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	<title>Sindical &#8211; PDT</title>
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	<title>Sindical &#8211; PDT</title>
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		<title>Carlos Lupi homologa reestruturação do Movimento Sindical do PDT no RJ</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 27 Jun 2022 18:24:12 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="789" height="392" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/06/1-Personalizado.jpeg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" fetchpriority="high" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/06/1-Personalizado.jpeg 789w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/06/1-Personalizado-300x149.jpeg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/06/1-Personalizado-100x50.jpeg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/06/1-Personalizado-768x382.jpeg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/06/1-Personalizado-181x90.jpeg 181w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/06/1-Personalizado-600x298.jpeg 600w" sizes="(max-width: 789px) 100vw, 789px" />Presidente aprova ainda proposta de inclusão de sindicalistas nas coordenações de Ciro e Rodrigo Neves A reestruturação do Movimento Sindical do PDT no estado do Rio de Janeiro foi homologada, nesta segunda-feira (27), pelo presidente nacional do partido, Carlos Lupi, após reunião na sede da Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini (FLB-AP), no Centro da...]]></description>
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<p>A reestruturação do Movimento Sindical do PDT no estado do Rio de Janeiro foi homologada, nesta segunda-feira (27), pelo presidente nacional do partido, Carlos Lupi, após reunião na sede da Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini (FLB-AP), no Centro da capital fluminense. O servidor público Eduardo Chamarelli assumiu a presidência da nova direção.</p>
<p>Além de aprovar conjuntamente a proposta de inclusão de sindicalistas nas coordenações das pré-campanhas de Ciro Gomes e Rodrigo Neves, que almejam os cargos de presidente da República e de governador fluminense, respectivamente, Lupi anunciou a organização de debates sobre o tema em âmbito nacional.</p>
<p>“O fortalecimento do movimento sindical é uma prioridade histórica do PDT, que é um partido trabalhista. Através do diálogo entre capital e trabalho, seguiremos lutando para garantir direitos e retomar o pleno emprego”, afirmou Lupi, que foi ministro do Trabalho e Emprego.</p>
<p>Vice-presidente da Federação dos Servidores Públicos Municipais no Estado do Rio de Janeiro (FESEP-RJ) e diretor financeiro da Central dos Trabalhadores e Trabalhadoras do Brasil no Rio de Janeiro (CTB-RJ), Eduardo Chamarelli salientou que a atual composição apresenta um perfil amplo e representativo, com representantes das principais centrais sindicais do país.</p>
<p>“Com Ciro Gomes, Rodrigo Neves e os postulantes do PDT ao legislativo, avançaremos na construção de propostas claras em prol da classe trabalhadora, que passa por um momento de perda de direitos, de desemprego e de informalidade, bem como dos aposentados”, explicou Chamarelli, que também é diretor nacional de Relações Internacionais do movimento pedetista.</p>
<p>“É tempo de retomar o progresso, a qualificação profissional e o pleno emprego para o Rio de Janeiro voltar a crescer. Estaremos firmes nesta luta”, completou.</p>
<p>Confira a composição da atual direção:</p>
<p>Presidente: Eduardo Chamarelli</p>
<p>1º vice-presidente: Bartolomeu França;</p>
<p>2ª vice-presidente: Celina Gonçalves;</p>
<p>Secretário-geral: Luiz Carlos Serafim;</p>
<p>Secretário-adjunto: Luiz da Saúde;</p>
<p>Tesoureiro-geral: Urbano Valle;</p>
<p>Tesoureiro-adjunto: Walney;</p>
<p>Coordenador sindical da Capital: Carlos Cruz;</p>
<p>Coordenador Sindical da Baixada Fluminense: Talita Barbosa;</p>
<p>Coordenadora sindical da Região Serrana: Kátia Borges;</p>
<p>Coordenador sindical da Região Litorânea: Cláudio Vigilante;</p>
<p>Coordenadora sindical do Sul Fluminense: Georvânio P. Silva Souza;</p>
<p>Coordenadora sindical do Norte Fluminense: Elaine Leão;</p>
<p>Conselho Político: Natalino Bernardo, Hélio Santos, Humberto Lemos, Vitor Duque, Marcelo Peres, Kerlem Gaia, Luiz Cláudio, Antônio Carlos, José Cerqueira e Rodrigo Peixoto.</p>
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		<title>A luta é pelo trabalhador</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Aug 2020 17:20:41 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Manchete]]></category>
		<category><![CDATA[Movimento Comunitário Trabalhista]]></category>
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		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
		<category><![CDATA[Notícia em destaque]]></category>
		<category><![CDATA[Sindical]]></category>
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<p>Carlos Lupi, presidente nacional do PDT, começou o programa afirmando a comunhão entre os dois movimentos. “Não existe um movimento comunitário que não tenha vínculo com o sindical. Quer seja na posse da terra, na reforma agrária, na área trabalhista, nos locais de trabalho ou nos sindicatos”, explicou.</p>
<p>Juntos, os dois grupos enfrentam um avanço na retirada de direitos, iniciado com o golpe de 2013 e agravado pelo governo Bolsonaro. A respeito disso, Milton Cavalo diz que a luta sindical teve de retroceder a pautas superadas há quase um século. “Hoje, os sindicatos lutam com uma realidade de garantir minimamente o que, em 1930, Getúlio já estava dando como garantia aos trabalhadores”, lamentou.</p>
<p>A briga hoje é pela manutenção de postos de trabalho e pela garantia de direitos mínimos. O MCT é sensível a essas questões e percebe a necessidade de reformular seu trabalho.</p>
<p>“Vamos ter de nos reinventar. Antes da pandemia, considerávamos a entrega de cestas-básicas em comunidades como assistencialismo. Hoje, não tem para onde correr. As pessoas estão passando fome, sem alternativa, e precisam de um prato de comida”, alertou Jordaci.</p>
<p>O grupo também falou sobre o comportamento do governo brasileiro frente a pandemia. Para Lupi, o auxílio emergencial é insuficiente, mesmo chegando aos R$ 600, por obra do Congresso, valor três vezes acima do proposto pelo Executivo.</p>
<p>“O dinheiro público não é só para proteger as empresas. É, principalmente, para proteger a base da sociedade que garante a existência do dinheiro público, o povo, o trabalhador”, afirmou o presidente do PDT.</p>
<p>Durante a transmissão do “Café com Lupi” também foram exibidos dois vídeos curtos abarcando momentos históricos do trabalho no Brasil: um discurso de Getúlio Vargas aos trabalhadores; e um resumo da gestão de Carlos Lupi a frente do hoje extinto Ministério do Trabalho.</p>
<p>Veja o programa completo abaixo.</p>
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		<item>
		<title>Nota de Solidariedade do PDT Sindical aos trabalhadores petroleiros</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 19 Feb 2020 20:08:20 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Movimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Sindical]]></category>
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<p>Forças essas que, em notório retrocesso social, apostam no fechamento dos espaços e mecanismos de diálogo e entendimento, provocam a retirada de direitos conquistados e a fragilização das instituições públicas encarregadas de dar-lhes eficácia.</p>
<p>O PDT, herdeiro histórico do Trabalhismo brasileiro, entende a função estratégica que o Estado precisa ter no controle da extração e produção do petróleo brasileiro. Foi este o entendimento de Getúlio Vargas ao criar a empresa pública, ainda na década de 50.</p>
<p>Nesse sentido, firme na defesa dos direitos sociais, das instituições públicas do mundo do trabalho, aptas a dar-lhes eficácia, do respeito às organizações sindicais e aos instrumentos coletivos de negociação, o movimento Sindical do PDT presta solidariedade aos petroleiros e afirma sua defesa na democracia, em favor do patrimônio brasileiro e na necessária retomada do crescimento econômico com respeito aos direitos conquistados e aos princípios constitucionais da dignidade humana e dos valores sociais do trabalho.</p>
<p>A luta dos petroleiros é a luta do Trabalhismo e do PDT.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">19 de fevereiro de 2020</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Milton Cavalo</strong></p>
<p style="text-align: center;">Presidente Nacional do PDT Sindical</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>PDT-PE recebe 1º Encontro do Movimento Sindical do partido</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 11 Sep 2017 22:51:13 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="960" height="960" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/09/21462379_1505629836193479_9027124319945183434_n.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/09/21462379_1505629836193479_9027124319945183434_n.jpg 960w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/09/21462379_1505629836193479_9027124319945183434_n-100x100.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/09/21462379_1505629836193479_9027124319945183434_n-300x300.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/09/21462379_1505629836193479_9027124319945183434_n-768x768.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/09/21462379_1505629836193479_9027124319945183434_n-90x90.jpg 90w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/09/21462379_1505629836193479_9027124319945183434_n-266x266.jpg 266w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/09/21462379_1505629836193479_9027124319945183434_n-600x600.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 960px) 100vw, 960px" /><p>O PDT de Pernambuco realiza, nesta terça-feira (12), o 1º Encontro do Movimento Sindical do PDT. O evento reunirá representantes dos diretórios municipais, para debater os direitos trabalhistas e a nova reforma. O evento acontecerá no diretório estadual, onde são esperadas pessoas das mais de 50 pessoas de diversas localidades do estado, como Olinda, Paulista, Sairé, Carpina e Recife. A intenção é formar um grande grupo de discussão sobre o tema.</p>
<p>O evento tem início com uma reflexão de Wellington Batista, tesoureiro do partido, sobre a conjuntura política atual, e segue com Ozéias Caetano, presidente do Movimento Sindical do PDT-PE abrindo as discussões sobre a Reforma.</p>
<p>Na ocasião também serão eleitos os responsáveis por cada setor do Movimento Sindical de Pernambuco.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Defesa da democracia: &#8220;Renuncia, Temer! Eleições Gerais, Já!&#8221;</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 18 May 2017 21:19:01 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Movimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Sindical]]></category>
		<category><![CDATA[defesa da democracia]]></category>
		<category><![CDATA[Fora Temer]]></category>
		<category><![CDATA[Milton Cavalo]]></category>
		<category><![CDATA[Movimento Sindical do PDT]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="683" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/05/Fora-Temer-Diretas-Já.jpeg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/05/Fora-Temer-Diretas-Já.jpeg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/05/Fora-Temer-Diretas-Já-100x67.jpeg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/05/Fora-Temer-Diretas-Já-300x200.jpeg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/05/Fora-Temer-Diretas-Já-768x512.jpeg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/05/Fora-Temer-Diretas-Já-135x90.jpeg 135w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/05/Fora-Temer-Diretas-Já-600x400.jpeg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p>Os fatos que vieram a público por reportagem do jornal O Globo na noite da última quarta-feira (17) e os desdobramentos de quinta-feira (18) não deixam margem a dúvidas sobre qual posicionamento devemos tomar.</p>
<p>O povo brasileiro precisa escolher seu presidente. Por isso, é urgente que Michel Temer renuncie à Presidência e que eleições gerais sejam imediatamente convocadas.</p>
<p>Convocamos nossa militância a ocupar Brasília, na Marcha, na quarta-feira (24).</p>
<p>Vamos juntos, com todas as forças, defender a nossa Democracia, o respeito à vontade popular e dizer um sonoro NÃO às reformas pretendidas por este governo que, cada vez mais, se confirma como ilegítimo e indigno de liderar o nosso povo e o nosso Brasil.</p>
<p>Renuncia, Temer! Eleições Gerais, já!</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;">Milton Cavalo<br />
Presidente &#8211; Nacional do Movimento Sindical PDT</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Milton Cavalo diz que é preciso resistir às reformas do Governo</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 23 Feb 2017 17:56:12 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Movimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Sindical]]></category>
		<category><![CDATA[Leonel Brizola]]></category>
		<category><![CDATA[Milton Cavalo]]></category>
		<category><![CDATA[Movimento Sindical do PDT]]></category>
		<category><![CDATA[PDT]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="1024" height="680" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/02/31.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/02/31.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/02/31-100x66.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/02/31-300x199.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/02/31-768x510.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/02/31-135x90.jpg 135w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/02/31-600x398.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" />Milton Cavalo é administrador e tem mais de 35 anos de militância sindical. Já foi coordenador do Departamento de Educação do Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco e Região e membro do Grupo de Trabalho 13 da Comissão Nacional da Verdade, que investigou as graves violações cometidas pela ditadura contra os trabalhadores. Atualmente, além de presidente...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="680" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/02/31.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/02/31.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/02/31-100x66.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/02/31-300x199.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/02/31-768x510.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/02/31-135x90.jpg 135w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2017/02/31-600x398.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p>Milton Cavalo é administrador e tem mais de 35 anos de militância sindical. Já foi coordenador do Departamento de Educação do Sindicato dos Metalúrgicos de Osasco e Região e membro do Grupo de Trabalho 13 da Comissão Nacional da Verdade, que investigou as graves violações cometidas pela ditadura contra os trabalhadores. Atualmente, além de presidente do Movimento Sindical, Cavalo é presidente municipal do PDT em Osasco, Secretário Nacional de Cultura e Memória da Força Sindical e Presidente do Centro de Memória Sindical.</p>
<p>Nesta entrevista exclusiva à página do PDT, Cavalo fala sobre reformas trabalhista e previdenciária que o governo ilegítimo tenta aprovar no Congresso e afirma que é necessário &#8220;fortalecer nossa organização para não termos um futuro de miséria e precarização, gerado por medidas que concentram renda e pensam um país para poucos&#8221;.</p>
<p><strong>Quais as perspectivas de futuro para o trabalhador brasileiro diante das mudanças promovidas pelo governo Temer?</strong></p>
<p>Lutar, resistir, pressionar os parlamentares e o governo para que não aprovem – como estão fazendo – os projetos de lei como os da terceirização, a reforma trabalhista e a reforma da Previdência. Temos de fortalecer nossa organização para não termos um futuro de miséria e precarização, gerado por medidas que concentram renda e pensam um país para poucos. Vamos, também, debater com nossos deputados para que eles estejam na linha de frente contra essas mudanças, totalmente contrárias ao que defende o PDT.</p>
<p><strong>A reforma trabalhista proposta pode trazer prejuízo ao trabalhador?</strong></p>
<p>O projeto de lei do governo Temer atende, integralmente, a agenda dos empresários, reunidos na CNI (Confederação Nacional da Indústria). Ele institui a prevalência do negociado sobre o legislado. Parece interessante para o trabalhador, porque no imaginário da maioria da população, a ideia é que assim fica mais fácil definir o que é melhor para as partes.</p>
<p>Isso poderia ser verdade se não tivéssemos um histórico nacional de relações desproporcionais. Num contexto em que 12 milhões de brasileiros estão desempregados, não haverá espaço para negociação justa, sem opressão. Qual é o trabalhador que vai contrapor? A proposta de reforma vem para legitimar ataques a tempos buscados pelos empresários que financiaram o golpe.</p>
<p><strong><img loading="lazy" decoding="async" class="alignleft wp-image-48920" src="http://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/10/Milton-Cavalo-2.jpg" alt="" width="197" height="197" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/10/Milton-Cavalo-2.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/10/Milton-Cavalo-2-90x90.jpg 90w" sizes="auto, (max-width: 197px) 100vw, 197px" />O senhor considera a reforma previdenciária um retrocesso para o país? Existe alternativa diferente da que tem sido apresentada pelo governo?</strong></p>
<p>Esse projeto de reforma da Previdência é de uma maldade sem igual. É, sim, um retrocesso. Quer resolver o tal “rombo” nas contas da Previdência adiando a aposentadoria e, na prática, impossibilitando a aposentadoria. Afinal, qual é o trabalhador brasileiro que vai conseguir contribuir por 49 anos para, só então, ter o benefício integral? Muito poucos, a maioria é composta por trabalhadores que começam a trabalhar cedo, em profissões desgastantes e que convivem com o desemprego. O projeto do governo pensa um trabalhador ideal, que não existe no Brasil real. Além disso, ela iguala homens e mulheres, ignora que as companheiras têm dupla, tripla jornada e que, junto aos jovens, estão entre os maiores alvos do desemprego. Entendemos que a pauta das centrais é o melhor caminho para a Previdência, porque inclui itens que visam corrigir os verdadeiros gargalos, como o fim das desonerações, o investimento em fiscalização para cobrar devedores e a venda de imóveis. Só as renúncias fiscais somam cerca de R$ 43 bilhões. Além disso, todas essas mudanças precisam ser conversadas, não a toque de caixa como o governo está fazendo.</p>
<p><strong>De que forma o Movimento tem confrontado o governo em relação às reformas trabalhista e previdenciária?</strong></p>
<p>Estamos preparando uma agenda de encontros de formação e debate, em todo o país. Além de nos juntarmos às centrais sindicais e aos movimentos que organizam a resistência nas ruas aos ataques.</p>
<p><strong> </strong><strong>O projeto de lei 5.795/2016 diz respeito ao financiamento da luta sindical. Se aprovado, como o PL vai ajudar as organizações sindicais e os trabalhadores?</strong></p>
<p>O governo Temer encaminhou ao Congresso Nacional um projeto de reforma trabalhista que tem como principal objetivo dar peso de lei àquilo que for negociado entre patrões e trabalhadores. Mas, que negociação será essa? Quem irá representar o trabalhador? O projeto inclui a possibilidade de eleição de um representante dos trabalhadores, que não necessariamente terá filiação sindical. Parece uma sutileza, mas isso diz muita coisa. Pode ser que tenhamos uma representação biônica, dentro das empresas, para negociar a duração da jornada, o trabalho por produtividade, o banco de horas, a PLR (Participação nos Lucros ou Resultados). Isso demonstra a necessidade de fortalecimento do movimento sindical. O projeto vai ao encontro da proposta do governo, porque dá transparência e define claramente a forma de manutenção das estruturas de defesa dos trabalhadores e também dos empresários, é bom frisar.</p>
<p><strong>A CLT precisa de mudanças ou atualizações para favorecer as relações trabalhistas no país? Por quê?</strong></p>
<p>A CLT é como uma Constituição para o trabalhador. Melhorias são sempre necessárias, até porque vivemos num mundo bem diferente daquele do final dos anos 1940. Mas, o principal não mudou: a relação capita-trabalho precisa de mecanismos que proteja o trabalhador. Muitos irão dizer que isso é paternalismo. Não é, porque se não houver uma estrutura legal, é o poder do capital que irá prevalecer. Quem é o patrão que vai querer continuar com descanso remunerado ou licença maternidade de quatro meses? Somente aqueles com muita consciência social, o que não é o caso.</p>
<p><strong>Como tem sido a relação entre sindicalistas e o atual governo? Algo precisa mudar?</strong></p>
<p>Sem dúvidas, precisa haver mais diálogo e disposição de considerar aquilo que pensam os trabalhadores, de fato. O ritmo adotado pelo governo Temer é o da canetada, para despachar e dar agilidade ao desmanche das garantias sociais, aumentando a arrecadação do governo e ampliando a desigualdade de renda. Não se faz reforma desse jeito. Como diz o André Figueiredo, “não dá para discutir tudo no afogadilho”. A Câmara precisa ter debate e não só servir de órgão homologador do Executivo.</p>
<p><strong>Como o Movimento Sindical do PDT atua? Quais as pautas e ações?</strong></p>
<p><strong> </strong>A nossa pauta principal é a defesa dos direitos dos trabalhadores, tendo como premissa o trabalhismo, a legalidade e o exemplo de Leonel Brizola e sua incansável luta por Justiça Social. Ao longo de 2015, estivemos junto com os movimentos que se organizaram contra o golpe que tirou a presidenta Dilma Rousseff da presidência da República. Incentivamos a organização, nos estados, do trabalho de resistência às consequências do golpe: o arrocho sobre o trabalhador.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p>&nbsp;</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Sindical do PDT lamenta ações contra MTST</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 18 Jan 2017 14:29:40 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Movimentos]]></category>
		<category><![CDATA[Sindical]]></category>
		<category><![CDATA[insatisfação]]></category>
		<category><![CDATA[Movimento Sindical]]></category>
		<category><![CDATA[PDT]]></category>
		<category><![CDATA[resistência dos trabalhadores]]></category>
		<category><![CDATA[truculência policial]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="729" height="475" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/11/Logo-PDT.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/11/Logo-PDT.jpg 729w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/11/Logo-PDT-100x65.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/11/Logo-PDT-300x195.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/11/Logo-PDT-138x90.jpg 138w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2016/11/Logo-PDT-600x391.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 729px) 100vw, 729px" /><p>Em nota divulgada nesta terça-feira, o Movimento Sindical do PDT classifica como arbitrária e truculenta as ações policiais ocorridas ontem contra os dirigentes do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, em São Paulo, e do Sindicato dos Rodoviários de Manaus.</p>
<p>O movimento pedetista manifesta apoio e solidariedade aos referidos movimentos e convida os demais companheiros sindicalistas a refletirem sobre o as dificuldades a serem enfrentadas ao longo deste ano, na forma como os trabalhadores e suas direções são tratados.</p>
<p>Leia abaixo a integra da nota:</p>
<p>&nbsp;</p>
<p style="text-align: center;"><strong>Contra a truculência, a resistência democrática</strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>Contra a resistência dos trabalhadores, a força da repressão. Essa é a síntese das duas mais recentes agressões ao direito democrático de manifestação ocorridas nos últimos dias. Ontem, o coordenador do Movimento dos Trabalhadores Sem Teto, Guilherme Boulos, foi preso em São Paulo, junto a outro companheiro militante, justamente enquanto buscava negociar alternativas à reintegração de posse de uma ocupação em São Mateus. A truculência policial foi utilizada para calar o movimento.</p>
<p>Também ontem toda diretoria do Sindicato dos Rodoviários de Manaus teve a prisão decretada por conta da sua posição de manter a greve da categoria, apesar da ofensiva da Justiça e patronal. A diretoria escolheu resistir em nome de sua pauta de reivindicações: pagamento do reajuste salarial não repassado há oito meses e do adicional de insalubridade. Nada menos que 100% da categoria aderiu ao movimento. A insatisfação é clara.</p>
<p>Além de prestar nosso apoio e solidariedade a ambos os movimentos, queremos também convidar os demais companheiros sindicalistas a reflexão sobre o tamanho das dificuldades que vamos enfrentar ao longo deste ano, na forma como os trabalhadores e suas direções são tratados: a política do cassetete ganha força para reprimir a luta social que vai se intensificar diante do tsunami de ataques a direitos.</p>
<p>Não podemos baixar a guarda. Resistir é o nosso lema. Avançar, a nossa necessidade.</p>
<p style="text-align: center;"><strong> </strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Milton Cavalo</strong></p>
<p style="text-align: center;"><strong>Presidente do Movimento Sindical do PDT</strong></p>
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