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		<title>Em audiência pública, Sérgio Vidigal questiona ex-presidente do BNDES</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 23 Apr 2019 22:58:36 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Congresso]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[BNDS]]></category>
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<p>Sérgio Vidigal comentou que, a partir de 1980, o BNDES passou a deter uma parcela contributiva do Fundo de Investimento Social (Finsocial) e, anos depois, por dispositivo constitucional, do Fundo de Amparo ao Trabalhador (FAT).</p>
<p>Vidigal disse ainda que o BNDES não tem como objetivo a prática de caridade Pública, salvo nas ações sociais, de inovação e culturais não reembolsáveis que empreende, quando o benefício público retorna de modo difuso pelo fortalecimento direto da sociedade.</p>
<p>“Sabemos que todos os demais recursos vertidos pelo Banco provêm de contribuições tributárias e sociais rotativas, que vão para a mão de investidores, mas que têm de voltar, cedo ou tarde, e com retorno financeiro positivo”, comentou.</p>
<p><strong>Questionamentos</strong></p>
<p>Durante a audiência, o deputado perguntou à Paulo Rabello qual a soma de tributos e dividendos que o BNDES retornou para o tesouro no período de 2001-2016, e quanto isso representa na recomposição do Fundo de Amparo ao Trabalhador que é o garantidor do Seguro Desemprego.</p>
<p>O pedetista também questionou como se comporta hoje a participação das captações em taxas Selic no custo efetivo do BNDES no cumprimento do seu papel institucional. E ainda qual a visão do executivo Sobre essa participação e nos rumos adotados e os que possam a ser inovados em relação.</p>
<p>Outra pergunta diz respeito ao déficit público. Vidigal lembrou que, durante a campanha eleitoral de 2018, onde o ex-presidente do banco concorreu como vice-presidente do então candidato à Presidente, Álvaro Dias.  O parlamentar comenta que o economista disse que enquanto não se zerasse o déficit público, cortaria o salário do presidente da República enquanto houver déficit primário.</p>
<p>“Quais seriam as ações, porventura, fossem eleitos para zerar esse déficit público”, questionou.</p>
<p><strong>Resposta</strong></p>
<p>Paulo Rabello comenta que até 2016, o BNDES havia recolhido do Tesouro Nacional, em dividendos, R$ 74 bilhões. “Isso é uma quantia que em qualquer lugar é significativa e indica um determinado tipo de método de trabalhar. Além disso, pagou em tributos a bagatela de R$ 55,5 bilhões e, portanto, fechou nesse período, até 2016, R$ 129,7 bilhões. Para se ter uma ideia do que foram esses R$ 129,7 bilhões, nesse período, eu tive uma curiosidade macroeconômica de quanto isso representou na formação do então…. tínhamos um superávit primário e agora acumulamos déficit primário. Então, essa conta não dá mais para fazer”.</p>
<p>O executivo disse ainda que enquanto acumular o déficit primário, cerca de um terço do superávit primário feitas com a ajuda das famílias e empresas brasileiras que labutam para recolher impostos e fazer o superávit, decorre do BNDES.</p>
<p>“Essa é a razão pela qual a discussão sobre o coeficiente de fomento e alegado de subsídios, é um pouco equivocado porque se o BNDES recebe, lá vai sua segunda pergunta, ele tem uma taxa de juros que era tjlp que era fomentada apenas no sentido de evitar variações buscas e oscilações que seriam típicas de taxas de longo prazo, ninguém consegue financiar uma barragem com taxas variáveis, que podem ir para 14% e pegar você desprevenido da construção do paredão central de um reservatório”, explica.</p>
<p>Com relação às promessas de campanha, diz ser necessário ter um limitador emergencial de despesa, exemplificando como fez Ângela Merkel, “ e mais uma vez, dentro da linha da não-jabuticaba. Ver quem é que foi bem sucedido, fez rápido e de modo eficiente, um trabalho onde a única coisa que tem que ser controlada são os gastos. Mas não só da Previdência, todos”, disse</p>
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