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	<title>Brizola &#8211; PDT</title>
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		<title>Café com Lupi Especial &#8211; 100 anos de Brizola</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 23 Jan 2022 16:45:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[100 anos do nascimento de Leonel Brizola]]></category>
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<p>Neste sábado (22), uma edição especial do Café com Lupi foi apresentada em homenagem ao centenário de nascimento do fundador, inspirador e maior líder da história do PDT, Leonel de Moura Brizola. O programa se concentrou na exibição da série “Brizola tinha razão”, apresentada pelos netos do trabalhista gaúcho, Juliana Brizola e Brizola Neto. Ao lado do presidente nacional da legenda, Carlos Lupi, estava o vice-presidente nacional e pré-candidato do partido à presidência da República, Ciro Gomes, comentando o documentário.</p>
<p>A série produzida pela Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini foi dividida em sete episódios, cada um com uma temática específica, tratando desde a origem de Brizola, em 1922, até a sua despedida, em 2004. Para abordar a dedicação do fundador do PDT à Educação, o documentário separou dois capítulos. Além do maior legado brizolista, a produção abordou temas como Trabalhismo, defesa da legalidade e influencia internacional do líder pedetista.</p>
<p>No quesito Educação, o documentário mostra a energia gasta por Leonel Brizola para revolucionar a área no país, ao longo de toda a sua trajetória política. São apresentados das Brizoletas – escolas criadas quando estava à frente do município de Porto Alegre –, aos Brizolões, os Centros Integrados de Educação Pública (Cieps), no Rio de Janeiro. Ainda são apresentados dados como o gasto em Educação em seu governo no Rio Grande do Sul, no final da década de 1950 e início dos anos 1960, estipulado em 36% do orçamento total.</p>
<p>Em um trecho de declaração dada por Brizola ainda na década de 1980, ele afirmava: “O nosso governo vai ter privilegiados. Sabe quais são? Vão ser as nossas crianças. Elas vão estar fora do orçamento, porque uma nação que realmente se preza reserva tudo o que tem de melhor para as suas crianças”. Essa fala resume bem aquilo que o governador do Rio de Janeiro acreditava e pelo que lutou ao longo da vida.</p>
<p>Lembrando uma passagem que viveu com o líder pedetista, Carlos Lupi expôs um exemplo de como o povo se sentia em relação às políticas educacionais trabalhistas. “Houve uma ocasião em que fomos [Lupi e Brizola] ao Tribunal de Justiça e um rapaz que lá estava entregou a sua carteirinha da OAB à Brizola e disse: ‘Governador, eu só consegui chegar até aqui graças ao Brizolão. Eu sou advogado graças ao senhor’”, contou.</p>
<p>Brizola era reconhecido pelo povo brasileiro não só por suas políticas inclusivas, mas também por sua coragem e defesa da legalidade. Sobre esse assunto, o documentário rememora a Campanha da Legalidade de 1961 e o direito de resposta que teve durante a exibição do Jornal Nacional da Rede Globo em 1994, feitos únicos na história política brasileira. A série ainda trata dos princípios trabalhistas apresentados por Getúlio Vargas e levado à frente pelo líder pedetista; da criação do PDT; e do respeito e influência internacional que teve como auge a vice-presidência da Internacional Socialista.</p>
<p>De acordo com Ciro, a homenagem a Brizola supera a ideia de lembrança do passado e se concentra nos ensinamentos deixados pelo trabalhista gaúcho. “A gente precisa tirar essa lição para o futuro. A homenagem maior que a gente faz a Brizola não é expressar a gratidão pelo exemplo vivo dele, mas é tirar as lições preciosas”, afirma o presidenciável pedetista, político em quem Leonel Brizola depositou o seu último voto, nas eleições presidenciais de 2002.</p>
<p>Carlos Lupi concorda com o posicionamento de Ciro e reafirma que essa é a maior intenção da produção. “Essa é a nossa intenção. É mostrar que nenhuma homenagem pode ser maior do que seguir essas ideias e lutar por elas”, conclui o presidente nacional do PDT.</p>
<p>Assista o programa abaixo.</p>
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		<title>Dia do Mestre &#8211; 15 de outubro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 15 Oct 2021 21:29:06 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
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<p>Esse é Rubem Alves, um filosofo da vida de quem gosta de ensinar. Um poeta de si mesmo, um teólogo dos deuses que considera a todos com os desejos que estes suscitam. Aqui estou eu, parafraseando os sentimentos que me incitam Rubem Alves ao referenciar os modos e formas de ensinar e, muito mais, o prazer que se recebe ao aprender com aqueles que ensinam com a certeza do espírito repleto de emoções e prazeres que o ensinar nos inundam. São graças que se recebe em meio às emoções que nos impõem do íntimo a partir da ação desse verbo que se pauta pela comunicação que se faz presente no ato de educar e aprender, nos lembra Alves: Ensinar é um exercício de imortalidade. De alguma forma continuamos a viver naqueles cujos olhos aprenderam a ver o mundo pela magia da nossa palavra. O professor, assim, não morre jamais. (Rubem Alves, 2003) .</p>
<p>Muito se tem falado do sofrimento dos professores, de seu desalento, de seu esquecimento pelo Estado que teima em demonstrar que a existência dos horrores que acontece à sociedade e às culturas dos mais pobres, dos esquecidos e desvalidos pelos seus modos de viver, dos seus modos de pensar, de suas cores de pele, de suas vestimentas, religiões diversas e modos de agir diferenciados são considerados à margem social, discriminados e violentados cotidianamente por ações movidas pelo ódio sempre aceso aos corações pelo arautos do comércio, da indústria e da escravização repetindo, é sua responsabilidade, sua culpa por não ter se esforçado como eles próprios ao possuir tantos bens, dinheiro e fama.</p>
<p>Mas, neste Dia dos Mestres &#8211; 15 de outubro de 2021, eu que aprecio como Rubem Alves o avesso das coisas, passo a falar da alegria e do prazer em ser professora movida por preciosos sessenta anos de magistério. Vendo a alegria que se encontra em ver o jardim que se planta crescer, a criança que aprende se tornar um adulto mais crítico, mais humano, mais vulnerável as dores alheias pelo trabalho coletivo e aos pares desenvolvidos em cada aula. Senti que eu mesma ao sobrescrever sobre os escritos deste poeta do educar o mesmo sentimento que nos invade a nós professores e professoras – sentirmo-nos também como jardineiros vivenciando a cada dia o esplendor de ver a planta crescer como educador/educadora das mil formas de ensinar o melhor da vida.</p>
<p>Esta é minha/nossa poesia e, como poeta/poetiza jamais pensarei em me aposentar, pois como Alves, quem deseja se aposentar daquilo que lhe traz alegria de viver e de existir? Cedo descobrimos como Rubem Alves, Paulo Freire, Darcy Ribeiro e, tantos outros, que o prazer de ensinar era cada vez maior quanto mais distantes estivessem nossos jovens alunos das deformações presentes nas (des)educações que recebem nossos estudantes provocadas pelas distorções existentes entre aqueles que conhecem efetivamente o chão das escolas, suas alegrias e vicissitudes, as comunidades que os envolvem e aqueles que planejam de seus gabinetes conteúdos e metodologias que cobram e avaliam professores e alunos com ações matematizadas e estatísticas que, como alertava Einstein: se colocarmos um homem com metade de seu corpo em um freezer e outra metade fora do freezer, ao final da estatística teremos um homem morto.</p>
<p>Volto a lembrar a escola asa e a escola gaiola. Lembremos as águias que mesmo correndo o risco das alturas acreditam que o risco das quedas vale a pena, pois lá de cima veem mais longe e muito mais bonita a paisagem. Apreendem do mundo muito mais que as tartarugas que não correm risco de quebrar as pernas nem o casco ao andar vagarosamente sobre o solo. Importante lembrar que a aprendizagem é uma função do viver, a gente aprende para sobreviver às intempéries e para viver melhor, sempre com alegria e prazer de viver em comunhão. Assim, nossas aprendizagens se iniciam com os sentidos: ver, ouvir, falar, cheirar, gostar e agir. Nosso corpo fala e se expressa a partir de nossas aprendizagens.</p>
<p>Dia do Mestre, fala-se ao mestre com carinho de seu prazer em ensinar e aprender com o outro de sua cultura e formas de viver diferenciadas, local de memória e de vida transdisciplinar. Educar é ensinar a pensar com vistas a um mundo de liberdades onde os meios não bastam para trazer o prazer e a alegria, que são os sentidos da vida local comum da educação da sensibilidade que também necessita ser educada, pois somos também seres de cultura(s), inventamos e reinventamos objetos de prazer que não se encontram apenas na natureza: a música, as artes, a culinária, a arquitetura, os perfumes, os toques e tudo mais.</p>
<p>A educação asa precisa despertar tais sentimentos e sensibilidades para que a capacidade de sentir prazer e alegria se desenvolva e se expanda. Deste modo, existem mais atributos ao professor-educador, ao mestre que ensina e aprende para além de fazer um ensino abstrato das disciplina. É preciso que se torne um mestre de prazeres também capazes de ensinar e mais aprender.</p>
<p>Parabéns a todos e todas professoras/professores deste nosso Brasil violentado. Seguimos nossa tarefa de educadores da liberdade e do prazer de ensinar e aprender. Estejamos todos e todas nós, militantes do Movimento Trabalhista pela Educação do Partido Democrático Trabalhista, partido histórico de Pasqualini, Brizola e Darcy Ribeiro movidos pela honra de elevarmos nossa educação ao patamar de excelência em Educação, não para cumprir estatísticas internacionais, mas acertar ao olhar o presente com os olhos de quem acredita que EDUCAR É A MISSÃO DEMOCRÁTICA DE TODOS/TODAS NÓS PROFESSORES/PROFESSORAS TRABALHISTAS</p>
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		<title>Abdias do Nascimento: sinônimo de resgate da cultura afrodescendente no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 14 Mar 2021 03:47:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="847" height="556" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/Foto-Abdias-do-Nascimento.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/Foto-Abdias-do-Nascimento.jpg 847w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/Foto-Abdias-do-Nascimento-100x66.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/Foto-Abdias-do-Nascimento-300x197.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/Foto-Abdias-do-Nascimento-768x504.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/Foto-Abdias-do-Nascimento-137x90.jpg 137w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/03/Foto-Abdias-do-Nascimento-600x394.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 847px) 100vw, 847px" /><p>“Para o negro, pouco mudou com o fim da escravatura”. Essa afirmação é de Abdias do Nascimento, em entrevista concedida à Revista Acervo, em 2009, na qual ele conta um pouco das suas dificuldades enfrentadas e a luta diária por mais justiça e resgate da cultura negro africana por meio da política e da arte. Se estivesse vivo, Abdias completaria hoje, 14 de março, 107 anos de vida.</p>
<p>De família pobre, Abdias era filho e neto de escravas. Nascido 26 anos após a abolição da escravatura, ele se deparou com inúmeras barreiras enfrentadas por sua família. Como ele sempre frisava, naquela época, o negro não era mais propriedade do senhor do engenho, mas a falta de políticas públicas capazes de integrar e emancipar a população afrodescendente brasileira era um problema que ainda se reflete no dias de hoje.</p>
<p>De acordo com a quarta edição da plataforma Atlas do Desenvolvimento Humano no Brasil, lançado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (IPEA), em 2020, a população negra é maioria entre as pessoas pobres e extremamente pobres do País, bem como a que tem as maiores taxas de homicídio e a que ganha menos, se comparada com a população branca.</p>
<p>Em uma de suas últimas entrevistas, para a Revista Acervo, Abdias conta uma situação na qual ele, ainda menino, pela primeira vez compreendeu o que era injustiça e preconceito racial. O caso envolveu sua mãe<strong>,</strong> que arrancou dos braços de uma mulher branca um menino de rua que, na ocasião, estava apanhando dela.</p>
<p>“As palavras de minha mãe, a atitude dela, foram as minhas primeiras lições de solidariedade racial, a primeira lição de panafricanismo que recebi ainda menino”, contou o ativista.</p>
<p>Abdias também relembra, nessa mesma entrevista, um de seus primeiros contatos com o racismo na juventude e como superou o acontecido. O ativista foi preso na Penitenciária do Carandiru, em São Paulo, e expulso do Exército brasileiro por reagir ao preconceito sofrido por ele. Porém, o fato não foi motivo para parar seu trabalho, muito pelo contrário. Foi na prisão que ele pôde criar sua primeira peça teatral e, após sair, contribuiu para uma cultura brasileira inclusiva, criando o Teatro Experimental do Negro (TEN), no Rio de Janeiro.</p>
<p>“Antes do TEN, os negros não pisavam no teatro Municipal a não ser para fazer faxina! Lá, resgatávamos, no Brasil, os valores da cultura negro africana, degradados e negados pela violência da cultura branco europeia, valorizando o negro através da educação, cultura e arte”, conta o pedetista.</p>
<p><strong>Inicio da carreira política e representação no PDT</strong></p>
<p>Sobre o início de sua atuação na política, Abdias conta na Revista Acervo que sempre teve uma dupla conotação, cultural e política. Para ele, as duas áreas são dimensões da mesma iniciativa, que é a defesa e promoção dos direitos e da cultura da população de origem africana.</p>
<p>“Eu escrevia no jornal “Quilombo” do TEN, editoriais sobre a necessidade de o negro atuar na política como candidato, e não mais apenas como cabo eleitoral dos outros”, afirma Abdias.</p>
<p>O ativista também conta como enfrentou o cenário político ao se aliar ao antigo PTB de Brizola e João Goulart. Com sua ativa participação, o compromisso com a população negra foi inserido na histórica Carta de Lisboa.</p>
<p>“Pela primeira vez me senti realmente identificado com a proposta de um partido político. O PTB de João Goulart e de Brizola tinha tudo a ver com minha orientação política, embora a questão racial ainda não ganhasse ressonância”, afirmou Nascimento.</p>
<p>“Ao reorganizar o antigo PTB, a Carta de Lisboa afirmava o compromisso do partido com a causa da população negra. Isto foi resultado de conversas com Brizola em Nova Iorque. No Brasil, já no período da anistia e da redemocratização, o PDT consolidaria esse compromisso como prioridade ao compreender e agir de acordo com a necessidade de incluir negros em seu secretariado de governo”, destacou Abdias.</p>
<p><strong>Barreias no parlamento brasileiro</strong></p>
<p>Ainda em sua entrevista para a Revista Acervo, Abdias relembra que, quando exerceu o mandato de deputado federal, em 1983, ele era o único negro assumido no Congresso Nacional e que dedicava o mandato à defesa dos Direitos Humanos e civis da população negra, o que constantemente causava ira e tentativas de barrarem sua palavra na Câmara Federal.</p>
<p>“Quando cheguei à Câmara como deputado pelo PDT, não me deixaram falar, queriam cortar a minha palavra, achavam que eu falava inverdades absurdas. Depois de anos passados, fazendo a minha pregação, juntavam-se outras vozes a minha e até recebia o aval dos senadores aos meus projetos de lei. A sociedade vem mudando, à medida que a gente bate, bate, bate na mesma tecla. É verdade que é assim aos pouquinhos, mas é um processo irreversível”.</p>
<p>Ao final dessa entrevista, o pedetista deixou um recado à população brasileira, onde reafirmou a importância e a necessidade de se dar ouvidos às questões raciais no País.</p>
<p>“O negro neste país está acordado, alerta, e vai continuar sua luta sempre. Isto é um processo irreversível! Espero que o Brasil tenha a sensatez de ouvir-lhe os gritos em vez de se fazer de surdo. O negro no Brasil é maioria, e democraticamente no futuro deve assumir a direção do País. É só uma questão de tempo e de aprimoramento das instituições democráticas”, finalizou o pedetista.</p>
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		<title>Jango presidente e o arranjo parlamentarista de 1961</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Sep 2020 14:25:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Manchete]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[7 de setembro]]></category>
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<p>Quando Jânio renunciou, Jango estava na China, cumprindo agenda oficial. O fato gerou inquietação entre militares e civis, opositores das políticas trabalhistas, que ensaiaram um golpe. Foram frustrados por Leonel Brizola, então governador do Rio Grande do Sul, que promoveu a Campanha da Legalidade para garantir a posse constitucional de Goulart.</p>
<p>O protesto de Brizola gerou comoção popular em todo o País, de modo que seria insustentável outro arranjo político que não o previsto pela Constituição vigente. Ainda assim, os opositores de Jango tencionaram pela retirada de poderes do novo presidente, impondo o fim do regime presidencialista, em vigor desde o início da República.</p>
<p>Enquanto durou o impasse, Goulart não poderia retornar ao País, sob o risco de ser assassinado pelas forças militares de oposição. Quando finalmente pôde regressar, aterrissou no Rio Grande do Sul, onde Brizola o aguardava. Lá foi recebido também por um grupo político de conciliação, liderado por Tancredo Neves.</p>
<p>O país estava divido, à beira de uma guerra civil. Brizola liderava o grupo de resistência, apoiado por setores da Forças Armadas, enquanto os ministros militares dominavam a maior parte do poder bélico do país.</p>
<p>A fim de evitar derramamento de sangue entre brasileiros, João Goulart aceitou o acordo proposto por Tancredo e, no dia 7 de setembro de 1961, assumiu a presidência da República sob o inédito Regime Parlamentarista. Mas por pouco tempo. Em outubro de 1962, por meio de um plebiscito, o povo decide pelo retorno do presidencialismo, devolvendo os poderes constitucionalmente garantidos a Jango.</p>
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		<title>Campanha da Legalidade vive na alma pedetista</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 25 Aug 2020 14:21:39 +0000</pubDate>
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<p>A degeneração do Estado brasileiro anda a galope, sobretudo após a pandemia do coronavírus. Aparelhamento da Polícia Federal, ataques a Educação, ao Supremo e ao Estado Democrático de Direito, muitos ministros militares – inclusive o da Saúde, pasta especialmente sensível – e uma postura neoliberal suicida. A roupagem é nova, mas o inimigo é mesmo: o interesse econômico estrangeiro.</p>
<p>Em 1961, os militares queriam impedir a posse de Jango, então vice-presidente, após a renúncia de Jânio Quadros. Sabiam que o foco do governo estaria na justiça social e na redistribuição de renda. Naquele momento, não conseguiram. Brizola bloqueou o intento golpista empunhando armas para garantir a legalidade constitucional, ou seja, a titulação de Goulart como presidente da República.</p>
<p>O que Leonel Brizola fez ao longo de duas semanas com algum poder bélico e uso massivo do rádio – por transmissão da Rádio Guaíba e filiadas –, o PDT faz hoje política e juridicamente. A bancada pedetista no Congresso contribuiu diretamente para que milhões de brasileiros não morressem de fome, aprovando o auxílio emergencial de R$ 600, três vezes acima do proposto pelo Governo.</p>
<p>Hoje, o inimigo não quer o poder; ele o ocupa. O interesse agora é vender o Brasil, sua mão de obra, seus recursos estratégicos e sua soberania. A metralhadora contra-ofensiva, nesse caso, é a militância jurídica do PDT que, quase semanalmente, recorre ao STF frente a algum descalabro do Executivo.</p>
<p>Só nos últimos meses, os pedetistas já foram ao STF para: pedir proteção aos povos indígenas; barrar a privatização da água; garantir que as medidas sanitárias para contenção da contaminação por Covid-19 sejam cumpridas; impor limites a atuação das Forças Armadas; e pedir o afastamento do ministro Paulo Guedes.</p>
<p>Já se vão mais de meio século que o trabalhismo obrigou forças golpistas a cumprirem o que dispunha a Constituição. No entanto, a luta histórica ainda flameja no cerne do PDT e se desdobra conforme o momento nacional exige. Vitoriosa, a Campanha da Legalidade de ontem é o trunfo pedetista de hoje.</p>
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		<title>Brizola vive no vigor da nossa esperança</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 21 Jun 2020 05:13:02 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="1024" height="728" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Leonel-Brizola.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Leonel-Brizola.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Leonel-Brizola-100x71.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Leonel-Brizola-300x213.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Leonel-Brizola-768x546.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Leonel-Brizola-127x90.jpg 127w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Leonel-Brizola-600x427.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" />Em tempos de pandemia e de ameaça democrática, é possível perceber, no dia a dia da nossa luta incansável por um país mais justo e igual para todos, a força do sentimento da esperança trabalhista. É algo que está latente no coração de cada pedetista e se origina diante da representatividade e ensinamentos do eterno...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="728" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Leonel-Brizola.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Leonel-Brizola.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Leonel-Brizola-100x71.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Leonel-Brizola-300x213.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Leonel-Brizola-768x546.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Leonel-Brizola-127x90.jpg 127w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/06/Leonel-Brizola-600x427.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p>Em tempos de pandemia e de ameaça democrática, é possível perceber, no dia a dia da nossa luta incansável por um país mais justo e igual para todos, a força do sentimento da esperança trabalhista. É algo que está latente no coração de cada pedetista e se origina diante da representatividade e ensinamentos do eterno líder: Leonel Brizola.</p>
<p>É um legado que se renova a partir de cada ação do PDT na defesa do povo, dos mais vulneráveis, dos excluídos e da nação lapidada nos preceitos da Constituição. Os tempos são difíceis, mas como ele dizia: “Nossos caminhos são pacíficos, nossos métodos democráticos, mas, se nos tentam impedir, só Deus sabe nossa obstinação.”</p>
<p>Não existe a opção de desistir ou abandonar a causa, pois é uma missão que faz parte dos nossos princípios. É a razão das nossas vidas. Como separar coisas tão unidas e recíprocas? É assim o nosso vínculo com o povo brasileiro a partir de Brizola como elo formador, motivador e balizador.</p>
<p>Por isso, nesta data tão simbólica, 21 de junho, que marca os 16 anos da sua partida para o outro plano, reitero o simbolismo e importância da nossa esperança &#8211; como também exalta Ciro Gomes em seu livro recente &#8211; para vencer a luta contra o retrocesso instalado no Palácio do Planalto e enraizado em uma pequena fatia da população.</p>
<p>Nunca foi fácil para os trabalhistas e, claro, continua assim, pois é a luta contra o sistema que abomina a justiça social e favorece o rentismo do mercado financeiro. Diante da realidade, tenho certeza que Brizola está orgulhoso do seu partido e da sua militância.</p>
<p>Os sonhos não envelhecem, a gratidão não prescreve e o lado continuará sendo sempre o mesmo.</p>
<p>Brizola vive! PDT presente!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><em>*Manoel Dias -e secretário-geral nacional do PDT, presidente da Fundação Leonel Brizola &#8211; Alberto Pasqualini (FLB-AP) e ex-ministro do Trabalho em Emprego.</em></strong></p>
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		<title>Rio de Janeiro pode ter estrada como nome “Rodovia Governador Leonel de Moura Brizola”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Jun 2018 23:01:53 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="1024" height="682" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/06/Chico_11.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/06/Chico_11.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/06/Chico_11-100x67.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/06/Chico_11-300x200.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/06/Chico_11-768x512.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/06/Chico_11-135x90.jpg 135w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/06/Chico_11-600x400.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" />A Comissão de Cultura da Câmara aprovou, nesta terça-feira (26), relatório do deputado Chico D&#8217;Angelo (PDT-RJ), favorável ao Projeto de Lei 8633/17, que nomeia o trecho da rodovia BR-101, no estado do Rio de Janeiro, como “Rodovia Governador Leonel de Moura Brizola”. Ao longo da estrada, pode ser encontrado um Centro Integrado de Educação Pública (Ciep),...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="682" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/06/Chico_11.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/06/Chico_11.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/06/Chico_11-100x67.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/06/Chico_11-300x200.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/06/Chico_11-768x512.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/06/Chico_11-135x90.jpg 135w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/06/Chico_11-600x400.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p>A Comissão de Cultura da Câmara aprovou, nesta terça-feira (26), relatório do deputado Chico D&#8217;Angelo (PDT-RJ), favorável ao Projeto de Lei 8633/17, que nomeia o trecho da rodovia BR-101, no estado do Rio de Janeiro, como “Rodovia Governador Leonel de Moura Brizola”. Ao longo da estrada, pode ser encontrado um Centro Integrado de Educação Pública (Ciep), projeto educacional concebido por Darcy Ribeiro e implantado por Brizola durante seu governo no estado fluminense.</p>
<p>Para o deputado, a proposta é uma justa homenagem ao Herói da Pátria Leonel de Moura Brizola, que, lançado na vida política por Getúlio Vargas, assumiu o governo do Rio de Janeiro em 1983, tendo sido reeleito em 1987. O trabalhista é, também, o único político brasileiro, eleito pelo povo, a governar dois estados diferentes (Rio Grande do Sul e Rio de Janeiro) em toda a história do Brasil.</p>
<p>“Entre os feitos de sua passagem no governo gaúcho, citamos a criação da Caixa Econômica Estadual, da Aços Finos Piratini e da Companhia Riograndense de Telecomunicações, a aquisição do controle acionário do Banco do Rio Grande do Sul, e a construção de 5.902 escolas primárias, 278 escolas técnicas e 131 ginásios e escolas normais&#8221;, destacou Chico D&#8217;Angelo.</p>
<p>Ainda, de acordo com Chico D&#8217;Angelo, Brizola foi expoente na defesa da democracia ao liderar a “Campanha da Legalidade”, movimento que tinha como objetivo garantir a posse de João Goulart como Presidente da República após a renúncia de Jânio Quadros, candidato da União Democrática Nacional (UDN) que iniciou seu mandato em 31 de janeiro de 1961.</p>
<p><strong>Melhor governador</strong></p>
<p>Em outubro de 2017, o DataFolha  divulgou uma pesquisa, realizada nos dias dias 3 e 4 daquele mês, apontava Leonel Brizola como o <a href="http://pdt-rj.org.br/index.php/leonel-brizola-foi-o-melhor-governador-da-historia-do-rio-aponta-pesquisa/" data-wpel-link="internal">melhor governador da história do Rio de Janeiro</a>. Segundo o instituto, o pedetista foi citado por 14% dos 812 participantes, sendo o único a superar os 10 pontos percentuais.</p>
<p>Escolhido governador por duas vezes pelos fluminenses, sendo a primeira gestão entre 83 e 87 e a segunda entre 91 e 94, Brizola obteve resultando ainda melhor no público de 45 a 59 anos (23%). Essa ampliação é resultado da análise de uma fatia da população que pôde acompanhar, efetivamente, a eficiência do governo liderado pelo PDT.</p>
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		<title>Há cinco anos, Brasil perdia Neiva Moreira</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 10 May 2017 03:03:17 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="729" height="375" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/05/Jornalista-e-ex-deputado-Neiva-Moreira..jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/05/Jornalista-e-ex-deputado-Neiva-Moreira..jpg 729w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/05/Jornalista-e-ex-deputado-Neiva-Moreira.-100x51.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/05/Jornalista-e-ex-deputado-Neiva-Moreira.-300x154.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/05/Jornalista-e-ex-deputado-Neiva-Moreira.-175x90.jpg 175w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/05/Jornalista-e-ex-deputado-Neiva-Moreira.-600x309.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 729px) 100vw, 729px" /><p>Hoje (10), o PDT recorda o amigo José Guimarães Neiva Moreira, um nordestino que acreditava na justiça social, na fraternidade dos povos, no resgate da população pobre e desassistida do Brasil. O eterno deputado trabalhista viveu convicto de que a política é o caminho para mudar sociedades e trazer esperança à gente desamparada. Falecido há cinco anos, Neiva deixou sua biografia como testemunho de que é possível lutar por um mundo mais justo.</p>
<p>Maranhense de Nova Iorque, Neiva Moreira nasceu em 10 de outubro de 1917. Tornou-se jornalista ainda muito jovem e atuou em veículos como o periódico <em>Pacotilha</em>, os jornais <em>Diário da Noite</em> e <em>O Jornal</em>, e a revista <em>O Cruzeiro</em>. Em 1950, José Guimarães entra para a política sendo eleito deputado à Assembleia Legislativa do Maranhão. Lá, mostra sua veia nacionalista defendendo a criação da Petrobrás e da Eletrobrás. Nascia então o político que brigaria, até a última instância, pelo desenvolvimento soberano nacional, pela melhoria de vida do povo brasileiro.</p>
<p>Após a morte de Getúlio Vargas, em um período de grande instabilidade política, o então deputado federal Neiva Moreira foi um dos fundadores da Frente Parlamentar Nacionalista. Quando Jango assumiu a presidência da República, o parlamentar defendeu conscientemente as Reformas de Base. Queria o bem do povo brasileiro; acabou arrastado pelo mesmo tsunami que destituiu o presidente.</p>
<p>Com o Golpe Militar, em 1964, Neiva Moreira foi deposto e exilado – não antes de amargar alguns meses como preso político. Passou 15 anos migrando entre países da America latina graças ao surgimento sucessivo de governos totalitaristas. Foi recebido e expulso da Bolívia, do Uruguai, da Argentina e do Peru. Seu último pouso foi no México, onde ficou de 1976 até a reabertura política no Brasil em 1979, quando retornou ao país.</p>
<p>De volta a sua pátria, aliou-se a Brizola e ajudou a fundar o Partido Democrático Trabalhista (PDT). Neiva Moreira, enfim, retomou sua luta amparado por uma legenda que, assim como ele, é norteada pelo senso de justiça social. Em 1982, foi nomeado secretário de Comunicação Social do Estado do Rio e, em seguida, presidente do Banco de Desenvolvimento daquele Estado, pelo governador Leonel Brizola.</p>
<p>Na década seguinte, Neiva Moreira foi eleito para a Academia Maranhense de Letras e voltou a ocupar uma cadeira na Câmara dos Deputados. Até o último momento, brigou pelo desenvolvimento do país acreditando na possibilidade da erradicação da miséria, da redistribuição de renda e no poder da educação como agente transformador da sociedade.</p>
<p>Em poucas palavras, o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, descreveu José Guimarães Neiva Moreira: “O Neiva, como Brizola, Darcy, Jango e Getúlio, é a prova cabal de que vale a pena fazer política com sonhos, com ideias, com utopias”.</p>
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		<title>Dia do Índio: Há 34 anos, Juruna revolucionava Congresso com discurso histórico</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Apr 2017 18:34:56 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Brizola]]></category>
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<p>Reconhecidamente combativo e com uma personalidade forte, foi para a tribuna mostrar a representatividade e força de um cacique Xavante, que ficou reconhecido por sua luta incansável pelos direitos dos povos indígenas.</p>
<p>“Eu não vim aqui fuxicar com ninguém, eu vim aqui pra trabalhar, pra defender povo, eu vim aqui pra lutar. Eu quero que gente começa a respeitar nome de Juruna. Eu quero que gente trata índio brasileiro o mais possível dentro do melhor”, cobrava Juruna.</p>
<p>Sobre a presença de minorias no parlamento, o cacique mostrou o lamentável cenário da legislatura: “Único índio que tá falando hoje, único deputado que tá falando hoje: não é terceiro, não é quinto deputado, não é cinquenta deputado. Se tiver ao menos mais cinquenta Juruna, o Juruna já tinha mudado o Brasil”.</p>
<p>Sobre o líder do seu partido, ele foi enfático: “O Brizola é homem, foi cassado, como acontece com o índio, por isso eu apoio Brizola e por isso quero dar liberdade para Brizola”.</p>
<p>No link abaixo, você confere o discurso de Mário Juruna na íntegra.</p>
<p><a href="http://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/04/Discurso-do-deputado-federal-Mário-Juruna-no-Plenário-da-Câmara-dos-Deputados.pdf" data-wpel-link="internal">Discurso do deputado federal Mário Juruna no Plenário da Câmara dos Deputados</a></p>
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		<title>Allan Pombo &#8211; A juventude do PDT a serviço do Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 24 Oct 2016 13:26:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="720" height="479" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/10/Allan-Pombo.....jpeg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/10/Allan-Pombo.....jpeg 720w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/10/Allan-Pombo....-100x67.jpeg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/10/Allan-Pombo....-300x200.jpeg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/10/Allan-Pombo....-135x90.jpeg 135w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/10/Allan-Pombo....-600x399.jpeg 600w" sizes="auto, (max-width: 720px) 100vw, 720px" /><p>Integrante da Juventude Socialista do PDT e membro do Diretório Nacional da legenda, Allan Pombo, 28 anos, é nascido em Guamá, periferia de Belém do Pará. Formado em Administração, foi presidente de Grêmio secundarista, diretor da União Nacional dos Estudantes (UNE), chefe do Departamento de Políticas Públicas para Juventude (DPJ) do Ministério do Trabalho e Emprego (MTE), onde representou o órgão na Organização das Nações Unidas (ONU). Em sua trajetória ele também atuou como assessor especial da Presidência dos Correios e foi candidato a vereador pelo PDT.</p>
<p>Nestas eleições Allan Pombo compõe a chapa majoritária do partido, como vice-prefeito, que disputa o segundo turno da Prefeitura de Belém. Nesta entrevista, ele destaca o papel da juventude brasileira no futuro do Brasil e fala sobre o trabalho que pretende desenvolver caso seja eleito. Ele também aponta suas referências intelectuais e partidárias e mostra como as bandeiras do PDT e o exemplo de Brizola continuam influenciando os novos quadros políticos forjados pela juventude pedetista por todo o País.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PDT &#8211; Qual a importância do engajamento do jovem na política?</strong></p>
<p><strong>Alan Pombo</strong> &#8211; A juventude brasileira hoje representa 25% da população. São mais de 50 milhões de jovens que têm um futuro pela frente. O jovem, por si só, quer ser protagonista da própria história; quer ser dono do seu futuro, ter voz ativa e no seu destino mandar. Por isso a juventude tem um papel fundamental na construção da sociedade, da política, do social. É a juventude que vai construir o amanhã. Precisamos de oportunidades, de educação de qualidade, esporte, lazer, além de termos perfil dinâmico e criativo vamos potencializar esse perfil. O jovem tem que estar ativo para construir o futuro desejado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PDT &#8211; Quais são suas referências políticas?</strong></p>
<p><strong>Alan Pombo</strong> &#8211; Sou nascido em Belém, em um bairro de periferia, o Guamá. Senti na pele a falta de oportunidades, ter amigos mortos, outros de sucesso. Educação e oportunidade sempre foram as referências e, no Brasil, o grande defensor desta bandeira foi o comandante Leonel Brizola, tanto que me filiei ao partido do Brizola, o partido da educação. Brizola, que não só defendia a educação como prioridade, foi o governador que mais construiu escolas de tempo integral da América Latina, talvez do mundo. Darcy Ribeiro, Getúlio Vargas, João Goulart e Mário Juruna, foram grandes nacionalistas. E, no Pará, grandes escritores como Dalcídio Jurandir, Benedito Monteiro, que foi do PDT, também defendiam a Amazônia, a resistência cabana, e tudo isso nos remete à luta. Particularmente, no Pará, a cabanagem foi um movimento de resistência pelo qual os jovens tomaram o poder, e temos como referência Reginaldo Angelim, que coordenou e comandou com apenas 21 anos de idade e já mostrava que a juventude quando se une consegue tomar o poder. Agora, é através do voto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PDT &#8211; Quando decidiu militar politicamente e por que o PDT?</strong></p>
<p><strong> Alan Pombo &#8211;</strong> Comecei a militar no movimento estudantil. Estudei na escola Madre Zarife Sales, até a 8ª série, onde fundei e fui o presidente do grêmio e defendíamos, além das matérias convencionais, atividades culturais, esportes, feira de ciências, teatro&#8230; Que a educação fosse priorizada e de maneira integral.</p>
<p>Já na universidade fui do diretório e do setor acadêmico, e assim, diretor da UNE. O PDT foi onde me identifiquei. Um partido nacionalista, de grandes estadistas, que defende um Brasil soberano, a defesa integral de suas riquezas, de suas estruturas de Estado; contra as privatizações. O PDT é o que acreditamos para o Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PDT &#8211; Como a tecnologia mudou as inter-relações políticas entre os jovens?</strong></p>
<p><strong>Alan Pombo</strong> &#8211; Com o avanço da globalização, aumentamos a relação pessoal com o mundo, ficou muito mais forte. É importante a integração política, econômica, cultural, para entender o mundo, o contexto político social para entender as experiências e tomar como exemplo para o Brasil. Hoje o avanço tecnológico se personifica na relação com as redes sociais, muito mais forte, rápido e dinâmico. Lógico que existem falhas, nem tudo que está disponível nas redes é verdade. Temos que ter um controle para não influenciar o pensamento das pessoas para o negativo. As pessoas têm que ir a fundo nos acontecimentos e buscar a história em outras fontes. Não podemos deixar de ler e procurar entender o contexto.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone size-medium wp-image-49280 alignright" src="http://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/10/Allan-Pombo-em-Campanha-300x169.jpg" alt="Allan Pombo em Campanha" width="300" height="169" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/10/Allan-Pombo-em-Campanha-300x169.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/10/Allan-Pombo-em-Campanha-100x56.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/10/Allan-Pombo-em-Campanha-768x432.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/10/Allan-Pombo-em-Campanha-160x90.jpg 160w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/10/Allan-Pombo-em-Campanha.jpg 960w" sizes="auto, (max-width: 300px) 100vw, 300px" />PDT &#8211; Você é candidato a vice-prefeito de uma importante capital do Brasil, com chances reais de vitória. Caso seja eleito, como será sua atuação na função?</strong></p>
<p><strong>Alan Pombo</strong> &#8211; Nós tínhamos 40 segundos de tempo de TV contra quase quatro minutos do atual prefeito. O primeiro turno foi uma luta desigual e, justamente através das redes sociais, conseguimos romper um pouco esta barreira, mas ainda sim é desproporcional. A mídia ainda manipula e aliena e temos que combater isso. As redes sociais estão servindo para criar uma resistência popular e social para mostrar o outro lado que a mídia tenta impor. É importante por um lado, mas sempre tomando cuidado para não acreditarmos em tudo que se vê.</p>
<p>Será uma honra ser vice-prefeito de Belém do Pará, chamada de Metrópole da Amazônia.  Nos últimos anos foi simplesmente abandonada, com descaso em saúde, em educação, transformando-se numa das capitais mais violentas do Brasil. Mas é possível termos em Belém escolas de tempo integral, onde as crianças aprendam as disciplinas rotineiras importantes mas onde também tenham teatro, aulas de dança, de música, coral, incentivo à cultura da capoeira, o empreendedorismo</p>
<p>Como vice-prefeito, se for eleito, teremos muito para fazer e avançar, um mandato que seja de todos; buscar diálogos com a juventude. Organizar plenárias de bairros, fortalecer os conselhos municipais, os conselhos da juventude que hoje estão parados em Belém, e os conselhos distritais. Será uma honra ser vice-prefeito e contribuir para Belém se transformar em uma cidade escola.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PDT &#8211; Mande um recado para os militantes da JS-PDT.</strong></p>
<p><strong>Alan Pombo</strong> &#8211; Representei a Juventude Socialista PDT como candidato, assim como muitos companheiros pelo Brasil, que emprestaram seu nome, para apresentar nossa aguerrida Juventude, que tem mais de 35 anos de luta em defesa do povo brasileiro. Criada pelo comandante Leonel Brizola, que foi um jovem indignado e a indignação e a luta da JS é algo emocionante no Brasil, por isso, tenho muito orgulho. Em cada estado temos nossos quadros, nossos companheiros, hoje, muitos eleitos vereadores pelo Brasil e vice-prefeitos, já no primeiro turno. Então, cada um tem um tijolo nesta construção e aqui o que está em jogo não é só uma eleição, são projetos não só para Belém, mas para as demais cidades do Brasil. É a resistência popular, o Trabalhismo, o Brizolismo. Ganhar é só um passo, o desafio é, através do PDT, fazermos a revolução trabalhista e educacional que o Brasil precisa.</p>
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