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	<title>Adolf Hitler &#8211; PDT</title>
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		<title>Quarentena na vida temente da pós-modernidade: a doença como ameaça</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 13 Apr 2020 19:02:08 +0000</pubDate>
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<p>Longe do homem ser um lobo caçando o próprio lobo, digo, caçando e explorando o próprio homem. A civilização, resultado do conhecimento iluminista, seria o encontro da quase perfeição do homem, graças ao conhecimento científico racional. A sociologia e a filosofia não ficaram atrás. Como resultado desse conhecimento, os homens construíram normas e conceitos de ética e moral para organizar e humanizar o convívio entre os homens. Elevando-os do fundo da caverna escura da ignorância, colocando todos no exercício do livre arbítrio. A ética surge como expressão prática da moral e assume o status de base e fundamento da metafísica dos valores e costumes de um povo.</p>
<p>– Assim falou Zaratustra!</p>
<p>– Não.</p>
<p>–Assim falou Kant, com seu absoluto imperativo categórico.</p>
<p>A  história pois do homem seria uma linha reta da revelação progressiva da verdade. O obscurantismo seria desvelado com a luz do conhecimento científico que libertaria a humanidade da condição de escravo da fé e do fanatismo religioso. Mas que nada.</p>
<p>Depois da Primeira Guerra Mundial, ainda veio a Segunda Guerra, que foi de 1939 a 1945, com milhões de mortes como resultado da irracionalidade que surge da racionalidade bélica industrial nazista. Inaugurada em 1933, com a chegada de Adolf Hitler ao poder na Alemanha, depois de usar o ambiente instável criado pelo Tratado de Versalhes para instigar na população alemã o seu adormecido instinto bárbaro. Graças a Deus, no caminho, apareceu o encontro dos três grandes: Churchill, Roosevelt e Stalin para derrotar a loucura da irracionalidade.</p>
<p>Depois dessa fase com uma vasta bibliografia, indispensável para ser lida nessa fase estressante de confinamento contra o coronavírus, surge a contestação das virtudes da modernidade. Aparece, o que passou a ser teorizado como o período pós moderno. O que se passou a chamar até de corte epistemológico do conhecimento (Althusser) e corte pós modernidade (Foucault). Etc.</p>
<p>Dando um salto, devemos agora, em abril de 2020 do século XXI, estar vivendo o período pós da pós-modernidade. Porque a certeza da ciência se surpreendeu com a incerteza diante da vida e da morte. A morte nunca esteve tão presente em nosso cotidiano. Sem guerra bélica, mas numa guerra invisível de vírus e bactérias, que o &#8220;conhecimento é poder&#8221; possa vencer.</p>
<p>A temeridade que vivemos hoje, sem toques e encontros físicos, pode se aplicar muito bem àquela frase que marca essa atualidade de uma Guerra Mundial contra a colonização irracional do que prometia a ciência que procurou se colocou no lugar de Deus: &#8220;Deus está morto. Marx está morto. E eu também não estou me sentindo muito bem.&#8221;</p>
<p>Talvez seja por isso que Santo Agostinho, certa vez, chamou os cientistas e filósofos de pretensiosos: &#8221; Vós, os soberbos!&#8221;</p>
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