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	<title>Campanha da Legalidade &#8211; PDT</title>
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	<title>Campanha da Legalidade &#8211; PDT</title>
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		<title>Um certo Leonel</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Jan 2022 02:33:44 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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<p>O general paisano dos caboclos sem chão prometia terra em troca de lealdade nas peleias entreveradas dos senhores da guerra.</p>
<p>Esperançado, o posseiro José, pai de um bebê prometido de se chamar Itagiba em cartório, alistou-se nas hostes rebeldes do caudilho destemido. Queria um chão de seu para tirar o sustento da família. Coragem não lhe faltava. Lá se foi.</p>
<p>O nenê ensaiava os primeiros passos quando a gargalhada histérica da metralhadora apresentou a custo de muito sangue as lendárias cargas de cavalaria a ponta de lança na Revolução maragata de 1923.</p>
<p>Uma época épica enterrava seus mortos em cova rasa e empurrava para décadas incertas as esperanças no futuro, talvez para nunca mais. Ao retornar dos combates, o pai do pequenino que se chamaria Itagiba foi morto a traição. Não demorou para Oniva, a mãe do menininho, ser avisada que deveria entregar o pequeno pedaço de terra ao dono de papel passado. Que buscasse seu lugar com as crias no aperto da cidade.</p>
<p>As asperezas da vida se apresentavam sem cerimônia ao molequinho que brincava na rua com uma espada de pau. Imitava um certo Leonel dos ervais em ação contra os inimigos traiçoeiros. E Leonel passou a chamar-se por conta própria, para lidar com o trauma da orfandade. Itagiba desapareceu da história sem nunca ter entrado. E Leonel passou a ser para todos, menos para o cartório, por dessas coisas do Brasil profundo. Na falta de escola, aprendeu a desenhar as letras guiado pela mão da mãe, à luz de lampião.</p>
<p>Logo descobriu que precisava ajudar a levar comida para a mesa. No vaivém incessante das ruas, em busca de alguns trocados, engraxava sapatos e entregava encomendas. Nas caminhadas, uma construção o fazia parar, na tentativa de adivinhar o que acontecia lá dentro. Tanto se esforçou para escalar o muro em volta que alertou alguém, por acaso o diretor do colégio metodista, reverendo Isidoro Pereira, que o acolheu em sua casa e o matriculou. Um dia se saberá o quanto a evolução da ideia de educação avançou no Brasil devido a esse gesto de compaixão.</p>
<p>Logo o reverendo percebe no garotinho a vivacidade, a determinação – nada lhe parece impossível – e a vocação de liderança.</p>
<p>Ao natural, acontece o estalo de tentar a sorte em Porto Alegre, para continuar os estudos e trabalhar. O prefeito de Carazinho, Albino Hillebrand, jamais esqueceria o olhar do “menino pobre” à espera de sua assinatura na requisição de uma passagem de trem na segunda classe. Nem o sentimento de gratidão se apagaria na memória de Leonel.</p>
<p>Sozinho, embalado pela batucada monótona dos trilhos, começa a grande aventura da vida de Leonel. Ninguém o espera ao descer do fumegante maria fumaça, na mesma gare em que Getúlio Vargas subiu no trem vitorioso da Revolução de 30, poucos anos antes.</p>
<p>Ele se sente acolhido por gente como ele vinda de todos os cantos do Estado. Confia em si mesmo e nas pessoas que, por sua vez, confiam naquele garoto resoluto. Havia confiança na troca de olhares e lugar para mais um que viesse com boas intenções. Era assim, embora não se soubesse o motivo. Lá fora o mundo beirava a convulsão, aqui a Revolução de 30 reorganizava o Brasil. A confiança no futuro fazia as coisas darem certo. As pessoas juntavam as suas bondades. Era natural que se confiassem. O rapazinho não poderia imaginar que um dia inspiraria a confiança nas pessoas nele e ele nelas. Tampouco que expressaria a vontade das pessoas por seus atos e palavras vida afora. Sem saber, mergulhava nos insondáveis mistérios do inconsciente coletivo. O Brasil e Leonel se apresentavam um ao outro. Era cedo para saber o resultado desse encontro. Leonel ainda não existia pela lei. Às pressas terá que providenciar a certidão de nascimento para matricular-se na escola técnica de agricultura de Viamão. Só então tem o direito de chamar-se pelo nome de seu herói.</p>
<p>Logo ao formar-se muda-se para Porto Alegre, a procura de trabalho. Em sequência será operador de balança, ascensorista, jardineiro e operário de uma fábrica de graxa. Passa em concurso para fiscal de moinho do ministério da Agricultura. Frequenta o curso supletivo do colégio Júlio de Castilhos e ingressa na escola de Engenharia.</p>
<p>Está se aproximando a hora em que vai tocar sem querer no fio invisível da história, a ligação entre as atitudes banais do cotidiano às decisões que afetarão a vida de todos. O fio da política, o mesmo da emboscada a seu pai e da expulsão de sua mãe para a periferia da cidade.</p>
<p>Algo estava mudando nas ruas pacatas de Porto Alegre. De hora para outra, as pessoas queriam se reunir nas praças, como se estivessem despertando de uma letargia. O que conversavam, no entanto, não conferia com o ambiente de sofisticação na escola de Engenharia. Indiferentes às tropas e até tanques que cercavam as praças, o povo não arredava pé. Queriam a permanência de Getúlio.</p>
<p>É nas ruas que ouve falar pela primeira vez do Trabalhismo, àquela altura mais um sentimento de identidade social que um pensamento. Getúlio e o Trabalhismo despertavam a vontade das pessoas por uma vida condigna. Era a mesma vontade de Leonel. Percebe claramente que o Trabalhismo é o lado sacrificado da sociedade que começa a se organizar. O seu lado. Era a mensagem de uma experiência concreta de vida conduzindo um projeto de dignidade social com lugar para todos. Uma ideologia brasileira para o Brasil.</p>
<p>Brizola, que na prática tinha aberto pessoalmente o caminho para uma vida melhor, enxerga o Trabalhismo como o meio político de criar condições de ascensão social massiva. Não seria surpresa para alguém que perdeu o pai numa traição a reação furiosa de alguns setores da sociedade às propostas trabalhistas de salário mínimo, industrialização e educação. Será espantosa, sim, a descoberta que setores ditos esclarecidos vêem o Brasil como um eterno fazendão. Em seguida, começam a desabar sobre os cabeças do Trabalhismo a acusação de estarem a serviço do comunismo. As nuvens pesadas da Guerra Fria estacionam sobre o Brasil.</p>
<p>Leonel junta-se aos fundadores do Partido Trabalhista Brasileiro (PTB) e empenha-se na estruturação do movimento popular que em breve sacudirá as urnas.</p>
<p>Elege-se deputado estadual em 1947 levantando a bandeira da educação pública. Forma-se engenheiro civil e casa-se com Neusa Goulart. Adota a didática de explicar a raiz das questões ao público, iniciativa que o transformará em professor de conscientização política. Suas falas expressam a combinação ideal de teoria e prática. Reelege-se deputado estadual, candidata-se a prefeito de Porto Alegre e perde, assume a secretaria de Obras do governo estadual. Elege-se deputado federal e desta vez (1955) vence a eleição a prefeitura da capital. De imediato acaba com as filas de matrículas lançando o programa Nenhuma criança sem Escola. Está se delineando a carreira política que assombrará o país pela lucidez, criatividade, tino administrativo e coragem. Da prefeitura salta para o governo do Estado (1958). Prioriza o planejamento, reestrutura o serviço público, funda bancos (Caixa Econômica Estadual e Banco Regional de Desenvolvimento do Extremo-Sul), usina de açúcar (Agasa), de cebola (Progasa), aciaria (Aços Finos Piratini), abre estrada estratégica (atual BR-386), cria um jardim zoológico.</p>
<p>Novamente, ataca o déficit educacional. Os deputados negam a criação da taxa de Educação? Lança letras do Tesouro, atrativas e de resgate pontual. Articula correntes de solidariedade de escolas onde for necessário. As prefeituras cedem o local e fornecem o material de construção junto com doações de particulares. Quartéis abrem seus pátios. Os vilarejos remotos passam a ostentar a sua escola. Nas cidades, ruas interditadas a pedido dos moradores viram pátios buliçosos. Abre um programa especial de bolsas nas escolas particulares.</p>
<p>Ao fim de quatro anos, 5.962 escolas primárias e 228 técnicas recortam a paisagem gaúcha. São 20 mil professores e 400 mil alunos a mais.</p>
<p>Na volta do exílio, de São Borja a Porto Alegre, ficará contando do alto, nos dedos, as escolinhas que avistava na vastidão do pampa.</p>
<p>As realizações que farão o sobrenome de Leonel circular pelo mundo acontecem paralelamente ao frenesi administrativo. Desapropria a Fazenda Sarandi, área comprovadamente ociosa, e outra que depois de drenada estava sendo ocupada por fazendeiros, o Banhado do Colégio, onde implanta com pioneirismo uma agrovila. Naquela época estados podiam legislar sobre reforma agrária.</p>
<p>Depois de tentativas infrutíferas de negociação, desapropria uma concessionária de energia elétrica (Bond and Share) e uma empresa telefônica do grupo ITT. Fidel Castro ainda não havia feito as suas. John Kennedy protesta. Entra na lista negra do capital internacional e na de revelações da esquerda continental.</p>
<p>Prenome e sobrenome se juntarão no episódio da Legalidade mas é Brizola que se perpetua na memória popular pelo destemor com que neutralizou um golpe militar. Ele não se permitia acessos de vaidade. O único gesto de orgulho conhecido era o de se considerar o governante que mais construiu escolas. Ao relembrar a resistência que comandou, em eventos públicos, era econômico nos detalhes, como que a proteger segredos recônditos. Não havia segredos de gaveta.</p>
<p>Tudo foi às claras desde o momento em que determinou a mobilização contra a tentativa de violação da Constituição. Leonel confiou na resposta do povo a seu gesto e o povo confiou na bravura de Brizola. Ficou o exemplo de levante cívico para sempre.</p>
<p>Não se conhece uma retaliação de Brizola contra adversários políticos. Três dos governadores nomeados que se sucederam no Palácio Piratini após o golpe de 64 foram derrotados por ele nas urnas. Um gesto ostensivo de vingança contra os eleitores.</p>
<p>A incansável pregação trabalhista contra o retrocesso do neoliberalismo, insuficiente para superar os reveses eleitorais, permanece intocado para todas as gerações.</p>
<p>Seus ensinamentos não envelhecem, pelo contrário, fertilizam o pensamento político, como acontece com as reflexões sobre a grande mídia.</p>
<p>Peito aberto, lastreado apenas por sua autoridade política de inegável integridade, denunciou a cumplicidade dos conglomerados midiáticos com as imposições antinação e antipovo.</p>
<p>A acolhida do povo fluminense após o exílio e a derrota eleitoral de 1989 testemunham o reconhecimento a sua luta de toda uma vida.</p>
<p>“Entre nós existem os brasileiros comprometidos e brasileiros não comprometidos. Quem são os brasileiros comprometidos?</p>
<p>São aqueles que integram a casta dos privilegiados. São aqueles que não têm pressa para nada, usufruem mais direitos do que usufrui a grande maioria do povo brasileiro, embora a lei a todos declare iguais. São aqueles que, encastelados em suas posições, não se sentem obrigados a um mínimo de solidariedade ou dever com o povo deste país. São aqueles que brandem as teses do liberalismo econômico, com elas encobrindo o seu egoísmo antissocial e anticristão e a ânsia anti-humana da riqueza e sua desarvorada sede de poder econômico e político. São aqueles que defendem o latifúndio e, quando falam em liberdade, não estão defendendo senão a sua liberdade de continuarem ricos num país de pobres. E quando falam de segurança não pensam senão na estabilidade dos seus negócios, enquanto o resto da nação afunda na incerteza, no temor, no medo”. (Conferência na cidade de Presidente Prudente (SP), em 25 de novembro de 1961).</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>*Carlos Alberto Kolecza é jornalista.</strong></em></p>
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			</item>
		<item>
		<title>Carlos Lupi: 100 anos do nascimento de Leonel Brizola</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 14 Oct 2021 19:57:22 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Lupi]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[100 anos do nascimento de Leonel Brizola]]></category>
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		<category><![CDATA[Herói da Pátria]]></category>
		<category><![CDATA[José Augusto Ribeiro]]></category>
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<p style="font-weight: 400;">No próximo dia 22 de janeiro, o Brasil celebra o centenário de nascimento de Leonel Brizola, Herói da Pátria, título esse conferido pelo Congresso Nacional aos brasileiros que se destacaram na luta pelo país. Nós, do PDT – partido fundado por Brizola em maio de 1980 –, vamos comemorar esta data à altura da sua luta em defesa da democracia e Educação do nosso povo.</p>
<p style="font-weight: 400;">Brizola deixou sua marca em inúmeras gerações. Quando governador do Rio Grande do Sul, ainda na década de 1960, chegou a empregar 36% do orçamento do estado em Educação. Construiu 4,8 mil escolas – que ficaram conhecidas como Brizoletas – e garantiu mais de 500 mil novas matrículas por todo estado. O número de professores, que à época era de pouco mais de 4 mil, saltou para 22 mil.</p>
<p style="font-weight: 400;">Já no Rio de Janeiro, implantou os mais de 500 Cieps, escolas de tempo integral, cravadas nas áreas mais vulneráveis do estado. Isso transformou Brizola no maior feitor de escolas do país. Sua biografia também registra a maior resistência à primeira tentativa de golpe militar, ainda em 1961, quando Jânio Quadros renunciou.</p>
<p style="font-weight: 400;">Através da Campanha da Legalidade, liderou a partir do Palácio Piratini – sede do governo do Rio Grande do Sul – a resistência civil e, pelas ondas do rádio, garantiu a posse de Jango Goulart como presidente, retardando em três anos o golpe, efetivado em 1964 – quando deixou o Brasil rumo ao exílio mais longo entre todos os perseguidos pelo regime ditatorial.</p>
<p style="font-weight: 400;">Estamos preparando uma grande programação para marcar o centenário de nascimento de Brizola. Uma estátua em tamanho natural será inaugurada na sede nacional do PDT, em Brasília. Vamos lançar uma biografia de Brizola escrita pelo jornalista José Augusto Ribeiro, além de uma sessão solene no dia 22 de janeiro de 2022 no Congresso Nacional e a inauguração de uma exposição de fotos, também no Congresso Nacional.</p>
<p style="font-weight: 400;">A Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini também articula sessões solenes em centenas de Câmaras Municipais espalhadas pelo Brasil, para que a história deste homem que dedicou sua vida à democracia e à Educação jamais seja esquecida. Outros projetos estão sendo estudados também.</p>
<p style="font-weight: 400;">Eu, como sucessor de Brizola na direção partidária, tenho muito orgulho de lembrar a cada momento da minha vida, no pós-morte de Brizola, que ele está vivo nos nossos ideais, nossos pensamentos e, acima de tudo, na nossa coragem de lutar pelo Brasil.</p>
<p style="font-weight: 400;"><em><strong>*Carlos Lupi é presidente nacional do PDT</strong></em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Hélio Fontoura indica perfil inovador e nacionalista de Brizola como diferencial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Sep 2021 04:24:43 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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		<category><![CDATA[PDT]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="670" height="580" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Hélio-Fontoura-indica-perfil-inovador-e-nacionalista-de-Brizola-como-diferencial.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Hélio-Fontoura-indica-perfil-inovador-e-nacionalista-de-Brizola-como-diferencial.jpg 670w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Hélio-Fontoura-indica-perfil-inovador-e-nacionalista-de-Brizola-como-diferencial-100x87.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Hélio-Fontoura-indica-perfil-inovador-e-nacionalista-de-Brizola-como-diferencial-300x260.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Hélio-Fontoura-indica-perfil-inovador-e-nacionalista-de-Brizola-como-diferencial-104x90.jpg 104w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Hélio-Fontoura-indica-perfil-inovador-e-nacionalista-de-Brizola-como-diferencial-600x519.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 670px) 100vw, 670px" />Em entrevista, o jornalista relembrou os mais de 40 anos como secretário particular do trabalhista Secretário particular de Leonel Brizola por mais de quatro décadas, o gaúcho Hélio Fontoura, de 93 anos, detalhou a evolução da carreira política e profissional do trabalhista durante entrevista para o podcast “Prosas”, do Centro de Memória Trabalhista (CMT). Como diferencial, o...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="670" height="580" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Hélio-Fontoura-indica-perfil-inovador-e-nacionalista-de-Brizola-como-diferencial.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Hélio-Fontoura-indica-perfil-inovador-e-nacionalista-de-Brizola-como-diferencial.jpg 670w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Hélio-Fontoura-indica-perfil-inovador-e-nacionalista-de-Brizola-como-diferencial-100x87.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Hélio-Fontoura-indica-perfil-inovador-e-nacionalista-de-Brizola-como-diferencial-300x260.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Hélio-Fontoura-indica-perfil-inovador-e-nacionalista-de-Brizola-como-diferencial-104x90.jpg 104w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Hélio-Fontoura-indica-perfil-inovador-e-nacionalista-de-Brizola-como-diferencial-600x519.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 670px) 100vw, 670px" /><div class="msg-body P_wpofO mq_AS" data-test-id="message-view-body-content">
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<p class="yiv2591488190MsoNormal"><em><b>Em entrevista, o jornalista relembrou os mais de 40 anos como secretário particular do trabalhista</b></em></p>
<p class="yiv2591488190MsoNormal">
<p class="yiv2591488190MsoNormal">Secretário particular de Leonel Brizola por mais de quatro décadas, o gaúcho Hélio Fontoura, de 93 anos, detalhou a evolução da carreira política e profissional do trabalhista durante <a href="https://www.facebook.com/CentroDeMemoriaTrabalhista/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer external" data-wpel-link="external">entrevista</a> para o podcast “Prosas”, do Centro de Memória Trabalhista (CMT). Como diferencial, o jornalista apontou o perfil inovador e nacionalista do fundador e presidente de honra do PDT.</p>
<p class="yiv2591488190MsoNormal">A implementação do planejamento, durante as passagens pelo governo do Rio Grande do Sul, em 1953, e prefeitura da capital, em 1955, fez de Brizola, segundo ele, um gestor reconhecido não só pela organização, mas também pela eficiência.</p>
<p class="yiv2591488190MsoNormal">“A administração era centralizada e a execução era descentralizada. [&#8230;] Era um administrador sério e cobrava muito”, explicou Fontoura, ao citar a criação de um gabinete exclusivo para acompanhamento das ações estratégicas da gestão estadual, principalmente no âmbito da educação e da reforma agrária.</p>
<p class="yiv2591488190MsoNormal">Em um dos momentos de maior tensão, Fontoura citou o período da Campanha da Legalidade, em 1961, no Palácio Piratini, sede do governo. Entre a renúncia de Jânio Quadros e o embate para a posse do então vice-presidente João Goulart (Jango), memórias descritas pelo “encarregado da comunicação” com inevitável emoção ao lado do  governador eleito em 1958.</p>
<p class="yiv2591488190MsoNormal">“A luta e entusiasmo dele [Brizola] fazia com que ninguém tivesse medo. [&#8230;] O povo estava solidário a ele. O anúncio de que a base aérea pudesse bombardear o palácio fez com que o povo não saísse da Praça da Matriz”, disse o jornalista, que é filho de Bolívar Fontoura, um dos organizadores do antigo PTB.</p>
<p class="yiv2591488190MsoNormal">“Na época, não tinha a mínima importância morrer ou não, desde que a gente ficasse de cabeça erguida e lutasse por uma causa justa”, completou.</p>
<p class="yiv2591488190MsoNormal">Primeiro funcionário da Assembleia Legislativa local, o taquígrafo também atuou como parlamentar, pelo PTB, entre 1963 a 1966. Por seu posicionamento político, foi cassado durante o regime militar instaurado após o golpe de 64, que depôs o presidente Jango.</p>
<p class="yiv2591488190MsoNormal">“Eu sou Brizola a vida toda. Valia a pena lutar”, concluiu Fontoura, autor do livro “40 anos ao lado de Brizola” que ainda contempla o primeiro governo brizolista no estado do Rio de Janeiro, em 1982.</p>
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		<title>Trabalhistas enaltecem Brizola nos 60 anos da vitória da Legalidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 01 Sep 2021 15:45:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Ação da Mulher Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
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		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
		<category><![CDATA[Seminário Campanha da Legalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhismo]]></category>
		<category><![CDATA[Trajano Ribeiro]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Trabalhistas-enaltecem-Brizola-nos-60-anos-da-vitória-da-Legalidade.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Trabalhistas-enaltecem-Brizola-nos-60-anos-da-vitória-da-Legalidade.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Trabalhistas-enaltecem-Brizola-nos-60-anos-da-vitória-da-Legalidade-100x56.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Trabalhistas-enaltecem-Brizola-nos-60-anos-da-vitória-da-Legalidade-300x169.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Trabalhistas-enaltecem-Brizola-nos-60-anos-da-vitória-da-Legalidade-768x432.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Trabalhistas-enaltecem-Brizola-nos-60-anos-da-vitória-da-Legalidade-160x90.jpg 160w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Trabalhistas-enaltecem-Brizola-nos-60-anos-da-vitória-da-Legalidade-600x338.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" />Movimento democrático marcou, segundo lideranças do PDT, a história do Brasil ao impedir o golpe militar Em exaltação ao compromisso cívico e ideológico de Leonel Brizola no levante democrático contra o golpe militar no Brasil, em 1961, lideranças trabalhistas participaram, nesta terça-feira (31), do painel de encerramento do “Seminário Campanha da Legalidade”. O evento virtual foi realizado...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Trabalhistas-enaltecem-Brizola-nos-60-anos-da-vitória-da-Legalidade.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Trabalhistas-enaltecem-Brizola-nos-60-anos-da-vitória-da-Legalidade.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Trabalhistas-enaltecem-Brizola-nos-60-anos-da-vitória-da-Legalidade-100x56.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Trabalhistas-enaltecem-Brizola-nos-60-anos-da-vitória-da-Legalidade-300x169.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Trabalhistas-enaltecem-Brizola-nos-60-anos-da-vitória-da-Legalidade-768x432.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Trabalhistas-enaltecem-Brizola-nos-60-anos-da-vitória-da-Legalidade-160x90.jpg 160w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Trabalhistas-enaltecem-Brizola-nos-60-anos-da-vitória-da-Legalidade-600x338.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><div class="msg-body P_wpofO mq_AS" data-test-id="message-view-body-content">
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<p class="yiv6655751045MsoNormal"><em><b>Movimento democrático marcou, segundo lideranças do PDT, a história do Brasil ao impedir o golpe militar</b></em></p>
<p class="yiv6655751045MsoNormal">Em exaltação ao compromisso cívico e ideológico de Leonel Brizola no levante democrático contra o golpe militar no Brasil, em 1961, lideranças trabalhistas participaram, nesta terça-feira (31), do <a href="https://www.facebook.com/pdt.org.br/videos/576501120034273" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer external" data-wpel-link="external">painel</a> de encerramento do “Seminário Campanha da Legalidade”. O evento virtual foi realizado pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) e contou com o apoio do PDT e da Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini (FLB-AP).</p>
<p class="yiv6655751045MsoNormal">Logo na abertura, Carlos Lupi, presidente nacional do partido, fomentou a contribuição do então governador gaúcho para garantir, há 60 anos, a posse do vice-presidente João Goulart no cargo de presidente da República, diante da renúncia de Jânio Quadros.</p>
<p class="yiv6655751045MsoNormal">“A Legalidade é ímpar. Nada substituirá na história republicana brasileira. Foi a única página em que a sociedade civil impediu o golpe. [&#8230;] Brizola, eleito governador do Rio Grande do Sul, e a mobilização que ele fez com uma simples cadeia de rádios nos porões do Palácio Piratini”, destacou, durante a mediação do advogado Ben-Hur Rava.</p>
<p class="yiv6655751045MsoNormal">“Esse levante mexeu com a sociedade brasileira. É muito importante como marco. O povo tem que ter [consciência] da sua própria história. [&#8230;] Nós a abraçamos”, completou, colocando esse legado como guia para o impulsionar o combate ao bolsonarismo e suas ambições antidemocráticas.</p>
<p class="yiv6655751045MsoNormal">Vice-presidente nacional do PDT e presidenta da Ação da Mulher Trabalhista (AMT), Miguelina Vecchio relatou o engajamento das mulheres, com destaque para Neusa Brizola, no “maior movimento civil de resistência” do País.</p>
<p class="yiv6655751045MsoNormal">“Nesse processo, muitas mulheres com papel fundamental. Vamos começar pela própria Neusa Brizola. Não dá para apagar o fato de que, além de mulher do Brizola, ela era irmã do Jango (João Goulart). Não se sujeitou a ficar fora do processo de luta e foi ficar com ele”, contou.</p>
<p class="yiv6655751045MsoNormal">Para o secretário-geral nacional do partido e presidente da FLB-AP, Manoel Dias, a Legalidade uniu a nação em prol dos princípios democráticos.</p>
<p class="yiv6655751045MsoNormal">“Um representante, ainda emergente, conseguiu emocionar a nação inteira. A partir de uma emissora de rádio apenas, ele conseguiu levantar o Brasil para reagir a um golpe que já havia sido deferido”, contextualizou, em um paralelo com o atentado concretizado, três anos depois, pelas Forças Armadas.</p>
<p class="yiv6655751045MsoNormal">“O momento atual reforça a necessidade de análise da Campanha. O Brasil vive, hoje, uma realidade trágica com um presidente [Bolsonaro] totalmente despreparado. É um ignorante”, comentou.</p>
<p class="yiv6655751045MsoNormal">Os advogados Trajano Ribeiro e Christopher Goulart, Membros do Diretório Nacional do partido, mencionaram a competência de Brizola na organização de um efetivo resistente, principalmente, no perímetro do Piratini, bem como de João Goulart na defesa conjunta dos princípios do Trabalhismo.</p>
<p class="yiv6655751045MsoNormal">“Há de se destacar, nesse episódio, a capacidade militar de comando de Brizola. Ele passou a ligar imediatamente para todos os comandantes do Rio Grande do Sul e a chamá-los para resistir ao golpe projetado pelos ministros militares”, recordou Trajano, que já fazia parte do movimento estudantil na época.</p>
<p class="yiv6655751045MsoNormal">“Jango, com a pouca idade que tinha, já representava o varguismo e o idealismo do nacional-desenvolvimentismo. [&#8230;] Ele compreendia muito bem a carência do país e essa era a vocação dele. Aprendeu isso com Getúlio Vargas”, acrescentou Christopher, neto do ex-presidente.</p>
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		<title>“Brizola foi único civil a barrar golpe militar”, afirma Carlos Bastos em entrevista o Jornal do Comércio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Aug 2021 16:58:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha da Legalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Bastos]]></category>
		<category><![CDATA[golpe militar]]></category>
		<category><![CDATA[João Goulart]]></category>
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		<category><![CDATA[Rede da Legalidade]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="796" height="532" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/“Brizola-foi-único-civil-a-barrar-golpe-militar”-afirma-Carlos-Bastos-em-entrevista-o-Jornal-do-Comércio.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/“Brizola-foi-único-civil-a-barrar-golpe-militar”-afirma-Carlos-Bastos-em-entrevista-o-Jornal-do-Comércio.jpg 796w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/“Brizola-foi-único-civil-a-barrar-golpe-militar”-afirma-Carlos-Bastos-em-entrevista-o-Jornal-do-Comércio-100x67.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/“Brizola-foi-único-civil-a-barrar-golpe-militar”-afirma-Carlos-Bastos-em-entrevista-o-Jornal-do-Comércio-300x201.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/“Brizola-foi-único-civil-a-barrar-golpe-militar”-afirma-Carlos-Bastos-em-entrevista-o-Jornal-do-Comércio-768x513.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/“Brizola-foi-único-civil-a-barrar-golpe-militar”-afirma-Carlos-Bastos-em-entrevista-o-Jornal-do-Comércio-135x90.jpg 135w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/“Brizola-foi-único-civil-a-barrar-golpe-militar”-afirma-Carlos-Bastos-em-entrevista-o-Jornal-do-Comércio-600x401.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 796px) 100vw, 796px" />&#8220;Quando Jango comunicou ao Brizola que aceitaria o parlamentarismo, Brizola discordou, mas não se rebelou&#8221;, relembra o jornalista Há 60 anos, o jornalista Carlos Bastos presenciou o ex-governador do Rio Grande do Sul Leonel Brizola fazer história com o Movimento da Legalidade. Ao garantir a posse do vice-presidente João Goulart em 1961, Brizola se tornou...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="796" height="532" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/“Brizola-foi-único-civil-a-barrar-golpe-militar”-afirma-Carlos-Bastos-em-entrevista-o-Jornal-do-Comércio.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/“Brizola-foi-único-civil-a-barrar-golpe-militar”-afirma-Carlos-Bastos-em-entrevista-o-Jornal-do-Comércio.jpg 796w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/“Brizola-foi-único-civil-a-barrar-golpe-militar”-afirma-Carlos-Bastos-em-entrevista-o-Jornal-do-Comércio-100x67.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/“Brizola-foi-único-civil-a-barrar-golpe-militar”-afirma-Carlos-Bastos-em-entrevista-o-Jornal-do-Comércio-300x201.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/“Brizola-foi-único-civil-a-barrar-golpe-militar”-afirma-Carlos-Bastos-em-entrevista-o-Jornal-do-Comércio-768x513.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/“Brizola-foi-único-civil-a-barrar-golpe-militar”-afirma-Carlos-Bastos-em-entrevista-o-Jornal-do-Comércio-135x90.jpg 135w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/“Brizola-foi-único-civil-a-barrar-golpe-militar”-afirma-Carlos-Bastos-em-entrevista-o-Jornal-do-Comércio-600x401.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 796px) 100vw, 796px" /><div class="D_F ek_BB H_6D6F aw_2941hk ba_10I1Qt az_oOItw ay_Z1nkUQx I_kt4zd">
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<p class="yiv0025172093MsoNormal"><em><b>&#8220;Quando Jango comunicou ao Brizola que aceitaria o parlamentarismo, Brizola discordou, mas não se rebelou&#8221;, relembra o jornalista</b></em></p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Há 60 anos, o jornalista Carlos Bastos presenciou o ex-governador do Rio Grande do Sul Leonel Brizola fazer história com o Movimento da Legalidade. Ao garantir a posse do vice-presidente João Goulart em 1961, Brizola se tornou o único civil a barrar um golpe militar na América Latina. Para Bastos, ele sintetiza a política gaúcha e, hoje, lamenta que o Brasil não tenha uma figura política da mesma estatura.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Depois da renúncia do presidente Jânio Quadros, em 25 agosto de 1961, Bastos cobriu a tentativa de golpe que setores do Exército brasileiro tentaram executar, ao impedir que Jango assumisse a presidência do Brasil, como previa a Constituição da época.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">De 25 de agosto até 7 de setembro, quando João Goulart tomou posse, Carlos Bastos praticamente morou no Palácio Piratini, dormindo nas poltronas e sofás que ficavam no porão da sede do governo gaúcho.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Dali, ele viu Brizola requisitar a Rádio Guaíba para transmitir os seus discursos e de outras lideranças que defendiam a posse de Jango. Emissoras de rádio de vários estados brasileiros começaram a retransmitir os pronunciamentos &#8211; formando a Rede da Legalidade.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Nos momentos de maior tensão, quando o comando do Exército brasileiro deu ordem para bombardear o Palácio Piratini, Bastos chegou a receber um revólver para resistir ao ataque. Assim como milhares de civis que aderiram ao movimento, devolveu a arma depois da posse de João Goulart.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Nesta <a href="https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/politica/2021/08/807783-brizola-foi-unico-civil-a-barrar-golpe-militar-afirma-bastos.html" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer external" data-wpel-link="external">entrevista</a> ao Jornal do Comércio, Carlos Bastos relembra os dias de tensão que passou dentro do Piratini. Também relata como o Terceiro Exército decidiu apoiar o Movimento da Legalidade, em vez de bombardear a sede do governo gaúcho. E ainda recorda o que considera o maior discurso de toda a carreira de Brizola &#8211; que atraiu cerca de 50 mil pessoas à Praça da Matriz, para apoiar a Campanha da Legalidade.</p>
<p><b>Jornal do Comércio &#8211; Como era o clima antes da renúncia de Jânio Quadros? Havia algum indício de que os militares pretendiam tentar um golpe de Estado?<br />
</b><br />
Carlos Bastos &#8211; Não havia nenhum indício, porque o Jânio tinha sido eleito (à presidência da República em 1960) por uma boa maioria sobre o marechal Henrique Lott (Jânio fez mais de 5,6 milhões de votos, a maior votação até então; dois milhões a mais que Lott). O Movimento da Legalidade foi provocado pela renúncia do Jânio, que foi inesperada.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Ele renunciou em uma sexta-feira, 25 de agosto. Naquele final de semana, estava prevista uma vinda dele ao Rio Grande do Sul. Antes de exigir a posse do vice-presidente João Goulart, o então governador Leonel Brizola fez um apelo ao Jânio, pedindo que não renunciasse, pois estava sendo vítima de uma trama. A resposta do Jânio veio através do seu assessor de imprensa, Carlos Castelo Branco, de que a sua renúncia era definitiva, não tinha como recuar.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal"><b>JC &#8211; Foi depois da renúncia de Jânio que surgiu o clima golpista&#8230;</b><b></b></p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Bastos &#8211; Esse clima foi criado logo após a renúncia, quando os ministros militares imediatamente vetaram a posse do vice-presidente João Goulart, que se encontrava em viagem pela China. Só que não é apenas nesse momento que o movimento golpista se revelou.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Na verdade, as tentativas de golpe vêm desde a posse do presidente Getúlio Vargas em 1950, quando a UDN e o (jornalista Carlos) Lacerda fizeram aquela campanha de que era necessário ter maioria absoluta (dos votos para se eleger), quando não havia essa exigência na lei eleitoral. Em 1954, Getúlio evitou um golpe ao se suicidar. Havia uma campanha golpista tremenda da UDN.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Depois, com Juscelino Kubistchek (em 1955), houve uma nova tentativa de golpe desses setores udenistas. Entretanto, o marechal Lott, legalista, liderou o contragolpe que garantiu a posse do Juscelino em novembro de 1955. Então, existia um histórico de tentativas de golpe no Brasil, da qual a negativa em dar posse ao João Goulart foi mais uma passagem.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal"><b>JC &#8211; As forças obscuras mencionadas na carta de renúncia do Jânio se referiam a essas articulações golpistas?</b></p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Bastos &#8211; Eu não poderia sustentar isso, porque o próprio Jânio tornou público mais tarde que ele, com a renúncia, tentou fechar o Congresso Nacional (onde não conseguiu o apoio da maioria dos parlamentares). Ele achou que o povo sairia às ruas para impedir a renúncia dele, o que não aconteceu. Foi aí que cresceu o sentimento golpista entre os ministros militares.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Creio que não havia um esquema golpista contra o Jânio. E a carta de renúncia foi uma peça de um jogo de xadrez, porque ele não estava conseguindo aprovar as ações que julgava melhores para o País, por isso queria fechar o Congresso. Ele deixou isso claro em uma manifestação para o seu neto, que, muitos anos mais tarde, tornou pública essa declaração.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal"><b>JC &#8211; Mas ele nunca expressou a vontade de fechar o Congresso durante o seu governo&#8230;</b></p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Bastos &#8211; Claro que não. Ele usou a renúncia para tentar isso. Junto com isso, já tinha preparado a viagem do Jango para a China, com o objetivo de acirrar os ânimos dos militares contra o Jango. Com isso, pensou que haveria manifestações impressionantes da sociedade brasileira, para que ele ficasse no poder. Isso não aconteceu.</p>
<p><b>JC &#8211; Depois da renúncia definitiva do Jânio, Brizola já começou a organizar imediatamente o movimento pela posse de João Goulart?</b></p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Bastos &#8211; Depois que o Brizola recebeu a manifestação do Jânio, de que a renúncia era definitiva, ele passou a defender a tese da posse do Jango. Os ministros militares estavam dizendo que impediriam a posse do vice-presidente, não cumprindo a Constituição brasileira. Aí, Brizola começou a se movimentar, manter contatos com lideranças políticas em Brasília, deputados federais, senadores, líderes militares.</p>
<p><b>JC &#8211; Ele buscou o apoio do Terceiro Exército, para garantir a posse de João Goulart&#8230;</b></p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Bastos &#8211; O Brizola ligou na noite de sexta-feira (a mesma que Jânio renunciou) para o comandante do Terceiro Exército, general Machado Lopes, para dizer que o Rio Grande do Sul defenderia a tese do comprimento da Constituição e a posse do vice-presidente. Qual foi a resposta do comandante Machado Lopes? &#8220;Eu sou militar, governador, e estarei com o Exército&#8221;. Essa foi a reação do Machado Lopes no primeiro momento.</p>
<p><b>JC &#8211; Foi nesse momento que começou a campanha nas rádios&#8230;</b></p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Bastos &#8211; No sábado, o Brizola começou a fazer os contatos dele: falou com líderes militares de todas as regiões do País, falou com as lideranças políticas, e fez um apelo ao marechal Lott para que fizesse um manifesto em defesa da legalidade. O marechal fez e, na noite de sábado, dia 26 de agosto, esse manifesto foi divulgado como matéria paga nas rádios de Porto Alegre (RS).</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Só que, à medida que as rádios iam divulgando o manifesto, o pessoal do Terceiro Exército tirava as emissoras do ar. A única rádio que não divulgou o pronunciamento foi a Rádio Guaíba, porque o doutor Breno Carlos, seu proprietário, simplesmente recusou a divulgação do manifesto.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal"><b>JC &#8211; Por isso, foi a única rádio que continuou no ar&#8230;</b></p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Bastos &#8211; Esse fato foi comunicado ao governador Brizola no domingo pela manhã, pelo seu assessor de imprensa, Hamilton Chaves. &#8220;Governador, as rádios colocaram no ar o manifesto do Marechal Lott e, à medida que isso aconteceu, elas foram tiradas do ar; a única rádio que continua transmitindo é a rádio Guaíba&#8221;.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Então, o Brizola teve a grande sacada: &#8220;vamos requisitar a Guaíba e criar a Rede da Legalidade&#8221;. Domingo à tarde, a rede já estava funcionando nos porões do Palácio Piratini. Mas, sábado à noite, teve um episódio interessante&#8230;</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal"><b>JC &#8211; Qual?</b></p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Bastos &#8211; Os tanques do quartel da Serraria se deslocaram da Zona Sul para o centro da cidade. Foi aquele clima de tensão no Palácio Piratini no sábado à noite, porque os tanques estavam indo cercar a sede do governo. Aí teve uma cena inusitada. Os estudantes e os trabalhadores que estavam permanentemente na frente do palácio durante o período da Legalidade arrancaram os bancos da Praça da Matriz e do Auditório Araújo Viana, que, naquela época, ficava onde hoje é o prédio da Assembleia Legislativa.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Eles usaram esse material para trancar as ruas de acesso ao palácio, apesar de que aquele material não conteria os tanques. De qualquer forma, eles ficaram parados atrás do quartel-general do Terceiro Exército, na Avenida Mauá. No final, eles não se dirigiram ao Palácio Piratini.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal"><b>JC &#8211; Onde o senhor estava nessa noite?</b></p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Bastos &#8211; No Palácio Piratini. De sábado até três dias depois da chegada do João Goulart ao Rio Grande do Sul, eu permaneci dia e noite no palácio. Dormia nas poltronas da assessoria de imprensa, no porão, onde ainda hoje funciona a Secretaria de Comunicação. Só ia para casa para trocar de roupa e tomar banho.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal"><b>JC &#8211; Nos momentos mais tensos, quando o Piratini corria o risco de ser bombardeado, foram distribuídas armas para a resistência ao golpe. O próprio governador Brizola foi fotografado com uma metralhadora a tiracolo. O senhor recebeu uma arma também?</b></p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Bastos &#8211; Recebi um revólver, que devolvi depois que terminou o Movimento da Legalidade.</p>
<p><b>JC &#8211; Quando o Terceiro Exército resolveu apoiar o movimento? Foi logo depois da Rede da Legalidade&#8230;</b></p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Bastos &#8211; No primeiro dia (de transmissões para a Rede da Legalidade), Brizola falou várias vezes ao microfone. O locutor Mauro Freitas, falecido já, ficou no ar durante as primeiras 24 horas. A adesão do Terceiro Exército foi na segunda-feira, após uma forte manifestação do Brizola, no dia 28 de agosto, às 11 horas da manhã, de dentro do Palácio Piratini.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Para mim, aquele foi o mais impressionante discurso de toda a carreira política dele. Foi quando ele denunciou que veio uma ordem do Ministério da Guerra, em Brasília, para que fosse bombardeado o palácio. No momento que o Brizola começou a falar na rádio, tinha 5 mil pessoas na Praça da Matriz, em frente ao palácio, que era um número que sempre estava ali se manifestando. Quando terminou o seu pronunciamento, uma hora depois, tinha 50 mil pessoas na praça. As pessoas foram lá para se solidarizar com o seu governador, no momento que ele defendia a legalidade. Isso me impressionou muito.</p>
<p><b>JC &#8211; Esse episódio mudou a posição do Terceiro Exército?</b></p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Bastos &#8211; Creio que o Terceiro Exército já estava avançando para essa posição, porque quase todos os comandantes do Interior &#8211; de Osório, Santiago, Santa Maria, Santa Rosa, além do general Galhardo, de Curitiba &#8211; eram seguidores do Marechal Lott. Ou seja, eram legalistas. Quem ficou contra a posse do presidente João Goulart foi só o General Paz, de Bagé.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Foi essa maioria esmagadora dos comandos militares do Terceiro Exército que levou o general Machado Lopes a aderir e apoiar o movimento liderado pelo governador Brizola. Aí, ele foi ao palácio e fez essa manifestação de solidariedade ao movimento.</p>
<p><b>JC &#8211; Isso foi crucial para garantir a posse de Jango&#8230;</b></p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Bastos &#8211; Sim, sem dúvida.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal"><b>JC &#8211; Como foi a pressão para isso?</b></p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Bastos &#8211; O movimento que o Brizola publicizou por todo o País, através da Rede da Legalidade, teve uma receptividade muito grande. O Jango veio lentamente da China. O movimento começou no sábado, dia 26 de agosto, e o Jango só chegou ao Brasil no dia 2 de setembro. Ele dormiu em Montevideo, onde teve um encontro com Tancredo Neves.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Lá, eles acertaram a implantação do regime parlamentarista, que era uma exigência dos setores militares (golpistas) para darem posse ao vice-presidente. Jango aceitou para evitar o derramamento de sangue. Quando ele voltou ao Brasil, essa saída política já estava acertada.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Aliás, quando ele foi saudar a multidão que estava na Praça da Matriz, apenas acenou pela janela, não discursou. Esse era um compromisso que tinha assumido junto com o acordo. Por não falar ao povo, Jango foi vaiado. Foi a maior vaia que assisti na minha vida.<b> </b></p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal"><b>JC &#8211; Mas Brizola não queria que Jango aceitasse o parlamentarismo&#8230;</b></p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Bastos &#8211; Exato. Quando Jango comunicou ao Brizola que aceitaria o parlamentarismo, Brizola discordou, mas não se rebelou. Ele simplesmente deixou de fazer manifestações na Rede da Legalidade. E, quando Jango foi a Brasília para tomar posse, Brizola não foi prestigiá-lo.</p>
<p><b>JC &#8211; E o que o senhor acha? Deveria ter aceitado ou não?</b></p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Bastos &#8211; Na época, eu era contra a aceitação do parlamentarismo. Anos depois, quando soube da interferência norte-americana no episódio da Legalidade, passei a achar que Jango agiu certo naquela ocasião. Até porque dois anos depois ele derrubou o parlamentarismo através de um plebiscito.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal"><b> </b><b>Perfil</b></p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Filho de pai brasileiro e mãe argentina, o jornalista Carlos Henrique Esquivel Bastos nasceu em Passo Fundo (RS), em 25 de julho de 1934. Na cidade interiorana, estudou no Instituto Educacional Metodista. Nessa época, passou a ler os jornais que o pai assinava na cidade interiorana, o que seria decisivo na sua vida profissional posteriormente.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Em 1950, aos 16 anos, mudou-se com a família para Porto Alegre. Na Capital, estudou no Colégio Júlio de Castilhos e no Colégio Protásio Alves. Em 1955, iniciou a carreira jornalística no jornal Clarim, fundado por Leonel Brizola &#8211; figura que marcaria sua atuação política.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Como o periódico de Brizola teve mais ou menos um ano de vida, Bastos seguiu sua carreira no jornal A Hora. Também passaria pela Última Hora, O Dia, Zero Hora, Rádio e TV Gaúcha, Rádio e TV Difusora, Jornal do Comércio, entre outros.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Em 1961, cobriu o Movimento da Legalidade, liderado pelo então governador Leonel Brizola. A experiência foi crucial para que, depois da ditadura militar (1964-1985), se filiasse ao PDT, partido então fundado pelo ex-governador. Considera-se brizolista.</p>
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		<title>PDT celebra 60 anos da Campanha da Legalidade com encarte histórico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Aug 2021 04:57:41 +0000</pubDate>
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<p class="yiv7316135959MsoNormal"><em><b>Produzido pelo Centro de Memória Trabalhista, documento detalha movimento liderado por Leonel Brizola</b></em></p>
<p class="yiv7316135959MsoNormal">“Sejam quais forem as circunstâncias, eu vou ficar com a Constituição.” A emblemática frase do então governador do Rio Grande do Sul, Leonel Brizola, abriu o encarte histórico produzido pelo PDT, a partir do Centro de Memória Trabalhista (CMT), para celebrar os 60 anos da Campanha da Legalidade.</p>
<p class="yiv7316135959MsoNormal">Em seis páginas, os 14 dias de atuação do movimento cívico-militar – que garantiu, em 1961, a posse do então vice-presidente da República João Goulart após a renúncia de Jânio Quadros – foram detalhados através de uma linha do tempo, que agrega fotos e textos.</p>
<p class="yiv7316135959MsoNormal">Relembrando os tensos momentos no Palácio Piratini, sede do governo gaúcho, Brizola indicou, em 2003, o embasamento do processo decisório tomado ao longo da marcante sexta-feira, 25 de agosto.</p>
<p class="yiv7316135959MsoNormal">“A primeira coisa que atentei foi para a injustiça que nós estávamos sofrendo: não podem nos desrespeitar dessa maneira. Por mais fortes que eles sejam. E eu passei a pensar — em nome do direito; em nome do que era correto; da nossa dignidade. E aquilo teve uma resposta do povo brasileiro, de tal ordem”, disse Brizola, responsável por formar a rede de rádios que informavam os cidadãos de todo o Brasil sobre a situação de combate às Forças Armadas.</p>
<p class="yiv7316135959MsoNormal"><b>Legado</b></p>
<p class="yiv7316135959MsoNormal">Para o presidente nacional do partido, Carlos Lupi, a Legalidade simboliza o enfrentamento do Trabalhismo em prol da democracia e dos direitos do povo brasileiro.</p>
<p class="yiv7316135959MsoNormal">“Nós somos a resistência. O Partido, a bancada, os senadores, deputados, prefeitos, vereadores, todos têm que estar conscientes deste papel. No exercício do poder, temos que questionar os que humilharam a História brasileira. Nós viemos da História de Getúlio, da Cadeia da Legalidade, do presidente único da nossa história morto no exílio. Nós viemos deste patriota que foi Leonel Brizola”, afirmou.</p>
<p class="yiv7316135959MsoNormal">Ao complementar, o secretário-geral do PDT e presidente da Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini (FLB-AP), Manoel Dias, citou a sustentação das bandeiras trabalhistas desde o ex-presidente da República, Getúlio Vargas.</p>
<p class="yiv7316135959MsoNormal">“Vamos demonstrar nossa convicção de que há espaço no Brasil para um partido como o nosso, com a carga histórica sempre em defesa dos interesses da soberania nacional”, comentou.</p>
<p class="yiv7316135959MsoNormal">Para conferir o encarte na íntegra, clique <a href="http://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Encarte-Legalidade-60-Anos.pdf" data-wpel-link="internal"><b>aqui</b></a>.</p>
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		<title>“Passagem épica”, define Lupi sobre a Legalidade, que completa 60 anos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 25 Aug 2021 04:56:05 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Leonel Brizola]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/“Passagem-épica”-define-Lupi-sobre-a-Legalidade-que-completa-60-anos.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/“Passagem-épica”-define-Lupi-sobre-a-Legalidade-que-completa-60-anos.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/“Passagem-épica”-define-Lupi-sobre-a-Legalidade-que-completa-60-anos-100x56.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/“Passagem-épica”-define-Lupi-sobre-a-Legalidade-que-completa-60-anos-300x169.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/“Passagem-épica”-define-Lupi-sobre-a-Legalidade-que-completa-60-anos-768x432.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/“Passagem-épica”-define-Lupi-sobre-a-Legalidade-que-completa-60-anos-160x90.jpg 160w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/“Passagem-épica”-define-Lupi-sobre-a-Legalidade-que-completa-60-anos-600x338.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" />Mobilização liderada por Leonel Brizola garantiu a posse do vice-presidente da República, João Goulart “Em 1961, uma passagem épica, histórica, da sociedade brasileira”, classificou o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, ao relembrar nesta quarta-feira (25), em vídeo nas redes sociais, a campanha liderada pelo então governador do Rio Grande do Sul, Leonel Brizola, para garantir a...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/“Passagem-épica”-define-Lupi-sobre-a-Legalidade-que-completa-60-anos.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/“Passagem-épica”-define-Lupi-sobre-a-Legalidade-que-completa-60-anos.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/“Passagem-épica”-define-Lupi-sobre-a-Legalidade-que-completa-60-anos-100x56.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/“Passagem-épica”-define-Lupi-sobre-a-Legalidade-que-completa-60-anos-300x169.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/“Passagem-épica”-define-Lupi-sobre-a-Legalidade-que-completa-60-anos-768x432.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/“Passagem-épica”-define-Lupi-sobre-a-Legalidade-que-completa-60-anos-160x90.jpg 160w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/“Passagem-épica”-define-Lupi-sobre-a-Legalidade-que-completa-60-anos-600x338.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><div class="msg-body P_wpofO mq_AS" data-test-id="message-view-body-content">
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<p class="yiv2345641780MsoNormal"><em><b>Mobilização liderada por Leonel Brizola garantiu a posse do vice-presidente da República, João Goulart</b></em></p>
<p class="yiv2345641780MsoNormal">“Em 1961, uma passagem épica, histórica, da sociedade brasileira”, classificou o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, ao relembrar nesta quarta-feira (25), em <a href="https://www.facebook.com/CentroDeMemoriaTrabalhista" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer external" data-wpel-link="external">vídeo</a> nas redes sociais, a campanha liderada pelo então governador do Rio Grande do Sul, Leonel Brizola, para garantir a posse do vice-presidente da República, João Goulart.</p>
<p class="yiv2345641780MsoNormal">O movimento cívico-militar de resistência à tentativa de golpe das Forças Armadas teve como ponto central o Palácio Piratini, sede do governo gaúcho localizado em Porto Alegre (RS), e contou com o apoio maciço da população não só gaúcha, mas de todo o país.</p>
<p class="yiv2345641780MsoNormal">Lupi destacou que, por meio do rádio, Brizola – fundador e presidente de honra do PDT – colocou dezenas de estações em cadeia e fez uma mobilização nacional, que saiu vitoriosa há 60 anos.</p>
<p class="yiv2345641780MsoNormal">“A marca da República brasileira de, pela única e primeira vez, a sociedade civil organizada resistiu à ameaça de um golpe. Brizola fez um levante popular criando a rede da Legalidade”, explicou.</p>
<p class="yiv2345641780MsoNormal">“Nos porões do Palácio, ele fez uma transmissão de rádio que atingiu todo o Brasil. Pregou a posse do presidente João Goulart, que era vice do presidente Jânio Quadros. [&#8230;] Tinham grupos mais à direita, principalmente militares, que queriam impedir a posse”, acrescentou.</p>
<p class="yiv2345641780MsoNormal">Para mais detalhes sobre a Legalidade, confira a <b>cartilha</b> especial produzida pelo Centro de Memória Trabalhista (CMT).</p>
</div>
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		<title>1964 não foi revolução, foi golpe!</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 31 Mar 2021 21:29:23 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[1964]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha da Legalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Jango]]></category>
		<category><![CDATA[João Goulart]]></category>
		<category><![CDATA[Reformas de Base]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="1000" height="600" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/golpe-militar-e-instauracao-da-ditadura-militar-no-brasil-completa-55-anos.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/golpe-militar-e-instauracao-da-ditadura-militar-no-brasil-completa-55-anos.jpg 1000w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/golpe-militar-e-instauracao-da-ditadura-militar-no-brasil-completa-55-anos-100x60.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/golpe-militar-e-instauracao-da-ditadura-militar-no-brasil-completa-55-anos-300x180.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/golpe-militar-e-instauracao-da-ditadura-militar-no-brasil-completa-55-anos-768x461.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/golpe-militar-e-instauracao-da-ditadura-militar-no-brasil-completa-55-anos-150x90.jpg 150w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/golpe-militar-e-instauracao-da-ditadura-militar-no-brasil-completa-55-anos-600x360.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" />O dia 31 de Março é uma data triste na história brasileira. Neste dia, no ano de 1964, começou o pior período da nossa história. A democracia foi golpeada e a pátria teve filhos seus presos, torturados e mortos pelos agentes do próprio Estado Brasileiro. Um pesadelo que durou 21 anos! Os defensores dessa data...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="1000" height="600" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/golpe-militar-e-instauracao-da-ditadura-militar-no-brasil-completa-55-anos.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/golpe-militar-e-instauracao-da-ditadura-militar-no-brasil-completa-55-anos.jpg 1000w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/golpe-militar-e-instauracao-da-ditadura-militar-no-brasil-completa-55-anos-100x60.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/golpe-militar-e-instauracao-da-ditadura-militar-no-brasil-completa-55-anos-300x180.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/golpe-militar-e-instauracao-da-ditadura-militar-no-brasil-completa-55-anos-768x461.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/golpe-militar-e-instauracao-da-ditadura-militar-no-brasil-completa-55-anos-150x90.jpg 150w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/golpe-militar-e-instauracao-da-ditadura-militar-no-brasil-completa-55-anos-600x360.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1000px) 100vw, 1000px" /><p>O dia 31 de Março é uma data triste na história brasileira. Neste dia, no ano de 1964, começou o pior período da nossa história. A democracia foi golpeada e a pátria teve filhos seus presos, torturados e mortos pelos agentes do próprio Estado Brasileiro. Um pesadelo que durou 21 anos!</p>
<p>Os defensores dessa data a chamam de &#8220;revolução&#8221;, &#8220;que salvou o País do comunismo&#8221;, entre tantas outras asneiras. Tentam justificar a tortura, os assassinatos e os desaparecimentos como &#8220;atos decorrentes de ações contra o Estado&#8221;.</p>
<p>Daí faço a seguinte pergunta: O Estado tem o direito de prender, torturar, mutilar e matar quem pensa diferente?  Com toda a certeza, não.</p>
<p>A quartelada de 31 de março de 1964 deixou cicatrizes indeléveis na vida brasileira. Foram 21 anos de autoritarismo, morte, tortura, aceleração da desigualdade, crises econômicas e destruição do Brasil. Os &#8220;revolucionários&#8221; pegaram um Brasil pronto para se tornar potência e entregaram o mesmo país quebrado e com a maior dívida externa do mundo!</p>
<p>Ainda lembro mais, o Golpe não foi contra os comunistas, nem contra os socialistas, o Golpe foi contra nós trabalhistas. O Golpe foi para impedir que João Goulart, o Jango, fizesse as Reformas de Base, foi para impedir que de fato esse país fosse justo e para os brasileiros.</p>
<p>Os motivos do Golpe de 1964 foram os mesmos que levaram 1964 não foi revolução, foi golpe ao sacrifício em 1954 e que fizeram Brizola liderar a resistência com a Campanha da Legalidade no Rio Grande do Sul em 1961. Simples e fácil de entender.</p>
<p>E o atual presidente da República eleito pelo voto popular celebra justamente o golpe que impediu os brasileiros durante 25 anos de eleger seu presidente. Não é uma imensa contradição?</p>
<p>A sanha golpista continua rondando e tenta podar a árvore da democracia mais uma vez. Nós não vamos deixar!</p>
<p>Não devemos nunca nos esquecer de 1964! Temos que rechaçar de forma audaz e incisiva toda e qualquer ameaça golpista e colocar os seus autores no seu devido lugar que é a lata do lixo da história!</p>
<p>1964 nunca foi e nunca será uma &#8220;revolução&#8221; pois condenou esse país ao atraso mutilando a democracia.</p>
<p>Não foi revolução, foi golpe!</p>
<p>#64NuncaMais #DitaduraNuncaMais #1964NãoFoiRevolução #1964FoiGolpe</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>*Marcelo Barros é membro do Diretório Nacional do PDT pelo Amazonas.</strong></em></p>
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		<title>O desenvolvimento por meio de uma causa</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 16 Mar 2021 19:24:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha da Legalidade]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Lupi]]></category>
		<category><![CDATA[Ciro Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[Le Monde Diplomatique]]></category>
		<category><![CDATA[Leonel Brizola]]></category>
		<category><![CDATA[O desafio das frentes]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="789" height="392" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/O-desenvolvimento-por-meio-de-uma-causa-Mauro-Pimentel-AFP-Personalizado.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/O-desenvolvimento-por-meio-de-uma-causa-Mauro-Pimentel-AFP-Personalizado.jpg 789w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/O-desenvolvimento-por-meio-de-uma-causa-Mauro-Pimentel-AFP-Personalizado-100x50.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/O-desenvolvimento-por-meio-de-uma-causa-Mauro-Pimentel-AFP-Personalizado-300x149.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/O-desenvolvimento-por-meio-de-uma-causa-Mauro-Pimentel-AFP-Personalizado-768x382.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/O-desenvolvimento-por-meio-de-uma-causa-Mauro-Pimentel-AFP-Personalizado-181x90.jpg 181w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/O-desenvolvimento-por-meio-de-uma-causa-Mauro-Pimentel-AFP-Personalizado-600x298.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 789px) 100vw, 789px" />O Brasil vive um momento diferente de tudo que já vimos. Em 1964, tínhamos uma ditadura que alijou a oposição, perseguiu, matou, torturou e implantou uma política de ódio baseado em falso nacionalismo. Um movimento autoritário inclusive; os tanques de guerras tomavam as ruas, os soldados andavam armados em nome da segurança nacional. A luta...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="789" height="392" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/O-desenvolvimento-por-meio-de-uma-causa-Mauro-Pimentel-AFP-Personalizado.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/O-desenvolvimento-por-meio-de-uma-causa-Mauro-Pimentel-AFP-Personalizado.jpg 789w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/O-desenvolvimento-por-meio-de-uma-causa-Mauro-Pimentel-AFP-Personalizado-100x50.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/O-desenvolvimento-por-meio-de-uma-causa-Mauro-Pimentel-AFP-Personalizado-300x149.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/O-desenvolvimento-por-meio-de-uma-causa-Mauro-Pimentel-AFP-Personalizado-768x382.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/O-desenvolvimento-por-meio-de-uma-causa-Mauro-Pimentel-AFP-Personalizado-181x90.jpg 181w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/O-desenvolvimento-por-meio-de-uma-causa-Mauro-Pimentel-AFP-Personalizado-600x298.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 789px) 100vw, 789px" /><p class="yiv6171728784MsoNormal">O Brasil vive um momento diferente de tudo que já vimos. Em 1964, tínhamos uma ditadura que alijou a oposição, perseguiu, matou, torturou e implantou uma política de ódio baseado em falso nacionalismo. Um movimento autoritário inclusive; os tanques de guerras tomavam as ruas, os soldados andavam armados em nome da segurança nacional. A luta política naquele momento tinha dois lados:  defesa da democracia versus um regime de exceção.</p>
<p class="yiv6171728784MsoNormal">Vivemos um processo muito parecido, mas muito mais sofisticado. Principalmente depois da eleição de Trump nos Estados Unidos, construído graças à inteligência artificial, usando com competência as redes sociais. Foi o caminho inverso, por exemplo, trilhado por seu antecessor na primeira eleição, com uso maciço das redes sociais. Obama foi o primeiro a se valer ostensivamente de suas redes, de forma transparente, democrática e para a construção das discussões mundiais.</p>
<p class="yiv6171728784MsoNormal">Já Trump invocou o sentimento do patriotismo raivoso, atacando de forma direta as minorias e colocando os norte-americanos – assim como Hitler fez com os alemães – em uma espécie de classe superior. Maior potência do mundo, esse discurso baseado em mentiras criado pelo republicano não demorou a ganhar o mundo e criar uma espécie de linhagem de lideranças descoladas da realidade.</p>
<p class="yiv6171728784MsoNormal">No Brasil. A direita saiu do armário. Ela já existia, claro. Na década de 1950, foi essa mesma direita que levou Vargas à atitude extrema de atentar contra a própria vida e evitar o golpe militar. Foram esses mesmos personagens que em 1961 tentaram impedir Jango de assumir a Presidência com a renúncia de Jânio Quadros – e que, grandes ao então governador do Rio Grande do Sul, Leonel Brizola, e sua Campanha da Legalidade, garantiram um suspiro democrático até 1964, quando esse mesmo grupo conseguiu, enfim, uma ruptura, afogando o país em mais de vinte anos de regime de exceção. Até hoje contamos os mortos que se levantaram contra a ditadura militar. Uma ferida amarga na história do Brasil.</p>
<p class="yiv6171728784MsoNormal">Em raríssimas exceções, os espectros da política brasileira sempre se desenharam de forma clara: 30% do eleitorado mais à direita; 30% mais à esquerda: e 40% que define a eleição conforme sua tendência, construída com base no discurso dos candidatos.</p>
<p class="yiv6171728784MsoNormal">Dentro desse panorama, vemos que as alianças mais vitoriosas desde a redemocratização são de centro ou centro-esquerda &#8211; à exceção de Collor, claro. Itamar, FHC, Lula, Dilma. Todos personagens forjados na esteira da defesa intransigente da democracia. Alguns projetos absolutamente equivocados &#8211; como o entreguismo criminoso de FHC -, mas todos balizados no equilíbrio democrático entre as instituições de poder.</p>
<p class="yiv6171728784MsoNormal">Aí veio o golpe contra Dilma em 2016, e esse foi o principal elo entre o Brasil e esta nova realidade – paralela – criada por Trump. Nossos governantes entraram em processo de desmoralização, nossas incompetências foram expostas, e o caminho para o retorno dessa direita, devidamente pavimentado. Desviou-se a atenção da população no discurso falso de combate a corrupção para retirar direitos sociais e de que os problemas políticos deveriam ser combatidos fora da política. Bolsonaro se vendeu como um ser apolítico – mesmo vivendo ele e a família de cargos públicos por décadas. Essa pode ser a confirmação de que o país nunca viveu uma unidade eleitoral, em nenhum espectro. Nossa unidade política é baseada em causas – como a luta contra a ditadura, a favor dos direitos humanos, em torno de uma Constituição com avanços sociais, principalmente no campo progressista. Não tem nome, sobrenome, mas causa.</p>
<p class="yiv6171728784MsoNormal">A unidade do campo progressista precisa estar voltada ao combate do que virou o Brasil de Bolsonaro. A incompetência, a falta de empatia, os ataques severos aos direitos adquiridos, à democracia, às minorias, o retrocesso dos avanços sociais. Hoje temos mais de 250 mil brasileiros mortos em razão do ataque sistemático à ciência emanado por um presidente que mente, boicota medidas sanitárias e até mesmo a vacina, em meio a maior pandemia que a humanidade já viveu.</p>
<p class="yiv6171728784MsoNormal">E afirmo: essa unidade contra Bolsonaro existe. E enxergo em nossa democracia que prevê dois turnos nas eleições presidenciais, a construção de um amplo debate entre todos os campos políticos. No primeiro turno, com partidos e candidatos apresentando seus projetos, suas propostas, e assim, no segundo turno, de forma estratégica, unindo forças dentro do campo progressista e caminhar juntas contra o inimigo comum.</p>
<p class="yiv6171728784MsoNormal">Os números mostram que o bolsonarismo reúne menos da metade dos votos que conquistou com 2018. As eleições municipais de 2020 garantiram uma acachapante derrota desse cinismo eleitoreiro criado por uma onda de discurso de ódio, elencado via redes sociais por inteligência artificial. O STF já confirmou em investigações o acesso pesado desses extremistas a dinheiro estrangeiro de grupos que, com a ascensão de Trump, saíram do armário e tentam descolar grandes potências internacionais da realidade.</p>
<p class="yiv6171728784MsoNormal">O PDT sempre defendeu um projeto nacional desenvolvimentista, uma adaptação ao mundo moderno do que Vargas representou na década de 1930, quando transformou o Brasil Colônia em potência industrial e abriu caminho ao maior salto desenvolvimentista que o país já experimentou. A criação da legislação trabalhista, equilibrando capital e trabalho; a organização de nossas riquezas em grandes empresas que nos trouxeram até um passado recente à sexta maior economia do mundo, entre tantas outras conquistas sociais.</p>
<p class="yiv6171728784MsoNormal">E o PDT acredita que Ciro Gomes hoje é o nome mais preparado para tocar esse projeto defendido pelo trabalhismo. Não se trata de uma simples imposição, mas da união de competências comprovadas ao longo de seu histórico político como ministro de Estado, governador, prefeito de capital e deputado mais votado da história do Brasil. Existe a possibilidade de surgir um nome capaz de empunhar essas bandeiras progressistas com mais força, com capacidade para derrotar Bolsonaro no segundo turno, e estamos completamente abertos ao diálogo.</p>
<p class="yiv6171728784MsoNormal">O momento não permite que outras forças apresentem seus candidatos sem conversar com os demais, achando que o processo já está decidido e pronto. Isso transforma a discussão em uma hegemonia ignorante, com a preocupação apenas de eleger deputados e deixando de lado o verdadeiro combate ao retrocesso que vivemos. A última eleição, por exemplo, mostrou que Bolsonaro ganhava do PT em todos os cenários apresentados pelas pesquisas ainda no primeiro turno.</p>
<p class="yiv6171728784MsoNormal">Darcy Ribeiro já dizia que o dia em que todos os brasileiros tiverem os mesmos direitos, as mesmas oportunidades, vamos construir uma nação livre e soberana. Unidade só se constrói com base em projetos e livre de nossas vaidades.</p>
<p class="yiv6171728784MsoNormal"><em><b>*Carlos Lupi é presidente nacional do PDT.</b></em></p>
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		<title>João Goulart fez história ao ratificar parceria Brasil-China, em 1961</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 01 Mar 2021 18:44:14 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Campanha da Legalidade]]></category>
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		<category><![CDATA[Congresso Nacional do Povo]]></category>
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		<category><![CDATA[João Goulart]]></category>
		<category><![CDATA[Leonel Brizola]]></category>
		<category><![CDATA[Pequim (China)]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="789" height="392" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/João-Goulart-fez-história-ao-ratificar-parceria-Brasil-China-em-1961.png" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/João-Goulart-fez-história-ao-ratificar-parceria-Brasil-China-em-1961.png 789w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/João-Goulart-fez-história-ao-ratificar-parceria-Brasil-China-em-1961-100x50.png 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/João-Goulart-fez-história-ao-ratificar-parceria-Brasil-China-em-1961-300x149.png 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/João-Goulart-fez-história-ao-ratificar-parceria-Brasil-China-em-1961-768x382.png 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/João-Goulart-fez-história-ao-ratificar-parceria-Brasil-China-em-1961-181x90.png 181w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/João-Goulart-fez-história-ao-ratificar-parceria-Brasil-China-em-1961-600x298.png 600w" sizes="auto, (max-width: 789px) 100vw, 789px" />Aclamado pelo público, trabalhista discursou no Congresso Nacional do Povo, em Pequim Marco na política internacional, a visita do então vice-presidente da República, João Goulart (Jango), à China, em 1961, teve seu ápice no encontro no Congresso Nacional do Povo, em Pequim. O evento, no maior Legislativo do mundo, contou com cerca de três mil...]]></description>
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<p class="yiv0467935979MsoNormal"><em><b>Aclamado pelo público, trabalhista discursou no Congresso Nacional do Povo, em Pequim</b></em></p>
<p class="yiv0467935979MsoNormal">Marco na política internacional, a visita do então vice-presidente da República, João Goulart (Jango), à China, em 1961, teve seu ápice no encontro no Congresso Nacional do Povo, em Pequim. O evento, no maior Legislativo do mundo, contou com cerca de três mil representantes do Partido Comunista Chinês e enalteceu a primeira visita oficial de um chefe de Estado sul-americano ao país asiático.</p>
<p class="yiv0467935979MsoNormal">Recebido pelo presidente chinês, Liu Shaoqi, Jango, que completaria 102 anos nessa segunda-feira (1), mostrou, a partir de pautas econômicas e sociais, a intenção de estreitar laços diplomáticos com a nação que despontaria como potência no século XX. Ao longo dos últimos 60 anos, a visão progressista se confirmou, pois é, atualmente, o maior parceiro comercial do Brasil.</p>
<p class="yiv0467935979MsoNormal">“Viva a amizade cada vez mais estreita entre a China Popular e os Estados Unidos do Brasil, viva a amizade dos povos asiáticos, africanos e latino-americanos!”, destacou, ao ser aplaudido pelo público.</p>
<p class="yiv0467935979MsoNormal"><strong>Transição</strong></p>
<p class="yiv0467935979MsoNormal">De forma simultânea, ocorria a renúncia do presidente brasileiro, Jânio Quadros. O fato político demandou uma mobilização civil e militar, de 14 dias, para garantir a posse de Jango. A liderança ficou a cargo de Leonel Brizola, governador do Rio Grande do Sul na época.</p>
<p class="yiv0467935979MsoNormal">Denominada “Campanha da Legalidade”, a ação, sustentada por armas e rádios entre 25 de agosto de 7 de setembro de 1961, impediu a tentativa de golpe orquestrada pela cúpula das Forças Armadas, em Brasília. Com a resistência centralizada nos porões do Palácio Piratini – sede do governo gaúcho –, os trabalhistas garantiram o respeito à Constituição e à manutenção da democracia.</p>
<p class="yiv0467935979MsoNormal">Confira, na íntegra, a partir da página do Centro de Memória Trabalhista (CMT): <a href="http://www.facebook.com/watch/?v=268050277146412" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer external" data-wpel-link="external">www.facebook.com/watch/?v=268050277146412</a></p>
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