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	<title>Brasil &#8211; PDT</title>
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		<title>“Nunca nos renderemos”: a declaração do podcaster Monark</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 09 Feb 2022 20:53:27 +0000</pubDate>
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<p>Essa estética autoritária, com ideais extremistas e discursos de imensa violência já permeiam a nossa sociedade contra negros, indígenas, homossexuais, mulheres, pessoas com necessidades especiais, moradores de comunidades periféricas, e toda sorte de grupos vulneráveis que desagradam a dita “supremacia dos que se consideram melhores do que os outros”. Travestida de “opinião pessoal”, “liberdade de expressão”, “superação do politicamente correto”.</p>
<p>A lei brasileira é clara. Apologia ao nazismo é crime, e prevê multa e cadeia para quem fabricar, comercializar, distribuir ou veicular símbolos, emblemas, ornamentos, distintivos ou propagandas que utilizem a cruz suástica ou gamada para fins de divulgação do nazismo. Mas, tais incidentes têm se tornado corriqueiros em determinados estados da federação, situação agravada porque as autoridades não tem tratado o assunto com a devida seriedade, escolhendo, por vezes, caminhos interpretativos mais complacentes no enfrentamento do problema, considerando esses incidentes como condutas de menor potencial ofensivo, ignorando as consequências advindas da malignidade de processos históricos totalitários como os campos de concentração de Auschwitz-Birkenau, o maior dos estabelecidos durante o regime nazista.</p>
<p>A situação é grave e diferenciada e não se perfaz como uma rotineira disputa, salutar e natural, entre grupos ideológicos divergentes em uma democracia, mas de um eclodir nefasto de ideologias lesivas aos direitos fundamentais e às conquistas civilizatórias, cujo combate deve unir a todos os defensores do credo democrático, sublimando-se as divergências políticas que nesse momento tão gravoso para os democratas devem ser postas de lado.</p>
<p>Uma conjuntura ditatorial como foi a do regime nazista, onde os insatisfeitos não podem se pronunciar nem através da construção de uma oposição política, por uma ótica competitiva, nem sequer manifestar o seu dissenso em relação ao governo, em função dos perigos resultantes de qualquer enfrentamento a um status quo eivado de arbítrio político, não é algo desejável à Democracia.</p>
<p>O totalitarismo marcou categoricamente a existência de uma única explicação da realidade: a recusa total de qualquer explicação diferente, alicerçando a ideia de poder em paradigmas de mando e obediência, por relações de dominação e submissão.</p>
<p>E o totalitarismo começa infelizmente a encontrar berço nas sociedades quando se assiste, paulatinamente, a concretização da existência de uma única explicação da realidade a partir da recusa total de qualquer explicação diferente.</p>
<p>Oxalá estejamos longe disso no Brasil. Esses movimentos enfrentarão uma sociedade engajada, ainda que manipulada por uma propaganda ideológica geradora de alienação. Dessa forma, para os que sentem a conjuntura favorável para o alcance de suas intolerâncias macabras, e desejam impulsionar a ideia falaciosa de uma sociedade “fora de controle”, para apontarem no fim do túnel soluções políticas atentatórias ao credo democrático na sua empreitada de dominação, devemos responder com a lembrança da histórica lição de Winston Churchill ao discursar na Câmara dos Comuns do Parlamento do Reino Unido, diante da possibilidade de uma invasão dos nazistas.<br />
Churchill disse: “Nunca nos renderemos”.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>*Vânia Aieta é professora da Faculdade de Direito da Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ), doutora em Direito Constitucional pela PUC-SP e membro do PDT.</strong></em></p>
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		<title>Discurso de Carlos Lupi na Convenção Nacional do PDT</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 21 Jan 2022 21:05:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Lupi]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="799" height="533" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/01/51834501521_2d6e710288_c.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/01/51834501521_2d6e710288_c.jpg 799w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/01/51834501521_2d6e710288_c-100x67.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/01/51834501521_2d6e710288_c-300x200.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/01/51834501521_2d6e710288_c-768x512.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/01/51834501521_2d6e710288_c-135x90.jpg 135w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/01/51834501521_2d6e710288_c-600x400.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 799px) 100vw, 799px" /><p>Ciro é PDT. E o PDT é Ciro porque rebeldia e esperança estão no DNA desse que é o mais nacionalista dos nossos partidos políticos. O único que, desde a sua fundação até hoje, sempre se manteve fiel aos interesses do Brasil e do seu povo.</p>
<p>O PDT foi o primeiro partido a defender os direitos do trabalhador, o apoio aos mais pobres, a reforma agrária e o voto feminino. Foi também o pioneiro na defesa dos índios e na luta pela igualdade racial</p>
<p>O fato é que o PDT sempre acreditou no Brasil e sempre lutou pelo Brasil. E, assim, honra o legado do grande Getúlio Vargas, o presidente que mais aliou rebeldia e esperança em toda a nossa história.</p>
<p>Graças à rebeldia de Getúlio, o Brasil deixou de ser um país rural e submisso aos interesses das grandes potências. Com ele, surgiram a Companhia Siderúrgica Nacional, a Vale e a Petrobras, entre tantos outros projetos que transformaram o Brasil numa potência industrial e afirmaram a sua soberania.</p>
<p>Foi também a rebeldia de Getúlio que deu forma e concretude às esperanças do povo brasileiro. Ele criou as primeiras leis de proteção aos trabalhadores, como o salário-mínimo e a CLT. Garantiu às mulheres o direito de votar e serem votadas. E valorizou como nunca a cultura e a identidade nacional. É o legado de Vargas que nos inspira até hoje. Mas também o de outro grande brasileiro: Leonel de Moura Brizola, que amanhã estaria fazendo 100 anos.</p>
<p>Brizola sempre foi rebelde. Como governador do Rio Grande do Sul, ele criou a Campanha da Legalidade que garantiu a posse de João Goulart, nacionalizou empresas estrangeiras, fez uma ampla reforma agrária e massificou o ensino.</p>
<p>Mais tarde, governador do Rio, ele manteve a rebeldia, colocando em prática políticas públicas até então ignoradas ou pouco valorizadas no Brasil. Muito do que conquistamos em termos de meio-ambiente, ações afirmativas, agricultura familiar e ensino de tempo integral se deve a Brizola</p>
<p>E, assim como Getúlio, Brizola sempre teve a esperança como companheira inseparável. A partir de seu próprio exemplo, de um menino que foi lavador de pratos e engraxate, ele provou que o brasileiro pode mais. Que o Brasil pode mais. Basta a gente acreditar e seguir em frente.</p>
<p>Seria impossível citar todos os outros nomes que representam a rebeldia e a esperança do PDT. Mas, do mesmo modo, seria impossível não citar alguns deles.</p>
<p>Como Darcy Ribeiro, que dedicou toda a sua vida e obra à defesa de nossa identidade nacional. Como Abdias Nascimento, uma das maiores referências da luta antirracista no Brasil. Como Carlos Alberto Caó, autor da lei que transformou o racismo em crime. E como José Maria Rabelo, um dos nossos fundadores, que nos deixou há poucos dias e a quem eu peço uma salva de palmas.</p>
<p>São esses exemplos e valores que Ciro Gomes representa. Ciro é o mais rebelde dos políticos brasileiros. E o único que traz a esperança de que é possível transformar o Brasil na nação que todos nós sonhamos: mais próspera, igualitária e feliz.</p>
<p>Foi movido à rebeldia que Ciro desafiou a velha política do Ceará e, aos 31 anos, se tornou prefeito de Fortaleza. O prefeito de capital mais jovem e bem avaliado do Brasil. Depois, aos 33 anos, ele foi eleito governador do Ceará. O governador mais jovem e bem avaliado do Brasil.</p>
<p>Foi a rebeldia que fez Ciro realizar o que muitos consideram impossível. Como o Canal do Trabalhador, que ele construiu em 90 dias durante seu governo, salvando Fortaleza e sua região metropolitana de sofrer um colapso no abastecimento de água. Já ministro da Integração Nacional, Ciro viabilizou o projeto de transposição do rio São Francisco, obra que era aguardada há mais de um século e hoje leva água a milhões de nordestinos.</p>
<p>Como ministro da Fazenda, Ciro também foi rebelde. Ele enfrentou especuladores, baixou a inflação e salvou o Plano Real de fracassar como fracassaram tantos outros planos ante dele. Ciro, e isso poucos lembram, também foi o ministro responsável pela lei que permite a participação dos trabalhadores nos lucros de uma empresa.</p>
<p>E foi assim, movido a rebeldia, que Ciro concretizou a esperança de milhões de brasileiros. Ele ajudou o Ceará a construir a melhor educação pública do Brasil. E com o programa Viva Criança, reduziu como nunca a mortalidade infantil no seu estado, o que fez dele o primeiro governante latino-americano a receber o prêmio Maurice Paté, da Unicef.</p>
<p>Hoje, mais do que nunca, a rebeldia de Ciro é uma necessidade vital. Porque o Brasil não cresce há dez anos e tem mais de 13 milhões de desempregados. Porque o Brasil, país que mais produz comida no mundo, tem mais da metade da sua população passando fome ou comendo menos do que precisa. Porque o Brasil tem o menor salário-mínimo os últimos dez anos e é o campeão mundial de concentração de renda e desigualdade social. E porque, como sintoma de tudo o que já foi falado, o Brasil a cada dia se torna um país mais pobre, violento, dividido e injusto.</p>
<p>Com sua rebeldia, Ciro traz a esperança de que as coisas podem ser diferentes. Que um outro caminho é possível. Que vamos sair dessa que é a maior crise social, política, econômica e moral da nossa história. Para isso, Ciro traz com ele um projeto concreto. É o PND &#8211; Projeto Nacional de Desenvolvimento, que nasceu da contribuição de centenas de pessoas e da experiência que Ciro acumulou em 40 anos de uma vida pública limpa, honesta, totalmente dedicada a combater às injustiças de qualquer espécie e a melhorar a vida dos brasileiros.</p>
<p>O PND é um projeto de país e não um projeto de poder. Ele apresenta os projetos e as propostas que nasceram da experiência, da viva vivida, mas também da rebeldia daqueles que querem ver o Brasil recuperar a sua esperança.</p>
<p>O PND é rebelde e traz esperança porque não vai mais permitir que os pobres continuem pagando mais impostos que os ricos. Porque vai combater a pior humilhação que um ser humano pode sofrer, que é não ter comida pra colocar na mesa. Porque tem propostas concretas para incluir milhões de brasileiros e brasileiras no mercado de trabalho, com salário digno. Porque vai romper com esse modelo que há décadas condena o Brasil à estagnação na economia e à corrupção na política. E, por último, o PND traz esperança porque coloca os interesses do povo brasileiro em primeiro lugar.</p>
<p>O PND é Ciro. Ciro é o PDT. E o PDT é o Brasil. Vamos juntos. Vamos à vitória.</p>
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		<title>Acordo de cooperação climática entre Niterói e Rio é destaque em conferência da Unesco</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 20 Jan 2022 21:40:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="640" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/01/Acordo-de-cooperação-climática-entre-Niterói-e-Rio-é-destaque-em-conferência-da-Unesco.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/01/Acordo-de-cooperação-climática-entre-Niterói-e-Rio-é-destaque-em-conferência-da-Unesco.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/01/Acordo-de-cooperação-climática-entre-Niterói-e-Rio-é-destaque-em-conferência-da-Unesco-100x63.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/01/Acordo-de-cooperação-climática-entre-Niterói-e-Rio-é-destaque-em-conferência-da-Unesco-300x188.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/01/Acordo-de-cooperação-climática-entre-Niterói-e-Rio-é-destaque-em-conferência-da-Unesco-768x480.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/01/Acordo-de-cooperação-climática-entre-Niterói-e-Rio-é-destaque-em-conferência-da-Unesco-144x90.jpg 144w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/01/Acordo-de-cooperação-climática-entre-Niterói-e-Rio-é-destaque-em-conferência-da-Unesco-600x375.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p><b><em>Prefeito pedetista Axel Grael destacou avanço de agenda relacionada à gestão hídrica nos dois municípios</em><i></i></b></p>
<p>O acordo de cooperação entre as cidades de Niterói e do Rio de Janeiro, assinado em outubro do ano passado, para o cumprimento de uma agenda única de combate à emergência climática é fundamental para a boa gestão dos recursos hídricos nos dois municípios. O prefeito de Niterói, Axel Grael (PDT), destacou a relevância da aliança ao participar, nesta sexta-feira (14), de forma remota, da II Conferência Internacional sobre Água, Megacidades e Mudança Global, organizada pela Unesco (Organização das Nações Unidas para Educação, Ciência e Cultura).</p>
<p>O evento online reuniu, em quatro dias, cerca de dois mil participantes, entre prefeitos, governadores e lideranças de vários continentes, para debater os desafios que as megacidades enfrentam e as estratégias para enfrentar os efeitos das mudanças climáticas e fortalecer a troca de expertises no campo específico da água.</p>
<p>Axel Grael participou da conferência da Unesco também como representante do Rio de Janeiro. O acordo de cooperação estabelece que os dois municípios vão atuar como uma megacidade e de forma conjunta em ações e planos relacionados a pesquisas, soluções técnicas, educação ambiental, informação e políticas públicas relacionadas à gestão hídrica e mudanças climáticas. O acordo entre Niterói e Rio de Janeiro foi assinado por Axel Grael e por Eduardo Paes, em outubro de 2021, no Museu do Amanhã, na capital fluminense.</p>
<p>Na conferência, Axel Grael destacou que Niterói e a capital dividem a Baía de Guanabara, um ecossistema que une 17 das 21 cidades da região metropolitana do Rio, a segunda maior do Brasil.</p>
<p>“A atuação conjunta é fundamental para a gestão dos recursos hídricos e para evitar desastres como enchentes e deslizamentos de terra. Assim como vários estados do Brasil, o Rio de Janeiro também enfrenta problemas provocados pelas chuvas. O objetivo deste acordo de cooperação entre Niterói e a cidade do Rio é dividir políticas públicas. Temos que pensar em tecnologias e soluções baseadas na natureza”, afirmou Axel Grael.</p>
<p>Axel Grael disse que a conferência da Unesco reafirma Niterói como cidade referência em políticas públicas de sustentabilidade, com compromisso com as atuais e futuras gerações.</p>
<p>“Precisamos estar preparados para saber lidar com os problemas que virão em consequência das mudanças climáticas, mas também como exemplo de cidades que influenciam outros municípios e outras regiões a aderirem a esse processo de transformação. É fundamental avançar no apoio às ações climáticas, com foco na gestão de recursos hídricos”, acrescentou Axel.</p>
<p>O prefeito de Niterói enfatizou que metade do território da cidade está em áreas de proteção ambiental e destacou os investimentos em ações sustentáveis e de preservação. Niterói é a primeira cidade do país a criar uma Secretaria do Clima e desenvolve projetos voltados para educação ambiental, preservação de parques e florestas, recuperação de lagos, iniciativas de reflorestamento, controle da emissão de gases de efeito estufa, saneamento, etc. Niterói pretende neutralizar as emissões de carbono até 2050.</p>
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		<item>
		<title>Lideranças internacionais lançam manifesto de apoio a Ciro e Cid Gomes e contra ataque ao Estado de direito</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Dec 2021 03:34:37 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="473" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Lideranças-internacionais-lançam-manifesto-de-apoio-a-Ciro-e-Cid-Gomes-e-contra-ataque-ao-Estado-de-direito.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Lideranças-internacionais-lançam-manifesto-de-apoio-a-Ciro-e-Cid-Gomes-e-contra-ataque-ao-Estado-de-direito.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Lideranças-internacionais-lançam-manifesto-de-apoio-a-Ciro-e-Cid-Gomes-e-contra-ataque-ao-Estado-de-direito-100x46.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Lideranças-internacionais-lançam-manifesto-de-apoio-a-Ciro-e-Cid-Gomes-e-contra-ataque-ao-Estado-de-direito-300x139.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Lideranças-internacionais-lançam-manifesto-de-apoio-a-Ciro-e-Cid-Gomes-e-contra-ataque-ao-Estado-de-direito-768x354.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Lideranças-internacionais-lançam-manifesto-de-apoio-a-Ciro-e-Cid-Gomes-e-contra-ataque-ao-Estado-de-direito-195x90.jpg 195w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Lideranças-internacionais-lançam-manifesto-de-apoio-a-Ciro-e-Cid-Gomes-e-contra-ataque-ao-Estado-de-direito-600x277.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p><em><strong>Declaração do Grupo de Puebla e do Clajud destaca necessidade de reforçar garantias democráticas no Brasil</strong></em></p>
<p>O Grupo de Puebla e o Conselho Latino-Americano de Justiça e Democracia (CLAJUD), que são compostos por lideranças ibero-americanas, divulgaram uma declaração, nesta quarta-feira (22), de apoio ao pré-candidato do PDT a presidente do Brasil, Ciro Gomes, e ao senador pedetista, Cid Gomes, diante da operação da Polícia Federal realizada no último dia 15 de dezembro, em Fortaleza (CE).</p>
<p>Para os signatários, a situação representa um “assédio judicial” e, consequentemente, um grave ataque ao Estado de direito na América Latina. O contexto exposto representa, segundo eles, um fator desestabilizador sobre as garantias democráticas em toda a região.</p>
<p>Confira a íntegra da declaração:</p>
<p>DECLARAÇÃO DO GRUPO PUEBLA E DO CONSELHO LATINO-AMERICANO DE JUSTIÇA E DEMOCRACIA (CLAJUD) SOBRE O ENFRAQUECIMENTO DO ESTADO DE DIREITO NA AMÉRICA LATINA E O CASO EXEMPLAR DO BRASIL</p>
<p>Expressamos solidariedade a Ciro Gomes e Cid Gomes pelo cerco judicial sofrido e, em nome deles, estendemos nosso apoio a todas as vítimas deste fenômeno que desestabiliza as garantias democráticas em nossa região. Pedimos às autoridades correspondentes que parem com o assédio judicial.</p>
<p>1. Na declaração final da sétima reunião do Grupo Puebla, realizada na Cidade do México, nos dias 29, 30 e 1º de dezembro, os membros denunciaram as constantes ameaças à democracia na América Latina, incluindo a manutenção do modelo de judicialização da política com a parcialidade do sistema de justiça, a perseguição aos líderes políticos progressistas, a ofensiva dos poderes que se opõem aos movimentos sociais e a quebra das regras básicas da democracia representativa.</p>
<p>2. Em vários países foi detectado o uso da administração da justiça como arma de guerra política e o caso do Brasil tem sido emblemático devido ao conluio ilegal entre setores do Ministério Público, Polícia Federal e magistratura para perseguir os direitos civis e políticos do ex-presidente Lula da Silva.</p>
<p>3. A Operação Lava Jato foi um método inspirado na legislação norte-americana que resultou em mais de 80 operações conjuntas entre a Polícia Federal e o Ministério Público para combater a corrupção entre empresas e governo, mas seus métodos têm enfraquecido as garantias do devido processo legal e da presunção de inocência. Após os vazamentos de um hacker (Operação Spoofing investigada pela Suprema Corte), foi revelado um sinistro plano de ação arbitrário e ilegal, no qual se misturaram as funções de juiz, promotor e polícia como parte de uma única força perseguidora com claras implicações políticas -ideológico.</p>
<p>4. O Supremo Tribunal Federal do país, após a pena de prisão política de mais de 580 dias sofrida pelo ex-presidente Lula, anulou os processos e declarou o Juiz Sérgio Moro suspeito pela quebra do dever de parcialidade.</p>
<p>5. Como consequência política, devido à ausência de Lula nas eleições de 2018, o “lavajatismo” facilitou a posse de Jair Bolsonaro como Presidente da República e a chegada da extrema direita ao poder.</p>
<p>6. Como reflexos para a economia do país, estudos mostram que Lava Jato foi responsável pela destruição de 4,4 milhões de empregos diretos e mais de R$ 179 bilhões em desinvestimentos, além de 660 mil vítimas da Covid.</p>
<p>7. Como consequência jurídica, o “lavajatismo” instalou uma cultura autoritária no uso do sistema de justiça para gerar instabilidade no campo político.</p>
<p>8. O exemplo mais recente, flagrantemente arbitrário, foi a operação de busca e apreensão na casa do ex-governador e candidato à Presidência, Ciro Gomes, e do senador da República Cid Gomes, com a desculpa de apurar supostas irregularidades na construção de um estádio de futebol em 2010.</p>
<p>9. Os membros do Grupo Puebla e do Grupo do Conselho Latino-Americano de Justiça e Democracia expressam solidariedade a Ciro Gomes e Cid Gomes pelo cerco judicial sofrido e, no nome deles, estendemos nosso apoio a todas as vítimas deste fenômeno que desestabiliza as garantias democráticas em nossa região. Pedimos às autoridades correspondentes que parem com o assédio judicial.</p>
<p>Signatários do Grupo Puebla:</p>
<p>1. Dilma Rousseff &#8211; BRASIL<br />
2. José Luis Rodríguez Zapatero &#8211; ESPANHA<br />
3. Ernesto Samper &#8211; COLÔMBIA<br />
4. Iván Cepeda &#8211; COLÔMBIA<br />
5. Fernando Lugo &#8211; PARAGUAI<br />
6. Martín Torrijos &#8211; PANAMÁ<br />
7. Celso Amorim &#8211; BRASIL<br />
8. Ricardo Patiño &#8211; EQUADOR<br />
9. Guillaume Long &#8211; EQUADOR<br />
10. Aloizio Mercadante &#8211; BRASIL<br />
11. Aída García &#8211; Naranjo &#8211; PERU<br />
12. Mónica Xavier &#8211; URUGUAI<br />
13. Esperanza Martínez &#8211; PARAGUAI<br />
14. Carlos Sotelo &#8211; MÉXICO<br />
15. Ana Isabel Prera ​​- GUATEMALA<br />
16. Daniel Martínez &#8211; URUGUAI<br />
17. Andrés Arauz &#8211; EQUADOR<br />
18. Fanny Salinas &#8211; HONDURAS<br />
19. Marco Enríquez-Ominami &#8211; CHILE<br />
20. Beatriz Paredes &#8211; MÉXICO<br />
21. Camilo Lagos &#8211; CHILE<br />
22. Hugo Martínez &#8211; EL SALVADOR<br />
23. Rafael Michelini &#8211; URUGUAI</p>
<p>Signatários Conselho Latino-Americano de Justiça e Democracia (CLAJUD)</p>
<p>1. Adoração Guamán Hernández &#8211; EQUADOR / ESPANHA<br />
2. Baltazar Garzón &#8211; ESPANHA<br />
3. Carol Proner &#8211; BRASIL<br />
4. Damian Loreti &#8211; ARGENTINA<br />
5. Eli Gomez Alcorta &#8211; ARGENTINA<br />
6. Emilio Camacho &#8211; PARAGUAI<br />
7. Enrique Santiago &#8211; ESPANHA<br />
8. Gisele Cittadino &#8211; BRASIL<br />
9. Gisele Ricobom &#8211; BRASIL<br />
10. José Eduardo Cardozo &#8211; BRASIL<br />
11. Juan Martín Mena &#8211; ARGENTINA<br />
12. Juárez Tavares &#8211; BRASIL<br />
13. Pedro Serrano &#8211; BRASIL.<br />
14. Roberto Manuel Carlés &#8211; ARGENTINA<br />
15. Gerardo Pisarello &#8211; ESPANHA<br />
16. Alfredo Beltrán Sierra &#8211; COLÔMBIA<br />
17. Charlotth Back &#8211; BRASIL<br />
18. Harold Correa &#8211; CHILE<br />
19. Jaime Quiroga Carvajal &#8211; BOLÍVIA<br />
20. Larissa Ramina, advogada &#8211; BRASIL<br />
21. María José Fariñas Dulce, advogada e professora &#8211; ESPANHA<br />
22. Claudio Nash, advogado e consultor &#8211; CHILE<br />
23. Silvina Romano, historiadora e comunicadora social &#8211; ARGENTINA<br />
24. Esther Burgos &#8211; MÉXICO<br />
25. Lina Mejía Torres- COLÔMBIA</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>João Goulart: 45 anos de um crime contra o Brasil</title>
		<link>https://pdt-rj.org.br/index.php/joao-goulart-45-anos-de-um-crime-contra-o-brasil/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=joao-goulart-45-anos-de-um-crime-contra-o-brasil</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 07 Dec 2021 18:28:19 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Jango]]></category>
		<category><![CDATA[João Goulart]]></category>
		<category><![CDATA[reforma agrária]]></category>
		<category><![CDATA[Reformas de Base]]></category>
		<category><![CDATA[Trabalhismo]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="538" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Ex-presidente-João-Goulart-1200x630.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Ex-presidente-João-Goulart-1200x630.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Ex-presidente-João-Goulart-1200x630-100x53.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Ex-presidente-João-Goulart-1200x630-300x158.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Ex-presidente-João-Goulart-1200x630-768x403.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Ex-presidente-João-Goulart-1200x630-171x90.jpg 171w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Ex-presidente-João-Goulart-1200x630-600x315.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p>O dia 06 de dezembro, para nós trabalhistas, é de muita comoção e lembrança. Há exatos 45 anos, João Belchior Marques Goulart, presidente deposto em um golpe civil-militar em 31 de março de 1964, era envenenado em território argentino. Crime covarde, “terrorismo de Estado”. Agressão não só contra um homem deposto de seu mandato democrático e exilado, mas contra o povo o qual esse homem assassinado jurou proteger.</p>
<p>O “Jango” é um dos casos mais emblemáticos da nossa história. Seus algozes o chamavam de “perigoso comunista”, de “populista herdeiro do outro demagogo (Getúlio Vargas) e inimigo do Brasil”. Mas o que acho mais interessante dele é que, embora os seus inimigos falassem tudo isso dele, ele fez justamente o contrário do que eles diziam. Jango era um patriota, um nacionalista, um amante do diálogo e da concertação, mas muito comprometido com os pobres e com o desenvolvimento do Brasil.</p>
<p>A elite odiava João Goulart porque ele não era subserviente ou lacaio dos interesses americanos como ela. Jango entendia que o Brasil não precisava ser como Washington, só precisa ser um país desenvolvido para todos e não só para esta elite que endeusava o “American Way on Life”.</p>
<p>João Goulart tinha pleno apoio popular quando Lincoln Gordon “fez a cabeça” da UDN, da elite econômica, da mídia e da “turma da farda” que era necessário derrubar “esse presidente perigoso”. Perigoso por que? Porque deu o aumento de 100% do salário mínimo para os trabalhadores? Por que ele assinou o decreto que estabeleceria os princípios da Reforma Agrária? Por que ele iria fazer as chamadas “Reformas de Base”? Esses eram os medos?</p>
<p>A elite tinha que ficar com muito medo!!</p>
<p>Só que tudo o que Jango propunha era pra emancipar o Brasil e seu povo. Era pra fazer o que esta feia e porca elite nunca deixou fazer. Se dependesse deles, seríamos uma reles colônia “yankee”, tipo “The United States of Brazil”, nada mais nada menos que um “grande Porto Rico”.</p>
<p>Essa nunca foi a vocação do Brasil e até hoje o Trabalhismo é perseguido porque nunca se curvou ao interesse elitista, tampouco as transnacionais que tanto sugam as nossas riquezas. Por isso quando o nome “Jango” vem à tona, eles tentam apagar João Goulart da nossa história.</p>
<p>Jango decidiu não resistir, não provocar uma guerra civil. Mas os seus algozes nunca iriam deixa-lo em paz. Foram tantas tentativas de destruição do seu nome, do seu governo, do legado Trabalhista e muitos companheiros tombaram nos porões da tortura, muitos tiveram que fugir pra não morrerem pelas mãos dos algozes.</p>
<p>E Jango foi monitorado, seguido, investigado, sua vida foi devassada e por fim, em 06 de dezembro de 1976, falece num ataque cardíaco muito suspeito. É quase impossível não dizer que o único presidente brasileiro que morreu no exílio não tenha sido envenenado de forma covarde pelos agentes da Operação Condor. Quarenta e cinco anos de um crime contra o povo brasileiro.</p>
<p>Mataram um homem, mas para desespero de seus assassinos, seu legado está mais vivo do que nunca!</p>
<p>JOÃO GOULART VIVE! VIVA JANGO! VIVA O TRABALHISMO!</p>
<p>*<strong><em>Marcelo Barros é membro do Diretório Nacional do PDT</em></strong></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Lupi projeta volta de todos os direitos trabalhistas com Ciro na Presidência do País</title>
		<link>https://pdt-rj.org.br/index.php/lupi-projeta-volta-de-todos-os-direitos-trabalhistas-com-ciro-na-presidencia-do-pais/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=lupi-projeta-volta-de-todos-os-direitos-trabalhistas-com-ciro-na-presidencia-do-pais</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 26 Nov 2021 18:16:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[13º salário]]></category>
		<category><![CDATA[Agência de Classificação de Risco Austin Rating]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Cadastro Geral de Empregados e Desempregados]]></category>
		<category><![CDATA[CAGED]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Lupi]]></category>
		<category><![CDATA[Ciro Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[Consolidação das Leis do Trabalho]]></category>
		<category><![CDATA[Getúlio Vargas]]></category>
		<category><![CDATA[PND]]></category>
		<category><![CDATA[projeto nacional de desenvolvimento]]></category>
		<category><![CDATA[trabalhadores]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="960" height="602" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Com-Ciro-presidente-Lupi-projeta-volta-de-todos-os-direitos-trabalhistas.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Com-Ciro-presidente-Lupi-projeta-volta-de-todos-os-direitos-trabalhistas.jpg 960w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Com-Ciro-presidente-Lupi-projeta-volta-de-todos-os-direitos-trabalhistas-100x63.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Com-Ciro-presidente-Lupi-projeta-volta-de-todos-os-direitos-trabalhistas-300x188.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Com-Ciro-presidente-Lupi-projeta-volta-de-todos-os-direitos-trabalhistas-768x482.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Com-Ciro-presidente-Lupi-projeta-volta-de-todos-os-direitos-trabalhistas-144x90.jpg 144w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Com-Ciro-presidente-Lupi-projeta-volta-de-todos-os-direitos-trabalhistas-600x376.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" />Pedetista defende o resgate do Ministério do Trabalho, criado por Vargas em 1930 “Com Ciro [Gomes] presidente, vamos voltar com todos os direitos trabalhistas e garantir dignidade para os trabalhadores, que é o compromisso da história do trabalhismo e do PDT”, afirmou o presidente nacional do partido, Carlos Lupi, nesta sexta-feira (26), ao ratificar a...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="960" height="602" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Com-Ciro-presidente-Lupi-projeta-volta-de-todos-os-direitos-trabalhistas.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Com-Ciro-presidente-Lupi-projeta-volta-de-todos-os-direitos-trabalhistas.jpg 960w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Com-Ciro-presidente-Lupi-projeta-volta-de-todos-os-direitos-trabalhistas-100x63.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Com-Ciro-presidente-Lupi-projeta-volta-de-todos-os-direitos-trabalhistas-300x188.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Com-Ciro-presidente-Lupi-projeta-volta-de-todos-os-direitos-trabalhistas-768x482.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Com-Ciro-presidente-Lupi-projeta-volta-de-todos-os-direitos-trabalhistas-144x90.jpg 144w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Com-Ciro-presidente-Lupi-projeta-volta-de-todos-os-direitos-trabalhistas-600x376.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /><p class="yiv9055309221MsoNormal"><em><b>Pedetista defende o resgate do Ministério do Trabalho, criado por Vargas em 1930</b></em></p>
<p class="yiv9055309221MsoNormal">“Com Ciro [Gomes] presidente, vamos voltar com todos os direitos trabalhistas e garantir dignidade para os trabalhadores, que é o compromisso da história do trabalhismo e do PDT”, afirmou o presidente nacional do partido, Carlos Lupi, nesta sexta-feira (26), ao ratificar a pré-candidatura do ex-governador do Ceará em <a href="https://www.facebook.com/LupiPDT/videos/300675655250841" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer external" data-wpel-link="external">vídeo</a> divulgado nas redes sociais. A data marca os 91 anos de criação do Ministério do Trabalho pelo ex-presidente da República, Getúlio Vargas.</p>
<p class="yiv9055309221MsoNormal">“Nós somos esse partido, que começa, lá com Getúlio em 1930, a opção pelos trabalhadores, pobres, fracos e oprimidos”, garantiu Lupi, que foi ministro da pasta entre 2007 e 2011, quando o país alcançou o pleno emprego.</p>
<p class="yiv9055309221MsoNormal">Ao considerar a gestão varguista marcante e representativa, Lupi embasa seu posicionamento elencando diversas conquistas que precisam ser plenamente restauradas e asseguradas, como a organização de toda a legislação trabalhista, que se transformou na Consolidação das Leis do Trabalho (CLT) <em> e contemplou a implementação da carteira de trabalho, do 13º salário, das férias remuneradas e da organização sindical.</p>
<p class="yiv9055309221MsoNormal">“Continuamos até hoje lutando pela classe trabalhadora, que é a maioria da população, para ter seus direitos reconhecidos, remuneração digna e, principalmente, direito de trabalhar, que dá dignidade e autoestima”, relatou, em referência ao Projeto Nacional de Desenvolvimento (PND), aprimorado por Ciro, desde 2018, para contemplar mudanças estruturantes na gestão federal.</p>
<p class="yiv9055309221MsoNormal">O enfrentamento pedetista se tornou ainda mais necessário, segundo Lupi, após o início do governo de Jair Bolsonaro, que colocou em prática uma política de subtração de direitos a partir da extinção do ministério, em 2019. Esvaziado, foi recriado no segundo semestre deste ano.</p>
<p class="yiv9055309221MsoNormal">Como consequência, o Brasil acumula recordes anuais de desemprego e de precarização da mão de obra. Atualmente, 13,2% da população está sem carteira assinada, o que equivale a mais de 14 milhões de pessoas. É, portanto, umas das maiores do mundo, de acordo com o ranking da Agência de Classificação de Risco Austin Rating.</p>
<p class="yiv9055309221MsoNormal">“Hoje, nesse desgoverno que está aí, do profeta da ignorância, vemos a cada dia a destruição dos direitos dos trabalhadores. O CAGED [Cadastro Geral de Empregados e Desempregados], que chegou a ser uma referência para a política econômica e para a bolsa de valores, está completamente destruído”, condenou.</p>
<p class="yiv9055309221MsoNormal">“Eles colocam, como dado de geração, empregos que não têm 13º salário, fundo de garantia e previdência. Empregos temporários precários”, exemplificou.</p>
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		<title>Ciro culpa Bolsonaro pela alta de 103% no preço dos combustíveis em 2021</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 22 Nov 2021 18:47:16 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[alta do dólar]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Ciro Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[Petrobras]]></category>
		<category><![CDATA[refinarias da Petrobras]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="787" height="440" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Ciro-culpa-Bolsonaro-pela-alta-de-103-no-preço-dos-combustíveis-em-2021.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Ciro-culpa-Bolsonaro-pela-alta-de-103-no-preço-dos-combustíveis-em-2021.jpg 787w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Ciro-culpa-Bolsonaro-pela-alta-de-103-no-preço-dos-combustíveis-em-2021-100x56.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Ciro-culpa-Bolsonaro-pela-alta-de-103-no-preço-dos-combustíveis-em-2021-300x168.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Ciro-culpa-Bolsonaro-pela-alta-de-103-no-preço-dos-combustíveis-em-2021-768x429.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Ciro-culpa-Bolsonaro-pela-alta-de-103-no-preço-dos-combustíveis-em-2021-161x90.jpg 161w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Ciro-culpa-Bolsonaro-pela-alta-de-103-no-preço-dos-combustíveis-em-2021-600x335.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 787px) 100vw, 787px" />Impulsionada por Paulo Guedes, política do governo federal busca desmanche completo da Petrobras De acordo com o presidenciável do PDT, Ciro Gomes, em 2021, o preço médio dos combustíveis subiu 103% no Brasil. No mesmo período, a Petrobras bateu recorde de lucro líquido, arrecadando R$ 75 bilhões. O cenário está diretamente vinculado às políticas de...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="787" height="440" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Ciro-culpa-Bolsonaro-pela-alta-de-103-no-preço-dos-combustíveis-em-2021.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Ciro-culpa-Bolsonaro-pela-alta-de-103-no-preço-dos-combustíveis-em-2021.jpg 787w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Ciro-culpa-Bolsonaro-pela-alta-de-103-no-preço-dos-combustíveis-em-2021-100x56.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Ciro-culpa-Bolsonaro-pela-alta-de-103-no-preço-dos-combustíveis-em-2021-300x168.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Ciro-culpa-Bolsonaro-pela-alta-de-103-no-preço-dos-combustíveis-em-2021-768x429.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Ciro-culpa-Bolsonaro-pela-alta-de-103-no-preço-dos-combustíveis-em-2021-161x90.jpg 161w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Ciro-culpa-Bolsonaro-pela-alta-de-103-no-preço-dos-combustíveis-em-2021-600x335.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 787px) 100vw, 787px" /><p class="yiv2979092000MsoNormal"><em><b>Impulsionada por Paulo Guedes, política do governo federal busca desmanche completo da Petrobras</b></em></p>
<p class="yiv2979092000MsoNormal">De acordo com o presidenciável do PDT, Ciro Gomes, em 2021, o preço médio dos combustíveis subiu 103% no Brasil. No mesmo período, a Petrobras bateu recorde de lucro líquido, arrecadando R$ 75 bilhões. O cenário está diretamente vinculado às políticas de preços dos combustíveis e de desinvestimento impostas pelo governo Bolsonaro,  no quarto <a href="https://www.facebook.com/cirogomesoficial/videos/601126224364868/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer external" data-wpel-link="external">episódio</a> da série sobre a estatal, lançado nesta segunda-feira (22), nas redes sociais.</p>
<p class="yiv2979092000MsoNormal">Com a estratégia de reduzir o refino, sucatear a estrutura, priorizar a importação e estabelecer a “dolarização” dos produtos vendidos no país, o ministro da Economia, Paulo Guedes, estimula, segundo o pedetista, os ganhos dos acionistas estrangeiros e a venda dos ativos por valor subestimado. A tática traduz “um verdadeiro assalto ao povo brasileiro”, que paga a conta em real.</p>
<p class="yiv2979092000MsoNormal">“Bolsonaro está fazendo um desmanche da Petrobras e entregando fatias quase de graça a estrangeiros. Deixa refinarias paradas, importa combustíveis e os preços explodem. É o maior crime já praticado contra a soberania nacional e a economia popular”, denunciou.</p>
<p class="yiv2979092000MsoNormal">“Todas as refinarias da Petrobras estão com 30% das suas produções paralisadas. E o governo prefere comprar combustíveis dos Estados Unidos, pagando em dólar, do que fabricá-los no Brasil? Eles alegam que esse tipo de compra aumenta os lucros, mas na verdade é uma política de morte premeditada do setor de refino no país”, acrescentou.</p>
<p class="yiv2979092000MsoNormal">Como resultado, a disparada da gasolina, diesel, gás – e, por consequência de itens essenciais, como os alimentos –, sustenta a distribuição de R$ 64 bilhões como dividendos antecipados aos acionistas, que não tiveram nenhuma incidência de impostos.</p>
<p class="yiv2979092000MsoNormal">“A diretoria nomeada por Bolsonaro também não usou um só centavo para abater a dívida da empresa, que já beira R$ 60 bilhões, nem investiu em novas tecnologias para melhorar sua produção”, relatou.</p>
<p class="yiv2979092000MsoNormal">“O modelo que o governo Bolsonaro montou para a nossa Petrobras é tão ruim, que nós somos o único país exportador que não pode comemorar quando o preço do petróleo aumenta no mercado internacional”, concluiu.</p>
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		<title>COP 26 e Projeto Nacional de Desenvolvimento Sustentável</title>
		<link>https://pdt-rj.org.br/index.php/cop-26-e-projeto-nacional-de-desenvolvimento-sustentavel/?utm_source=rss&#038;utm_medium=rss&#038;utm_campaign=cop-26-e-projeto-nacional-de-desenvolvimento-sustentavel</link>
		
		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Nov 2021 01:45:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas]]></category>
		<category><![CDATA[COP 26]]></category>
		<category><![CDATA[Green New Deal]]></category>
		<category><![CDATA[PNDS]]></category>
		<category><![CDATA[PNMC]]></category>
		<category><![CDATA[Política Nacional sobre Mudança do Clima]]></category>
		<category><![CDATA[Projeto Nacional de Desenvolvimento Sustentável]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="887" height="506" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/sustainability-gf4aa7f049_1280.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/sustainability-gf4aa7f049_1280.jpg 887w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/sustainability-gf4aa7f049_1280-100x57.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/sustainability-gf4aa7f049_1280-300x171.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/sustainability-gf4aa7f049_1280-768x438.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/sustainability-gf4aa7f049_1280-158x90.jpg 158w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/sustainability-gf4aa7f049_1280-600x342.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 887px) 100vw, 887px" />É preciso discutir como o País lidará com os impactos econômicos e sociais decorrentes das mudanças climáticas que afetarão muitos setores estratégicos Líderes de todo mundo debatem sobre nosso futuro climático na 26ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP 26). Na ocasião, os países reúnem-se com o propósito de debater a redução...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="887" height="506" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/sustainability-gf4aa7f049_1280.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/sustainability-gf4aa7f049_1280.jpg 887w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/sustainability-gf4aa7f049_1280-100x57.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/sustainability-gf4aa7f049_1280-300x171.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/sustainability-gf4aa7f049_1280-768x438.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/sustainability-gf4aa7f049_1280-158x90.jpg 158w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/sustainability-gf4aa7f049_1280-600x342.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 887px) 100vw, 887px" /><div class="I_52qC D_FY W_6D6F" data-test-id="message-view-body">
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<div id="yiv6728528026">
<div><em><strong>É preciso discutir como o País lidará com os impactos econômicos e sociais decorrentes das mudanças climáticas que afetarão muitos setores estratégicos</strong></em></div>
<div></div>
<div>Líderes de todo mundo debatem sobre nosso futuro climático na 26ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP 26). Na ocasião, os países reúnem-se com o propósito de debater a redução de emissão de gases do efeito estufa, embasados nos mais recentes dados científicos que monitoram os impactos atuais e futuros do aquecimento global.</div>
<div>
<p class="yiv6728528026p2">Os participantes do encontro precisam ser cobrados por mobilização mais contundente contra as mudanças climáticas e por colocar em prática estratégias desenhadas no histórico Acordo de Paris, de 2015. O acordo definiu como imperativo limitar o aumento de temperatura do planeta em 1,5ºC em relação aos níveis pré-industriais.</p>
<p class="yiv6728528026p2">A publicação norteadora da conferência será o último relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), órgão que compila estudos sobre o tema para a ONU. Segundo ele, os esforços para não ultrapassar o aquecimento médio do planeta definido pelo Acordo de Paris se tornaram impossíveis. Em todos os cenários, a marca de 1,5 ºC, limite mais ambicioso do Acordo, deve ser ultrapassada entre 2021 e 2040.</p>
<p class="yiv6728528026p2">As mudanças climáticas afetarão muitos setores estratégicos do Brasil. É preciso discutir como o país lidará com esses impactos econômicos e sociais, e qual será a alocação de recursos para resolver as deficiências já existentes, como a segurança energética, hídrica e alimentar. São todas discussões de médio a longo prazo.</p>
<p class="yiv6728528026p2">Pela primeira vez, o IPCC traçou um mapa geográfico de riscos com os efeitos extremos, e apontou o Nordeste brasileiro como alvo de tais alterações. Algumas regiões semiáridas e a chamada Região da Monção da América do Sul, que compreende parte do Centro-Oeste brasileiro, da Amazônia, da Bolívia e do Peru, deverão ter os maiores aumentos de temperatura nos dias mais quentes do ano – até duas vezes mais que a taxa de aquecimento global. Com uma estação mais prolongada e maior demora para entrada do período chuvoso há um impacto direto sobre a atividade econômica principal na região, a agricultura. O relatório do IPCC mostra que, nos piores cenários, a plantação de milho e soja ficará inviabilizada em estados como Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia.</p>
<p class="yiv6728528026p2">Nos últimos anos, o Brasil tem sido cobrado publicamente por líderes mundiais, empresas e até fundos de investimento acerca do aumento do aumento no desmatamento e queimadas na Amazônia, no Cerrado e no Pantanal. A ausência do Presidente Bolsonaro na COP 26 reforça simbolicamente a falta de compromisso com a luta pela transformação.</p>
<p class="yiv6728528026p2">O Brasil que, até poucos anos atrás, exercia protagonismo nesse tema fundamental do novo século, está perdendo uma grande oportunidade de liderar esse processo de mudança. Nossa imagem sofreu muito desgaste quando o tema é sustentabilidade. Segundo um levantamento divulgado pelo Observatório do Clima, em 2020 foram emitidos 728 milhões de toneladas de CO2 apenas em decorrência das intervenções humanas no solo amazônico.</p>
<p class="yiv6728528026p2">Entre a implementação da Política Nacional sobre Mudança do Clima (PNMC), em 2009, e o ano de 2020, o desmate acumulado foi 176% maior do que a meta estipulada originalmente. Os dados dos anos mais recentes também mostram uma tendência de aumento na devastação da maior floresta tropical do mundo. Entre agosto de 2019 e julho de 2020, segundo dados do Inpe, a Amazônia brasileira perdeu 11.088 km² quadrados de área, o número mais alto dos últimos 12 anos.</p>
<p class="yiv6728528026p2">Existe uma corrida em curso para uma economia com baixa emissão de gases do efeito estufa, e o Brasil é uma potência ambiental. Precisamos encontrar caminhos que conciliem o desenvolvimento econômico com as demandas ambientais, e uma das soluções propostas pelos estudiosos seria promover a transição da matriz energética atual para fontes de energias limpas. A transição energética, segundo estudos, nos proporcionaria a oportunidade de criar empregos e gerar riqueza, a partir da nova infraestrutura verde exigível para a moderna economia de baixo carbono. Vale dizer que tal modelo está ancorado no desenvolvimento sustentável que pressupõe a inter-relação do tripé: social, econômico e ambiental.</p>
<p class="yiv6728528026p2">O êxito brasileiro estaria na adoção de um Projeto Nacional de Desenvolvimento Sustentável (PNDS), o qual leve em consideração as dimensões conjunturais e estruturais. Este plano deverá nos conectar a um futuro próximo, no qual os empregos verdes e decentes sejam a tônica da nova realidade que desejamos estabelecer. O PNDS seria uma adaptação, às demandas e peculiaridades brasileiras, do “Green New Deal”, tratado que vem sendo adotado por grandes potências como os EUA, e alguns países da Europa, e reúne propostas para conter a crise econômica e gerar desenvolvimento, sem esquecer de remediar a crise ambiental que o mundo vem enfrentando.</p>
<p class="yiv6728528026p2">Estudiosos avaliam que, apenas no Brasil, há um potencial de criação de cerca de 2 milhões de novos empregos verdes. A conquista do resultado almejado requer investimentos em educação, com foco em C&amp;T e inovação. Creio, com muito vigor, que seja sim possível conjugar criação de riquezas, equilíbrio ambiental e redução de desigualdade social, resultando numa transição justa e sustentável. Este deverá ser nosso ponto de partida. Para consolidar esse plano é essencial a compreensão e engajamento das novas gerações, nossa esperança se acende quando vemos que uma das maiores lideranças mundiais em defesa do planeta é a jovem Greta Thunberg. Como diria nosso eterno líder Leonel Brizola: “É dos jovens que surgem os grandes movimentos transformadores”.</p>
<p class="yiv6728528026p2">Vale ressaltar que a superação da emergência climática só ocorrerá quando conseguirmos modificar as bases de nossa relação com a natureza. O processo civilizatório não pode conter em si o risco da extinção do homem e da biodiversidade do planeta, e sim possibilitar um convívio social livre de opressões. Assim, nossa missão não é apenas preservar o planeta. É necessário restabelecermos nossas prioridades, modificando a concepção que temos de nós mesmos e da natureza e reconstruindo as bases de nossa organização socioeconômica. Caso contrário, qualquer esforço no sentido de tentar minimizar ou eliminar os problemas ambientais será apenas paliativo e não representará uma mudança duradoura e sustentável.</p>
<p class="yiv6728528026p2"><span class="yiv6728528026s2"><em><strong>*</strong><strong>Everton Gomes é cientista político, vice-presidente nacional do Movimento Ecotrabalhismo e secretário nacional de Assuntos Econômicos do PDT.</strong></em><br />
</span></p>
</div>
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		<title>Em vez de ser pária ambiental, Brasil poderia ser exemplo – Por Ciro Gomes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Nov 2021 22:43:32 +0000</pubDate>
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<p class="yiv5907495730MsoNormal">Mais uma vez avisei com antecedência que o ministro iria jogar palavras ao vento em Glasgow. Dito e feito. Na manhã de segunda-feira 1°, ridicularizou novamente o Brasil ao anunciar de forma pomposa e vazia uma nova meta climática de reduzir em 50% a emissão de gases poluentes até 2030 e neutralizar a emissão de carbono até 2050.</p>
<p class="yiv5907495730MsoNormal">A pompa vem do fato de que o País tinha, antes da COP, a meta de reduzir 43% das emissões nacionais até 2030. O vazio da promessa vem de três fatos. Um técnico: o ministro não anunciou qual seria a linha-base de dados para o corte. Se for a última de dezembro de 2020, o País ainda emitiria mais gases do que o prometido no Acordo de Paris, de 2015. Se for a mais atualizada, a redução ficaria igual àquela prometida em 2015. Ou seja, ele prometeu retrocesso.</p>
<p class="yiv5907495730MsoNormal">Como se não bastasse prometer retrocesso nos acordos, não explicou como vai diminuir a emissão. Talvez planeje fazer isso com a elevação da gasolina e do óleo diesel a mais de 20 reais o litro. Por fim, o vazio vem de que ninguém fora do Brasil ainda acredita em qualquer dado ou promessa do governo Bolsonaro. O mundo todo sabe o que se passa por aqui. Não por outra razão, o Fundo Amazônia, criado para preservar e desenvolver de forma sustentável a região, deixou de receber recursos da Alemanha e da Noruega. Das Américas à Ásia, dos conservadores aos progressistas, da direita à esquerda, todos desprezam o nosso governo.</p>
<p class="yiv5907495730MsoNormal">Como disse certa vez Marina Silva, ex-ministra do Meio Ambiente respeitada no mundo todo, “o grande inimigo do meio ambiente são os governos que negam o grave problema das mudanças climáticas, desmontam a governança ambiental, incentivam formas predatórias de uso das florestas e sem nenhum escrúpulo culpam as vítimas da devastação, os pobres”. Parece uma descrição literal da política ambiental do governo Bolsonaro.</p>
<p class="yiv5907495730MsoNormal">Um governo negacionista científico, que não desenvolve o País, não investe na renovação de nossa matriz energética, que desmantelou os nossos órgãos de proteção e fiscalização ambientais, bate recorde atrás de recorde de desmatamento da Amazônia, permitindo a disseminação de garimpos e madeireiras ilegais, sem falar na omissão em relação ao aumento da violência contra as populações indígenas. O símbolo máximo dessa política foi o então ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, investigado por envolvimento com o contrabando de madeira.</p>
<p class="yiv5907495730MsoNormal">Tudo isso é muito triste e lamentável. Em vez de ser um pária ambiental, o Brasil poderia ser exemplo para o mundo. Agora mesmo enfrentamos uma crise energética, que ainda pode piorar muito, acionando termoelétricas caras e poluentes, ao passo que temos um potencial inigualável de fontes de energia renovável, como a solar e a eólica. Uma crise que em grande parte poderia ter sido dirimida com uma gestão responsável de nossos reservatórios ou com a mera adoção do horário de verão, agora e no ano passado.</p>
<p class="yiv5907495730MsoNormal">Não podemos separar a questão ecológica do desafio do desenvolvimento. O Brasil onde a indústria e os serviços mínguam empurra a nossa fronteira agrícola Amazônia a dentro, não deixando ao povo amazônico outro caminho que não usar a floresta como der. A estagnação econômica definitivamente é a mais cruel e ineficiente das formas de tentar preservar o meio ambiente.</p>
<p class="yiv5907495730MsoNormal">Todas essas tragédias do governo Bolsonaro cobram um preço alto dos brasileiros. A degradação do clima aprofunda a desigualdade social, entre outros motivos porque afeta o regime de águas, causando a escassez de alimentos, água e energia. Também atrapalha acordos comerciais que poderiam gerar emprego e renda para muita gente. E vai tornando as bases da nossa economia cada vez mais ultrapassadas.</p>
<p class="yiv5907495730MsoNormal">Dá tempo de reverter essa tragédia, mas esse tempo está ficando curto. É, de novo, a grande Marina que cito: “A natureza não sabe se defender, mas sabe se vingar como ninguém”. Pense nisso e diga não a Bolsonaro. Ele está exterminando o nosso presente, mas não pode exterminar o nosso futuro e o futuro dos nossos filhos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="yiv5907495730MsoNormal"><em><b>*Ciro Gomes é vice-presidente nacional do PDT, ex-governador do Ceará e ex-prefeito de Fortaleza.</b></em></p>
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		<title>STF dá 24 horas para Lira explicar manobras na PEC dos Precatórios</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 07 Nov 2021 16:05:57 +0000</pubDate>
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<p>A ministra do Supremo Tribunal Federal (STF) Rosa Weber, relatora do Mandado de Segurança 38303 impetrado pelo PDT na última quinta-feira, determinou neste sábado (6) que o Presidente da Câmara dos Deputados, Arthur Lira, dê explicações sobre as mudanças ocorridas no formato de votação da PEC dos Precatórios, realizada na última quarta. O PDT alega, na peça jurídica, que o sinal verde dado por Lira para que deputados no exterior votassem a medida é inconstitucional e fere os princípios da isonomia e impessoalidade.</p>
<p>No despacho, Rosa Weber diz “Considerada a alta relevância do tema em debate, assino o prazo de 24 horas ao Excelentíssimo Presidente da Câmara dos Deputados, para prestar informações que reputar pertinentes, antes do exame do pedido de medida liminar”. O Mandado de Segurança apresentado pelo PDT pede a suspensão imediata da votação.</p>
<p>A PEC 23/2021, que ficou conhecida como PEC dos Precatórios, propõe o parcelamento das dívidas que deveriam ser pagas no ano que vem (2022), um valor que chega a quase R$ 90 bilhões, permitindo assim a furo do Teto de Gastos e aumentando o caixa do governo em pleno ano eleitoral.</p>
<p>“Esta medida é um cheque em branco para o presidente mais incompetente que o Brasil já viu. Com R$ 90 bilhões a mais no orçamento, em pleno ano eleitoral, existe um risco iminente deste dinheiro ser usado de forma eleitoreira”, afirmou o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi. O argumento de Lupi também passa pela forma como a PEC foi aprovada.</p>
<p>“A votação remota de deputados contrariou medida da própria mesa diretora da Câmara que determinou o retorno ao trabalho presencial há duas semanas. Lira não pode simplesmente mudar as regras do jogo democrático para garantir vitória ao Governo no Congresso Nacional. Isso é um deboche aos poderes constituídos da República”, finalizou Lupi.</p>
<p>Leia a íntegra da ação: <a href="http://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/11/Petição-Inicial-Madado-de-Segurança-com-Pedido-de-Liminar.pdf" data-wpel-link="internal">Petição Inicial &#8211; Madado de Segurança com Pedido de Liminar</a></p>
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