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		<title>Lupi comanda homenagem a Getúlio Vargas no Rio de Janeiro pelos 66 anos de morte do ícone trabalhista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2020 01:58:56 +0000</pubDate>
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<p>Lupi lembrou as conquistas históricas do Trabalhismo, o voto feminino entre elas, destacando que Vargas foi o presidente mais importante, mais brilhante, o maior do país na sua opinião, tão importante que conseguiu adiar o golpe da direita por 10 anos com o seu suicídio e a Carta Testamento, que fez questão de ler – na íntegra.</p>
<p>Leia a matéria completa <a href="http://pdt-rj.org.br/lupi-comanda-no-rio-de-janeiro-homenagem-a-vargas-pelos-66-anos-de-sua-morte/" data-wpel-link="internal">aqui</a>.</p>
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		<title>Pelo Centro de Memória, PDT lança narração da carta-testamento de Vargas</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2020 01:26:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[A Voz Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Carta-testamento]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini]]></category>
		<category><![CDATA[Getúlio Vargas]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/08/Na-segunda-edição-podcast-‘A-Voz-Trabalhista’-homenageia-os-66-anos-do-marco-histórico-do-Brasil.png" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/08/Na-segunda-edição-podcast-‘A-Voz-Trabalhista’-homenageia-os-66-anos-do-marco-histórico-do-Brasil.png 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/08/Na-segunda-edição-podcast-‘A-Voz-Trabalhista’-homenageia-os-66-anos-do-marco-histórico-do-Brasil-100x56.png 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/08/Na-segunda-edição-podcast-‘A-Voz-Trabalhista’-homenageia-os-66-anos-do-marco-histórico-do-Brasil-300x169.png 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/08/Na-segunda-edição-podcast-‘A-Voz-Trabalhista’-homenageia-os-66-anos-do-marco-histórico-do-Brasil-768x432.png 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/08/Na-segunda-edição-podcast-‘A-Voz-Trabalhista’-homenageia-os-66-anos-do-marco-histórico-do-Brasil-160x90.png 160w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/08/Na-segunda-edição-podcast-‘A-Voz-Trabalhista’-homenageia-os-66-anos-do-marco-histórico-do-Brasil-600x338.png 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p><em><strong>Na segunda edição, podcast ‘A Voz Trabalhista’ homenageia os 66 anos do marco histórico do Brasil</strong></em></p>
<p>“Serenamente dou o primeiro passo no caminho da eternidade e saio da vida para entrar na História.” Assim, o ex-presidente da República, Getúlio Vargas, encerrou sua carta-testamento para ratificar sua trajetória na eternidade. Após 66 anos, o PDT segue reafirmando seu legado de lutas democráticas ao lançar, a partir do Centro de Memória Trabalhista (CMT), o podcast com a narração do documento divulgado na manhã do dia 24 de agosto de 1954, horas depois do suicídio no Palácio do Catete, no Rio de Janeiro.</p>
<p>Com cerca de 4 minutos, o conteúdo integra a segunda edição do programa ‘A Voz Trabalhista’, que foi criado na última semana e reúne áudios oriundos do repositório gerido pela organização vinculada à Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini (FLB-AP).</p>
<p>Gratuito, o material está disponível nas principais plataformas digitais, incluindo Apple Podcasts (https://cutt.ly/9dRav4B), Spotify (https://cutt.ly/adRdtOQ), Google Podcasts (https://cutt.ly/cdRaFFV) e Anchor (https://bit.ly/2CTzg1B).</p>
<p>Confira o novo podcast: https://spoti.fi/3aRR21T.</p>
<p>Abaixo, o documento, na íntegra:</p>
<p><strong>Carta-Testamento</strong></p>
<p><em>Mais uma vez as forças e os interesses contra o povo coordenaram-se e novamente se desencadeiam sobre mim. Não me acusam, insultam; não me combatem, caluniam, e não me dão o direito de defesa. Precisam sufocar a minha voz e impedir a minha ação, para que eu não continue a defender, como sempre defendi, o povo e principalmente os humildes.</em></p>
<p><em>Sigo o destino que me é imposto. Depois de decênios de domínio e espoliação dos grupos econômicos e financeiros internacionais, fiz-me chefe de uma revolução e venci. Iniciei o trabalho de libertação e instaurei o regime de liberdade social. Tive de renunciar. Voltei ao governo nos braços do povo. A campanha subterrânea dos grupos internacionais aliou-se à dos grupos nacionais revoltados contra o regime de garantia do trabalho. A lei de lucros extraordinários foi detida no Congresso. Contra a justiça da revisão do salário mínimo se desencadearam os ódios. Quis criar liberdade nacional na potencialização das nossas riquezas através da Petrobrás e, mal começa esta a funcionar, a onda de agitação se avoluma. A Eletrobrás foi obstaculada até o desespero. Não querem que o trabalhador seja livre.</em></p>
<p><em>Não querem que o povo seja independente. Assumi o Governo dentro da espiral inflacionária que destruía os valores do trabalho. Os lucros das empresas estrangeiras alcançavam até 500% ao ano. Nas declarações de valores do que importávamos existiam fraudes constatadas de mais de 100 milhões de dólares por ano. Veio a crise do café, valorizou-se o nosso principal produto. Tentamos defender seu preço e a resposta foi uma violenta pressão sobre a nossa economia, a ponto de sermos obrigados a ceder.</em></p>
<p><em>Tenho lutado mês a mês, dia a dia, hora a hora, resistindo a uma pressão constante, incessante, tudo suportando em silêncio, tudo esquecendo, renunciando a mim mesmo, para defender o povo, que agora se queda desamparado. Nada mais vos posso dar, a não ser meu sangue. Se as aves de rapina querem o sangue de alguém, querem continuar sugando o povo brasileiro, eu ofereço em holocausto a minha vida.</em></p>
<p><em>Escolho este meio de estar sempre convosco. Quando vos humilharem, sentireis minha alma sofrendo ao vosso lado. Quando a fome bater à vossa porta, sentireis em vosso peito a energia para a luta por vós e vossos filhos. Quando vos vilipendiarem, sentireis no pensamento a força para a reação. Meu sacrifício vos manterá unidos e meu nome será a vossa bandeira de luta. Cada gota de meu sangue será uma chama imortal na vossa consciência e manterá a vibração sagrada para a resistência. Ao ódio respondo com o perdão.</em></p>
<p><em>E aos que pensam que me derrotaram respondo com a minha vitória. Era escravo do povo e hoje me liberto para a vida eterna. Mas esse povo de quem fui escravo não mais será escravo de ninguém. Meu sacrifício ficará para sempre em sua alma e meu sangue será o preço do seu resgate. Lutei contra a espoliação do Brasil. Lutei contra a espoliação do povo. Tenho lutado de peito aberto. O ódio, as infâmias, a calúnia não abateram meu ânimo. Eu vos dei a minha vida. Agora vos ofereço a minha morte. Nada receio. Serenamente dou o primeiro passo no caminho da eternidade e saio da vida para entrar na História.</em></p>
<p style="text-align: right;">Getúlio Vargas</p>
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		<title>PDT 40 anos: da Carta de Lisboa ao protagonismo contra Bolsonaro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 May 2020 02:31:19 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/05/PDT-40-anos-da-Carta-de-Lisboa-ao-protagonismo-contra-Bolsonaro.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/05/PDT-40-anos-da-Carta-de-Lisboa-ao-protagonismo-contra-Bolsonaro.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/05/PDT-40-anos-da-Carta-de-Lisboa-ao-protagonismo-contra-Bolsonaro-100x75.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/05/PDT-40-anos-da-Carta-de-Lisboa-ao-protagonismo-contra-Bolsonaro-300x225.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/05/PDT-40-anos-da-Carta-de-Lisboa-ao-protagonismo-contra-Bolsonaro-768x576.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/05/PDT-40-anos-da-Carta-de-Lisboa-ao-protagonismo-contra-Bolsonaro-120x90.jpg 120w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/05/PDT-40-anos-da-Carta-de-Lisboa-ao-protagonismo-contra-Bolsonaro-600x450.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p>“Reconhecendo que é urgente a tarefa de libertação do nosso povo, nós, brasileiros que optamos por uma solução trabalhista&#8230;” No resgate da abertura da <a href="http://pdt-rj.org.br/index.php/carta-de-lisboa-40-anos-de-resistencia-do-trabalhismo/" data-wpel-link="internal">Carta de Lisboa</a>, que marcou, em 1979, a mobilização para a reorganização do Trabalhismo no pós-ditadura, promovo um paralelo para exaltar os 40 anos de fundação do PDT e seu protagonismo diante de um novo momento ímpar da história nacional: o combate ao fascismo do século 21 na figura de Bolsonaro.</p>
<p>Em quatro décadas, vivemos intensamente a luta por um país mais justo, onde a valorização do ser humano pudesse estar em equilíbrio com a soberania e o desenvolvimento nacional. Avançamos em muitos campos. Como não lembrar dos Cieps, no Rio de Janeiro? Mostramos que é possível fazer, desde que exista comprometimento com o eixo central: o povo.</p>
<p>Ao citar algumas figuras emblemáticas como Getúlio Vargas, João Goulart e Alberto Pasqualini, passando por Darcy Ribeiro, Doutel de Andrade, Abdias Nascimento e Edialeda Salgado do Nascimento &#8211; e tantas outras que merecem a mesma exaltação -, podemos perceber que o legado trabalhista faz a diferença para superar cada barreira, dificuldade e empecilho, pois está no nosso DNA lutar pelo certo, correto e digno. É questão de princípio.</p>
<p>Abro, portanto, um espaço especial para o nosso eterno líder, Leonel Brizola. Ele continua nos dando ensinamentos até hoje, pois sua sabedoria transcende o marco temporal. A cada dia, buscamos reinventar e fortalecer as ações diante das mudanças promovidas no mundo. Acompanhamos, de perto, para alcançar os objetivos democráticos, mas sem perder &#8211; ratifico com orgulho &#8211; a conexão com o cidadão em cada canto do amplo Brasil.</p>
<p>Por isso, não vamos jamais aceitar que a nossa nação seja dilapidada por um movimento antidemocrático que tem, como figura central, um rascunho de ditador genocida e antidemocrático. O presidente Bolsonaro, e sua trupe, subestimaram &#8211; diante do ápice da arrogância e prepotência &#8211; a capacidade de resistência de quem entende a nação livre, igualitária e democrática não como um slogan, mas como razão de vida.</p>
<p>Estamos nas trincheiras com congressistas, lideranças e militantes, pois temos história, legado, moral e força para, sim, lutar. Não serão milícias, muito menos a ameaça de regimes de exceção, que determinarão o futuro do Brasil, pois este poder é exclusivo do cidadão. Os tempos são outros, as “armas” também.</p>
<p>Na linha de frente, vejo, ao lado, companheiros como Carlos Lupi e Ciro Gomes, além de tantos jovens e experientes quadros que chegam para somar. O PDT é diferenciado por seguir sua essência: plural, diversificado, aberto, verdadeiro e democrático.</p>
<p>“Continuaremos firmemente, sob a inspiração da Carta Testamento do Presidente Getúlio Vargas, a caminhada junto ao povo que nos levará à emancipação da Pátria.” Como no encerramento da mensagem de Lisboa, concluo: estamos, com passos firmes e coerentes, na direção certa pada a vitória. A batalha continua, pois nunca foi fácil para nós, trabalhistas.</p>
<p><strong><em>*Manoel Dias é secretário-geral nacional do PDT, ex-ministro do Trabalho e Emprego e presidente nacional da Fundação Leonel Brizola &#8211; Alberto Pasqualini (FLB-AP).</em></strong></p>
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		<title>Getúlio Vargas Vive!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 24 Aug 2018 20:46:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Carta-testamento]]></category>
		<category><![CDATA[Getúlio Vargas]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="960" height="416" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/08/C6C29A3D6340150631C7D162C14B792F7CDACEA545FD1C01AE3EC7F788E63B59.gif" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" /><p>Há 64 anos, no dia 24 de agosto de 1954, a grande mídia, patrocinada pelos grupos econômicos e financeiros nacionais e internacionais, pelas multi e transnacionais e pelo grande Latifúndio, tendo a frente reacionária UDN, “Suicidaram” o Presidente Getúlio Vargas, o maior estadista da história Republicana.</p>
<p>“Depois de decênios de domínio e espoliação dos grupos econômicos e financeiros internacionais, fiz-me chefe de uma Revolução e venci: Lutei contra a espoliação do Brasil. Lutei contra a espoliação do povo. Não querem que o trabalhador seja livre, não querem que o povo seja independente”. (Trechos da Carta Testamento).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">Salvador, 23 de agosto de 2018</p>
<p style="text-align: center;">Hari Alexandre Brust</p>
<p style="text-align: center;">Membro da Executiva Estadual do PDT – Bahia.</p>
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		<item>
		<title>O golpe de 1964 e o golpe de 2016</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 26 Mar 2018 15:59:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Carta-testamento]]></category>
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		<category><![CDATA[Reformas de Base]]></category>
		<category><![CDATA[terceirização]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="645" height="388" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/03/bandeira_bril_estilizada_1.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/03/bandeira_bril_estilizada_1.jpg 645w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/03/bandeira_bril_estilizada_1-100x60.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/03/bandeira_bril_estilizada_1-300x180.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/03/bandeira_bril_estilizada_1-150x90.jpg 150w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/03/bandeira_bril_estilizada_1-600x361.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 645px) 100vw, 645px" />Duas gerações passaram desde o trágico dia do golpe militar de 31 de março de 1964, que derrubou o Presidente João Goulart mas uma, a castrada politicamente, não deixa passar em branco aquele dia do enterro da democracia, que levou 20 anos para ressuscitar. À semelhança do golpe de 1964, o golpe de 2016, excetuando...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="645" height="388" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/03/bandeira_bril_estilizada_1.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/03/bandeira_bril_estilizada_1.jpg 645w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/03/bandeira_bril_estilizada_1-100x60.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/03/bandeira_bril_estilizada_1-300x180.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/03/bandeira_bril_estilizada_1-150x90.jpg 150w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/03/bandeira_bril_estilizada_1-600x361.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 645px) 100vw, 645px" /><p>Duas gerações passaram desde o trágico dia do golpe militar de 31 de março de 1964, que derrubou o Presidente João Goulart mas uma, a castrada politicamente, não deixa passar em branco aquele dia do enterro da democracia, que levou 20 anos para ressuscitar.</p>
<p>À semelhança do golpe de 1964, o golpe de 2016, excetuando a participação dos militares, os demais atores são os mesmos: a grande mídia, os empresários e os banqueiros nacionais e internacionais, o latifúndio e os herdeiros políticos da velha UDN que, aliados a um congresso submisso, imputaram à presidenta Dilma Rousseff um crime de responsabilidade inexistente e, através de um GOLPE PARLAMENTAR, votaram o impeachment.</p>
<p>MILITAR E OU PARLAMENTAR GOLPE É GOLPE!</p>
<p>Outras semelhanças: com a deposição do Presidente João Goulart, acusado pelas classes dominantes de tentar implantar no Brasil uma República Sindicalista, os trabalhadores sofreram toda sorte de perseguição: perda da estabilidade, cassação de sindicalistas, intervenção nos sindicatos e federações, congelamento do salário mínimo, proibição de greves, além da perda de outros direitos assegurados na constituição.</p>
<p>Em 1964, Jango caiu porque defendia a necessidade de promover as Reformas de Base: agrária, bancária, universitária, fiscal, o controle das remessas de lucros pelas multinacionais, além da encampação das refinarias de petróleo particulares e a defesa dos direitos dos trabalhadores.</p>
<p>Em 2016 Dilma sofreu impeachment porque defendia a Petrobras e o monopólio da exploração do petróleo do Pré-Sal, era contra a privatização da Eletrobras, bem como outras empresas estratégicas para a defesa do País, além da manutenção dos direitos conquistados pelo povo, nos últimos anos do governo do povo.</p>
<p>Afastada a presidenta Dilma, os golpistas acobertados pelo vice traidor Temer, assaltaram o poder e implantaram o governo que liberou geral para os patrocinadores do golpe.</p>
<p>Voltaram as privatizações, as concessões (Pré-Sal), os trabalhadores mais uma vez foram penalizados, agora pela “deforma” trabalhista (terceirização), retirando direitos conquistados na constituição de 1988.</p>
<p>No fundo, a elite brasileira não admite o povo no poder. A elite prefere o cheiro dos cavalos ao cheiro do povo e, todas as vezes que o povo elege um governante comprometido com o combate às desigualdades sociais, com a libertação do nosso País dos tentáculos do polvo capitalista, ela se levanta contra os defensores dos interesses da nossa gente, para preservar a sua herança donatária. Foi essa casta que “suicidou” Getúlio em 1954, que pressionou Jânio Quadros até a renúncia em 1961, que derrubou Jango em 1964 e que afastou Dilma em 2016.</p>
<p>“A campanha subterrânea dos grupos internacionais aliou-se à dos grupos nacionais revoltados contra o regime de garantia do trabalho. Não querem que o trabalhador seja livre, não querem que o povo seja independente” (Carta Testamento do Presidente Getúlio Vargas).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>*Hari Alexandre Brust é membro da Executiva Estadual do PDT da Bahia.</em></strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<item>
		<title>Nas entrelinhas do Trabalhismo, a trajetória de Doutel de Andrade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Nov 2017 19:31:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Carta-testamento]]></category>
		<category><![CDATA[Doutel de Andrade]]></category>
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		<category><![CDATA[João Goulart]]></category>
		<category><![CDATA[Leonel Brizola]]></category>
		<category><![CDATA[PDT]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="816" height="474" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/11/Doutel-de-Andrade.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/11/Doutel-de-Andrade.jpg 816w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/11/Doutel-de-Andrade-100x58.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/11/Doutel-de-Andrade-300x174.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/11/Doutel-de-Andrade-768x446.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/11/Doutel-de-Andrade-155x90.jpg 155w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/11/Doutel-de-Andrade-600x349.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 816px) 100vw, 816px" />&#8220;As sentenças da história podem tardar, mas são inexoráveis. E dia virá em que o império da lei e a vontade do povo hão de prevalecer”, declarou Doutel de Andrade (centro da foto), que hoje (17) completaria 97 anos. Com posicionamentos firmes e combativos, o advogado e jornalista exerceu os cargos de deputado federal e...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="816" height="474" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/11/Doutel-de-Andrade.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/11/Doutel-de-Andrade.jpg 816w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/11/Doutel-de-Andrade-100x58.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/11/Doutel-de-Andrade-300x174.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/11/Doutel-de-Andrade-768x446.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/11/Doutel-de-Andrade-155x90.jpg 155w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/11/Doutel-de-Andrade-600x349.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 816px) 100vw, 816px" /><p>&#8220;As sentenças da história podem tardar, mas são inexoráveis. E dia virá em que o império da lei e a vontade do povo hão de prevalecer”, declarou Doutel de Andrade (centro da foto), que hoje (17) completaria 97 anos. Com posicionamentos firmes e combativos, o advogado e jornalista exerceu os cargos de deputado federal e vice-governador de Santa Catarina. Ao lado de Leonel Brizola, fundou o PDT e conseguiu marcar sua trajetória nas trincheiras do trabalhismo a partir do legado de Getúlio Vargas e João Goulart (Jango) desde o originário PTB.</p>
<p>Durante sua vasta trajetória, teve a chance de relatar, em uma reportagem, o momento em que leu, em primeira mão, ao lado de Jango, então líder petebista, a Carta Testamento deixada por Vargas.</p>
<p>Já na ditadura, se manteve firme como principal articulador e defensor do ideário trabalhista no Brasil, além de ser o porta-voz informal de Goulart. Imponente, lia manifestos produzidos pelo presidente deposto recheados de duros ataques ao general Castelo Branco.</p>
<p>Na Câmara, após 25 anos, Doutel, como líder do PDT, foi para a tribuna fazer um apanhado único sobre os bastidores e realidades vividas ao passo da execução do golpe militar contra a democracia brasileira. No início do discurso proferido no dia 31 de março de 1989, logo ratificou a existência de provas sobre a atuação americana não só  na condução, mas também no planejamento de todo o processo de ruptura democrática.</p>
<p>“Hoje está provado documentadamente que ele foi elaborado e pensando nos Estados Unidos e desfechado a custa de’ dinheiro norte-americano que aqui foi injetado em profusão, inclusive nesta casa ajudando a que às suas cadeiras viessem’ representantes comprometidos com essas forças que, desta mentira tão violenta, interrompiam o processo de afirmação do Brasil como Nação e cultura”.</p>
<p>Essa conjuntura foi despertada pelas razões criadas pelo Trabalhismo desde a década de 30, com o governo de Vargas e o início da industrialização brasileira.</p>
<p>“Passa por Getúlio Vargas, pela sua gigantesca obra de governo, pela construção do moderno Estado brasileiro. Passa pelo avanço social, o avanço das forças trabalhistas, o avanço das forças trabalhadoras, na construção de uma sociedade mais humana, mais igualitária. Vargas também não pôde concluir a sua obra. Viu-se acuado pelas forças da reação, pelas mesmas forças que posteriormente levariam João Goulart ao exílio e, numa madrugada, acossado, deu tiro no coração e desertou a vida”, afirmou.</p>
<p>Leia matéria na íntegra <a href="http://flb-ap.org.br/noticia.php?id=3892&amp;title=nas-entrelinhas-do-trabalhismo-a-trajetoria-de-doutel-de-andrade" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">aqui</a>.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Ciro e Lupi participam de homenagens a Getúlio Vargas em Porto Alegre</title>
		<link>https://pdt-rj.org.br/index.php/ciro-e-lupi-participam-de-homenagem-a-getulio-em-porto-alegre/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=ciro-e-lupi-participam-de-homenagem-a-getulio-em-porto-alegre</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 25 Aug 2017 19:30:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Lupi]]></category>
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		<category><![CDATA[Ciro Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[Getúlio Vargas]]></category>
		<category><![CDATA[Manoel Dias]]></category>
		<category><![CDATA[PDT]]></category>
		<category><![CDATA[Pompeo de Mattos]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="739" height="474" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Lupi-e-Ciro-em-Porto-Alegre.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Lupi-e-Ciro-em-Porto-Alegre.jpg 739w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Lupi-e-Ciro-em-Porto-Alegre-100x64.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Lupi-e-Ciro-em-Porto-Alegre-300x192.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Lupi-e-Ciro-em-Porto-Alegre-140x90.jpg 140w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Lupi-e-Ciro-em-Porto-Alegre-600x385.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" />O presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, e o presidenciável Ciro Gomes (PDT-CE) estiveram nessa quinta-feira (24), em Porto Alegre (RS) para participar de uma série de eventos em memória ao aniversário de 63 anos da morte do ex-presidente Getúlio Vargas. Acompanhados de outras lideranças pedetistas, dentre eles o presidente da Fundação Leonel Brizola &#8211;...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="739" height="474" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Lupi-e-Ciro-em-Porto-Alegre.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Lupi-e-Ciro-em-Porto-Alegre.jpg 739w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Lupi-e-Ciro-em-Porto-Alegre-100x64.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Lupi-e-Ciro-em-Porto-Alegre-300x192.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Lupi-e-Ciro-em-Porto-Alegre-140x90.jpg 140w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Lupi-e-Ciro-em-Porto-Alegre-600x385.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 739px) 100vw, 739px" /><p>O presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, e o presidenciável Ciro Gomes (PDT-CE) estiveram nessa quinta-feira (24), em Porto Alegre (RS) para participar de uma série de eventos em memória ao aniversário de 63 anos da morte do ex-presidente Getúlio Vargas.</p>
<p>Acompanhados de outras lideranças pedetistas, dentre eles o presidente da Fundação Leonel Brizola &#8211; Alberto Pasqualini (FLB-AP), Manoel Dias, e o presidente do PDT gaúcho, deputado federal Pompeo de Mattos, o roteiro se iniciou na Esquina Democrática, com um cortejo que seguiu até a Praça da Alfândega, onde foi inaugurada a nova placa da Carta-testamento deixada por Vargas antes de cometer suicídio.</p>
<p>&#8220;Toda nação civilizada reverencia os seus mortos, reverencia aqueles que foram importantes para construção da nacionalidade, da identidade cultural, da independência, da soberania do país, da condição social dos mais pobres. E maior dos brasileiro nesses valores, sem nenhum rival foi Getúlio Vargas&#8221;, reverenciou Ciro.</p>
<p>Para o presidenciável,  o conteúdo da Carta-testamento de Vargas é atual, sobretudo para trazer inspiração e estratégias para solucionar a crise política e sócio-econômica pelas quais atravessa o Brasil.</p>
<p>&#8220;É muito contemporâneo e futurista ler a Carta-testamento. Ali estão as respostas, as pistas dos valores centrais para a retomada de um modelo nacional de desenvolvimento, com o valor da superação da desigualdade, da pobreza, da questão nacional&#8221;, avaliou Ciro.</p>
<figure id="attachment_55041" aria-describedby="caption-attachment-55041" style="width: 640px" class="wp-caption aligncenter"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-55041 size-full" src="http://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/PDT-inaugura-nova-placa-Carta-testamento-de-Getúlio-Vargas.jpg" alt="" width="640" height="426" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/PDT-inaugura-nova-placa-Carta-testamento-de-Getúlio-Vargas.jpg 640w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/PDT-inaugura-nova-placa-Carta-testamento-de-Getúlio-Vargas-100x67.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/PDT-inaugura-nova-placa-Carta-testamento-de-Getúlio-Vargas-300x200.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/PDT-inaugura-nova-placa-Carta-testamento-de-Getúlio-Vargas-135x90.jpg 135w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><figcaption id="caption-attachment-55041" class="wp-caption-text">Pompeo de Mattos, Carlos Lupi e Ciro Gomes inauguram nova placa da Carta-testamento de Vargas</figcaption></figure>
<p>Em sua fala, Lupi reafirmou o propósito do PDT no projeto de soberania nacional e reforçou o posicionamento de Ciro, como candidato à Presidência da República, no cenário político do País.</p>
<p>&#8220;Sabemos de onde viemos, sabemos o que fomos. Nós somos os varguistas, os janguistas e os brizolistas. Nós somos esse triunvirato gaúcho que representou o grito libertário da nação brasileira. Nós somos o que fomos ontem. Nós somos a luta de hoje contra esse governo entreguista e nefasto da nação brasileira. E nós somos o Ciro presidente amanhã. O Ciro é, hoje, na pátria brasileira, o mais preparado, o mais corajoso, o único brasileiro no seio político que tem coragem de tocar nesse sistema financeiro que corrói a nação, que corrói a esperança e destrói a pátria brasileira&#8221;, disse discursou Lupi.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
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		<title>Carta-testamento de Getúlio Vargas: 63 anos de um marco nacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Aug 2017 03:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Manchete]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Alceu Collares]]></category>
		<category><![CDATA[Carta-testamento]]></category>
		<category><![CDATA[Darcy Ribeiro]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="1008" height="1024" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/25b060e98580ddc33c2c2b41a5e3c77d.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/25b060e98580ddc33c2c2b41a5e3c77d.jpg 1008w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/25b060e98580ddc33c2c2b41a5e3c77d-98x100.jpg 98w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/25b060e98580ddc33c2c2b41a5e3c77d-295x300.jpg 295w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/25b060e98580ddc33c2c2b41a5e3c77d-768x780.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/25b060e98580ddc33c2c2b41a5e3c77d-89x90.jpg 89w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/25b060e98580ddc33c2c2b41a5e3c77d-600x610.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1008px) 100vw, 1008px" /><p>“A carta-testamento é um documento digno de ser lido, porque ele é generoso; ele é um texto humano; muito forte”, exaltava Leonel Brizola, durante a disputa da eleição para prefeito da Cidade do Rio de Janeiro, em 2000. O discurso abordava a importância do documento deixado pelo ex-presidente da República, Getúlio Vargas, antes do suicídio, que ocorreu em 24 de agosto de 1954, no Palácio do Catete, no Rio de Janeiro, com duas versões: uma manuscrita e outra datilografada. Representativo e impactante, esse posicionamento sempre foi ratificado e ecoado por trabalhistas em cada parte do país.</p>
<p>Ao contextualizar o indicativo da carta, Brizola mostrava o inconsequente ataque que o trabalhista sofria no período. “Havia um ambiente já de golpe de estado, por causa da Petrobras, dos conflitos, tudo isso aí. Ele sentiu. E não quis ser humilhado. Ele ia ser humilhado. Ia ser derrubado. Pressão americana muito grande; cresce no estrangeiro, em outros países. E ele se suicidou e deixou aquela carta.”</p>
<p>“O dia 24 de agosto foi um dia que vocês não têm uma ideia do que foi. O povo, chocado com a morte do presidente, porque aquilo vinha de uma campanha, de uma pressão de campanha terrível, que ele, naquela manhã deu fim à sua vida. E aquilo veio”, explicou, ao completar: “Ele entregou a carta-testamento para João Goulart e mandou que ele saísse daqui, porque ele achava que eles iam destruir a carta-testamento. Mas houve ação de muitos companheiros naquela hora, e fizeram a Rádio Nacional ler a Carta-testamento. Bom, foi um estouro.”</p>
<p>Segundo o líder pedetista, a divulgação da morte potencializou a reação da população. “Vocês sabem que o povo saiu em fúria pelas ruas, por toda a parte, quebrando tudo. Compreendeu? Quebrando tudo. Quebraram os jornais inimigos, os jornais de Chateaubriand; queimaram consulados americanos; o que era firma americana, quebraram tudo, incendiaram. O próprio Exército só depois, mais tarde (quando amainou um pouco a situação) é que saiu nas ruas.”</p>
<p>O ex-senador e antropólogo, Darcy Ribeiro, ratificava que Getúlio foi o maior dos estadistas brasileiros. “Foi também o mais amado pelo povo e o mais detestado pelas elites. Tinha de ser assim. Getúlio obrigou nosso empresariado urbano de descendentes de senhores de escravos a reconhecer os direitos dos trabalhadores. Os politicões tradicionais, coniventes, senão autores da velha ordem, banidos por ele do cenário político, nunca o perdoaram”, indicou.</p>
<p>Para ele, Getúlio governou o Brasil durante 15 anos sob a legitimação revolucionária, foi deposto, retornou, pelo voto popular, para mais cinco anos de governo. “Enfrentou os poderosos testas-de-ferro das empresas estrangeiras, que se opunham à criação da Petrobras e da Eletrobrás, e os venceu pelo suicídio, deixando uma carta-testamento, que é o mais alto e mais nobre documento político da história do Brasil”, acrescentou, ao considerar o documento essencial na história brasileira contemporânea.</p>
<p>Darcy relata ainda que o efeito do suicídio de Getúlio foi uma revirada completa. Segundo ele, a opinião pública, antes anestesiada pela campanha da imprensa, percebeu que se tratava de um golpe contra os interesses nacionais e populares. “Era a direita que estava assumindo o poder e que Getúlio fora vítima de uma vasta conspiração. Os testas-de-ferro das empresas estrangeiras e o partido direitista, que esperavam apossar-se do poder, entraram em pavor e refluíram. As forças armadas redefiniram sua posição, o que ensejou condições para a eleição de Juscelino Kubitscheck”, ponderou.</p>
<p>No relato do enterro, uma passagem emocionante. “O translado do corpo de Getúlio, do Palácio do Catete até o Aeroporto Santos Dumont foi a maior, a mais chorosa e mais dramática manifestação pública que se viu no Brasil. Pode-se avaliar bem o pasmo e a revolta do povo brasileiro ante esta série de acontecimentos trágicos, que induziram seu líder maior ao suicídio como forma extrema de reverter a sequência política que daria fatalmente o poder à direita.</p>
<p><strong>Era Vargas</strong></p>
<p>Para o ex-governador do Rio Grande do Sul e ex-deputado federal, Alceu Collares, a trajetória de Vargas mostrava seu comprometimento com o povo. “Getúlio Vargas, em 1930, chegou ao poder na crista de uma revolução, com a oligarquia. Neiva Moreira sabe disso: Getúlio chegou com a oligarquia, com as elites. Se tivesse se mantido fiel àquelas elites, não teria apeado do poder. É que, chegando ao poder, marchou de forma resoluta, corajosa e forte, porque era um socialista”, ressaltou.</p>
<p>“Ninguém até hoje fez 10% do que Getúlio fez. Não foram apenas a industrialização e a introdução da modernização da agricultura no nosso País, que começou com o café, em São Paulo. Foi ele quem fez os grandes investimentos. Quem fez a maior quantidade de estradas, de portos, de aeroportos? Quem fez o BNDES, a Vale do Rio Doce, a Companhia Siderúrgica Nacional, a PETROBRAS, a ELETROBRÁS?”, completou, em um discurso vibrante na Câmara dos Deputados, em 2005.</p>
<p>Getulista, Brizola falava, com orgulho, do conterrâneo gaúcho. “Hoje, as estatísticas mostram que foram os anos que o Brasil mais progrediu, mais avançou; e que o produto econômico mais cresceu foram naqueles anos do presidente Vargas. Aí nasceu a Petrobras. Aí começaram os primeiros passos de outras grandes iniciativas. Morre o presidente Vargas, em 54, e o país viveu um momento difícil”, comentou.</p>
<p>Já Darcy relembrava que os intelectuais esquerdistas e os comunistas não se consolavam de terem perdido para Getúlio a admiração e o apoio da classe operária. “Com eles, o estamento gerencial das multinacionais. Getúlio foi o líder inconteste da Revolução de 1930. Tendo exercido antes importantes cargos, Getúlio pôde se pôr à frente do punhado de jovens gaúchos que, aliados a jovens oficiais do Exército, os tenentistas, desencadearam a Revolução de Trinta. A única que tivemos digna desse nome, pela profunda transformação social modernizadora que operou sobre o Brasil”, disse.</p>
<p><strong>Leia abaixo a íntegra da Carta-testamento de Getúlio Vargas:</strong></p>
<blockquote><p><strong>&#8220;</strong>Mais uma vez as forças e os interesses contra o povo coordenaram-se e se desencadeiam sobre mim. Não me acusam, insultam; não me combatem, caluniam; e não me dão o direito de defesa. Precisam sufocar a minha voz e impedir a minha ação, para que eu não continue a defender, como sempre defendi, o povo e principalmente os humildes. Sigo o destino que me é imposto. Depois de decênios de domínio e espoliação dos grupos econômicos e financeiros internacionais, fiz-me chefe de uma revolução e venci. Iniciei o trabalho de libertação e instaurei o regime de liberdade social. Tive de renunciar. Voltei ao governo nos braços do povo. A campanha subterrânea dos grupos internacionais aliou-se à dos grupos nacionais revoltados contra o regime de garantia do trabalho. A lei de lucros extraordinários foi detida no Congresso. Contra a Justiça da revisão do salário mínimo se desencadearam os ódios. Quis criar a liberdade nacional na potencialização das nossas riquezas através da Petrobras, mal começa esta a funcionar a onda de agitação se avoluma. A Eletrobrás foi obstaculada até o desespero. Não querem que o povo seja independente. Assumi o governo dentro da espiral inflacionária que destruía os valores do trabalho. Os lucros das empresas estrangeiras alcançavam até 500% ao ano. Nas declarações de valores do que importávamos existiam fraudes constatadas de mais de 100 milhões de dólares por ano. Veio a crise do café, valorizou-se nosso principal produto. Tentamos defender seu preço e a resposta foi uma violenta pressão sobre a nossa economia a ponto de sermos obrigados a ceder. Tenho lutado mês a mês, dia a dia, hora a hora, resistindo a uma pressão constante, incessante, tudo suportando em silêncio, tudo esquecendo e renunciando a mim mesmo, para defender o povo que agora se queda desamparado. Nada mais vos posso dar a não ser o meu sangue. Se as aves de rapina querem o sangue de alguém, querem continuar sugando o povo brasileiro, eu ofereço em holocausto a minha vida. Escolho este meio de estar sempre convosco. Quando vos humilharem, sentireis minha alma sofrendo ao vosso lado. Quando a fome bater à vossa porta, sentireis em vosso peito a energia para a luta por vós e vossos filhos. Quando vos vilipendiarem, sentireis no meu pensamento a força para a reação. Meu sacrifício vos manterá unidos e meu nome será a vossa bandeira de luta. Cada gota de meu sangue será uma chama imortal na vossa consciência e manterá a vibração sagrada para a resistência. Ao ódio respondo com perdão. E aos que pensam que me derrotam respondo com a minha vitória. Era escravo do povo e hoje me liberto para a vida eterna. Mas esse povo, de quem fui escravo, não mais será escravo de ninguém. Meu sacrifício ficará para sempre em sua alma e meu sangue terá o preço do seu resgate. Lutei contra a espoliação do Brasil. Lutei contra a espoliação do povo. Tenho lutado de peito aberto. O ódio, as infâmias, a calúnia não abateram meu ânimo. Eu vos dei a minha vida. Agora ofereço a minha morte. Nada receio. Serenamente dou o primeiro passo no caminho da eternidade e saio da vida para entrar na história.<strong>&#8220;</strong></p>
<p>&nbsp;</p></blockquote>
<p>Leia também o artigo <a href="http://pdt-rj.org.br/index.php/o-peito-de-vargas-ainda-sangra/" data-wpel-link="internal"><strong>&#8220;O peito de Vargas ainda sangra&#8221;.</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Confira abaixo as imagens da carta-testamento nas versões manuscrita e datilografada.</p>
<figure id="attachment_54963" aria-describedby="caption-attachment-54963" style="width: 461px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-54963 size-full" src="http://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Carta-testamento-Manuscrita.png" alt="" width="461" height="685" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Carta-testamento-Manuscrita.png 461w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Carta-testamento-Manuscrita-67x100.png 67w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Carta-testamento-Manuscrita-202x300.png 202w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Carta-testamento-Manuscrita-61x90.png 61w" sizes="auto, (max-width: 461px) 100vw, 461px" /><figcaption id="caption-attachment-54963" class="wp-caption-text"><em>Carta-testamento – manuscrita</em></figcaption></figure>
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