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	<title>Aloysio Nunes Ferreira &#8211; PDT</title>
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	<title>Aloysio Nunes Ferreira &#8211; PDT</title>
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		<title>Ciro acha possível Dilma reverter o impeachment no Senado</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 04 Jun 2016 14:31:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Aloysio Nunes Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[Ciro Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[II Salao do Livro Político]]></category>
		<category><![CDATA[Marcio Porchman]]></category>
		<category><![CDATA[São Paulo]]></category>
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					<description><![CDATA[O ex-ministro Ciro Gomes, ao participar do debate “O impeachment de 1992 e o golpe de 2016”, que encerrou o II Salão do Livro Político, em São Paulo, anteontem (02/6), disse que acredita que seja possível reverter o impeachment de Dilma no Senado, mas será preciso enfrentar “a ofensiva de suborno e esculhambação”  que deve...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O ex-ministro Ciro Gomes, ao participar do debate “O impeachment de 1992 e o golpe de 2016”, que encerrou o II Salão do Livro Político, em São Paulo, anteontem (02/6), disse que acredita que seja possível reverter o impeachment de Dilma no Senado, mas será preciso enfrentar “a ofensiva de suborno e esculhambação”  que deve estar acontecendo na tentativa de impedir que  senadores revertam o impeachment, no voto.</p>
<p>Tendo ao seu lado, também como debatedora, a presidente da UNE, Carina Vitral;  o economista Marcio Pochmann, ligado ao PT e o jurista Alysson Leandro Mascaro, Ciro analisou comparativamente  os dois processos de impedimento que aconteceram recentemente no Brasil, após a volta das eleições diretas para a presidência da República.</p>
<p>“O Collor conseguiu a proeza de fazer o consenso na sociedade contra ele, um consenso que alcançou a plutocracia brasileira. Tudo começou com uma entrevista do irmão dele, denunciando o esquema de centralização da corrupção. E tudo foi provado. Conseguimos fazer um link que indicou a sua culpabilidade individual. Mapeamos o dinheiro da corrupção e chegamos até a compra do Fiat Elba, estabelecendo o nexo doloso”, explicou Ciro.</p>
<p>Acrescentou que no caso de Dilma, foi completamente diferente porque não houve consenso da sociedade sobre a sua saída, pelo contrário,  ante as contradições do processo de impeachment, construiu-se um consenso no campo progressista contra o impeachment.</p>
<p>Mas há questões ainda a serem discutidas e amadurecidas.</p>
<p> “Se a gente quer merecer de novo o respeito do conjunto da sociedade, precisamos entender porque nós, autorreferidos intérpretes do interesse popular, estamos sendo escorraçados do poder”, disse.</p>
<p>Sobre Michel Temer, foi enfático:</p>
<p>“ Temer é um sem voto, era o último deputado votado no Estado de São Paulo. Um pilantra desde sempre, enrolado com corrupção no porto de Santos, enrolado em todo o tipo de corrupção”, afirmou Ciro ao definir o presidente interino, com a experiência de ter sido</p>
<p>ex-ministro da Fazenda (Itamar Franco), da Integração Nacional (primeiro governo Lula),  ex-governador do Ceará, ex-prefeito de Fortaleza e deputado federal e estadual.</p>
<p>Ciro não poupou Dilma, disse que ela trocou a política pela ‘marquetagem’ e jamais poderia ter mentido para a sociedade na campanha eleitoral de 2014.</p>
<p>“Tem coisas que são trivialmente inteligíveis pelo povo. Em São Paulo, 32 dias após a posse de Dilma, houve um ‘tarifaço’ de 72% na energia elétrica. O mandato começa a ruir quando você o constrói em cima de uma coluna mentirosa”, argumentou.</p>
<p>Ciro também não poupou o “bom amigo e companheiro” Lula, a quem responsabilizou pelas péssimas alianças feitas pelo PT  a partir do segundo mandato presidencial que definiu como “a escalada do golpe”.</p>
<p>“Colocar o Michel Temer e o Eduardo Cunha na linha de sucessão do país em nome de medo de CPI, de tempo de televisão, é um crime de lesa pátria”, argumentou.</p>
<p>Como outros participantes dos debates do II Salão do Livro Político, Ciro enfatizou que a regra no Brasil não é a democracia, mas sim os golpes, o autoritarismo, destacando o fato de que somente três presidentes da República terminaram o mandato desde o pós-guerra: Juscelino Kubitschek, Fernando Henrique Cardoso e Luís Inácio Lula da Silva.</p>
<p>“O golpe não foi feito para o Michel Temer. O golpe foi feito para produzir efeitos estratégicos, como gerar excedentes fiscais para honrar o serviço da dívida pública, que está na iminência de uma crise bancária. A razão central é essa.”</p>
<p>O fato de nenhum chefe de Estado ter feito comunicação com o presidente interino e a repercussão negativa da opinião pública internacional também foram ressaltadas como positivas para a manutenção da luta pelo mandato de Dilma dentro da institucionalidade.</p>
<p>“Eu penso que é possível reverter o quadro no Senado. Não é tarefa fácil porque, agora, o suborno e a esculhambação [vão acontecer]. Eu alimento essa esperança e luto por ela. Estou disposto a fazer qualquer sacrifício para ajudar a presidenta Dilma. Se a gente voltar para lá [presidência da República] e resolver a nossa relação com povo, teremos que fazer um mea-culpa e entender que o nosso lado não pode fazer esse tipo de coisa.”</p>
<p>Veja o video:</p>
<p>https://youtu.be/0MYjW7HVLFA</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Glenn Greenwald questiona contatos de Aloysio Nunes Ferreira nos EUA</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 20 Apr 2016 19:11:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Aloysio Nunes Ferreira]]></category>
		<category><![CDATA[EUA]]></category>
		<category><![CDATA[intervenção]]></category>
		<category><![CDATA[Republica de Bananas]]></category>
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					<description><![CDATA[O jornalista norte-americano Glenn Greenwald, em matéria publicada no jornal “The Intercept” sobre o impeachment da presidente Dilma Rousseff, chama a atenção para a viagem aos Estados Unidos do senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), um dos líderes do movimento para afastar a presidente Dilma da presidência da República, no dia seguinte à votação do impeachment...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<p>O jornalista norte-americano Glenn Greenwald, em matéria publicada no jornal “The Intercept” sobre o impeachment da presidente Dilma Rousseff, chama a atenção para a viagem aos Estados Unidos do senador Aloysio Nunes Ferreira (PSDB-SP), um dos líderes do movimento para afastar a presidente Dilma da presidência da República, no dia seguinte à votação do impeachment na Câmara. Glenn Greenwald foi o jornalista que revelou ao mundo o agente da NSA Edward Snowden e suas denúncias em relação aos crimes cometidos pela inteligência americana.</p>
<p>Segundo o jornalista, Aloysio Nunes viajou para Washington “para participar de três dias de reuniões com várias autoridades norte-americanas, além de lobistas e pessoas influentes próximas a Clinton e outras lideranças políticas”.</p>
<p>Greenwald detalhou:</p>
<p>“Nunes vai se reunir com o presidente e um membro do Comitê de Relações Internacionais do Senado dos Estados Unidos, Bob Corker (republicano, do estado do Tennessee) e Ben Cardin (democrata, do estado de Maryland);  com o Subsecretário de Estado e ex-Embaixador no Brasil, Thomas Shannon, além de comparecer a um almoço promovido pela empresa lobista de Washington, Albright Stonebridge Group, comandada pela ex-Secretária de Estado de Clinton, Madeleine Albright e pelo ex-Secretário de Comércio do ex-presidente Bush e ex-diretor-executivo da empresa Kellogg, Carlos Gutierrez”.</p>
<p>O jornalista revelou também que a Embaixada Brasileira em Washington e o gabinete do Senador Aloysio Nunes, consultados, despistaram afirmando que “não tinham maiores informações a respeito” do almoço e da visita do político brasileiro.</p>
<p>Greenwald destacou na mesma matéria o papel dos Estados Unidos no golpe de 64 e ressaltou o fato de que Aloysio Nunes, como presidente da Comissão de Relações e Defesa Nacional do Senado brasileiro, tem defendido uma maior aproximação do Brasil com os EUA e o Reino Unido.  Cita também o fato de que Nunes “foi fortemente apontado em denúncias de corrupção”.</p>
<p>Destaca também que a sua viagem aos Estados Unidos “foi divulgada como ordem do próprio Temer, que está agindo como se já governasse o Brasil”. Diz ainda que Temer estaria incomodado com as constante denuncias da imprensa internacional de que está acontecendo um golpe de estado no Brasil e teria enviado Aloysio Nunes aos Estados Unidos “para lançar uma contraofensiva de relações públicas”, informação inclusive divulgada pelo jornal “Folha de São Paulo”.</p>
<p>Temer estaria também “abertamente preocupado e furioso com a denúncia do impeachment pela Organização de Estados Americanos, apoiada pelo Estados Unidos, cujo secretário-geral, Luis Almagro, disse que estava “preocupado com <a> credibilidade de alguns daqueles que julgarão e decidirão o processo” contra Dilma.</p>
<p>&nbsp;</p>
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