuro-da-nação-brasileira-300x174.png 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/01/Com-Cieps-Leonel-Brizola-demonstrou-o-valor-das-crianças-para-o-futuro-da-nação-brasileira-155x90.png 155w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/01/Com-Cieps-Leonel-Brizola-demonstrou-o-valor-das-crianças-para-o-futuro-da-nação-brasileira-600x349.png 600w" sizes="auto, (max-width: 743px) 100vw, 743px" />Na década de 80, projeto pedetista revolucionou o ensino público do Rio e transformou gerações de cidadãos “Dos Cieps hão de sair aqueles homens e mulheres que irão fazer, pelo povo brasileiro e pelo Brasil, tudo aquilo que nós não conseguimos ou não tivemos coragem de fazer”, projetou, em 1986, o então governador do Rio...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="743" height="432" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/01/Com-Cieps-Leonel-Brizola-demonstrou-o-valor-das-crianças-para-o-futuro-da-nação-brasileira.png" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/01/Com-Cieps-Leonel-Brizola-demonstrou-o-valor-das-crianças-para-o-futuro-da-nação-brasileira.png 743w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/01/Com-Cieps-Leonel-Brizola-demonstrou-o-valor-das-crianças-para-o-futuro-da-nação-brasileira-100x58.png 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/01/Com-Cieps-Leonel-Brizola-demonstrou-o-valor-das-crianças-para-o-futuro-da-nação-brasileira-300x174.png 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/01/Com-Cieps-Leonel-Brizola-demonstrou-o-valor-das-crianças-para-o-futuro-da-nação-brasileira-155x90.png 155w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/01/Com-Cieps-Leonel-Brizola-demonstrou-o-valor-das-crianças-para-o-futuro-da-nação-brasileira-600x349.png 600w" sizes="auto, (max-width: 743px) 100vw, 743px" /><p class="yiv7174025993MsoNormal"><em>Na década de 80, projeto pedetista revolucionou o ensino público do Rio e transformou gerações de cidadãos</em></p>
<p class="yiv7174025993MsoNormal">“Dos Cieps hão de sair aqueles homens e mulheres que irão fazer, pelo povo brasileiro e pelo Brasil, tudo aquilo que nós não conseguimos ou não tivemos coragem de fazer”, projetou, em 1986, o então governador do Rio de Janeiro, Leonel Brizola, no prefácio de “O Livro dos CIEPs”, escrito por Darcy Ribeiro, seu vice. Nesta sexta-feira (22), o ex-presidente nacional do PDT completaria 99 anos.</p>
<p class="yiv7174025993MsoNormal">“Elas representam o que o Brasil tem de maior valor e, também, os nossos próprios destinos, como nação livre e democrática, empenhada na construção de uma existência digna para todos os seus filhos”, valorizou Brizola.</p>
<p class="yiv7174025993MsoNormal">Para o líder pedetista, o projeto dos Centros Integrados de Educação Pública (Cieps) confirmou o surgimento de uma vertente que questionava, por dentro do sistema historicamente estruturado, a “realidade social injusta, desumana e impatriótica”.</p>
<p class="yiv7174025993MsoNormal">“Os alunos dos Cieps vêm alcançando cerca de 90% de aprovação. Só este alto rendimento justifica, inclusive economicamente, os Centros Integrados de Educação Pública”, destaca, ao lembrar que “mais de 50% das crianças, depois de anos de repetência, deixam a escola mal assinando o nome.”</p>
<p class="yiv7174025993MsoNormal">A publicação, que representava um balanço da primeira gestão brizolista no estado, dava ainda destaque ao processo de desenvolvimento de uma efetiva política pública de inclusão e desenvolvimento educacional para os cidadãos fluminenses. Na introdução, o governador deixou evidente a relevância conquistada e confirmada ao longo dos quatro anos.</p>
<p class="yiv7174025993MsoNormal">“Esta pequena publicação destina-se a levar ao conhecimento público uma ligeira explicação sobre as realizações, de nosso governo, no campo da educação. O Prof. Darcy Ribeiro foi o meu braço direito. Não fora ele, sua equipe de professores e o conjunto do magistério público, não teríamos conseguido estes importantes avanços, que precisam prosseguir, indispensavelmente. Fizemos 500 CIEPs. O próximo governo deverá fazer mais 500 ou, quem sabe, muito mais”, projetou.</p>
<p class="yiv7174025993MsoNormal"><strong>Confira, abaixo, o prefácio. A íntegra do livro pode ser baixada <a href="http://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/01/O-Livro-dos-CIEPs-por-Darcy-Ribeiro.pdf" data-wpel-link="internal">aqui</a>.</strong></p>
<p class="yiv7174025993MsoNormal"><i>“O CIEP é uma nova instituição que surge, questionando, por dentro, esta realidade social injusta, desumana e impatriótica. Estas novas escolas proporcionarão às nossas crianças alimentação completa, aulas, a segunda professora que os pobres nunca tiveram esporte, lazer, material, assistência médica e dentária. Depois de permanecer todo o dia no colégio, voltam, de banho tomado, para o carinho da família.</i></p>
<p class="yiv7174025993MsoNormal"><i>Mais de 50% de nossas crianças, depois de anos de repetência, deixam a escola mal assinando o nome. Noutras palavras, analfabetas e ressentidas. Por quê? Deficiente de saúde e alimentação, apenas permanecem algumas horas no ambiente escolar, o qual, por sua vez, tem sido precário e ineficaz. Os alunos dos CIEPs vêm alcançando cerca de 90% de aprovação. Só este alto rendimento justifica, inclusive economicamente, os Centros Integrados de Educação Pública.</i></p>
<p class="yiv7174025993MsoNormal"><i>Dizem alguns que deveriam ser como as escolas que sempre tivemos. Afirmamos que não. As nossas crianças merecem ainda mais. Elas representam o que o Brasil tem de maior valor e, também, os nossos próprios destinos, como nação livre e democrática, empenhada na construção de uma existência digna para todos os seus filhos. Todas as crianças deste país deveriam estar em escolas como os CIEPs. Para isto, bastaria que não se desviassem tantos recursos públicos para fins inúteis e inconfessáveis. Se deixássemos, por exemplo, de pagar os juros da dívida externa apenas por dois anos, todas as crianças brasileiras poderiam estar estudando num CIEP.</i></p>
<p class="yiv7174025993MsoNormal"><i>Esta pequena publicação destina-se a levar ao conhecimento público uma ligeira explicação sobre as realizações, de nosso governo, no campo da educação. O Prof. Darcy Ribeiro foi o meu braço direito. Não fora ele, sua equipe de professores e o conjunto do magistério público, não teríamos conseguido estes importantes avanços, que precisam prosseguir, indispensavelmente. Fizemos 500 CIEPs. O próximo governo deverá fazer mais 500 ou, quem sabe, muito mais.</i></p>
<p class="yiv7174025993MsoNormal"><i>Dos CIEPs hão de sair aqueles homens e mulheres que irão fazer, pelo povo brasileiro pelo Brasil, tudo aquilo que nós não conseguimos ou não tivemos coragem de fazer.”</i></p>
<p class="yiv7174025993MsoNormal"><i>Rio de Janeiro, outubro de 1986.</i></p>
<p class="yiv7174025993MsoNormal"><i>Eng. Leonel Brizola</i></p>
<p class="yiv7174025993MsoNormal"><i>Governador do estado</i></p>
<p>&nbsp;</p>
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