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		<title>“Quando deixar de ser presidente, Bolsonaro vai direto para a cadeia”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sun, 22 Aug 2021 12:55:29 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[bolsonarismo]]></category>
		<category><![CDATA[Café com Lupi]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="1024" height="518" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/ccl01.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" fetchpriority="high" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/ccl01.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/ccl01-100x51.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/ccl01-300x152.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/ccl01-768x389.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/ccl01-178x90.jpg 178w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/ccl01-600x304.jpg 600w" sizes="(max-width: 1024px) 100vw, 1024px" />No Café com Lupi, o presidente pedetista e Walber Agra falam sobre luta judicial contra bolsonarismo &#160; Neste sábado (21), o Café com Lupi trouxe como convidado um dos integrantes da assessoria jurídica do partido, Walber Agra. A ideia do presidente nacional do PDT e líder do programa, Carlos Lupi, foi expor as atividades pedetistas...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="518" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/ccl01.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/ccl01.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/ccl01-100x51.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/ccl01-300x152.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/ccl01-768x389.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/ccl01-178x90.jpg 178w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/ccl01-600x304.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><h3>No Café com Lupi, o presidente pedetista e Walber Agra falam sobre luta judicial contra bolsonarismo</h3>
<p>&nbsp;</p>
<p>Neste sábado (21), o Café com Lupi trouxe como convidado um dos integrantes da assessoria jurídica do partido, Walber Agra. A ideia do presidente nacional do PDT e líder do programa, Carlos Lupi, foi expor as atividades pedetistas no judiciário em prol da democracia e da defesa do Estado Democrático de Direito. A conversa foi além e fez uma análise do panorama político nacional.</p>
<p>O Brasil de Bolsonaro e o próprio bolsonarismo são frutos da alienação do povo brasileiro, construída ao longo dos governos anteriores, como defende Agra. Segundo o advogado, o investimento equivocado em educação, favorecendo a universidade privada em detrimento da pública, e a formação de consumidores no lugar de cidadãos críticos é o que explica o cenário atual.</p>
<p>“O bolsonarismo é um movimento negacionista, extremamente anticienfiticista e que deixa muito claro o empobrecimento da nação. Nós tentamos democratizar o ensino universitário através de universidade privada. Criou-se o ‘bolsa empresário de educação’ no governo Dilma, [com investimento de] 17 bilhões [de reais]. Se tivéssemos pegado metade desse dinheiro e investido em universidade pública, nós teríamos revolucionado esse país”, avaliou Walber.</p>
<p>Lupi levantou o assunto das incursões judiciais contra Bolsonaro nas cortes internacionais, sobretudo pela condução desastrosa do presidente da República no combate à pandemia do coronavírus. “Fizemos uma denúncia em que apontamos que Bolsonaro ignorou a Organização Mundial da Saúde sobre a pandemia”, lembrou o presidente do PDT questionando Agra acerca das ações movidas contra o mandatário brasileiro.</p>
<p>De acordo com Walber, o partido entrou com duas ações em cortes internacionais e foi pioneiro ao cobrar a responsabilidade de Bolsonaro, nessa esfera judicial, a respeito do elevado número de mortos por covid-19 no país. “A primeira <a> foi na corte do Tribunal Penal Internacional, fomos o primeiro partido a fazer isso. [&#8230;] Também entramos no Tribunal Latino-americano de Direitos Humanos”, afirmou o advogado.</p>
<p>Agra lembrou que a luta judicial é apenas um campo no combate ao bolsonarismo e salientou a importância do movimento para que Bolsonaro seja responsabilizado quando houver clima político para isso. Como afirmou Lupi: “assim que ele [Bolsonaro] for derrotado politicamente e deixar a presidência da República, ele vai direto para a cadeia”.</p>
<p>Confira abaixo a íntegra do Café com Lupi.</p>
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		<title>Paulo Ramos avalia bolsonarismo nas polícias: &#8220;Masoquismo ideológico”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Aug 2021 22:09:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[bolsonarismo]]></category>
		<category><![CDATA[Masoquismo ideológico]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Ramos]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="789" height="392" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Paulo-Ramos-avalia-bolsonarismo-nas-polícias-“Masoquismo-ideológico”.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Paulo-Ramos-avalia-bolsonarismo-nas-polícias-“Masoquismo-ideológico”.jpg 789w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Paulo-Ramos-avalia-bolsonarismo-nas-polícias-“Masoquismo-ideológico”-100x50.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Paulo-Ramos-avalia-bolsonarismo-nas-polícias-“Masoquismo-ideológico”-300x149.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Paulo-Ramos-avalia-bolsonarismo-nas-polícias-“Masoquismo-ideológico”-768x382.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Paulo-Ramos-avalia-bolsonarismo-nas-polícias-“Masoquismo-ideológico”-181x90.jpg 181w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Paulo-Ramos-avalia-bolsonarismo-nas-polícias-“Masoquismo-ideológico”-600x298.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 789px) 100vw, 789px" />Parlamentar condenou reformas do presidente, que subtraíram direitos dos servidores da segurança pública Oficial da reserva da Polícia Militar do Rio de Janeiro, o deputado federal Paulo Ramos (PDT-RJ) acredita que profissionais da área da segurança pública são usados por interesses políticos de ocasião e pretende fazer campanha de esclarecimento. “O presidente Bolsonaro procura transmitir...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="789" height="392" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Paulo-Ramos-avalia-bolsonarismo-nas-polícias-“Masoquismo-ideológico”.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Paulo-Ramos-avalia-bolsonarismo-nas-polícias-“Masoquismo-ideológico”.jpg 789w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Paulo-Ramos-avalia-bolsonarismo-nas-polícias-“Masoquismo-ideológico”-100x50.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Paulo-Ramos-avalia-bolsonarismo-nas-polícias-“Masoquismo-ideológico”-300x149.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Paulo-Ramos-avalia-bolsonarismo-nas-polícias-“Masoquismo-ideológico”-768x382.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Paulo-Ramos-avalia-bolsonarismo-nas-polícias-“Masoquismo-ideológico”-181x90.jpg 181w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Paulo-Ramos-avalia-bolsonarismo-nas-polícias-“Masoquismo-ideológico”-600x298.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 789px) 100vw, 789px" /><div class="msg-body P_wpofO mq_AS" data-test-id="message-view-body-content">
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<p class="yiv6331716169MsoNormal"><em><b>Parlamentar condenou reformas do presidente, que subtraíram direitos dos servidores da segurança pública</b></em></p>
<p class="yiv6331716169MsoNormal">Oficial da reserva da Polícia Militar do Rio de Janeiro, o deputado federal Paulo Ramos (PDT-RJ) acredita que profissionais da área da segurança pública são usados por interesses políticos de ocasião e pretende fazer campanha de esclarecimento.</p>
<p class="yiv6331716169MsoNormal">“O presidente Bolsonaro procura transmitir um sentimento de autoridade, deferindo aos agentes de segurança pública a possibilidade de ficar acima da lei no combate à criminalidade. Bolsonaro não sofre nenhuma consequência. Já os policiais, sim. Desde perderem a vida a responderem disciplinarmente e criminalmente. Para Bolsonaro, é muito fácil estimular. Também quero esclarecer aos agentes da segurança pública as perdas de direitos no governo Bolsonaro. O pessoal da Polícia Militar vem perdendo muitos direitos em decorrência das reformas feitas pelo governo federal. Eu não consigo entender todo esse amor, esse masoquismo ideológico em relação ao bolsonarismo. Com o passar do tempo, muitos já começaram a compreender o significado para o Brasil do governo atual e vem dele se distanciando”, explicou, em entrevista ao jornal O DIA, no último dia 8.</p>
<p class="yiv6331716169MsoNormal"><b>Qual é a sua opinião sobre a atual política de segurança pública do governo estadual?</b></p>
<p class="yiv6331716169MsoNormal">A atual política de segurança pública é a mesma que vem sendo seguida ao longo dos anos, que se baseia numa premissa errada. Diz que o elemento propulsor da criminalidade é o crime organizado. Reduziram o crime organizado ao tráfico de entorpecentes, e simplificaram nas favelas. E aí, o foco passa a ser as favelas, através de ações sempre repressivas. Esquecendo do policiamento ostensivo, que deve ser sempre intensificado, e da investigação criminal. Perde-se tempo com operações policiais infrutíferas, causando danos colaterais a quem mora nas favelas como também levando à morte os agentes da segurança pública, especialmente policiais militares.</p>
<p class="yiv6331716169MsoNormal"><b>Sendo oficial da reserva da Polícia Militar, como o senhor avalia as ações nas favelas do Rio?</b></p>
<p class="yiv6331716169MsoNormal">É a cidade partida. Excluem, estigmatizam e reprimem ou tentam eliminar. As favelas viraram o foco preferencial da ação repressiva dentro da política equivocada de segurança pública. É preciso restabelecer os centros comunitários de defesa da cidadania. Um programa do governo Leonel Brizola que levava às comunidades, às favelas, vários serviços públicos simultaneamente, inclusive a segurança.</p>
<p class="yiv6331716169MsoNormal"><b>O senhor pretende fazer uma campanha de esclarecimento pelo país dirigida aos profissionais da área da segurança pública, para que não se deixem ser usados por interesses políticos de ocasião. Como será isso?</b></p>
<p class="yiv6331716169MsoNormal">Já não há dúvida em relação aos propósitos golpistas do governo Bolsonaro. Não vai aceitar um revés na eleição de 2022. Aqueles que o seguem fazem campanhas claras contra o Estado Democrático de Direito, pedindo, inclusive, a intervenção militar. E vem sendo apresentado, como base de sustentação, os agentes da segurança pública, em especial policiais militares. Onde está a sedução? O presidente Bolsonaro procura transmitir um sentimento de autoridade, deferindo aos agentes de segurança pública a possibilidade de ficar acima da lei no combate à criminalidade. Quando ele fala em excludente de ilicitude, esse é o sentido que passa, embora já tenhamos uma legislação que protege o policial que age dentro da lei, em legítima defesa.</p>
<p class="yiv6331716169MsoNormal">Aliás, é preciso dizer que, estimulando esse procedimento, e ele estimula, Bolsonaro não sofre nenhuma consequência. Já os policiais, sim. Desde perderem a vida a responderem disciplinarmente/criminalmente. Para Bolsonaro, é muito fácil estimular. Também quero esclarecer aos agentes da segurança pública as perdas de direitos no governo Bolsonaro. O pessoal da Polícia Militar vem perdendo muitos direitos em decorrência das reformas feitas pelo governo federal. Eu não consigo entender todo esse amor, esse masoquismo ideológico, em relação ao bolsonarismo. Com o passar do tempo, muitos já começaram a compreender o significado para o Brasil do governo atual e vem dele se distanciando. É esse o esclarecimento que deve ser prestado.</p>
<p class="yiv6331716169MsoNormal"><b>As milícias exercem forte poder em comunidades do Rio, principalmente na Zona Oeste. Como combatê-las?</b></p>
<p class="yiv6331716169MsoNormal">Uma ação planejada e em conjunto reunindo as esferas federal, estadual e municipal, cada um com a sua atribuição de modo a sufocar as milícias. Não basta apenas a ação policial, embora eu reconheça os esforços do chefe da Polícia Civil, delegado Allan Turnowski, no trabalho da inteligência, com o apoio do comando da Polícia Militar.</p>
<p class="yiv6331716169MsoNormal"><b>A pobreza aumentou no Brasil. Qual a sua receita para o país sair da crise?</b></p>
<p class="yiv6331716169MsoNormal">A grande característica do Brasil é a má distribuição da renda. As grandes fortunas vão crescendo e a população vai empobrecendo. As reformas (trabalhista e previdenciária), feitas a partir do golpe, da posse do presidente Temer, potencializam a desigualdade social no país. Eles disseram que o objetivo era a melhor distribuição da renda a partir da geração de empregos. O que não aconteceu. Na verdade, o desemprego nunca foi tão grande. O governo federal vende estatais e abre caminho para novas privatizações (Eletrobras, Correios, subsidiárias da Petrobras, refinarias, bancos públicos, etc).</p>
<p class="yiv6331716169MsoNormal">O discurso é sempre a geração de empregos, a distribuição da renda. E tudo vem dando errado. O Brasil bate recorde de pessoas vivendo na pobreza extrema. A consequência dessa política privatista, menos direitos e menos Estado, é o aumento da pobreza e do desemprego. O governo Bolsonaro é comprometido com o grande capital financeiro. Ele tem maioria no Congresso Nacional. A pauta econômica vem avançando. Essa pauta é responsável por mais exclusão, desemprego, empobrecimento e fome. Não temos solução a partir das propostas neoliberais ou liberais. Porém, o povo começa a perceber. Há uma grande mobilização popular nas ruas contra o governo Bolsonaro</p>
<p class="yiv6331716169MsoNormal"><b>No âmbito nacional, o senhor acredita que o PDT se unirá a outros partidos para uma terceira via, que concorra com Lula e Bolsonaro?</b></p>
<p class="yiv6331716169MsoNormal">O governo Bolsonaro não interessa ao Brasil e ao povo brasileiro. Nós temos que derrotá-lo. Sobretudo, é preciso avaliar. Se amanhã ficar comprovada a necessidade de uma unidade da oposição como o caminho para derrotar Bolsonaro, nós temos que segui-la. Se por ventura surgir, e o PDT tem um candidato, Ciro Gomes, a possibilidade de derrotar Bolsonaro no primeiro turno, eu defendo. Se houver a possibilidade de um segundo turno sem Bolsonaro e a candidatura do Ciro Gomes for a que se apresenta como alternativa, eu defendo. É preciso derrotar o presidente Bolsonaro, principalmente no primeiro turno.</p>
<p class="yiv6331716169MsoNormal"><b>E na esfera estadual, acredita que haverá nova polarização?</b></p>
<p class="yiv6331716169MsoNormal">Na esfera estadual, as candidaturas ainda não estão nem apresentadas, outras ainda não alcançaram a divulgação necessária. O PDT, no estado do Rio de Janeiro, vai ter candidato próprio. Nesse sentido, eu ainda não vejo uma grande polarização no Rio.</p>
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