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	<title>Amazônia &#8211; PDT</title>
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		<title>COP 26 e Projeto Nacional de Desenvolvimento Sustentável</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 13 Nov 2021 01:45:05 +0000</pubDate>
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<div><em><strong>É preciso discutir como o País lidará com os impactos econômicos e sociais decorrentes das mudanças climáticas que afetarão muitos setores estratégicos</strong></em></div>
<div></div>
<div>Líderes de todo mundo debatem sobre nosso futuro climático na 26ª Conferência das Nações Unidas sobre as Mudanças Climáticas (COP 26). Na ocasião, os países reúnem-se com o propósito de debater a redução de emissão de gases do efeito estufa, embasados nos mais recentes dados científicos que monitoram os impactos atuais e futuros do aquecimento global.</div>
<div>
<p class="yiv6728528026p2">Os participantes do encontro precisam ser cobrados por mobilização mais contundente contra as mudanças climáticas e por colocar em prática estratégias desenhadas no histórico Acordo de Paris, de 2015. O acordo definiu como imperativo limitar o aumento de temperatura do planeta em 1,5ºC em relação aos níveis pré-industriais.</p>
<p class="yiv6728528026p2">A publicação norteadora da conferência será o último relatório do Painel Intergovernamental de Mudanças Climáticas (IPCC), órgão que compila estudos sobre o tema para a ONU. Segundo ele, os esforços para não ultrapassar o aquecimento médio do planeta definido pelo Acordo de Paris se tornaram impossíveis. Em todos os cenários, a marca de 1,5 ºC, limite mais ambicioso do Acordo, deve ser ultrapassada entre 2021 e 2040.</p>
<p class="yiv6728528026p2">As mudanças climáticas afetarão muitos setores estratégicos do Brasil. É preciso discutir como o país lidará com esses impactos econômicos e sociais, e qual será a alocação de recursos para resolver as deficiências já existentes, como a segurança energética, hídrica e alimentar. São todas discussões de médio a longo prazo.</p>
<p class="yiv6728528026p2">Pela primeira vez, o IPCC traçou um mapa geográfico de riscos com os efeitos extremos, e apontou o Nordeste brasileiro como alvo de tais alterações. Algumas regiões semiáridas e a chamada Região da Monção da América do Sul, que compreende parte do Centro-Oeste brasileiro, da Amazônia, da Bolívia e do Peru, deverão ter os maiores aumentos de temperatura nos dias mais quentes do ano – até duas vezes mais que a taxa de aquecimento global. Com uma estação mais prolongada e maior demora para entrada do período chuvoso há um impacto direto sobre a atividade econômica principal na região, a agricultura. O relatório do IPCC mostra que, nos piores cenários, a plantação de milho e soja ficará inviabilizada em estados como Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia.</p>
<p class="yiv6728528026p2">Nos últimos anos, o Brasil tem sido cobrado publicamente por líderes mundiais, empresas e até fundos de investimento acerca do aumento do aumento no desmatamento e queimadas na Amazônia, no Cerrado e no Pantanal. A ausência do Presidente Bolsonaro na COP 26 reforça simbolicamente a falta de compromisso com a luta pela transformação.</p>
<p class="yiv6728528026p2">O Brasil que, até poucos anos atrás, exercia protagonismo nesse tema fundamental do novo século, está perdendo uma grande oportunidade de liderar esse processo de mudança. Nossa imagem sofreu muito desgaste quando o tema é sustentabilidade. Segundo um levantamento divulgado pelo Observatório do Clima, em 2020 foram emitidos 728 milhões de toneladas de CO2 apenas em decorrência das intervenções humanas no solo amazônico.</p>
<p class="yiv6728528026p2">Entre a implementação da Política Nacional sobre Mudança do Clima (PNMC), em 2009, e o ano de 2020, o desmate acumulado foi 176% maior do que a meta estipulada originalmente. Os dados dos anos mais recentes também mostram uma tendência de aumento na devastação da maior floresta tropical do mundo. Entre agosto de 2019 e julho de 2020, segundo dados do Inpe, a Amazônia brasileira perdeu 11.088 km² quadrados de área, o número mais alto dos últimos 12 anos.</p>
<p class="yiv6728528026p2">Existe uma corrida em curso para uma economia com baixa emissão de gases do efeito estufa, e o Brasil é uma potência ambiental. Precisamos encontrar caminhos que conciliem o desenvolvimento econômico com as demandas ambientais, e uma das soluções propostas pelos estudiosos seria promover a transição da matriz energética atual para fontes de energias limpas. A transição energética, segundo estudos, nos proporcionaria a oportunidade de criar empregos e gerar riqueza, a partir da nova infraestrutura verde exigível para a moderna economia de baixo carbono. Vale dizer que tal modelo está ancorado no desenvolvimento sustentável que pressupõe a inter-relação do tripé: social, econômico e ambiental.</p>
<p class="yiv6728528026p2">O êxito brasileiro estaria na adoção de um Projeto Nacional de Desenvolvimento Sustentável (PNDS), o qual leve em consideração as dimensões conjunturais e estruturais. Este plano deverá nos conectar a um futuro próximo, no qual os empregos verdes e decentes sejam a tônica da nova realidade que desejamos estabelecer. O PNDS seria uma adaptação, às demandas e peculiaridades brasileiras, do “Green New Deal”, tratado que vem sendo adotado por grandes potências como os EUA, e alguns países da Europa, e reúne propostas para conter a crise econômica e gerar desenvolvimento, sem esquecer de remediar a crise ambiental que o mundo vem enfrentando.</p>
<p class="yiv6728528026p2">Estudiosos avaliam que, apenas no Brasil, há um potencial de criação de cerca de 2 milhões de novos empregos verdes. A conquista do resultado almejado requer investimentos em educação, com foco em C&amp;T e inovação. Creio, com muito vigor, que seja sim possível conjugar criação de riquezas, equilíbrio ambiental e redução de desigualdade social, resultando numa transição justa e sustentável. Este deverá ser nosso ponto de partida. Para consolidar esse plano é essencial a compreensão e engajamento das novas gerações, nossa esperança se acende quando vemos que uma das maiores lideranças mundiais em defesa do planeta é a jovem Greta Thunberg. Como diria nosso eterno líder Leonel Brizola: “É dos jovens que surgem os grandes movimentos transformadores”.</p>
<p class="yiv6728528026p2">Vale ressaltar que a superação da emergência climática só ocorrerá quando conseguirmos modificar as bases de nossa relação com a natureza. O processo civilizatório não pode conter em si o risco da extinção do homem e da biodiversidade do planeta, e sim possibilitar um convívio social livre de opressões. Assim, nossa missão não é apenas preservar o planeta. É necessário restabelecermos nossas prioridades, modificando a concepção que temos de nós mesmos e da natureza e reconstruindo as bases de nossa organização socioeconômica. Caso contrário, qualquer esforço no sentido de tentar minimizar ou eliminar os problemas ambientais será apenas paliativo e não representará uma mudança duradoura e sustentável.</p>
<p class="yiv6728528026p2"><span class="yiv6728528026s2"><em><strong>*</strong><strong>Everton Gomes é cientista político, vice-presidente nacional do Movimento Ecotrabalhismo e secretário nacional de Assuntos Econômicos do PDT.</strong></em><br />
</span></p>
</div>
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		<title>Em vez de ser pária ambiental, Brasil poderia ser exemplo – Por Ciro Gomes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 08 Nov 2021 22:43:32 +0000</pubDate>
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<p class="yiv5907495730MsoNormal">Mais uma vez avisei com antecedência que o ministro iria jogar palavras ao vento em Glasgow. Dito e feito. Na manhã de segunda-feira 1°, ridicularizou novamente o Brasil ao anunciar de forma pomposa e vazia uma nova meta climática de reduzir em 50% a emissão de gases poluentes até 2030 e neutralizar a emissão de carbono até 2050.</p>
<p class="yiv5907495730MsoNormal">A pompa vem do fato de que o País tinha, antes da COP, a meta de reduzir 43% das emissões nacionais até 2030. O vazio da promessa vem de três fatos. Um técnico: o ministro não anunciou qual seria a linha-base de dados para o corte. Se for a última de dezembro de 2020, o País ainda emitiria mais gases do que o prometido no Acordo de Paris, de 2015. Se for a mais atualizada, a redução ficaria igual àquela prometida em 2015. Ou seja, ele prometeu retrocesso.</p>
<p class="yiv5907495730MsoNormal">Como se não bastasse prometer retrocesso nos acordos, não explicou como vai diminuir a emissão. Talvez planeje fazer isso com a elevação da gasolina e do óleo diesel a mais de 20 reais o litro. Por fim, o vazio vem de que ninguém fora do Brasil ainda acredita em qualquer dado ou promessa do governo Bolsonaro. O mundo todo sabe o que se passa por aqui. Não por outra razão, o Fundo Amazônia, criado para preservar e desenvolver de forma sustentável a região, deixou de receber recursos da Alemanha e da Noruega. Das Américas à Ásia, dos conservadores aos progressistas, da direita à esquerda, todos desprezam o nosso governo.</p>
<p class="yiv5907495730MsoNormal">Como disse certa vez Marina Silva, ex-ministra do Meio Ambiente respeitada no mundo todo, “o grande inimigo do meio ambiente são os governos que negam o grave problema das mudanças climáticas, desmontam a governança ambiental, incentivam formas predatórias de uso das florestas e sem nenhum escrúpulo culpam as vítimas da devastação, os pobres”. Parece uma descrição literal da política ambiental do governo Bolsonaro.</p>
<p class="yiv5907495730MsoNormal">Um governo negacionista científico, que não desenvolve o País, não investe na renovação de nossa matriz energética, que desmantelou os nossos órgãos de proteção e fiscalização ambientais, bate recorde atrás de recorde de desmatamento da Amazônia, permitindo a disseminação de garimpos e madeireiras ilegais, sem falar na omissão em relação ao aumento da violência contra as populações indígenas. O símbolo máximo dessa política foi o então ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, investigado por envolvimento com o contrabando de madeira.</p>
<p class="yiv5907495730MsoNormal">Tudo isso é muito triste e lamentável. Em vez de ser um pária ambiental, o Brasil poderia ser exemplo para o mundo. Agora mesmo enfrentamos uma crise energética, que ainda pode piorar muito, acionando termoelétricas caras e poluentes, ao passo que temos um potencial inigualável de fontes de energia renovável, como a solar e a eólica. Uma crise que em grande parte poderia ter sido dirimida com uma gestão responsável de nossos reservatórios ou com a mera adoção do horário de verão, agora e no ano passado.</p>
<p class="yiv5907495730MsoNormal">Não podemos separar a questão ecológica do desafio do desenvolvimento. O Brasil onde a indústria e os serviços mínguam empurra a nossa fronteira agrícola Amazônia a dentro, não deixando ao povo amazônico outro caminho que não usar a floresta como der. A estagnação econômica definitivamente é a mais cruel e ineficiente das formas de tentar preservar o meio ambiente.</p>
<p class="yiv5907495730MsoNormal">Todas essas tragédias do governo Bolsonaro cobram um preço alto dos brasileiros. A degradação do clima aprofunda a desigualdade social, entre outros motivos porque afeta o regime de águas, causando a escassez de alimentos, água e energia. Também atrapalha acordos comerciais que poderiam gerar emprego e renda para muita gente. E vai tornando as bases da nossa economia cada vez mais ultrapassadas.</p>
<p class="yiv5907495730MsoNormal">Dá tempo de reverter essa tragédia, mas esse tempo está ficando curto. É, de novo, a grande Marina que cito: “A natureza não sabe se defender, mas sabe se vingar como ninguém”. Pense nisso e diga não a Bolsonaro. Ele está exterminando o nosso presente, mas não pode exterminar o nosso futuro e o futuro dos nossos filhos.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="yiv5907495730MsoNormal"><em><b>*Ciro Gomes é vice-presidente nacional do PDT, ex-governador do Ceará e ex-prefeito de Fortaleza.</b></em></p>
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		<title>A Era Vargas e o Desenvolvimento</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 17 Sep 2021 22:06:25 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="630" height="453" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/A-Era-Vargas-e-o-Desenvolvimento.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/A-Era-Vargas-e-o-Desenvolvimento.jpg 630w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/A-Era-Vargas-e-o-Desenvolvimento-100x72.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/A-Era-Vargas-e-o-Desenvolvimento-300x216.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/A-Era-Vargas-e-o-Desenvolvimento-125x90.jpg 125w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/A-Era-Vargas-e-o-Desenvolvimento-600x431.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 630px) 100vw, 630px" />Outrora próspera com Getúlio, a situação na região Amazônica, onde estão quase todas as nossas reservas naturais, é hoje lamentável Até a Revolução de 30, no Brasil não havia projetos de Desenvolvimento, Educação, Saúde, Meio-Ambiente, entre outros, tão necessários para que o povo tivesse a consciência de Cidadania. Vargas trouxe à população brasileira a noção...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="630" height="453" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/A-Era-Vargas-e-o-Desenvolvimento.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/A-Era-Vargas-e-o-Desenvolvimento.jpg 630w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/A-Era-Vargas-e-o-Desenvolvimento-100x72.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/A-Era-Vargas-e-o-Desenvolvimento-300x216.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/A-Era-Vargas-e-o-Desenvolvimento-125x90.jpg 125w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/A-Era-Vargas-e-o-Desenvolvimento-600x431.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 630px) 100vw, 630px" /><p class="yiv1209743395p1"><em><strong><span class="yiv1209743395s2">Outrora próspera com Getúlio, a situação na região Amazônica, onde estão quase todas as nossas reservas naturais, é hoje lamentável</span></strong></em></p>
<p class="yiv1209743395p1"><span class="yiv1209743395s2">Até a Revolução de 30, no Brasil não havia projetos de Desenvolvimento, Educação, Saúde, Meio-Ambiente, entre outros, tão necessários para que o povo tivesse a consciência de Cidadania. Vargas trouxe à população brasileira a noção do país soberano. </span></p>
<p class="yiv1209743395p1"><span class="yiv1209743395s2">Antes de Getúlio Vargas, trabalhadores eram discriminados. Quem trabalhava era tratado como escravo. Na República Velha, onde imperava a oligarquia sem perspectivas, o trabalho era mal visto. </span></p>
<p class="yiv1209743395p1"><span class="yiv1209743395s2">Com uma cultura impressionante e visão de mundo repleta de horizontes para o Brasil, Vargas mostrou que todos são cidadãos e têm direitos. Não era mais a vez da elite e dos ricos, mas, principalmente dos que tinham uma profissão. </span></p>
<p class="yiv1209743395p1"><span class="yiv1209743395s2">Advogado de formação, Getúlio entendia de leis e sabia que o Brasil só daria certo se projetos de Desenvolvimento fossem idealizados e executados.</span></p>
<p class="yiv1209743395p1"><span class="yiv1209743395s2">Com uma equipe de auxiliares que vieram daquela geração de visionários, o presidente criou, praticamente, o Estado brasileiro. </span></p>
<p class="yiv1209743395p1"><span class="yiv1209743395s2">Em 1930, o Brasil se encontrava em situação deplorável, do ponto de vista econômico, pelas consequências da crise de 1929, e Getúlio trouxe, como solução, pensamento desenvolvimentista aliado ao intervencionismo estatal, seguindo o modelo de Franklin Roosevelt</span><span class="yiv1209743395s2">, nos Estados Unidos, que assim superou a Grande Depressão. </span></p>
<p class="yiv1209743395p1"><span class="yiv1209743395s2">Vargas abriu caminhos para a industrialização. O papel do Estado foi o de dar sustentação a atividades como siderurgia, extração e processamento de petróleo, geração e distribuição de energia elétrica. </span></p>
<p class="yiv1209743395p1"><span class="yiv1209743395s2">No Brasil, antes de Vargas, não se planejava nada. Com o presidente, a concepção de governar ganhou organização. </span></p>
<p class="yiv1209743395p1"><span class="yiv1209743395s2">Nacionalista, Vargas criou, então, condições favoráveis para a discussão em torno de um Código de Águas. O primeiro Código de Águas do País, portanto, passou a vigorar, oficialmente, em 1934. O setor elétrico necessitava de regulamentação. </span></p>
<p class="yiv1209743395p1"><span class="yiv1209743395s2">A promulgação do Novo Código de Águas veio com a nova Constituição, de 1934.</span></p>
<p class="yiv1209743395p1"><span class="yiv1209743395s2">Historiadores e especialistas consideram que o Código de Águas como uma das melhores contribuições do governo Vargas, nessa fase inicial. </span></p>
<p class="yiv1209743395p1"><span class="yiv1209743395s2">O jornalista Barbosa Lima Sobrinho, em reportagens publicadas naquela época, dizia que o Código de Águas de 1934 foi um &#8220;documento de grande sabedoria&#8221;.</span></p>
<p class="yiv1209743395p1"><span class="yiv1209743395s2">O aproveitamento industrial das águas deveria ser autorizado, a partir do Código de Águas, pelo governo federal, ao invés de estados e municípios. </span></p>
<p class="yiv1209743395p1"><span class="yiv1209743395s2">E, as concessões de serviços públicos de energia elétrica passaram a ser de brasileiros ou de empresas organizadas no Brasil. </span></p>
<p class="yiv1209743395p1"><span class="yiv1209743395s2">Getúlio criou, também, a Comissão Federal de Forças Hidráulicas. Para fiscalizar e regulamentar os dispositivos do Código de Águas, além de incentivar o desenvolvimento da indústria hidrelétrica no Brasil. </span></p>
<p class="yiv1209743395p1"><span class="yiv1209743395s2">Getúlio Vargas também foi pioneiro no que se refere à Amazônia. </span><span class="yiv1209743395s2">Gaúcho dos pampas, o presidente viajou do Rio de Janeiro para Manaus em outubro de 1940 e lá fez o &#8220;Discurso do Rio Amazonas&#8221;.</span></p>
<p class="yiv1209743395p1"><span class="yiv1209743395s2">Anunciou, na ocasião, a incorporação da Amazônia ao território nacional. A Amazônia não seria mais ignorada. A população sofrida pelos exploradores da borracha, desde 1912, pôde ter esperança. </span></p>
<p class="yiv1209743395p1"><span class="yiv1209743395s2">Quando voltou à presidência, eleito pelo povo, em 1950, Getúlio Vargas instalou a Superintendência do Plano de Valorização Econômica da Amazônia, que ele idealizou no período de seu primeiro governo. </span></p>
<p class="yiv1209743395p1"><span class="yiv1209743395s2">Nos governos de Juscelino Kubitschek e João Goulart houve o prosseguimento de tudo o que foi idealizado por Vargas para a Amazônia. </span></p>
<p class="yiv1209743395p1"><span class="yiv1209743395s2">Mas, na ditadura militar, a situação perdeu força. Projetos de Desenvolvimento Sustentável para a região foram ignorados. </span><span class="yiv1209743395s2">E, atualmente, a situação na região onde estão quase todas as nossas reservas naturais, é lamentável.</span></p>
<p>&nbsp;</p>
<p class="yiv1209743395p1"><em><strong><span class="yiv1209743395s1">*</span><span class="yiv1209743395s1">Everton Gomes é cientista político e secretário nacional de Relações Internacionais e Institucionais da Fundação Leonel Brizola &#8211; Alberto Pasqualini (FLB-AP).</span></strong></em></p>
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		<title>Amazônia Urgente &#8211; Ciro Gomes fala sobre a tragédia que comove o  mundo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 24 Aug 2019 03:08:03 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Amazônia]]></category>
		<category><![CDATA[Boeing 747]]></category>
		<category><![CDATA[Ciro Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[Evo Morales]]></category>
		<category><![CDATA[Floresta Amazônica]]></category>
		<category><![CDATA[patrimônio dos brasileiros]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2019/08/amazonia-e-o-bioma-mais-afetado-por-incendios-florestais-neste-ano-diz-inpe.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2019/08/amazonia-e-o-bioma-mais-afetado-por-incendios-florestais-neste-ano-diz-inpe.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2019/08/amazonia-e-o-bioma-mais-afetado-por-incendios-florestais-neste-ano-diz-inpe-100x56.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2019/08/amazonia-e-o-bioma-mais-afetado-por-incendios-florestais-neste-ano-diz-inpe-300x169.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2019/08/amazonia-e-o-bioma-mais-afetado-por-incendios-florestais-neste-ano-diz-inpe-768x432.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2019/08/amazonia-e-o-bioma-mais-afetado-por-incendios-florestais-neste-ano-diz-inpe-160x90.jpg 160w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2019/08/amazonia-e-o-bioma-mais-afetado-por-incendios-florestais-neste-ano-diz-inpe-600x338.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" />&#8220;Essa devastação sem precedentes que está acontecendo na Amazônia, um agravamento terrível desta crise, que está chamando a atenção do mundo, pelas declarações estapafúrdias dos nossos governantes, provocou hoje uma sequência de declarações que são extraordinariamente avassaladoras para o Brasil.&#8221;, assim começa o seu pronunciamento o vice-presidente nacional do PDT, Ciro Gomes, em vídeo divulgado...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2019/08/amazonia-e-o-bioma-mais-afetado-por-incendios-florestais-neste-ano-diz-inpe.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2019/08/amazonia-e-o-bioma-mais-afetado-por-incendios-florestais-neste-ano-diz-inpe.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2019/08/amazonia-e-o-bioma-mais-afetado-por-incendios-florestais-neste-ano-diz-inpe-100x56.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2019/08/amazonia-e-o-bioma-mais-afetado-por-incendios-florestais-neste-ano-diz-inpe-300x169.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2019/08/amazonia-e-o-bioma-mais-afetado-por-incendios-florestais-neste-ano-diz-inpe-768x432.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2019/08/amazonia-e-o-bioma-mais-afetado-por-incendios-florestais-neste-ano-diz-inpe-160x90.jpg 160w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2019/08/amazonia-e-o-bioma-mais-afetado-por-incendios-florestais-neste-ano-diz-inpe-600x338.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p>&#8220;Essa devastação sem precedentes que está acontecendo na Amazônia, um agravamento terrível desta crise, que está chamando a atenção do mundo, pelas declarações estapafúrdias dos nossos governantes, provocou hoje uma sequência de declarações que são extraordinariamente avassaladoras para o Brasil.&#8221;, assim começa o seu pronunciamento o vice-presidente nacional do PDT, Ciro Gomes, em vídeo divulgado em suas redes sociais nesta quinta-feira (22), a respeito do incêndio de magnitudes alarmantes que acomete a Floresta Amazônica há mais de duas semanas.</p>
<p>Em sua fala, Ciro chama a atenção para as preocupantes declarações feitas por autoridades internacionais, dentre elas, chefes de Estado, ante ao posicionamento até aqui negligente dos governantes do País, dentre eles o presidente Bolsonaro. As estimativas contabilizam que milhares de hectares da floresta já foram devastados.</p>
<p>Dentre os líderes mundiais que já se manifestaram, estão o secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, que ponderou pela necessidade de uma solução internacional para o problema, e o presidente da França, Emmanuel Macron, que, com um tom mais ameaçador, convocou o G7 a se posicionar a respeito.</p>
<p>&#8220;Enquanto isso, nós brasileiros, assistimos perplexos a uma sequência de declarações estapafúrdias. E eu me senti obrigado, por responsabilidade ao Brasil, a fazer algumas sugestões ao senhor presidente Jair Bolsonaro &#8220;, ressalta Ciro.</p>
<p>&#8220;É preciso que ele cale a boca e pare de falar tantas coisas que só põem gravame nesta situação terrível. Que viaje tão logo quanto possível para a região. Que demita este canalha, incompetente e corrupto que ele nomeou para o Ministério do Meio Ambiente, como um sinal de satisfação ao povo brasileiro e à comunidade internacional, de que está querendo o problema. E, a partir desta reunião, tome imediatas providências para conter esse devastador incêndio.&#8221;</p>
<p>Ciro destaca que, embora o Brasil possua equipamentos importantes e que não estão acionados, diante de uma tragédia desta natureza, o País tem a liberdade de pedir ajuda internacional, como de Portugal, que tem tido êxito no enfrentamento de grandes incêndios florestais, e dos Estados Unidos, pelo potencial de suas aeronaves. Atitude tomada, pelo presidente da Bolívia, Evo Morales, que autorizou a contratação de uma aeronave-tanque do tipo Boeing 747 chamado Super Tanker para combater os focos de incêndio na região boliviana da floresta amazônica.</p>
<p>&#8220;Em qualquer circunstância, é preciso que o Bolsonaro, volto a dizer, pare de falar bobagem, assuma a responsabilidade e tome a linha de frente da defesa deste patrimônio que pertence aos brasileiros, mas é também objeto da cobiça internacional.&#8221;</p>
<p>De acordo com Ciro, ao afirmar, levianamente, que este incêndio é criminoso, &#8220;provocado por homens&#8221;, o Bolsonaro agrava o problema, sobretudo no âmbito político, e coloca o Brasil em cheque quanto à hegemonia no controle da parte da Amazônia que pertencente ao País.</p>
<p>&#8220;Agravando, muito dramaticamente o risco que o Brasil tem um dia não ser mais considerado capaz de administrar esse patrimônio que nos pertence que é a Amazônia brasileira&#8221;.</p>
<p>Assista ao pronunciamento de Ciro Gomes na íntegra:</p>
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