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	<title>Alceu Collares &#8211; PDT</title>
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	<title>Alceu Collares &#8211; PDT</title>
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		<title>Alceu Collares: um eterno defensor da independência do cidadão brasileiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 07 Sep 2017 22:09:57 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Alceu Collares]]></category>
		<category><![CDATA[O Voto e o Pão]]></category>
		<category><![CDATA[PDT]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="690" height="436" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/09/Alceu-Collares-em-discurso-com-Brizola.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" fetchpriority="high" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/09/Alceu-Collares-em-discurso-com-Brizola.jpg 690w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/09/Alceu-Collares-em-discurso-com-Brizola-100x63.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/09/Alceu-Collares-em-discurso-com-Brizola-300x190.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/09/Alceu-Collares-em-discurso-com-Brizola-142x90.jpg 142w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/09/Alceu-Collares-em-discurso-com-Brizola-600x379.jpg 600w" sizes="(max-width: 690px) 100vw, 690px" />O pedetista Alceu Collares completa hoje 90 anos. O fato ocorre justamente na data que marca a independência do Brasil. Coincidência? Nenhuma. Para o Trabalhismo, o gaúcho nascido na localidade do Povo Novo, em Bagé (RS), representa o que há de mais puro e autêntico da força ideológica que &#8220;peleia&#8221; por uma nação mais justa,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="690" height="436" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/09/Alceu-Collares-em-discurso-com-Brizola.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/09/Alceu-Collares-em-discurso-com-Brizola.jpg 690w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/09/Alceu-Collares-em-discurso-com-Brizola-100x63.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/09/Alceu-Collares-em-discurso-com-Brizola-300x190.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/09/Alceu-Collares-em-discurso-com-Brizola-142x90.jpg 142w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/09/Alceu-Collares-em-discurso-com-Brizola-600x379.jpg 600w" sizes="(max-width: 690px) 100vw, 690px" /><p>O pedetista Alceu Collares completa hoje 90 anos. O fato ocorre justamente na data que marca a independência do Brasil. Coincidência? Nenhuma. Para o Trabalhismo, o gaúcho nascido na localidade do Povo Novo, em Bagé (RS), representa o que há de mais puro e autêntico da força ideológica que &#8220;peleia&#8221; por uma nação mais justa, igual e democrática.</p>
<p>Das trincheiras, o primeiro e único governador do &#8220;Rio Grande&#8221; e ex-deputado federal segue a lutar, pois gosta de ressaltar: &#8220;Venho dos rincões da pobreza, filho de pai negro e mãe índia.”</p>
<p>Em sua homenagem, reapresentamos o poema &#8220;O Voto e o Pão&#8221;, que mostra, em palavras, um bravo sentimento de paixão não só pelo povo gaúcho, mas por toda a nação brasileira.</p>
<p>São versos inquietantes, escritos em 1977, de um homem que passou a vida servindo ao país e representando um dos maiores exemplo para cada militante do PDT.</p>
<p>O VOTO E O PÃO<br />
(Alceu Collares)</p>
<p>Mandam no teu destino.<br />
Mas ele é teu, meu irmão.<br />
Ergue teus braços finos<br />
E acaba com a exploração<br />
Faz tua revolução!</p>
<p>O voto é tua única arma.<br />
Põe teu voto na mão.<br />
O voto é tua única arma.</p>
<p>Põe teu voto na mão.<br />
O voto é tua única arma<br />
Põe teu voto na mão.</p>
<p>Tua casa está caindo;<br />
Pouca comida tem no fogão;<br />
Tua mulher está mal vestida;<br />
Teu filho de pé no chão.<br />
FAZ TUA REVOLUÇÃO!</p>
<p>O voto e tua única arma;<br />
Põe teu voto na mão.<br />
O voto é tua única arma;<br />
Põe teu voto na mão;<br />
O voto e tua única arma;<br />
Põe teu voto na mão.</p>
<p>Escravismo, feudalismo, capitalismo,<br />
Socialismo, tudo em vão.<br />
Vai milênio, vem milênio.<br />
E continuas na escravidão<br />
FAZ TUA REVOLUÇÃO!</p>
<p>O voto é tua única arma;<br />
Põe teu voto na mão.<br />
O voto é tua única arma;<br />
Põe teu voto na mão.<br />
O voto é tua única arma;<br />
Põe teu voto na mão.</p>
<p>Cristianismo, judaísmo, hinduísmo;<br />
Todos querem a tua salvação.<br />
Tu rezas noite e dia,<br />
Ninguém ouve a tua oração.<br />
Faz tua revolução</p>
<p>O voto e tua única arma;<br />
Põe teu voto na mão<br />
O voto é tua única arma;<br />
Põe teu voto na mão.<br />
O voto e tua única arma;<br />
Põe teu voto na mão.</p>
<p>Construíste, com teu trabalho.<br />
Toda riqueza desta nação;<br />
Por justiça, tens o direito;<br />
Vai pegar o teu quinhão.<br />
FAZ TUA REVOLUÇÃO!</p>
<p>O voto e tua única arma;<br />
Põe teu voto na mão.<br />
O voto é tua única arma;<br />
Põe teu voto na mão.<br />
O voto e tua única arma;</p>
<p>Põe teu voto na mão.<br />
A liberdade é o pão do espírito;<br />
Do corpo, a liberdade é o pão.<br />
Desperta pra luta amigo;<br />
Faz tua revolução.</p>
<p>O voto e tua única arma;<br />
Põe teu voto na mão.<br />
O voto e tua única arma.<br />
Põe o teu voto na mão.<br />
O voto é tua única arma.<br />
Põe teu voto na mão.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Carta-testamento de Getúlio Vargas: 63 anos de um marco nacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 24 Aug 2017 03:00:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Manchete]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Alceu Collares]]></category>
		<category><![CDATA[Carta-testamento]]></category>
		<category><![CDATA[Darcy Ribeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Getúlio Vargas]]></category>
		<category><![CDATA[Leonel Brizola]]></category>
		<category><![CDATA[Palácio do Catete]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="1008" height="1024" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/25b060e98580ddc33c2c2b41a5e3c77d.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/25b060e98580ddc33c2c2b41a5e3c77d.jpg 1008w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/25b060e98580ddc33c2c2b41a5e3c77d-98x100.jpg 98w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/25b060e98580ddc33c2c2b41a5e3c77d-295x300.jpg 295w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/25b060e98580ddc33c2c2b41a5e3c77d-768x780.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/25b060e98580ddc33c2c2b41a5e3c77d-89x90.jpg 89w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/25b060e98580ddc33c2c2b41a5e3c77d-600x610.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1008px) 100vw, 1008px" />“A carta-testamento é um documento digno de ser lido, porque ele é generoso; ele é um texto humano; muito forte”, exaltava Leonel Brizola, durante a disputa da eleição para prefeito da Cidade do Rio de Janeiro, em 2000. O discurso abordava a importância do documento deixado pelo ex-presidente da República, Getúlio Vargas, antes do suicídio,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="1008" height="1024" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/25b060e98580ddc33c2c2b41a5e3c77d.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/25b060e98580ddc33c2c2b41a5e3c77d.jpg 1008w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/25b060e98580ddc33c2c2b41a5e3c77d-98x100.jpg 98w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/25b060e98580ddc33c2c2b41a5e3c77d-295x300.jpg 295w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/25b060e98580ddc33c2c2b41a5e3c77d-768x780.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/25b060e98580ddc33c2c2b41a5e3c77d-89x90.jpg 89w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/25b060e98580ddc33c2c2b41a5e3c77d-600x610.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1008px) 100vw, 1008px" /><p>“A carta-testamento é um documento digno de ser lido, porque ele é generoso; ele é um texto humano; muito forte”, exaltava Leonel Brizola, durante a disputa da eleição para prefeito da Cidade do Rio de Janeiro, em 2000. O discurso abordava a importância do documento deixado pelo ex-presidente da República, Getúlio Vargas, antes do suicídio, que ocorreu em 24 de agosto de 1954, no Palácio do Catete, no Rio de Janeiro, com duas versões: uma manuscrita e outra datilografada. Representativo e impactante, esse posicionamento sempre foi ratificado e ecoado por trabalhistas em cada parte do país.</p>
<p>Ao contextualizar o indicativo da carta, Brizola mostrava o inconsequente ataque que o trabalhista sofria no período. “Havia um ambiente já de golpe de estado, por causa da Petrobras, dos conflitos, tudo isso aí. Ele sentiu. E não quis ser humilhado. Ele ia ser humilhado. Ia ser derrubado. Pressão americana muito grande; cresce no estrangeiro, em outros países. E ele se suicidou e deixou aquela carta.”</p>
<p>“O dia 24 de agosto foi um dia que vocês não têm uma ideia do que foi. O povo, chocado com a morte do presidente, porque aquilo vinha de uma campanha, de uma pressão de campanha terrível, que ele, naquela manhã deu fim à sua vida. E aquilo veio”, explicou, ao completar: “Ele entregou a carta-testamento para João Goulart e mandou que ele saísse daqui, porque ele achava que eles iam destruir a carta-testamento. Mas houve ação de muitos companheiros naquela hora, e fizeram a Rádio Nacional ler a Carta-testamento. Bom, foi um estouro.”</p>
<p>Segundo o líder pedetista, a divulgação da morte potencializou a reação da população. “Vocês sabem que o povo saiu em fúria pelas ruas, por toda a parte, quebrando tudo. Compreendeu? Quebrando tudo. Quebraram os jornais inimigos, os jornais de Chateaubriand; queimaram consulados americanos; o que era firma americana, quebraram tudo, incendiaram. O próprio Exército só depois, mais tarde (quando amainou um pouco a situação) é que saiu nas ruas.”</p>
<p>O ex-senador e antropólogo, Darcy Ribeiro, ratificava que Getúlio foi o maior dos estadistas brasileiros. “Foi também o mais amado pelo povo e o mais detestado pelas elites. Tinha de ser assim. Getúlio obrigou nosso empresariado urbano de descendentes de senhores de escravos a reconhecer os direitos dos trabalhadores. Os politicões tradicionais, coniventes, senão autores da velha ordem, banidos por ele do cenário político, nunca o perdoaram”, indicou.</p>
<p>Para ele, Getúlio governou o Brasil durante 15 anos sob a legitimação revolucionária, foi deposto, retornou, pelo voto popular, para mais cinco anos de governo. “Enfrentou os poderosos testas-de-ferro das empresas estrangeiras, que se opunham à criação da Petrobras e da Eletrobrás, e os venceu pelo suicídio, deixando uma carta-testamento, que é o mais alto e mais nobre documento político da história do Brasil”, acrescentou, ao considerar o documento essencial na história brasileira contemporânea.</p>
<p>Darcy relata ainda que o efeito do suicídio de Getúlio foi uma revirada completa. Segundo ele, a opinião pública, antes anestesiada pela campanha da imprensa, percebeu que se tratava de um golpe contra os interesses nacionais e populares. “Era a direita que estava assumindo o poder e que Getúlio fora vítima de uma vasta conspiração. Os testas-de-ferro das empresas estrangeiras e o partido direitista, que esperavam apossar-se do poder, entraram em pavor e refluíram. As forças armadas redefiniram sua posição, o que ensejou condições para a eleição de Juscelino Kubitscheck”, ponderou.</p>
<p>No relato do enterro, uma passagem emocionante. “O translado do corpo de Getúlio, do Palácio do Catete até o Aeroporto Santos Dumont foi a maior, a mais chorosa e mais dramática manifestação pública que se viu no Brasil. Pode-se avaliar bem o pasmo e a revolta do povo brasileiro ante esta série de acontecimentos trágicos, que induziram seu líder maior ao suicídio como forma extrema de reverter a sequência política que daria fatalmente o poder à direita.</p>
<p><strong>Era Vargas</strong></p>
<p>Para o ex-governador do Rio Grande do Sul e ex-deputado federal, Alceu Collares, a trajetória de Vargas mostrava seu comprometimento com o povo. “Getúlio Vargas, em 1930, chegou ao poder na crista de uma revolução, com a oligarquia. Neiva Moreira sabe disso: Getúlio chegou com a oligarquia, com as elites. Se tivesse se mantido fiel àquelas elites, não teria apeado do poder. É que, chegando ao poder, marchou de forma resoluta, corajosa e forte, porque era um socialista”, ressaltou.</p>
<p>“Ninguém até hoje fez 10% do que Getúlio fez. Não foram apenas a industrialização e a introdução da modernização da agricultura no nosso País, que começou com o café, em São Paulo. Foi ele quem fez os grandes investimentos. Quem fez a maior quantidade de estradas, de portos, de aeroportos? Quem fez o BNDES, a Vale do Rio Doce, a Companhia Siderúrgica Nacional, a PETROBRAS, a ELETROBRÁS?”, completou, em um discurso vibrante na Câmara dos Deputados, em 2005.</p>
<p>Getulista, Brizola falava, com orgulho, do conterrâneo gaúcho. “Hoje, as estatísticas mostram que foram os anos que o Brasil mais progrediu, mais avançou; e que o produto econômico mais cresceu foram naqueles anos do presidente Vargas. Aí nasceu a Petrobras. Aí começaram os primeiros passos de outras grandes iniciativas. Morre o presidente Vargas, em 54, e o país viveu um momento difícil”, comentou.</p>
<p>Já Darcy relembrava que os intelectuais esquerdistas e os comunistas não se consolavam de terem perdido para Getúlio a admiração e o apoio da classe operária. “Com eles, o estamento gerencial das multinacionais. Getúlio foi o líder inconteste da Revolução de 1930. Tendo exercido antes importantes cargos, Getúlio pôde se pôr à frente do punhado de jovens gaúchos que, aliados a jovens oficiais do Exército, os tenentistas, desencadearam a Revolução de Trinta. A única que tivemos digna desse nome, pela profunda transformação social modernizadora que operou sobre o Brasil”, disse.</p>
<p><strong>Leia abaixo a íntegra da Carta-testamento de Getúlio Vargas:</strong></p>
<blockquote><p><strong>&#8220;</strong>Mais uma vez as forças e os interesses contra o povo coordenaram-se e se desencadeiam sobre mim. Não me acusam, insultam; não me combatem, caluniam; e não me dão o direito de defesa. Precisam sufocar a minha voz e impedir a minha ação, para que eu não continue a defender, como sempre defendi, o povo e principalmente os humildes. Sigo o destino que me é imposto. Depois de decênios de domínio e espoliação dos grupos econômicos e financeiros internacionais, fiz-me chefe de uma revolução e venci. Iniciei o trabalho de libertação e instaurei o regime de liberdade social. Tive de renunciar. Voltei ao governo nos braços do povo. A campanha subterrânea dos grupos internacionais aliou-se à dos grupos nacionais revoltados contra o regime de garantia do trabalho. A lei de lucros extraordinários foi detida no Congresso. Contra a Justiça da revisão do salário mínimo se desencadearam os ódios. Quis criar a liberdade nacional na potencialização das nossas riquezas através da Petrobras, mal começa esta a funcionar a onda de agitação se avoluma. A Eletrobrás foi obstaculada até o desespero. Não querem que o povo seja independente. Assumi o governo dentro da espiral inflacionária que destruía os valores do trabalho. Os lucros das empresas estrangeiras alcançavam até 500% ao ano. Nas declarações de valores do que importávamos existiam fraudes constatadas de mais de 100 milhões de dólares por ano. Veio a crise do café, valorizou-se nosso principal produto. Tentamos defender seu preço e a resposta foi uma violenta pressão sobre a nossa economia a ponto de sermos obrigados a ceder. Tenho lutado mês a mês, dia a dia, hora a hora, resistindo a uma pressão constante, incessante, tudo suportando em silêncio, tudo esquecendo e renunciando a mim mesmo, para defender o povo que agora se queda desamparado. Nada mais vos posso dar a não ser o meu sangue. Se as aves de rapina querem o sangue de alguém, querem continuar sugando o povo brasileiro, eu ofereço em holocausto a minha vida. Escolho este meio de estar sempre convosco. Quando vos humilharem, sentireis minha alma sofrendo ao vosso lado. Quando a fome bater à vossa porta, sentireis em vosso peito a energia para a luta por vós e vossos filhos. Quando vos vilipendiarem, sentireis no meu pensamento a força para a reação. Meu sacrifício vos manterá unidos e meu nome será a vossa bandeira de luta. Cada gota de meu sangue será uma chama imortal na vossa consciência e manterá a vibração sagrada para a resistência. Ao ódio respondo com perdão. E aos que pensam que me derrotam respondo com a minha vitória. Era escravo do povo e hoje me liberto para a vida eterna. Mas esse povo, de quem fui escravo, não mais será escravo de ninguém. Meu sacrifício ficará para sempre em sua alma e meu sangue terá o preço do seu resgate. Lutei contra a espoliação do Brasil. Lutei contra a espoliação do povo. Tenho lutado de peito aberto. O ódio, as infâmias, a calúnia não abateram meu ânimo. Eu vos dei a minha vida. Agora ofereço a minha morte. Nada receio. Serenamente dou o primeiro passo no caminho da eternidade e saio da vida para entrar na história.<strong>&#8220;</strong></p>
<p>&nbsp;</p></blockquote>
<p>Leia também o artigo <a href="http://pdt-rj.org.br/index.php/o-peito-de-vargas-ainda-sangra/" data-wpel-link="internal"><strong>&#8220;O peito de Vargas ainda sangra&#8221;.</strong></a></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Confira abaixo as imagens da carta-testamento nas versões manuscrita e datilografada.</p>
<figure id="attachment_54963" aria-describedby="caption-attachment-54963" style="width: 461px" class="wp-caption alignnone"><img loading="lazy" decoding="async" class="wp-image-54963 size-full" src="http://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Carta-testamento-Manuscrita.png" alt="" width="461" height="685" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Carta-testamento-Manuscrita.png 461w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Carta-testamento-Manuscrita-67x100.png 67w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Carta-testamento-Manuscrita-202x300.png 202w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Carta-testamento-Manuscrita-61x90.png 61w" sizes="auto, (max-width: 461px) 100vw, 461px" /><figcaption id="caption-attachment-54963" class="wp-caption-text"><em>Carta-testamento – manuscrita</em></figcaption></figure>
<p><img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-54964 size-full" src="http://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Carta-testamento-Página-1.png" alt="" width="406" height="704" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Carta-testamento-Página-1.png 406w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Carta-testamento-Página-1-58x100.png 58w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Carta-testamento-Página-1-173x300.png 173w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Carta-testamento-Página-1-52x90.png 52w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /> <img loading="lazy" decoding="async" class="alignnone wp-image-54965 size-full" src="http://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Carta-testamento-Página-2.png" alt="" width="406" height="556" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Carta-testamento-Página-2.png 406w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Carta-testamento-Página-2-73x100.png 73w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Carta-testamento-Página-2-219x300.png 219w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/08/Carta-testamento-Página-2-66x90.png 66w" sizes="auto, (max-width: 406px) 100vw, 406px" /></p>
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		<title>Nadyr Rosseti: corpo e alma rebeldes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 17 Jul 2017 19:54:01 +0000</pubDate>
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<p>Rosseti se interessou pela política ainda na sua juventude e foi na Universidade Federal do Rio Grande do Sul (UFRGS) que ele ajudou a fundar o Centro Tobias Barreto. Assim, iniciou sua militância estudantil no núcleo de estudos filosóficos. Após formar-se advogado em 1962, retornou a Caxias do Sul, onde passou a exercer a profissão juntamente com o vereador Pedro Simon.</p>
<p>Na década de 60, período de efervescência popular, que ele se aproximou do Trabalhismo. Reconheceu em Leonel Brizola, ainda em 1961, uma liderança patriótica à ser seguida na Campanha da Legalidade.</p>
<p>Com João Goulart presidente, na época, que Nadyr se elegeu pela primeira vez para um cargo político. Foram 723 votos que lhe garantiram a vaga na Câmara de Vereadores de Caxias do Sul, em 1964, pelo PTB.</p>
<p>Seus discursos muito bem posicionados na defesa das reformas de base o aproximou de expressivas figuras políticas da cidade, entre elas: o advogado da Aliança Socialista Percy Vargas de Abreu e Lima, o médico Henrique Ordovaz, que também era o então presidente do Sindicato dos Metalúrgicos Bruno Segalla.</p>
<p>Era um time de Ouro que ainda contava com o trabalhista sindicalista, Abílio Webber, e o comunista Ernesto Bernardi (ARS), ambos suplentes da Legislatura.</p>
<p>A militância de Nadyr pelo PTB tomava fim com o golpe militar de 1964. Ainda na fatídica sessão ordinária de 20 de Abril de 1964 foram cassados os companheiros de Rosseti da Aliança Republicana Socialista. Mansueto Serafini conta que ele estava em um bar com Percy quando a cassação aconteceu.</p>
<p>O pioneiro de 11 de Abril de 1964, mesmo dia da posse de Castelo Branco, estampava o nome de mais de 20 presos políticos. Entre eles, os caxienses Bruno Segalla, Ernesto Bernardi, Luiz Pizetti e o trabalhista Darwin Corsetti.</p>
<p>O governo militar dava como extinto toda as atividades do PTB, colocando-o, assim, na ilegalidade. A alternativa encontrada por muitos trabalhistas e comunistas foi o MDB – Movimento Democrático Brasileiro. Foi assim, com a proximidade à Pedro Simon, que Nadyr Rosseti usou esse instrumento de oposição à ditadura para ser eleito presidente da Câmara de Vereadores de Caxias do Sul, em 1965.</p>
<p>Foi eleito deputado federal pelo Rio Grande do Sul de 1967 à 1976. Seus discursos em defesa da agricultura familiar, reforma agrária e dos trabalhadores demandavam o necessário enfrentamento dos empresários da celulose de São Francisco de Paula (RS), como pode ser comprovado nos arquivos disponíveis no site da Câmara dos Deputados.</p>
<p>Nadyr apoiava grupos de oposição ao governo militar clandestinamente. Ajudava com panfletos e mantimentos. Foi num churrasco, no interior do Estado, que em seu discurso disse que o governo dos militares “cairia de podre”. Isso em 1976, no governo de Ernesto Geisel.</p>
<p>O governo Geisel foi uma gestão de intervenção direta no parlamento. Em 29 de Março de 1976 dia alusivo ao golpe de 1964, Nadyr Rosseti tem seu mandato cassado pela ditadura junto com o deputado gaúcho Muller, fruto da ferrenha oposição ao regime. Ele contava que Pedro Simon negociou a sua cassação, conforme visto no livro “Autênticos do MDB”, o que estremeceu a relação dos dois. Nadyr, ainda em 70, já tinha proposto a dissolução do MDB, que pra ele não representava mais à oposição ao regime.</p>
<p>Sem mandato, Nadyr se empenha na campanha da anistia ampla e irrestrita, além de frequentar sindicatos e movimentos sociais. A campanha sai vitoriosa, em 1979, e, com a volta dos exilados, ele se aproxima novamente de Leonel Brizola na intenção de refundar o PTB.</p>
<p>Brizola perde os direitos da sigla em uma manobra de Golbery, o PTB vai para as mãos de Ivete Vargas e, com isso, a alternativa que surge é a fundação do PDT. Nadyr Rosseti, ao lado de Agenor Basso, Walter Buselatto, Bruno Segalla e Régis Prestes ajudam a criar o partido na cidade de Caxias do Sul.</p>
<p>Com seus direitos políticos estabelecidos pela Lei da Anistia, concorre em 1982 à deputado federal e é eleito, dessa vez, pelo PDT de Brizola. Empossado em fevereiro de 1983, inicia então seu mandato de caráter patriota e socialista.</p>
<p>Na famosa sessão de 25 de abril de 1984, vota à favor da emenda de Dante para restabelecer as eleições diretas para presidente da República no Brasil, porem não houve êxito. Só haveria, então, eleições, porém indiretas, em 1985, com a vitória da chapa de Tranquedo Neves, apoiada pelo PDT.</p>
<p>Rosseti não consegue a reeleição à Câmara de Deputados, em 1986. Em 1988, concorre à prefeitura de Caxias do Sul no sacrifício, dado que no decorrer de sua vida ele enfrentou problemas de saúde, pois era um fumante compulsivo, segundo relatam companheiros mais antigos. Ainda assim, ficou em terceiro lugar. O prefeito eleito pelo PFL, Mansueto Serafini, depois viria à se filiar no PDT.</p>
<p>Essa foi a última eleição disputada por Rosseti. Em 1989, ele percorre o estado com Leonel Brizola na primeira eleição presidencial pós-ditadura. Seu retrato na campanha é visto, na cidade de Caxias do Sul, no Bar 13, ao lado de Segalla e Brizola. Infelizmente, saímos derrotados.</p>
<p>Afastado da política, ele volta a exercer sua profissão de advogado e cuidar de suas propriedades. Era casado com Cecília Conde Rosseti, com quem teve uma filha. Ele faleceu no dia 16 de outubro de 1997, com apenas 60 anos.</p>
<p>Para o PDT, o ex-deputado caxiense representa a altivez do trabalhismo. As lideranças do partido sempre destacaram sua importância.</p>
<p>O secretário-geral do partido e presidente da Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini, Manoel Dias, ressaltou que “Nadyr era uma personalidade cativante e acima de tudo um nacionalista”.</p>
<p>Kallil Sebhe Neto lembra que era deputado estadual quando recebeu a notícia do falecimento de Nadyr Rosseti, na sessão de 22 de Outubro de 1997. Na oportunidade, Sebhe fez um discurso homenageando a trajetória do exímio trabalhista. “Foi uma das Glórias do PDT”, disse. Além disso, o parlamentar fez a doação de um quadro de Rosseti, que, hoje, se encontra na sede do partido em Caxias do Sul.</p>
<p>Outra liderança trabalhista histórica na cidade da Serra Gaúcha, o ex-prefeito Alceu Barbosa Velho, que pretende retomar a cadeira do PDT caxiense na Câmara Federal, vê em Nadyr Rosseti uma inspiração política e ideológica.</p>
<p>No dia 17 de Julho de 2017, lembramos, portanto, que Nadyr Rosseti poderia estar entre nós, pois completaria 80 anos. Nesse momento, com o parlamento desacreditado e entregue aos interesses antipopulares e antinacionais, que falta faz um homem que não curvou a espinha, nem nos anos de chumbo.</p>
<p>Homem que tinha coragem de ser trabalhista, mesmo quando isso poderia significar a própria morte, dada a repressão da ditadura. Nadyr tomou muitos golpes, e isso lhe fez um deputado diferenciado.</p>
<p>Na história do PDT e do trabalhismo, quando falarmos dos grandes parlamentares da sigla, lá também estará Nadyr Rosseti. Certamente, ao lado de Fernando Ferrari, Ruy Ramos, Neiva Moreira e Alceu de Deus Collares.</p>
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<p><em><strong>*Jonatan Fogaça é metalúrgico, presidente da Comissão Provisória do Movimento Sindical do PDT em Caxias do Sul (RS) e diretor do Sindicato dos Metalúrgicos local. Enquanto universitário, o pedetista foi coordenador do Centro.</strong></em></p>
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