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	<title>Carta Magna &#8211; PDT</title>
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		<title>Reforma administrativa: “O PDT vai votar contra”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 20 Sep 2020 16:28:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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<p>“Eles querem rasgar a Constituição brasileira”, acusa Lupi. O líder pedetista se refere ao Artigo 41 da Constituição Federal que diz: “São estáveis, após dois anos de efetivo exercício, os servidores nomeados em virtude de concurso público. § 1º O servidor público estável só perderá o cargo em virtude de sentença judicial transitada em julgado ou mediante processo administrativo em que lhe seja assegurada ampla defesa”.</p>
<p>O dispositivo existe não por acaso. Ali, a Carta Magna zela para que o Estado não seja refém de governos. A estabilidade do funcionário público garante que ele seja fiel à coisa pública e não a personalidade transitória que ocupa o Executivo. Sem essa garantia, o interesse estatal ficaria em segundo plano, prevalecendo a vontade do mandatário que teria o poder de destituir o servidor que não compactua de seu ideário, por exemplo.</p>
<p>É preciso sopesar que o serviço público não corre solto, não é o “oba oba” propagado por Paulo Guedes e demais liberais sem compromisso público. Métricas de avaliação de desempenho e sistema de progressão de carreira existem para balizar o servidor. Quem não atende aos requisitos, não progride. Se esse instrumento tem sido aplicado com eficácia, sim, é um debate válido.</p>
<p>A reforma administrativa de Bolsonaro é perversa, ataca a classe trabalhadora e mantém intocados militares, magistrados, parlamentares, promotores e procuradores. Inverso a esse arranjo, o PDT defende a valorização do servidor público. O partido entende que são esses trabalhadores que influenciam diretamente a eficiência da máquina estatal.</p>
<p>Nesse aspecto, Lupi é muito claro quanto ao que defende o Trabalhismo: “Assim como a diplomacia, a área de Educação e a área de Saúde toda deveriam ser carreiras de Estado. Dedicação exclusiva e bem paga. Por quê? Nós precisamos de um tratamento especial para aquilo que é essencial. O futuro é a educação e o presente é a saúde”.</p>
<p>No entendimento dos líderes pedetistas, é importante frisar que não se rechaça o debate em torno de uma reforma administrativa no Brasil. Contudo, o assunto precisa de atenção compromissada com o aperfeiçoamento do serviço estatal e da democracia. O que Bolsonaro propõe é o oposto, uma maneira de dobrar a máquina pública ao desejo pessoal, à tirania. E nada que corrói o Estado interessa ao PDT.</p>
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		<title>“Trabalhismo em Diálogo” discute 30 anos da Constituinte</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 06 Jun 2018 20:15:39 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Carta Magna]]></category>
		<category><![CDATA[Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini]]></category>
		<category><![CDATA[João Goulart]]></category>
		<category><![CDATA[Trajano Ribeiro]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="768" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/06/IMG_20180604_191550647.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/06/IMG_20180604_191550647.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/06/IMG_20180604_191550647-100x75.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/06/IMG_20180604_191550647-300x225.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/06/IMG_20180604_191550647-768x576.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/06/IMG_20180604_191550647-120x90.jpg 120w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/06/IMG_20180604_191550647-600x450.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p>A “Constituição de 88 e a Participação Popular” foi o tema de um debate realizado na última segunda-feira (4) pela Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini do Rio de Janeiro. O evento foi realizado na sede do Diretório Estadual do partido e coube ao deputado estadual Paulo Ramos, à época deputado constituinte, e Trajano Ribeiro, explicarem como a chamada “Constituição Cidadã” cumpriu o seu papel de assegurar a estabilidade institucional, garantir direitos e avanços para a classe trabalhadora.</p>
<p>A Constituição Cidadã foi assim batizada por ter sido concebida no processo de redemocratização, iniciado com o encerramento da ditadura militar. Apesar de ter sofrido várias emendas, ela ainda cumpre um papel elementar na sociedade brasileira.</p>
<p>O deputado Paulo Ramos relembrou todo o processo de elaboração da Constituição, que se iniciou na presidência de Sarney (1986), as eleições para o Congresso Nacional (deputados e senadores) e a formação dos 559 eleitos a Assembleia Constituinte, que, junto com a participação popular, formataram a nova Carta Magna, que traz, em seu artigo primeiro: “A República Federativa do Brasil, formada pela união indissolúvel dos Estados e Municípios e do Distrito Federal, constitui-se em Estado Democrático de Direito e tem como fundamentos: 1 – Soberania, 2- Cidadania, 3 &#8211; a dignidade da pessoa humana, 4 – os valores sociais do trabalho e da livre iniciativa”.</p>
<p>“A Constituição é cristalina e óbvia. E o seu primeiro artigo determina os demais. Sem Soberania Nacional, não aos demais direitos. Precisamos defender a todo custo nossa soberania, está em nossas mãos defendermos os nossos direitos”, conclui Paulo Ramos.</p>
<p>Trajano Ribeiro, em sua fala relacionou fatos históricos de personagens nacionalistas com o momento da constituinte e o atual e explicou o perigo que a democracia passa.</p>
<p>“Todas as vezes que tivemos alguém no poder com a ideia de transformar o Brasil em uma nação soberana, a sociedade foi golpeada. Aconteceu com Getúlio Vargas, quando investiu no petróleo e na classe trabalhadora; com Jango [João Goulart], por conta do seu alinhamento com Getúlio e carisma popular; aconteceu com Brizola, nacionalista ao extremo, que, mesmo por anos sendo alvo de campanhas difamatórias por parte da mídia hegemônica, nunca desistiu lutar para emancipar nosso povo; e agora, mais recentemente, com a Presidenta Dilma, tudo pelo alinhamento com a política do pré-sal e do conteúdo nacional da Petrobras”.</p>
<p>Em suas conclusões, Trajano traçou um paralelo entre o aquele período e o atual processo eleitoral de que se aproxima o País.</p>
<p>“O momento que vivemos é muito difícil: nossa Constituição é rasgada diariamente; nossa soberania foi usurpada, com esse golpista Michel Temer. Nossas esperanças estão depositadas no companheiro Ciro Gomes – um nacionalista que bebe na fonte de Getúlio, Jango e Brizola. Vamos eleger pra sairmos dessa escuridão que o Brasil se encontra”, terminou Trajano.</p>
<p>“Trabalhismo em Diálogo” – iniciativa da Fundação Leonel Brizola &#8211; Alberto Pasqualini – tem como meta discutir temas de interesses nacionais, criando um ambiente de caráter progressista na sociedade.</p>
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