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		<title>Hélio Fontoura indica perfil inovador e nacionalista de Brizola como diferencial</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 06 Sep 2021 04:24:43 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="670" height="580" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Hélio-Fontoura-indica-perfil-inovador-e-nacionalista-de-Brizola-como-diferencial.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" fetchpriority="high" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Hélio-Fontoura-indica-perfil-inovador-e-nacionalista-de-Brizola-como-diferencial.jpg 670w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Hélio-Fontoura-indica-perfil-inovador-e-nacionalista-de-Brizola-como-diferencial-100x87.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Hélio-Fontoura-indica-perfil-inovador-e-nacionalista-de-Brizola-como-diferencial-300x260.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Hélio-Fontoura-indica-perfil-inovador-e-nacionalista-de-Brizola-como-diferencial-104x90.jpg 104w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Hélio-Fontoura-indica-perfil-inovador-e-nacionalista-de-Brizola-como-diferencial-600x519.jpg 600w" sizes="(max-width: 670px) 100vw, 670px" />Em entrevista, o jornalista relembrou os mais de 40 anos como secretário particular do trabalhista Secretário particular de Leonel Brizola por mais de quatro décadas, o gaúcho Hélio Fontoura, de 93 anos, detalhou a evolução da carreira política e profissional do trabalhista durante entrevista para o podcast “Prosas”, do Centro de Memória Trabalhista (CMT). Como diferencial, o...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="670" height="580" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Hélio-Fontoura-indica-perfil-inovador-e-nacionalista-de-Brizola-como-diferencial.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Hélio-Fontoura-indica-perfil-inovador-e-nacionalista-de-Brizola-como-diferencial.jpg 670w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Hélio-Fontoura-indica-perfil-inovador-e-nacionalista-de-Brizola-como-diferencial-100x87.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Hélio-Fontoura-indica-perfil-inovador-e-nacionalista-de-Brizola-como-diferencial-300x260.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Hélio-Fontoura-indica-perfil-inovador-e-nacionalista-de-Brizola-como-diferencial-104x90.jpg 104w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Hélio-Fontoura-indica-perfil-inovador-e-nacionalista-de-Brizola-como-diferencial-600x519.jpg 600w" sizes="(max-width: 670px) 100vw, 670px" /><div class="msg-body P_wpofO mq_AS" data-test-id="message-view-body-content">
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<p class="yiv2591488190MsoNormal"><em><b>Em entrevista, o jornalista relembrou os mais de 40 anos como secretário particular do trabalhista</b></em></p>
<p class="yiv2591488190MsoNormal">
<p class="yiv2591488190MsoNormal">Secretário particular de Leonel Brizola por mais de quatro décadas, o gaúcho Hélio Fontoura, de 93 anos, detalhou a evolução da carreira política e profissional do trabalhista durante <a href="https://www.facebook.com/CentroDeMemoriaTrabalhista/" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer external" data-wpel-link="external">entrevista</a> para o podcast “Prosas”, do Centro de Memória Trabalhista (CMT). Como diferencial, o jornalista apontou o perfil inovador e nacionalista do fundador e presidente de honra do PDT.</p>
<p class="yiv2591488190MsoNormal">A implementação do planejamento, durante as passagens pelo governo do Rio Grande do Sul, em 1953, e prefeitura da capital, em 1955, fez de Brizola, segundo ele, um gestor reconhecido não só pela organização, mas também pela eficiência.</p>
<p class="yiv2591488190MsoNormal">“A administração era centralizada e a execução era descentralizada. [&#8230;] Era um administrador sério e cobrava muito”, explicou Fontoura, ao citar a criação de um gabinete exclusivo para acompanhamento das ações estratégicas da gestão estadual, principalmente no âmbito da educação e da reforma agrária.</p>
<p class="yiv2591488190MsoNormal">Em um dos momentos de maior tensão, Fontoura citou o período da Campanha da Legalidade, em 1961, no Palácio Piratini, sede do governo. Entre a renúncia de Jânio Quadros e o embate para a posse do então vice-presidente João Goulart (Jango), memórias descritas pelo “encarregado da comunicação” com inevitável emoção ao lado do  governador eleito em 1958.</p>
<p class="yiv2591488190MsoNormal">“A luta e entusiasmo dele [Brizola] fazia com que ninguém tivesse medo. [&#8230;] O povo estava solidário a ele. O anúncio de que a base aérea pudesse bombardear o palácio fez com que o povo não saísse da Praça da Matriz”, disse o jornalista, que é filho de Bolívar Fontoura, um dos organizadores do antigo PTB.</p>
<p class="yiv2591488190MsoNormal">“Na época, não tinha a mínima importância morrer ou não, desde que a gente ficasse de cabeça erguida e lutasse por uma causa justa”, completou.</p>
<p class="yiv2591488190MsoNormal">Primeiro funcionário da Assembleia Legislativa local, o taquígrafo também atuou como parlamentar, pelo PTB, entre 1963 a 1966. Por seu posicionamento político, foi cassado durante o regime militar instaurado após o golpe de 64, que depôs o presidente Jango.</p>
<p class="yiv2591488190MsoNormal">“Eu sou Brizola a vida toda. Valia a pena lutar”, concluiu Fontoura, autor do livro “40 anos ao lado de Brizola” que ainda contempla o primeiro governo brizolista no estado do Rio de Janeiro, em 1982.</p>
</div>
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		<title>“Brizola foi único civil a barrar golpe militar”, afirma Carlos Bastos em entrevista o Jornal do Comércio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 26 Aug 2021 16:58:26 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="796" height="532" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/“Brizola-foi-único-civil-a-barrar-golpe-militar”-afirma-Carlos-Bastos-em-entrevista-o-Jornal-do-Comércio.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/“Brizola-foi-único-civil-a-barrar-golpe-militar”-afirma-Carlos-Bastos-em-entrevista-o-Jornal-do-Comércio.jpg 796w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/“Brizola-foi-único-civil-a-barrar-golpe-militar”-afirma-Carlos-Bastos-em-entrevista-o-Jornal-do-Comércio-100x67.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/“Brizola-foi-único-civil-a-barrar-golpe-militar”-afirma-Carlos-Bastos-em-entrevista-o-Jornal-do-Comércio-300x201.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/“Brizola-foi-único-civil-a-barrar-golpe-militar”-afirma-Carlos-Bastos-em-entrevista-o-Jornal-do-Comércio-768x513.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/“Brizola-foi-único-civil-a-barrar-golpe-militar”-afirma-Carlos-Bastos-em-entrevista-o-Jornal-do-Comércio-135x90.jpg 135w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/“Brizola-foi-único-civil-a-barrar-golpe-militar”-afirma-Carlos-Bastos-em-entrevista-o-Jornal-do-Comércio-600x401.jpg 600w" sizes="(max-width: 796px) 100vw, 796px" />&#8220;Quando Jango comunicou ao Brizola que aceitaria o parlamentarismo, Brizola discordou, mas não se rebelou&#8221;, relembra o jornalista Há 60 anos, o jornalista Carlos Bastos presenciou o ex-governador do Rio Grande do Sul Leonel Brizola fazer história com o Movimento da Legalidade. Ao garantir a posse do vice-presidente João Goulart em 1961, Brizola se tornou...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="796" height="532" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/“Brizola-foi-único-civil-a-barrar-golpe-militar”-afirma-Carlos-Bastos-em-entrevista-o-Jornal-do-Comércio.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/“Brizola-foi-único-civil-a-barrar-golpe-militar”-afirma-Carlos-Bastos-em-entrevista-o-Jornal-do-Comércio.jpg 796w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/“Brizola-foi-único-civil-a-barrar-golpe-militar”-afirma-Carlos-Bastos-em-entrevista-o-Jornal-do-Comércio-100x67.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/“Brizola-foi-único-civil-a-barrar-golpe-militar”-afirma-Carlos-Bastos-em-entrevista-o-Jornal-do-Comércio-300x201.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/“Brizola-foi-único-civil-a-barrar-golpe-militar”-afirma-Carlos-Bastos-em-entrevista-o-Jornal-do-Comércio-768x513.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/“Brizola-foi-único-civil-a-barrar-golpe-militar”-afirma-Carlos-Bastos-em-entrevista-o-Jornal-do-Comércio-135x90.jpg 135w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/“Brizola-foi-único-civil-a-barrar-golpe-militar”-afirma-Carlos-Bastos-em-entrevista-o-Jornal-do-Comércio-600x401.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 796px) 100vw, 796px" /><div class="D_F ek_BB H_6D6F aw_2941hk ba_10I1Qt az_oOItw ay_Z1nkUQx I_kt4zd">
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<p class="yiv0025172093MsoNormal"><em><b>&#8220;Quando Jango comunicou ao Brizola que aceitaria o parlamentarismo, Brizola discordou, mas não se rebelou&#8221;, relembra o jornalista</b></em></p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Há 60 anos, o jornalista Carlos Bastos presenciou o ex-governador do Rio Grande do Sul Leonel Brizola fazer história com o Movimento da Legalidade. Ao garantir a posse do vice-presidente João Goulart em 1961, Brizola se tornou o único civil a barrar um golpe militar na América Latina. Para Bastos, ele sintetiza a política gaúcha e, hoje, lamenta que o Brasil não tenha uma figura política da mesma estatura.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Depois da renúncia do presidente Jânio Quadros, em 25 agosto de 1961, Bastos cobriu a tentativa de golpe que setores do Exército brasileiro tentaram executar, ao impedir que Jango assumisse a presidência do Brasil, como previa a Constituição da época.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">De 25 de agosto até 7 de setembro, quando João Goulart tomou posse, Carlos Bastos praticamente morou no Palácio Piratini, dormindo nas poltronas e sofás que ficavam no porão da sede do governo gaúcho.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Dali, ele viu Brizola requisitar a Rádio Guaíba para transmitir os seus discursos e de outras lideranças que defendiam a posse de Jango. Emissoras de rádio de vários estados brasileiros começaram a retransmitir os pronunciamentos &#8211; formando a Rede da Legalidade.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Nos momentos de maior tensão, quando o comando do Exército brasileiro deu ordem para bombardear o Palácio Piratini, Bastos chegou a receber um revólver para resistir ao ataque. Assim como milhares de civis que aderiram ao movimento, devolveu a arma depois da posse de João Goulart.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Nesta <a href="https://www.jornaldocomercio.com/_conteudo/politica/2021/08/807783-brizola-foi-unico-civil-a-barrar-golpe-militar-afirma-bastos.html" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer external" data-wpel-link="external">entrevista</a> ao Jornal do Comércio, Carlos Bastos relembra os dias de tensão que passou dentro do Piratini. Também relata como o Terceiro Exército decidiu apoiar o Movimento da Legalidade, em vez de bombardear a sede do governo gaúcho. E ainda recorda o que considera o maior discurso de toda a carreira de Brizola &#8211; que atraiu cerca de 50 mil pessoas à Praça da Matriz, para apoiar a Campanha da Legalidade.</p>
<p><b>Jornal do Comércio &#8211; Como era o clima antes da renúncia de Jânio Quadros? Havia algum indício de que os militares pretendiam tentar um golpe de Estado?<br />
</b><br />
Carlos Bastos &#8211; Não havia nenhum indício, porque o Jânio tinha sido eleito (à presidência da República em 1960) por uma boa maioria sobre o marechal Henrique Lott (Jânio fez mais de 5,6 milhões de votos, a maior votação até então; dois milhões a mais que Lott). O Movimento da Legalidade foi provocado pela renúncia do Jânio, que foi inesperada.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Ele renunciou em uma sexta-feira, 25 de agosto. Naquele final de semana, estava prevista uma vinda dele ao Rio Grande do Sul. Antes de exigir a posse do vice-presidente João Goulart, o então governador Leonel Brizola fez um apelo ao Jânio, pedindo que não renunciasse, pois estava sendo vítima de uma trama. A resposta do Jânio veio através do seu assessor de imprensa, Carlos Castelo Branco, de que a sua renúncia era definitiva, não tinha como recuar.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal"><b>JC &#8211; Foi depois da renúncia de Jânio que surgiu o clima golpista&#8230;</b><b></b></p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Bastos &#8211; Esse clima foi criado logo após a renúncia, quando os ministros militares imediatamente vetaram a posse do vice-presidente João Goulart, que se encontrava em viagem pela China. Só que não é apenas nesse momento que o movimento golpista se revelou.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Na verdade, as tentativas de golpe vêm desde a posse do presidente Getúlio Vargas em 1950, quando a UDN e o (jornalista Carlos) Lacerda fizeram aquela campanha de que era necessário ter maioria absoluta (dos votos para se eleger), quando não havia essa exigência na lei eleitoral. Em 1954, Getúlio evitou um golpe ao se suicidar. Havia uma campanha golpista tremenda da UDN.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Depois, com Juscelino Kubistchek (em 1955), houve uma nova tentativa de golpe desses setores udenistas. Entretanto, o marechal Lott, legalista, liderou o contragolpe que garantiu a posse do Juscelino em novembro de 1955. Então, existia um histórico de tentativas de golpe no Brasil, da qual a negativa em dar posse ao João Goulart foi mais uma passagem.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal"><b>JC &#8211; As forças obscuras mencionadas na carta de renúncia do Jânio se referiam a essas articulações golpistas?</b></p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Bastos &#8211; Eu não poderia sustentar isso, porque o próprio Jânio tornou público mais tarde que ele, com a renúncia, tentou fechar o Congresso Nacional (onde não conseguiu o apoio da maioria dos parlamentares). Ele achou que o povo sairia às ruas para impedir a renúncia dele, o que não aconteceu. Foi aí que cresceu o sentimento golpista entre os ministros militares.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Creio que não havia um esquema golpista contra o Jânio. E a carta de renúncia foi uma peça de um jogo de xadrez, porque ele não estava conseguindo aprovar as ações que julgava melhores para o País, por isso queria fechar o Congresso. Ele deixou isso claro em uma manifestação para o seu neto, que, muitos anos mais tarde, tornou pública essa declaração.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal"><b>JC &#8211; Mas ele nunca expressou a vontade de fechar o Congresso durante o seu governo&#8230;</b></p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Bastos &#8211; Claro que não. Ele usou a renúncia para tentar isso. Junto com isso, já tinha preparado a viagem do Jango para a China, com o objetivo de acirrar os ânimos dos militares contra o Jango. Com isso, pensou que haveria manifestações impressionantes da sociedade brasileira, para que ele ficasse no poder. Isso não aconteceu.</p>
<p><b>JC &#8211; Depois da renúncia definitiva do Jânio, Brizola já começou a organizar imediatamente o movimento pela posse de João Goulart?</b></p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Bastos &#8211; Depois que o Brizola recebeu a manifestação do Jânio, de que a renúncia era definitiva, ele passou a defender a tese da posse do Jango. Os ministros militares estavam dizendo que impediriam a posse do vice-presidente, não cumprindo a Constituição brasileira. Aí, Brizola começou a se movimentar, manter contatos com lideranças políticas em Brasília, deputados federais, senadores, líderes militares.</p>
<p><b>JC &#8211; Ele buscou o apoio do Terceiro Exército, para garantir a posse de João Goulart&#8230;</b></p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Bastos &#8211; O Brizola ligou na noite de sexta-feira (a mesma que Jânio renunciou) para o comandante do Terceiro Exército, general Machado Lopes, para dizer que o Rio Grande do Sul defenderia a tese do comprimento da Constituição e a posse do vice-presidente. Qual foi a resposta do comandante Machado Lopes? &#8220;Eu sou militar, governador, e estarei com o Exército&#8221;. Essa foi a reação do Machado Lopes no primeiro momento.</p>
<p><b>JC &#8211; Foi nesse momento que começou a campanha nas rádios&#8230;</b></p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Bastos &#8211; No sábado, o Brizola começou a fazer os contatos dele: falou com líderes militares de todas as regiões do País, falou com as lideranças políticas, e fez um apelo ao marechal Lott para que fizesse um manifesto em defesa da legalidade. O marechal fez e, na noite de sábado, dia 26 de agosto, esse manifesto foi divulgado como matéria paga nas rádios de Porto Alegre (RS).</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Só que, à medida que as rádios iam divulgando o manifesto, o pessoal do Terceiro Exército tirava as emissoras do ar. A única rádio que não divulgou o pronunciamento foi a Rádio Guaíba, porque o doutor Breno Carlos, seu proprietário, simplesmente recusou a divulgação do manifesto.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal"><b>JC &#8211; Por isso, foi a única rádio que continuou no ar&#8230;</b></p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Bastos &#8211; Esse fato foi comunicado ao governador Brizola no domingo pela manhã, pelo seu assessor de imprensa, Hamilton Chaves. &#8220;Governador, as rádios colocaram no ar o manifesto do Marechal Lott e, à medida que isso aconteceu, elas foram tiradas do ar; a única rádio que continua transmitindo é a rádio Guaíba&#8221;.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Então, o Brizola teve a grande sacada: &#8220;vamos requisitar a Guaíba e criar a Rede da Legalidade&#8221;. Domingo à tarde, a rede já estava funcionando nos porões do Palácio Piratini. Mas, sábado à noite, teve um episódio interessante&#8230;</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal"><b>JC &#8211; Qual?</b></p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Bastos &#8211; Os tanques do quartel da Serraria se deslocaram da Zona Sul para o centro da cidade. Foi aquele clima de tensão no Palácio Piratini no sábado à noite, porque os tanques estavam indo cercar a sede do governo. Aí teve uma cena inusitada. Os estudantes e os trabalhadores que estavam permanentemente na frente do palácio durante o período da Legalidade arrancaram os bancos da Praça da Matriz e do Auditório Araújo Viana, que, naquela época, ficava onde hoje é o prédio da Assembleia Legislativa.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Eles usaram esse material para trancar as ruas de acesso ao palácio, apesar de que aquele material não conteria os tanques. De qualquer forma, eles ficaram parados atrás do quartel-general do Terceiro Exército, na Avenida Mauá. No final, eles não se dirigiram ao Palácio Piratini.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal"><b>JC &#8211; Onde o senhor estava nessa noite?</b></p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Bastos &#8211; No Palácio Piratini. De sábado até três dias depois da chegada do João Goulart ao Rio Grande do Sul, eu permaneci dia e noite no palácio. Dormia nas poltronas da assessoria de imprensa, no porão, onde ainda hoje funciona a Secretaria de Comunicação. Só ia para casa para trocar de roupa e tomar banho.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal"><b>JC &#8211; Nos momentos mais tensos, quando o Piratini corria o risco de ser bombardeado, foram distribuídas armas para a resistência ao golpe. O próprio governador Brizola foi fotografado com uma metralhadora a tiracolo. O senhor recebeu uma arma também?</b></p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Bastos &#8211; Recebi um revólver, que devolvi depois que terminou o Movimento da Legalidade.</p>
<p><b>JC &#8211; Quando o Terceiro Exército resolveu apoiar o movimento? Foi logo depois da Rede da Legalidade&#8230;</b></p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Bastos &#8211; No primeiro dia (de transmissões para a Rede da Legalidade), Brizola falou várias vezes ao microfone. O locutor Mauro Freitas, falecido já, ficou no ar durante as primeiras 24 horas. A adesão do Terceiro Exército foi na segunda-feira, após uma forte manifestação do Brizola, no dia 28 de agosto, às 11 horas da manhã, de dentro do Palácio Piratini.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Para mim, aquele foi o mais impressionante discurso de toda a carreira política dele. Foi quando ele denunciou que veio uma ordem do Ministério da Guerra, em Brasília, para que fosse bombardeado o palácio. No momento que o Brizola começou a falar na rádio, tinha 5 mil pessoas na Praça da Matriz, em frente ao palácio, que era um número que sempre estava ali se manifestando. Quando terminou o seu pronunciamento, uma hora depois, tinha 50 mil pessoas na praça. As pessoas foram lá para se solidarizar com o seu governador, no momento que ele defendia a legalidade. Isso me impressionou muito.</p>
<p><b>JC &#8211; Esse episódio mudou a posição do Terceiro Exército?</b></p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Bastos &#8211; Creio que o Terceiro Exército já estava avançando para essa posição, porque quase todos os comandantes do Interior &#8211; de Osório, Santiago, Santa Maria, Santa Rosa, além do general Galhardo, de Curitiba &#8211; eram seguidores do Marechal Lott. Ou seja, eram legalistas. Quem ficou contra a posse do presidente João Goulart foi só o General Paz, de Bagé.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Foi essa maioria esmagadora dos comandos militares do Terceiro Exército que levou o general Machado Lopes a aderir e apoiar o movimento liderado pelo governador Brizola. Aí, ele foi ao palácio e fez essa manifestação de solidariedade ao movimento.</p>
<p><b>JC &#8211; Isso foi crucial para garantir a posse de Jango&#8230;</b></p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Bastos &#8211; Sim, sem dúvida.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal"><b>JC &#8211; Como foi a pressão para isso?</b></p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Bastos &#8211; O movimento que o Brizola publicizou por todo o País, através da Rede da Legalidade, teve uma receptividade muito grande. O Jango veio lentamente da China. O movimento começou no sábado, dia 26 de agosto, e o Jango só chegou ao Brasil no dia 2 de setembro. Ele dormiu em Montevideo, onde teve um encontro com Tancredo Neves.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Lá, eles acertaram a implantação do regime parlamentarista, que era uma exigência dos setores militares (golpistas) para darem posse ao vice-presidente. Jango aceitou para evitar o derramamento de sangue. Quando ele voltou ao Brasil, essa saída política já estava acertada.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Aliás, quando ele foi saudar a multidão que estava na Praça da Matriz, apenas acenou pela janela, não discursou. Esse era um compromisso que tinha assumido junto com o acordo. Por não falar ao povo, Jango foi vaiado. Foi a maior vaia que assisti na minha vida.<b> </b></p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal"><b>JC &#8211; Mas Brizola não queria que Jango aceitasse o parlamentarismo&#8230;</b></p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Bastos &#8211; Exato. Quando Jango comunicou ao Brizola que aceitaria o parlamentarismo, Brizola discordou, mas não se rebelou. Ele simplesmente deixou de fazer manifestações na Rede da Legalidade. E, quando Jango foi a Brasília para tomar posse, Brizola não foi prestigiá-lo.</p>
<p><b>JC &#8211; E o que o senhor acha? Deveria ter aceitado ou não?</b></p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Bastos &#8211; Na época, eu era contra a aceitação do parlamentarismo. Anos depois, quando soube da interferência norte-americana no episódio da Legalidade, passei a achar que Jango agiu certo naquela ocasião. Até porque dois anos depois ele derrubou o parlamentarismo através de um plebiscito.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal"><b> </b><b>Perfil</b></p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Filho de pai brasileiro e mãe argentina, o jornalista Carlos Henrique Esquivel Bastos nasceu em Passo Fundo (RS), em 25 de julho de 1934. Na cidade interiorana, estudou no Instituto Educacional Metodista. Nessa época, passou a ler os jornais que o pai assinava na cidade interiorana, o que seria decisivo na sua vida profissional posteriormente.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Em 1950, aos 16 anos, mudou-se com a família para Porto Alegre. Na Capital, estudou no Colégio Júlio de Castilhos e no Colégio Protásio Alves. Em 1955, iniciou a carreira jornalística no jornal Clarim, fundado por Leonel Brizola &#8211; figura que marcaria sua atuação política.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Como o periódico de Brizola teve mais ou menos um ano de vida, Bastos seguiu sua carreira no jornal A Hora. Também passaria pela Última Hora, O Dia, Zero Hora, Rádio e TV Gaúcha, Rádio e TV Difusora, Jornal do Comércio, entre outros.</p>
<p class="yiv0025172093MsoNormal">Em 1961, cobriu o Movimento da Legalidade, liderado pelo então governador Leonel Brizola. A experiência foi crucial para que, depois da ditadura militar (1964-1985), se filiasse ao PDT, partido então fundado pelo ex-governador. Considera-se brizolista.</p>
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		<title>Paulo Ramos avalia bolsonarismo nas polícias: &#8220;Masoquismo ideológico”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 16 Aug 2021 22:09:17 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Congresso]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[bolsonarismo]]></category>
		<category><![CDATA[Masoquismo ideológico]]></category>
		<category><![CDATA[Paulo Ramos]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="789" height="392" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Paulo-Ramos-avalia-bolsonarismo-nas-polícias-“Masoquismo-ideológico”.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Paulo-Ramos-avalia-bolsonarismo-nas-polícias-“Masoquismo-ideológico”.jpg 789w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Paulo-Ramos-avalia-bolsonarismo-nas-polícias-“Masoquismo-ideológico”-100x50.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Paulo-Ramos-avalia-bolsonarismo-nas-polícias-“Masoquismo-ideológico”-300x149.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Paulo-Ramos-avalia-bolsonarismo-nas-polícias-“Masoquismo-ideológico”-768x382.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Paulo-Ramos-avalia-bolsonarismo-nas-polícias-“Masoquismo-ideológico”-181x90.jpg 181w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Paulo-Ramos-avalia-bolsonarismo-nas-polícias-“Masoquismo-ideológico”-600x298.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 789px) 100vw, 789px" />Parlamentar condenou reformas do presidente, que subtraíram direitos dos servidores da segurança pública Oficial da reserva da Polícia Militar do Rio de Janeiro, o deputado federal Paulo Ramos (PDT-RJ) acredita que profissionais da área da segurança pública são usados por interesses políticos de ocasião e pretende fazer campanha de esclarecimento. “O presidente Bolsonaro procura transmitir...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="789" height="392" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Paulo-Ramos-avalia-bolsonarismo-nas-polícias-“Masoquismo-ideológico”.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Paulo-Ramos-avalia-bolsonarismo-nas-polícias-“Masoquismo-ideológico”.jpg 789w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Paulo-Ramos-avalia-bolsonarismo-nas-polícias-“Masoquismo-ideológico”-100x50.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Paulo-Ramos-avalia-bolsonarismo-nas-polícias-“Masoquismo-ideológico”-300x149.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Paulo-Ramos-avalia-bolsonarismo-nas-polícias-“Masoquismo-ideológico”-768x382.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Paulo-Ramos-avalia-bolsonarismo-nas-polícias-“Masoquismo-ideológico”-181x90.jpg 181w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Paulo-Ramos-avalia-bolsonarismo-nas-polícias-“Masoquismo-ideológico”-600x298.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 789px) 100vw, 789px" /><div class="msg-body P_wpofO mq_AS" data-test-id="message-view-body-content">
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<div dir="ltr">
<p class="yiv6331716169MsoNormal"><em><b>Parlamentar condenou reformas do presidente, que subtraíram direitos dos servidores da segurança pública</b></em></p>
<p class="yiv6331716169MsoNormal">Oficial da reserva da Polícia Militar do Rio de Janeiro, o deputado federal Paulo Ramos (PDT-RJ) acredita que profissionais da área da segurança pública são usados por interesses políticos de ocasião e pretende fazer campanha de esclarecimento.</p>
<p class="yiv6331716169MsoNormal">“O presidente Bolsonaro procura transmitir um sentimento de autoridade, deferindo aos agentes de segurança pública a possibilidade de ficar acima da lei no combate à criminalidade. Bolsonaro não sofre nenhuma consequência. Já os policiais, sim. Desde perderem a vida a responderem disciplinarmente e criminalmente. Para Bolsonaro, é muito fácil estimular. Também quero esclarecer aos agentes da segurança pública as perdas de direitos no governo Bolsonaro. O pessoal da Polícia Militar vem perdendo muitos direitos em decorrência das reformas feitas pelo governo federal. Eu não consigo entender todo esse amor, esse masoquismo ideológico em relação ao bolsonarismo. Com o passar do tempo, muitos já começaram a compreender o significado para o Brasil do governo atual e vem dele se distanciando”, explicou, em entrevista ao jornal O DIA, no último dia 8.</p>
<p class="yiv6331716169MsoNormal"><b>Qual é a sua opinião sobre a atual política de segurança pública do governo estadual?</b></p>
<p class="yiv6331716169MsoNormal">A atual política de segurança pública é a mesma que vem sendo seguida ao longo dos anos, que se baseia numa premissa errada. Diz que o elemento propulsor da criminalidade é o crime organizado. Reduziram o crime organizado ao tráfico de entorpecentes, e simplificaram nas favelas. E aí, o foco passa a ser as favelas, através de ações sempre repressivas. Esquecendo do policiamento ostensivo, que deve ser sempre intensificado, e da investigação criminal. Perde-se tempo com operações policiais infrutíferas, causando danos colaterais a quem mora nas favelas como também levando à morte os agentes da segurança pública, especialmente policiais militares.</p>
<p class="yiv6331716169MsoNormal"><b>Sendo oficial da reserva da Polícia Militar, como o senhor avalia as ações nas favelas do Rio?</b></p>
<p class="yiv6331716169MsoNormal">É a cidade partida. Excluem, estigmatizam e reprimem ou tentam eliminar. As favelas viraram o foco preferencial da ação repressiva dentro da política equivocada de segurança pública. É preciso restabelecer os centros comunitários de defesa da cidadania. Um programa do governo Leonel Brizola que levava às comunidades, às favelas, vários serviços públicos simultaneamente, inclusive a segurança.</p>
<p class="yiv6331716169MsoNormal"><b>O senhor pretende fazer uma campanha de esclarecimento pelo país dirigida aos profissionais da área da segurança pública, para que não se deixem ser usados por interesses políticos de ocasião. Como será isso?</b></p>
<p class="yiv6331716169MsoNormal">Já não há dúvida em relação aos propósitos golpistas do governo Bolsonaro. Não vai aceitar um revés na eleição de 2022. Aqueles que o seguem fazem campanhas claras contra o Estado Democrático de Direito, pedindo, inclusive, a intervenção militar. E vem sendo apresentado, como base de sustentação, os agentes da segurança pública, em especial policiais militares. Onde está a sedução? O presidente Bolsonaro procura transmitir um sentimento de autoridade, deferindo aos agentes de segurança pública a possibilidade de ficar acima da lei no combate à criminalidade. Quando ele fala em excludente de ilicitude, esse é o sentido que passa, embora já tenhamos uma legislação que protege o policial que age dentro da lei, em legítima defesa.</p>
<p class="yiv6331716169MsoNormal">Aliás, é preciso dizer que, estimulando esse procedimento, e ele estimula, Bolsonaro não sofre nenhuma consequência. Já os policiais, sim. Desde perderem a vida a responderem disciplinarmente/criminalmente. Para Bolsonaro, é muito fácil estimular. Também quero esclarecer aos agentes da segurança pública as perdas de direitos no governo Bolsonaro. O pessoal da Polícia Militar vem perdendo muitos direitos em decorrência das reformas feitas pelo governo federal. Eu não consigo entender todo esse amor, esse masoquismo ideológico, em relação ao bolsonarismo. Com o passar do tempo, muitos já começaram a compreender o significado para o Brasil do governo atual e vem dele se distanciando. É esse o esclarecimento que deve ser prestado.</p>
<p class="yiv6331716169MsoNormal"><b>As milícias exercem forte poder em comunidades do Rio, principalmente na Zona Oeste. Como combatê-las?</b></p>
<p class="yiv6331716169MsoNormal">Uma ação planejada e em conjunto reunindo as esferas federal, estadual e municipal, cada um com a sua atribuição de modo a sufocar as milícias. Não basta apenas a ação policial, embora eu reconheça os esforços do chefe da Polícia Civil, delegado Allan Turnowski, no trabalho da inteligência, com o apoio do comando da Polícia Militar.</p>
<p class="yiv6331716169MsoNormal"><b>A pobreza aumentou no Brasil. Qual a sua receita para o país sair da crise?</b></p>
<p class="yiv6331716169MsoNormal">A grande característica do Brasil é a má distribuição da renda. As grandes fortunas vão crescendo e a população vai empobrecendo. As reformas (trabalhista e previdenciária), feitas a partir do golpe, da posse do presidente Temer, potencializam a desigualdade social no país. Eles disseram que o objetivo era a melhor distribuição da renda a partir da geração de empregos. O que não aconteceu. Na verdade, o desemprego nunca foi tão grande. O governo federal vende estatais e abre caminho para novas privatizações (Eletrobras, Correios, subsidiárias da Petrobras, refinarias, bancos públicos, etc).</p>
<p class="yiv6331716169MsoNormal">O discurso é sempre a geração de empregos, a distribuição da renda. E tudo vem dando errado. O Brasil bate recorde de pessoas vivendo na pobreza extrema. A consequência dessa política privatista, menos direitos e menos Estado, é o aumento da pobreza e do desemprego. O governo Bolsonaro é comprometido com o grande capital financeiro. Ele tem maioria no Congresso Nacional. A pauta econômica vem avançando. Essa pauta é responsável por mais exclusão, desemprego, empobrecimento e fome. Não temos solução a partir das propostas neoliberais ou liberais. Porém, o povo começa a perceber. Há uma grande mobilização popular nas ruas contra o governo Bolsonaro</p>
<p class="yiv6331716169MsoNormal"><b>No âmbito nacional, o senhor acredita que o PDT se unirá a outros partidos para uma terceira via, que concorra com Lula e Bolsonaro?</b></p>
<p class="yiv6331716169MsoNormal">O governo Bolsonaro não interessa ao Brasil e ao povo brasileiro. Nós temos que derrotá-lo. Sobretudo, é preciso avaliar. Se amanhã ficar comprovada a necessidade de uma unidade da oposição como o caminho para derrotar Bolsonaro, nós temos que segui-la. Se por ventura surgir, e o PDT tem um candidato, Ciro Gomes, a possibilidade de derrotar Bolsonaro no primeiro turno, eu defendo. Se houver a possibilidade de um segundo turno sem Bolsonaro e a candidatura do Ciro Gomes for a que se apresenta como alternativa, eu defendo. É preciso derrotar o presidente Bolsonaro, principalmente no primeiro turno.</p>
<p class="yiv6331716169MsoNormal"><b>E na esfera estadual, acredita que haverá nova polarização?</b></p>
<p class="yiv6331716169MsoNormal">Na esfera estadual, as candidaturas ainda não estão nem apresentadas, outras ainda não alcançaram a divulgação necessária. O PDT, no estado do Rio de Janeiro, vai ter candidato próprio. Nesse sentido, eu ainda não vejo uma grande polarização no Rio.</p>
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		<title>Jesús Tapia aposta na integração progressista para mudar realidade da América Latina</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 15 May 2021 04:44:14 +0000</pubDate>
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					<description><![CDATA[<img width="1024" height="683" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Jesús-Tapia-aposta-na-integração-progressista-para-mudar-realidade-da-América-Latina.jpeg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Jesús-Tapia-aposta-na-integração-progressista-para-mudar-realidade-da-América-Latina.jpeg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Jesús-Tapia-aposta-na-integração-progressista-para-mudar-realidade-da-América-Latina-100x67.jpeg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Jesús-Tapia-aposta-na-integração-progressista-para-mudar-realidade-da-América-Latina-300x200.jpeg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Jesús-Tapia-aposta-na-integração-progressista-para-mudar-realidade-da-América-Latina-768x512.jpeg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Jesús-Tapia-aposta-na-integração-progressista-para-mudar-realidade-da-América-Latina-135x90.jpeg 135w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Jesús-Tapia-aposta-na-integração-progressista-para-mudar-realidade-da-América-Latina-600x400.jpeg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" />Venezuelano disputará, em junho, a presidência da União Internacional da Juventude Socialista  O vice-presidente da União Internacional da Juventude Socialista (IUSY) e secretário-geral da juventude do Movimiento al Socialismo (MAS), da Venezuela, Jesús Tapia, abordou a importância da “integração da esquerda” para mudar a realidade da América Lantina. Candidato a presidente da IUSY, no pleito...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="683" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Jesús-Tapia-aposta-na-integração-progressista-para-mudar-realidade-da-América-Latina.jpeg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Jesús-Tapia-aposta-na-integração-progressista-para-mudar-realidade-da-América-Latina.jpeg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Jesús-Tapia-aposta-na-integração-progressista-para-mudar-realidade-da-América-Latina-100x67.jpeg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Jesús-Tapia-aposta-na-integração-progressista-para-mudar-realidade-da-América-Latina-300x200.jpeg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Jesús-Tapia-aposta-na-integração-progressista-para-mudar-realidade-da-América-Latina-768x512.jpeg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Jesús-Tapia-aposta-na-integração-progressista-para-mudar-realidade-da-América-Latina-135x90.jpeg 135w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/05/Jesús-Tapia-aposta-na-integração-progressista-para-mudar-realidade-da-América-Latina-600x400.jpeg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p class="yiv5920367510MsoNormal"><em><strong>Venezuelano disputará, em junho, a presidência da União Internacional da Juventude Socialista </strong></em></p>
<p class="yiv5920367510MsoNormal">
<p class="yiv5920367510MsoNormal">O vice-presidente da União Internacional da Juventude Socialista (IUSY) e secretário-geral da juventude do Movimiento al Socialismo (MAS), da Venezuela, Jesús Tapia, abordou a importância da “integração da esquerda” para mudar a realidade da América Lantina.</p>
<p class="yiv5920367510MsoNormal">Candidato a presidente da IUSY, no pleito virtual programado para junho, o venezuelano mostrou, ao longo da entrevista promovida nesta semana, por email, pela Juventude Socialista, que faz oposição ao atual “regime venezuelano” e prioriza, como princípio básico, a “defesa da justiça social, da democracia e da igualdade para todos”.</p>
<p class="yiv5920367510MsoNormal"><b>Jesus, para começar gostaríamos de te dar as boas-vindas ao Brasil, através das redes do PDT e da Juventude Socialista. Por favor, se apresente.</b></p>
<p class="yiv5920367510MsoNormal">Muito obrigado, queridos colegas. Jesús Tapia, secretário-geral da Juventude do MAS, da Venezuela, e vice-presidente mundial da IUSY.</p>
<p class="yiv5920367510MsoNormal"><b>Como ser um jovem de esquerda na Venezuela e não ser chavista?</b></p>
<p class="yiv5920367510MsoNormal">Um jovem, com princípios e valores claros de socialismo democrático, não se encaixa na ideia de um regime que mantém o sonho da juventude venezuelana sequestrado e a democracia rompida. O regime venezuelano é tudo, menos socialista.</p>
<p class="yiv5920367510MsoNormal"><b>Na sua visão de mundo, qual o papel e a importância da integração e solidariedade internacional entre partidos e organizações políticas.</b></p>
<p class="yiv5920367510MsoNormal">O internacionalismo é fundamental nestes tempos. Quero referir, especialmente, a importância que tem para que os setores progressistas mundiais possam ser unificados numa única plataforma e, assim, definir estratégias conjuntas que permitam enfrentar as grandes desigualdades que atravessam as nossas sociedades, bem como a firme defesa da justiça social, da democracia e da igualdade para todos.</p>
<p class="yiv5920367510MsoNormal"><b>Os últimos dez anos foram de avanços e retrocessos na América latina. Como destacado líder regional acredita que o exemplo da Frente Ampla do Uruguai pode prevalecer no Brasil?</b></p>
<p class="yiv5920367510MsoNormal">Como mencionei, os setores de esquerda devem unir esforços se realmente queremos grandes mudanças em nossos países. Há experiências que nos permitem ver a importância de trabalharmos juntos por um objetivo claro, que deve ser sempre o bem comum dos nossos povos. A integração da esquerda é uma tarefa pendente na América Latina. Nós, jovens, não podemos descansar até vermos essa integração possível.</p>
<p class="yiv5920367510MsoNormal"><b>Gostaríamos de ouvir um pouco das suas propostas e pensamentos gerais como candidato a presidente da IUSY.</b></p>
<p class="yiv5920367510MsoNormal">Durante os últimos cinco anos, pude exercer uma grande responsabilidade na IUSY, como vice-presidente, e também como coordenador do comitê americano, experiência que também me permitiu crescer e me preparar para, hoje, me apresentar para presidir uma importante organização juvenil.</p>
<p class="yiv5920367510MsoNormal">IUSY deve se tornar parte das soluções para os conflitos de nosso tempo. A obra da juventude de esquerda deve ser repensada e reformulada em todo o panorama das ações da atualidade. Quanto maior for a força, a unidade, a equidade e a democracia de nossas organizações, maiores serão as transformações que poderemos promover.</p>
<p class="yiv5920367510MsoNormal">Promoveremos a criação de reuniões regionais além do comitê; que servem para a integração, formação e acompanhamento dos jovens; assumiremos as bandeiras de defesa dos jovens deslocados obrigados a cruzar fronteiras na busca de garantir as necessidades básicas, inclusive a proteção de suas vidas; abordaremos urgentemente os desafios que nossos jovens enfrentam: emprego, saúde, igualdade de gênero e acesso à educação e faremos a ampliação e o fortalecimento das campanhas pelos novos direitos (casamento igual, descriminalização do aborto e legalização da maconha).</p>
<p class="yiv5920367510MsoNormal">Estou convencido de que todos nós podemos fazer da IUSY uma organização com maior impacto global. Aspiro ter o apoio de todas as organizações para assumir esta importante posição.</p>
<p class="yiv5920367510MsoNormal"><b>Uma mensagem final para os militantes do PDT, da JS, bem como ao povo brasileiro em geral.</b></p>
<p class="yiv5920367510MsoNormal">Caros colegas, mantenhamo-nos firmes na luta pela justiça social, pela democracia e pela solidariedade. Apostamos na integração de setores progressistas e na concretização das mudanças que almejamos no Brasil, na América Latina e no mundo.</p>
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		<title>Trabalhismo na História: Zeca Brito conta bastidores do filme Legalidade</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 22 Aug 2020 06:06:59 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[FLB-AP]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/08/Diretor-da-produção-nacional-destaca-a-importância-de-retratar-parte-do-legado-de-Brizola-no-cinema.png" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/08/Diretor-da-produção-nacional-destaca-a-importância-de-retratar-parte-do-legado-de-Brizola-no-cinema.png 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/08/Diretor-da-produção-nacional-destaca-a-importância-de-retratar-parte-do-legado-de-Brizola-no-cinema-100x56.png 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/08/Diretor-da-produção-nacional-destaca-a-importância-de-retratar-parte-do-legado-de-Brizola-no-cinema-300x169.png 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/08/Diretor-da-produção-nacional-destaca-a-importância-de-retratar-parte-do-legado-de-Brizola-no-cinema-768x432.png 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/08/Diretor-da-produção-nacional-destaca-a-importância-de-retratar-parte-do-legado-de-Brizola-no-cinema-160x90.png 160w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/08/Diretor-da-produção-nacional-destaca-a-importância-de-retratar-parte-do-legado-de-Brizola-no-cinema-600x338.png 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" />Diretor da produção nacional destaca a importância de retratar parte do legado de Brizola no cinema &#160; A experiência de levar para a tela do cinema os intensos e marcantes momentos de Leonel Brizola, em 1961, foi contada pelo diretor do filme Legalidade, Zeca Brito, durante a nova edição do programa ‘Trabalhismo na História’, que...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="576" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/08/Diretor-da-produção-nacional-destaca-a-importância-de-retratar-parte-do-legado-de-Brizola-no-cinema.png" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/08/Diretor-da-produção-nacional-destaca-a-importância-de-retratar-parte-do-legado-de-Brizola-no-cinema.png 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/08/Diretor-da-produção-nacional-destaca-a-importância-de-retratar-parte-do-legado-de-Brizola-no-cinema-100x56.png 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/08/Diretor-da-produção-nacional-destaca-a-importância-de-retratar-parte-do-legado-de-Brizola-no-cinema-300x169.png 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/08/Diretor-da-produção-nacional-destaca-a-importância-de-retratar-parte-do-legado-de-Brizola-no-cinema-768x432.png 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/08/Diretor-da-produção-nacional-destaca-a-importância-de-retratar-parte-do-legado-de-Brizola-no-cinema-160x90.png 160w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2020/08/Diretor-da-produção-nacional-destaca-a-importância-de-retratar-parte-do-legado-de-Brizola-no-cinema-600x338.png 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p><strong><em>Diretor da produção nacional destaca a importância de retratar parte do legado de Brizola no cinema</em></strong></p>
<p>&nbsp;</p>
<p>A experiência de levar para a tela do cinema os intensos e marcantes momentos de Leonel Brizola, em 1961, foi contada pelo diretor do filme Legalidade, Zeca Brito, durante a nova edição do programa ‘Trabalhismo na História’, que foi lançado nesta sexta-feira (21), no canal oficial do Centro de Memória Trabalhista (CMT) no YouTube.</p>
<p>Durante a entrevista para o coordenador do CMT, Henrique Matthiesen, o cineasta detalhou os bastidores das gravações, a importância da história retratada pela produção nacional, a influência de lideranças na sua vida pessoal, bem como sua paixão pela arte audiovisual.</p>
<p>“O filme mostra o recorte da visão do Brizola. O que ele pensaria, como reagiria e também desejaria que a história tivesse sido contada, acredito eu. E vendo a resposta dos familiares, conseguimos chegar nesse objetivo”, disse Brito.</p>
<p>“A gente fez sem nenhum tipo de restrição a nada. Em todos os episódios que buscamos contar, como passagens da vida pessoal do Brizola e a intimidade com a Dona Neusa, a família disse que eram importantes de serem relatados. Buscamos honrar uma história”, explica.</p>
<p>Indicando que seus produtos trazem questionamentos ligados às transformações sociais que a sociedade conquista através da política, Britto avalia as dificuldades do cinema brasileiro e a importância da insistência para quebrar barreiras e paradigmas.</p>
<p>“Fazer um filme, no Brasil, já é muito difícil. E tratar de questões políticas, ou históricas, é ainda mais difícil, pois grande parte (das passagens) não foi contada porque incomodava e chegava até certos privilégios e oligarquias que estão aí, até hoje. Ironicamente, a gente vive em uma democracia que despreza a cultura. É contraditório”, critica.</p>
<p>Raízes</p>
<p>Ao citar o aprendizado desde os primeiros contatos com uma câmera, o cineasta relata o vínculo com o ambiente político para o desenvolvimento não somente técnico, mas também como cidadão.</p>
<p>“Meu pai trabalhou muito, voluntariamente como trabalhista, em várias eleições na parte do audiovisual em Bajé (RS), o meu município. Então, desde criança, estava ali nos bastidores das campanhas de vereadores e prefeitos com muito conteúdo sendo feito, desde depoimentos até histórias de vida”, comenta.</p>
<p>“Por ser de uma família trabalhista e brizolista, acima de tudo, que é uma paixão que está na nossa formação humana, temos as referências e os exemplos do Brizola. Tenho, portanto, a memória do meu pai falando muito das ideias dele, como o ensino integral e a educação como instrumento de desenvolvimento”, acrescenta, ao também elogiar o legado de Darcy Ribeiro a partir do livro ‘O Povo Brasileiro’.</p>
<p>Realização</p>
<p>Com Cleo Pires, Leonardo Machado e Fernando Alves Pinto no elenco, o título lançado, em setembro de 2019, retrata o ano de 1961, onde então governador do Rio Grande do Sul, Brizola, organiza e lidera um movimento denominado Legalidade. Marcante, a mobilização de resistência democrática reúne milhões de brasileiros para impedir um golpe militar e, assim, garantir a posse de João Goulart como presidente da República.</p>
<p>Acompanhe, na íntegra, a entrevista:</p>
<p><iframe loading="lazy" title="Entrevista #1 - Trabalhismo na História com Zeca Brito." width="640" height="360" src="https://www.youtube.com/embed/_aXnvQjS3E4?feature=oembed" frameborder="0" allow="accelerometer; autoplay; clipboard-write; encrypted-media; gyroscope; picture-in-picture; web-share" referrerpolicy="strict-origin-when-cross-origin" allowfullscreen></iframe></p>
<p>Confira ainda o trailer internacional do filme:</p>
<p>https://www.facebook.com/LupiPDT/videos/303409310339508</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>“Ciro não faltará com o Rio de Janeiro”, garante Martha Rocha</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 15 Aug 2018 19:01:05 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Eleições 2018]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="1024" height="665" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/08/Martha-Rocha-Acervo-Pessoal-1.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/08/Martha-Rocha-Acervo-Pessoal-1.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/08/Martha-Rocha-Acervo-Pessoal-1-100x65.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/08/Martha-Rocha-Acervo-Pessoal-1-300x195.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/08/Martha-Rocha-Acervo-Pessoal-1-768x499.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/08/Martha-Rocha-Acervo-Pessoal-1-139x90.jpg 139w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/08/Martha-Rocha-Acervo-Pessoal-1-600x390.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" />Deputada estadual pelo PDT no Rio de Janeiro, a delegada Martha Rocha tem uma longa história de defesa dos direitos das mulheres e de luta pela redução da criminalidade, através da inclusão social. Em entrevista para o site da Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini, a deputada expressou sua opinião sobre o papel da mulher...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="665" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/08/Martha-Rocha-Acervo-Pessoal-1.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/08/Martha-Rocha-Acervo-Pessoal-1.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/08/Martha-Rocha-Acervo-Pessoal-1-100x65.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/08/Martha-Rocha-Acervo-Pessoal-1-300x195.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/08/Martha-Rocha-Acervo-Pessoal-1-768x499.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/08/Martha-Rocha-Acervo-Pessoal-1-139x90.jpg 139w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/08/Martha-Rocha-Acervo-Pessoal-1-600x390.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p>Deputada estadual pelo PDT no Rio de Janeiro, a delegada Martha Rocha tem uma longa história de defesa dos direitos das mulheres e de luta pela redução da criminalidade, através da inclusão social. Em entrevista para o site da Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini, a deputada expressou sua opinião sobre o papel da mulher na política, os problemas da segurança pública no Rio; e explicou como a eleição de Ciro Gomes para a Presidência da República poderá ajudar o Estado.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A senhora filiou-se ao PDT durante esta legislatura. Como foi a sua vinda para o Partido e qual a sua identificação com os valores do Trabalhismo?</strong></p>
<p>Tenho uma história no PDT que começa em 1983. Fui a primeira mulher a ocupar o cargo de diretora do departamento geral de polícia especializada, na administração do governo Leonel Brizola. Em 1991, inaugurei a delegacia de mulheres da Zona Oeste: primeira delegacia de mulheres criada na segunda gestão do governador Brizola. Então, eu estava com o PDT no coração, na alma; só não estava em corpo presente.</p>
<p>É muito fácil ser do PDT. Acho que nós temos que ter muito orgulho desta identidade trabalhista. O PDT é um partido que, na questão da segurança pública, tem compromissos muito importantes. Por exemplo: foi o governo do PDT que criou a primeira delegacia de mulheres; foi o governo do PDT que criou a delegacia de enfrentamento dos crimes raciais – que, lamentavelmente, foi extinta em 1995, com a chegada do governador que sucedeu Leonel Brizola.</p>
<p>Acho que é muito bom ser do PDT.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O que a senhora gostaria de destacar nestes quase quatro anos de mandato?</strong></p>
<p>O exercício do mandato passa não somente pela elaboração da lei. O meu mandato tem um olhar voltado para a segurança pública, para as questões das mulheres, para o direito do consumidor, para a fiscalização do Poder Executivo. Quero dizer que eu honrei o PDT quando votei contra a venda da CEDAE; quando defendi, aqui nesta Casa, os servidores públicos.</p>
<p>A maneira que o Governo do Estado teve para enfrentar a grave crise financeira foi taxando aposentados, pensionistas e servidores públicos. Não houve um exercício voltado para o aumento da arrecadação. Não aprovei a prestação de contas do governo Pezão de 2017, por uma questão muito simples: ele não cumpriu a obrigatoriedade da rubrica constitucional da educação.</p>
<p>Não posso, como parlamentar, aceitar que o governo não tenha feito a contribuição efetiva para a questão da educação. E talvez a decisão que mais é cobrada nas ruas foi o posicionamento relativo à prisão dos três parlamentares. Quero dizer que votei pela manutenção da prisão dos três parlamentares.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Qual a sua visão da intervenção federal na segurança pública do Rio?</strong></p>
<p>Em primeiro lugar: se aqui no Rio de Janeiro nós tivéssemos um governador de partido diferente do que ocupa a Presidência da República [MBB], não há dúvida de que a intervenção seria ampla e total. Essa decisão de uma intervenção específica na segurança pública foi para, em um primeiro momento, mostrar que o Governo Federal estava pronto para socorrer o Rio de Janeiro. Mas se aqui, por exemplo, fosse um governo do PDT, não há dúvida de que eles teriam feito uma intervenção total no Estado, nos ditames da Constituição.</p>
<p>O próximo Governador que for eleito terá que responder uma pergunta básica: “deseja ou não a permanência da intervenção?”. A intervenção não pretende acabar com a violência e nem conseguirá. A intervenção que se pretende é uma redução dos índices de criminalidade. A gente tem que entender duas coisas. A primeira: quais são as ações da polícia que eu tenho que fazer para reduzir a criminalidade? Eu tenho que ter mais policiamento? Eu tenho que ter mais investimento em tecnologia, inteligência e inovação científica? Hoje, por exemplo, a Polícia Civil não tem reagente para usar o <em>luminol</em>, que é tão importante para a identificação do sangue nos locais de homicídio. A Polícia Civil não tem os componentes necessários para fazer um exame de DNA. Quais são as ações emergenciais – e em curto prazo – que se têm que tomar com as polícias na tentativa de reduzir a criminalidade?</p>
<p>O outro olhar é entender-se que Segurança Pública é política de Estado; e não política de governo. Quando eu invisto em cultura, em esporte e em lazer, sinalizo com uma nova perspectiva para juventude. Quando eu torno a escola um ambiente em que a criança deseja estar, quando fortaleço as populações vulneráveis, a longo prazo também estou promovendo uma ação de cidadania; e, com certeza, contribuindo para o enfrentamento da violência. Então, eu acho tem que se ter coragem para tomar estas decisões.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>A sua trajetória também é muito marcada pela defesa dos direitos das mulheres, pelo combate à violência contra a mulher. A gente sabe que, historicamente, as mulheres enfrentam dificuldades para ingressar na política. Existe uma cota de 30% de candidaturas femininas para o Legislativo; mas nem sempre isto é cumprido corretamente. Então, qual sua opinião sobre isto? A senhora já enfrentou algum preconceito na política?</strong></p>
<p>Na política, não; mas na Polícia, sim. Em 1993, a ousadia do doutor  Nilo Batista e do governador Brizola de indicar uma jovem mulher delegada para um cargo que é tradicionalmente ocupado por homens foi uma mudança de paradigma.</p>
<p>Quando a gente olha para a Alerj: somos 70 deputados; e, hoje, apenas nove deputadas, apesar de a cota de 30%. Em 2010, nós éramos 11 deputadas; hoje, somos apenas nove.</p>
<p>Na Alerj, as deputadas conseguem ter um comportamento suprapartidário. Quando a causa é a mulher, não importa o partido, a gente está ali unida para a defesa das causas das mulheres. Acho que não basta ter a cota de 30%, é preciso que os partidos valorizem as candidaturas femininas. Apesar de a gente já ter tido uma mulher Presidente da República, a gente ainda tem muito para conquistar, já que somos 52% da população.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como a senhora acha que Ciro Gomes pode ajudar na segurança pública; não só em todo Brasil, mas principalmente no Rio?</strong></p>
<p>O Ciro tem explicado que o pacto federativo tem que ser repensado. Hoje, a gente tem o Ministério da Segurança Pública, que não tem rubrica orçamentária. As crises estão acontecendo no Norte, na questão do sistema penitenciário; no Sudeste, na questão da violência urbana. Entretanto, a gente não vê, efetivamente, uma intervenção do Ministério da Segurança para o enfrentamento da violência.</p>
<p>O Rio de Janeiro não planta maconha, não produz armas, não refina cocaína. Se a gente não tiver o patrulhamento das nossas fronteiras – seja as fronteiras nacionais ou as internacionais –, a gente não vai ter uma forma eficiente de enfrentar a violência. É isto que o Ciro vai fazer: repensar o pacto federativo, contribuir de forma orgânica institucional com o estado, seja através da força de segurança, seja através do deslocamento de verba específica para o governo do estado. Não tenho dúvida de que o Ciro não faltará com o Rio de Janeiro.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Por fim, queríamos que a senhora falasse sobre a candidatura de Ciro Gomes à Presidência da República.</strong></p>
<p>Eu não tenho dúvida de que o Ciro será o Presidente do Brasil. Eu acho que a candidatura dele é a mais legítima para o povo brasileiro. Ciro vai levar o Brasil ao status de Nação. O Brasil, hoje, passa por graves problemas: a questão do desemprego e da violência (que não é apenas um fenômeno nas grandes cidades). Ciro foi prefeito, governador, ministro, deputado federal; e se destacou em todos estes cargos. Então, tenho a convicção de que não há pessoa mais preparada para ocupar a Presidência da República.</p>
<p>Quero falar de um modo muito particular com as mulheres do PDT: é nossa responsabilidade falar com este universo de 52% da população brasileira – que são mulheres – para dizer que ali tem um homem que valoriza a participação da mulher. Um homem que, quando exerceu seu mandato no Executivo, fosse à frente do governo do estado ou da prefeitura, reservou 50% das vagas das secretarias para serem ocupadas por mulheres. Não basta ser mulher: é preciso ter, efetivamente, um compromisso com as causas feministas. Acredito que o Ciro Gomes tem este compromisso. Por isto, é nosso dever como mulher trabalhista mostrar isto para as outras mulheres. Tenho certeza de que Ciro vai ser conduzido ao cargo de Presidente da República.</p>
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		<item>
		<title>&#8220;Tem gente querendo enfraquecer a democracia&#8221;, alerta José Bonifácio, presidente estadual do PDT do Rio</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 10 Aug 2018 20:17:26 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[José Bonifácio]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="718" height="548" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/08/José-Bonifácio.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/08/José-Bonifácio.jpg 718w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/08/José-Bonifácio-100x76.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/08/José-Bonifácio-300x229.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/08/José-Bonifácio-118x90.jpg 118w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/08/José-Bonifácio-600x458.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 718px) 100vw, 718px" />José Bonifácio Ferreira Novellino é um quadro histórico do PDT e, atualmente, preside o partido no estado do Rio de Janeiro. Ex-prefeito do município de Cabo Frio, Bonifácio também já foi vereador e deputado estadual. Em entrevista para o site da Fundação Leonel Brizola, Bonifácio relembrou sua trajetória política e falou da importância da educação...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="718" height="548" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/08/José-Bonifácio.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/08/José-Bonifácio.jpg 718w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/08/José-Bonifácio-100x76.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/08/José-Bonifácio-300x229.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/08/José-Bonifácio-118x90.jpg 118w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/08/José-Bonifácio-600x458.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 718px) 100vw, 718px" /><p>José Bonifácio Ferreira Novellino é um quadro histórico do PDT e, atualmente, preside o partido no estado do Rio de Janeiro. Ex-prefeito do município de Cabo Frio, Bonifácio também já foi vereador e deputado estadual.</p>
<p>Em entrevista para o site da Fundação Leonel Brizola, Bonifácio relembrou sua trajetória política e falou da importância da educação e do engajamento da juventude para transformar o país.</p>
<p><strong>Como se deu sua entrada na política e no PDT?</strong></p>
<p>Na minha primeira eleição, para vereador, em 1976, eu concorri pelo MDB. Depois, houve o período da anistia e o retorno de Brizola e eu acompanhei o processo de retomada do PTB. Deu aquela confusão toda, a tomada da sigla por Ivete Vargas e a articulação para a criação do PDT. Não participei da formação do partido naquele momento. No meu segundo mandato como prefeito de Cabo Frio, em 1992, já me elegi pelo PDT. Depois fui deputado estadual, e, desde então, tenho trabalhado para fortalecer o partido no interior do estado do Rio. Meu papel é me deslocar até os municípios.</p>
<p><strong>O que você destacaria em sua trajetória política?</strong></p>
<p>Me orgulho muito de ter sido vereador. Foi um escola muito importante para mim, conhecer o parlamento municipal, ter um contato mais próximo com a população e acho que isso me ajudou muito como prefeito a não ficar preso em gabinete. Aonde tinha obra, eu tava ali com os operários acompanhando. O Parlamento é algo mais moroso, pois isso faz parte de uma decisão coletiva. O bom de um cargo no Executivo é poder colocar a mão na massa. Então, onde eu mais me realizei foi como prefeito.</p>
<p>No meu segundo mandato como prefeito, fui à Brizola e coloquei para ele o déficit educacional que existia. Naquela época, o governo do estado contribuía também com o ensino básico. E Brizola disse que construiria CIEPs em todos os terrenos de Cabo Frio em que tivesse disponibilidade. E, assim, nós erguemos três CIEPs, nas áreas mais carentes da cidade. O objetivo do CIEP era integrar a família do aluno, a comunidade. Infelizmente, foi abandonado. Nós vemos como o ensino público se deteriorou com o passar dos anos. Então, esse trabalho do Brizola pra educação tem reconhecimento. Hoje, no interior, as pessoas lembram muito o nome de Brizola.</p>
<p><strong>Como reaproximar os partidos políticos da população?</strong></p>
<p>O descrédito do eleitor na classe política hoje é muito grande. O PDT ainda é um pouco preservado disso. Mas o grande desafio é que há um número de asbtenções, nulos e brancos muito grande. Imagina que seis milhões de fluminenses não devem votar em ninguém para governador. O desafio é ocupar as redes sociais, levar uma mensagem à população de forma que a credibilidade seja reestabelecida.</p>
<p>Imagina o desastre que será para o Brasil que o segundo turno da eleição seja entre a centro-direita e a extrema direita. Se isso acontecer, será uma responsabilidade nossa, de todas as esquerdas. Então, seria muito importante que a gente conseguisse se unir.</p>
<p><strong>Qual recado você deixaria para a juventude do PDT?</strong></p>
<p>O papel da juventude é fundamental para a democracia brasileira. Quando vejo jovens, filhos de amigos meus, dizendo que vão votar em Bolsonaro, eu fico pensando onde que errei. É fundamental que os jovens voltem a pensar que eles podem, sim, mudar. Foi por eu acreditar, ainda jovem, num projeto de mudança, que muitas coisas aconteceram.</p>
<p>Se um jovem manifesta o desejo da participação política, vai ser desestimulado. Sempre chamo os pais e avós para uma reflexão: se você desestimula ele de entrar para a vida pública, o espaço não vai ficar vazio. Se não for por jovens de bem e com uma boa formação, vai ser por algum pilantra que quer levar vantagem e enriquecer ilicitamente. Essa é uma reflexão que a gente precisa fazer.</p>
<p>Acredito na força da sociedade. Não acredito em salvador da pátria, naquele que diz que sozinho vai tirar o Brasil da crise, isso é balela, discurso para enganar o eleitor. Tem gente querendo enfraquecer a democracia, fazer apologia da ditadura. É fundamental que a gente não deixe a democracia se enfraquecer.</p>
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		<title>&#8220;Ciro vai ser o presidente do diálogo&#8221;, defende Everton Gomes</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Thu, 09 Aug 2018 22:02:32 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Ciro Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[Darcy Ribeiro]]></category>
		<category><![CDATA[Everton Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[PDT]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="640" height="640" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/08/Everton-Gomes.jpeg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/08/Everton-Gomes.jpeg 640w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/08/Everton-Gomes-100x100.jpeg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/08/Everton-Gomes-300x300.jpeg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/08/Everton-Gomes-90x90.jpeg 90w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/08/Everton-Gomes-266x266.jpeg 266w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/08/Everton-Gomes-600x600.jpeg 600w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" />Ex-presidente nacional da Juventude Socialista, Everton Gomes é atualmente secretário nacional de comunicação do PDT e também o vice-presidente da Fundação Leonel Brizola &#8211; Alberto Pasqualini (FLP-AB) do estado do Rio de Janeiro, Everton começou sua trajetória política no movimento estudantil e já ocupou diferentes funções dentro do partido. Em entrevista para o site da...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="640" height="640" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/08/Everton-Gomes.jpeg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/08/Everton-Gomes.jpeg 640w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/08/Everton-Gomes-100x100.jpeg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/08/Everton-Gomes-300x300.jpeg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/08/Everton-Gomes-90x90.jpeg 90w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/08/Everton-Gomes-266x266.jpeg 266w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/08/Everton-Gomes-600x600.jpeg 600w" sizes="auto, (max-width: 640px) 100vw, 640px" /><p>Ex-presidente nacional da Juventude Socialista, Everton Gomes é atualmente secretário nacional de comunicação do PDT e também o vice-presidente da Fundação Leonel Brizola &#8211; Alberto Pasqualini (FLP-AB) do estado do Rio de Janeiro, Everton começou sua trajetória política no movimento estudantil e já ocupou diferentes funções dentro do partido.</p>
<p>Em entrevista para o site da Fundação, Everton falou sobre os desafios para atrair os jovens para a militância política e sobre a importância da candidatura de Ciro Gomes para a Presidência do Brasil.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Você começou sua trajetória política na militância estudantil. Como o PDT surgiu em sua vida?</strong></p>
<p>Venho de uma família de brizolistas. Meu pai, embora nunca tenha participado de atividades político-partidárias, sempre foi um entusiasta do brizolismo. Minha origem é popular, morei até a adolescência no Morro da Mangueira e lá, naquele território, o único político brasileiro que realmente tinha realizado coisas positivas era o Brizola. Comecei como militante do movimento estudantil, fui presidente do grêmio do Colégio Pedro II. Atuei muito naquele período das reformas neoliberais do governo Fernando Henrique. Eu era estudante secundarista na época e o governo tentou implementar uma série de agendas que eram nocivas à educação pública e que também atingiam diretamente o colégio Pedro II.</p>
<p>Daquela atividade política para o PDT, foi um pulo. Em um primeiro momento, eu mantive uma relação com jovens do PCB, mas eu já tinha algumas diferenças. Tive um contato inicial com esses jovens que tinham mais ou menos a mesma origem de classe que eu, mas o distanciamento deles com a figura do Brizola me causava certo estranhamento, por tudo aquilo que eu escutava do Brizola na favela, pois ele era muito bem visto lá. Então, ver jovens de periferias que tinham problemas com a figura do Brizola me gerava um certo desconforto.</p>
<p>Acabou que um certo dia descobri que queria entrar em um partido político, movimentar e modificar a realidade. Eu já me identificava com os ideais do trabalhismo, principalmente com o que aprendi nas aulas sobre o Vargas. Aí, descobri que havia uma Juventude Socialista, me filiei ao partido, depois fui para um congresso da Juventude na UERJ e participei das atividades como observador. Um companheiro me identificou ali, me convidou e foi assim que eu entrei na Juventude Socialista. E a partir daí comecei uma trajetória como militante engajado. Já no final do primeiro ano, me tornei presidente municipal da JS aqui no Rio de Janeiro. Fui três vezes presidente estadual, fundei núcleos de base, integrei o diretório nacional da JS, fui secretário de Relações Internacionais da JS, representei o PDT e a JS em vários países do mundo, em conferências e organismos internacionais, cheguei a ser vice-presidente e a ser presidente nacional da JS, que é um fato que muito me orgulha.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Atualmente, você é vice-presidente da Fundação Leonel Brizola &#8211; Alberto Pasqualini no Rio de Janeiro. Qual o trabalho realizado pela fundação?</strong></p>
<p>O PDT tem hoje a capacidade de dialogar com a juventude. Os quadros mais jovens têm espaço na direção. Esse é um esforço que vem sendo feito pela nossa direção nacional, tanto pelo presidente nacional, Carlos Lupi, quanto pelo presidente da fundação, Manoel Dias. Eles me deram uma tarefa muito boa de realizar, que é cuidar da formação política dos quadros do nosso partido aqui no Rio de Janeiro. Já no primeiro ano, nós fizemos um planejamento estratégico e conseguimos desenvolver algumas programações que deram muito certo. Destaco o Trabalhismo em Diálogo, que visou trazer debates para dentro do partido, sempre com alguém de dentro do PDT e alguém de fora, para contrapor as visões de mundo e de sociedade. A gente sempre mescla temas históricos com temas contemporâneos. Nós temos muita história para mostrar, especialmente para as gerações mais jovens, que não tiveram a felicidade que eu tive de assistir verdadeiras aulas de políticas de nomes como Leonel Brizola, Abdias Nascimento, Darcy Ribeiro e tantos outros.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Como despertar interesse nos jovens pela política?</strong></p>
<p>É um grande desafio pros partidos políticos. Quando se fala em reforma política, acho que o grande desafio é também fazer uma reforma político-partidária , para que os partidos tenham capacidade de dialogar com novas gerações. Os partidos têm que se abrir. Fazendo política do século passado, não vamos conseguir atrair os jovens . Você precisa olhar para as coisas que estão acontecendo no seio da juventude. A questão LGBT, por exemplo, é uma questão que toca muito a juventude hoje. Sempre defendi e briguei muito para que nosso partido se abrisse pra isso. Qual o movimento social que coloca um milhão de pessoas na Avenida paulista, de forma espontânea, pra discutir os seus direitos, lutar por suas questões? O movimento LGBT faz isso. Eu e outros companheiros brigamos muito dentro do partido, que de certa maneira era um partido conservador, para que se abrisse para a questão LGBT. Foi com a Juventude Socialista que aconteceu a primeira atividade LGBT ligada ao trabalhismo.</p>
<p>Os partidos têm que se abrir e empoderar realmente a juventude. Não adianta você achar que trazer o jovem para o partido é trazê-lo para segurar bandeira. O jovem tem que ser um personagem ativo dentro do partido, ele tem que ter capacidade de influenciar e de decidir. O PDT hoje faz um grande esforço nesse sentido e, de certa forma, nós temos atingido os objetivos. Temos jovens em posições de comando nas mais variadas direções políticas do partido, nos âmbitos municipal, estadual e nacional. Nossa fundação está basicamente sob o comando de jovens no país inteiro e uma parcela significativa da Executiva Nacional é composta por jovens.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>O Brasil atravessa uma grave crise econômica, política e ética. Como a eleição de Ciro Gomes para a Presidência pode contribuir para alterar esse cenário?</strong></p>
<p>A eleição do Ciro Gomes é fundamental pra transformação do nosso país. O país hoje vive um momento de extrema dificuldade em pactuar, em garantir consensos mínimos pra que se possa avançar. O Brasil hoje precisa da agenda que o Ciro apresenta, de nacional desenvolvimento. Vimos, nos últimos anos, o mercado financeiro e os rentistas dando as ordens no nosso país e o resultado disso foi desastroso. Vimos também uma polarização falsa que não representa o que é a sociedade brasileira e não é um caminho que vai fazer o Brasil avançar. O campo progressista pode ser representado dentro das noções de brasilidade, de um nacionalismo generoso, o caminho que o trabalhismo sempre apresentou. As cores da nossa bandeira representam, sim, o nosso povo e o campo progressista. O Ciro tem essa capacidade de se abrir ao diálogo, compreendendo a diversidade que o Brasil tem, os sotaques do nosso Brasil tão grande.</p>
<p>Uma palavra que me marca muito nas falas do Ciro é &#8220;inovação&#8221;. O mundo deste novo século é marcado pela capacidade que os países vão ter de inovar. Acho que o Ciro vai ser o presidente que vai garantir que o Brasil inove e dê um salto de qualidade. O PDT é o partido que fez a maior obra de educação nesse país. A gente precisa garantir a educação dos nossos jovens e, por outro lado, que o Brasil se desenvolva, pra que o jovem tenha condições de se inserir na indústria do novo século, que já não são as velhas indústrias da poluição. Hoje, a gente precisa traduzir nosso desenvolvimento através da inovação, da tecnologia, do pensamento sustentável. O Brasil tem muito a pensar e a contribuir com a sociedade mundial nessa questão ambiental, é um país que tem uma natureza exuberante. Acho que o Ciro vai ser o presidente do diálogo, vai ser o presidente que vai repactuar o Brasil.</p>
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		<title>&#8220;Nossa chance real de mudança no Brasil é o Ciro&#8221;, defende o vereador Fernando William</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Sat, 30 Jun 2018 19:27:48 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="699" height="420" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/06/fernando.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/06/fernando.jpg 699w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/06/fernando-100x60.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/06/fernando-300x180.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/06/fernando-150x90.jpg 150w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/06/fernando-600x361.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 699px) 100vw, 699px" /><p>Vereador da cidade do Rio de Janeiro em seu quarto mandato, Fernando William é um dos quadros que está no partido praticamente desde a sua fundação. Médico, Fernando já foi deputado federal e ocupou secretarias importantes na Prefeitura e no Governo do Rio.</p>
<p>Em entrevista para o site da Fundação Leonel Brizola- Alberto Pasqualini (FLB-AP), o vereador falou sobre sua relação com o PDT e sua visão do cenário político atual.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Você se filiou ao PDT em 1982. Como o partido surgiu em sua vida e qual sua identificação com o trabalhismo?</strong></p>
<p>Meu pai era brizolista, e eu, com nove anos de idade, acompanhava meus pais na campanha do Brizola pra deputado federal do Rio de Janeiro, por exemplo. Eu assistia à rádio Mayrink Veiga, que era a rádio que divulgava a opinião dos nacionalistas. Me lembro, como se fosse hoje, que estava ouvindo parlamentares da frente nacionalista, janguistas, brizolistas, quando se interrompeu a fala e entrou uma voz dizendo que o presidente Jango havia se afastado do país, e que o canalha do presidente do Senado, Auro de Moura, havia empossado Ranieri Mazzini, que era o presidente da Câmara e, portanto, o substituto natural do presidente Jango. Depois, a história demonstrou que isso não era verdade. O Jango estava no Rio Grande do Sul. Aquilo se revelou realmente uma articulação dos presidentes do Senado e da Câmara com militares golpistas para dar o golpe de 64.</p>
<p>A minha história foi muito vinculada ao trabalhismo, fui do movimento estudantil durante anos, fui orador da turma. Num determinado momento, quando Brizola funda o PDT, eu ingresso no partido muito jovem. Algumas vezes me chamaram pra ser candidato e eu não quis. Em 89, eu era médico, tinha um razoável conhecimento, tinha sido inclusive diretor de uma unidade de saúde, e, então, fui candidato a vereador. Sem um tostão, sem nada, gastando apenas com alguns panfletos, eu me elegi como o quinto vereador mais votado de uma bancada de 12 que o PDT elegeu naquele ano. Tive três mandatos sucessivos, depois fui secretário, fiz uma trajetória no Executivo e agora retornei para o Legislativo, novamente pelo PDT.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Você tinha se afastado da política por alguns anos antes da última eleição. O que o fez mudar de ideia e decidir voltar?</strong></p>
<p>Estava meio cansado dessa situação que o país vinha vivendo, achava que não tinha muita contribuição a dar. Até que uma coisa me chamou muita atenção: o impeachment da presidente Dilma. Foi um evento em rede nacional e vimos ali um nível extremamente baixo do Poder Legislativo, degradante. Quem assistiu aquilo, viu a pantonima que é o Congresso Nacional, em sua grande maioria. Claro que tem muita gente boa, mas a grande maioria não tinha o que dizer. Uma deputada disse “voto em nome da moralidade” e no dia seguinte o marido dela, prefeito, foi preso.</p>
<p>Então, pensei que valia a pena voltar pra tentar dar uma contribuição para o Legislativo, porque sem o Legislativo a gente não tem democracia. A democracia é uma conquista civilizatória, a gente tem que lutar muito por ela. Eu tenho visto alguns falando em intervenção militar, mas eu pergunto: qual país desenvolvido do mundo que teve uma intervenção militar duradoura? Digo desenvolvido não só do ponto de vista econômico, mas desenvolvido do ponto de vista humano. Democracia é fundamental. Tenho uma visão de que a gente tem que caminhar pra uma sociedade onde todos tenham as mesmas oportunidades e os mesmos direitos. Isso é o socialismo. Mas acredito que isso tem que ser construído com o debate, a persuasão, o convencimento, com a demonstração prática de que o capitalismo é um regime de acumulação do capital.</p>
<p>Poucos têm muito, mas muito mesmo, que não sabem nem o que fazer com todo o dinheiro que têm. Enquanto isso, existe um terço da população vivendo em situação de miséria, abaixo da linha da pobreza, passando fome. Nós chegamos à fase mais avançada do capitalismo, que é a fase do domínio do capital financeiro, que manipula os mercados e manipulam a política, conduzem a política. A gente precisa ter coragem de enfrentar essa situação.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>Há um grande descrédito dos jovens com a política atualmente. Como você, que teve uma história na militância estudantil, acha possível reverter esse quadro e aproximar a juventudade da política?</strong></p>
<p>No tempo em que fui líder estudantil, nós viviamos uma ditadura e havia uma parcela significativa dos jovens cujos pais diziam: &#8220;olha, não se mete em política, isso é perigoso&#8221;. E de certa forma era mesmo. Mas tinha uma parcela grande dos jovens que não admitia viver sob a tutela de um Estado repressor, que limitava a liberdade individual e a liberdade coletiva, que impunha censura à cultura e à imprensa. Enfrentamos um período muito duro porque, como todo regime autoritário, ele teve um período em que promoveu desenvolvimento econômico. Mas, no fim, a gente viu no que deu a ditadura: um regime de inflação extremamente elevado, um endividamento interno e externo brutal.</p>
<p>Muita gente acha que as &#8220;Diretas&#8221; conquistaram a democracia. Elas foram de fundamental importância, inclusive participei, mas estou absolutamente convencido de que os militares tinham força militar pra continuar mandando no país por mais algum tempo. Eles saíram porque viram a lambança que fizeram no país. O país não tinha reservas cambiais para dar conta do básico. O FMI mandava na nossa economia, literalmente. Várias obras foram paralisadas, o país entrando num buraco sem fundo que não tinha tamanho e a juventude, naquele momento, tinha uma participação mais intensa.</p>
<p>Hoje, o que a gente observa, por uma série de fatores, influência dos meios de comunicação e da própria mídia virtual, que há uma confusão enorme na cabeça da juventude. Acho que o jovem está lendo muito pouco também. Eu, por exemplo, li toda a obra marxista, li toda a obra de Rosa Luxemburgo, li Adam Smith também. Naquela época a gente tinha o prazer de ter conhecimento pra participar do debate, com alto nível,  compreender o que tava se passando, a conjuntura. Hoje é raro. O jovem é a favor disso ou daquilo, às vezes tem até opiniões contundentes, mas se você perguntar o que ele leu a respeito daquilo que ele defende, na maioria das vezes, não consegue explicar.</p>
<p>Não falo isso com relação apenas aos que se colocam como jovens de esquerda, mesmo os de direita. Eu, por exemplo, lia e achava muito interessante Roberto Campos. Porque era um cara muito bem preparado, um liberal cheio de argumentos, você aprendia. É estimulante debater com alguém que pensa contra voce mas que tem conhecimento dos fatos, da realidade, sabe aquilo que tá defendendo. Hoje, você fica com uma enorme dificuldade de conversar.</p>
<p><strong>Como você enxerga a candidatura do Ciro à Presidência?</strong></p>
<p>Sempre admirei o Ciro, pela sua inteligência, pela sua capacidade de formulação. Acho que o Ciro melhorou muito até, na minha opinião. Se a gente tivesse uma população menos fragmentada e mais esclarecida politicamente, o Ciro era o cara propício para o momento que nós estamos vivendo. É um camarada muito bem preparado, que entende como poucos a questão política no país e no mundo, que oferece alternativas muito claras e concretas nessa lógica de termos uma identidade nacional, uma economia própria, influenciarmos outros países do mundo a partir do diálogo e do entendimento. Me surpreendo cada vez mais pela sua clareza da realidade brasileira e sobre aquilo que nós devemos objetivamente fazer. Eu não vejo nenhum candidato dizer com tanta clareza o que precisa ser feito para que o Brasil saia do atoleiro em que se meteu. Nossa chance real de mudança no Brasil, hoje, é o Ciro.</p>
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		<title>Juventude Socialista do PDT trabalha para ter 50 candidatos em 2018</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 12 Mar 2018 20:32:35 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Entrevistas]]></category>
		<category><![CDATA[Juventude Socialista]]></category>
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		<category><![CDATA[Ciro Tamo Junto]]></category>
		<category><![CDATA[Willian Rodrigues]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="1024" height="683" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/03/IMG_2748.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/03/IMG_2748.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/03/IMG_2748-100x67.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/03/IMG_2748-300x200.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/03/IMG_2748-768x512.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/03/IMG_2748-135x90.jpg 135w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/03/IMG_2748-600x400.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" />O presidente nacional da Juventude Socialista do PDT, William Rodrigues, aproveitou sua passagem por Brasília, onde participou da pré candidatura de Ciro Gomes à Presidência da República, para conversar um pouco mais com a reportagem do PDT Nacional. Eleito no ano passado, William afirma que trabalha para que a JS lance, para as eleições de...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="683" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/03/IMG_2748.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/03/IMG_2748.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/03/IMG_2748-100x67.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/03/IMG_2748-300x200.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/03/IMG_2748-768x512.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/03/IMG_2748-135x90.jpg 135w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2018/03/IMG_2748-600x400.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p>O presidente nacional da Juventude Socialista do PDT, William Rodrigues, aproveitou sua passagem por Brasília, onde participou da pré candidatura de Ciro Gomes à Presidência da República, para conversar um pouco mais com a reportagem do PDT Nacional. Eleito no ano passado, William afirma que trabalha para que a JS lance, para as eleições de outubro, 50 nomes do movimento para disputar os cargos de deputados federais e estaduais em todos os estados brasileiros, mais o Distrito Federal.</p>
<p>O movimento também lançou, via rede social, a plataforma “Ciro Tamo Junto”. A ideia da iniciativa, que contará ainda com um aplicativo para celular, é ampliar a participação dos jovens na campanha pedetista ao Palácio do Planalto e trazer as bandeiras do partido para o centro do debate eleitoral.</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><strong>PDT – Como a Juventude está se preparando para as eleições de 2018?</strong></p>
<p><strong>William –</strong> Lançamos um dia antes do encontro que confirmou o nome de Ciro Gomes como candidato do PDT à Presidência uma plataforma via Facebook chamada de “Ciro Tamo Junto”. Já estávamos discutindo como nosso movimento iria se destacar esse ano na campanha e iniciamos através dessa plataforma esse trabalho. Conhecemos as limitações da rede social quando se fala em audiência, por conta de algorítimos, mas como nossa página já tinha mais de 8 mil curtidas, resolvemos então aproveitar. Lá, você encontra vasto material produzido por nossos militantes, vídeos do Ciro, enfim, um grande material para ajudar a campanha de forma virtual, na rede. Em maio, vamos lançar um aplicativo para telefones móveis, onde todo o material estará disponível para compartilhamento.</p>
<p><strong>PDT –A JS vai apresentar nomes para disputa eleitoral?</strong></p>
<p><strong>William –</strong> Na eleição de vereador em 2016, já houve um importante trabalho. Lançamos quase 300 candidatos da JS a vereadores em muitas cidades. Para deputado sempre tivemos uma dificuldade maior, mas estamos mapeando todo o país para lançar 50 candidatos a deputados estaduais e federais. Isso é fundamental para ser a ponta de lança da campanha do Ciro a partir da juventude.</p>
<p><strong>PDT &#8211; A JS irá acompanhar Ciro durante as eleições?</strong></p>
<p><strong>William –</strong> Sim. A ideia é que a gente rode o país, fazendo um roteiro macro pelo Brasil. Além disso, estamos criando uma estratégia para que sempre tenha militantes da Juventude ao lado do Ciro. Ele já demonstrou que quer nossa militância ao lado dele nessa caminhada.</p>
<p><strong>PDT &#8211; Como você enxerga o papel da juventude, em geral, na eleição desse ano?</strong></p>
<p><strong>William –</strong> Acho que temos um papel fundamental. Analisando o cenário, vemos de imediato um golpe de estado permanente que estamos vivendo, com ataques profundos aos direitos históricos conquistados pela classe trabalhadora. Mas é importante analisar que os mais prejudicados por todas essas reformas (trabalhista, previdenciária) são os jovens. A esmagadora maioria dos jovens brasileiros já têm uma dificuldade enorme em conseguir estudar. Depois, dificuldades para se qualificar para o mercado de trabalho. Ai, quando chega a hora, encontra, agora, um mercado de trabalho completamente precarizado pela reforma. Em compasso, a Reforma da Previdência, vai fazer com que se trabalhe mais, pague mais e se aposente cada vez mais tarde – diante dos vários complicadores propostos pelo governo. Isso gera um enorme excedente de jovens desacreditados com a política, sem vislumbrar um futuro. E a juventude no Brasil representa 27% dos eleitores. Hoje você tem uma série de movimentos territoriais, o empoderamento da juventude que aumenta o nível de engajamento, que sai da juventude de classe média que se empoderava no movimento estudantil e chega na juventude da favela. Então você tem todos os fatores para que o voto da juventude seja decisivo para, por exemplo, uma candidatura ir ao segundo turno.</p>
<p><strong>PDT &#8211; Como a juventude enxerga a candidatura do Ciro?</strong></p>
<p><strong>William –</strong> Eu tenho dito sempre que, antes mesmo do partido como um todo “comprar” a ideia da campanha do Ciro, a JS já tinha certeza que era o nome para disputar o Planalto. Desde o primeiro momento que se anunciou a filiação do Ciro já enxergávamos o candidato do PDT capaz de retomar o fio da história. Não é só ser candidato. O Ciro resgata o fio da história do Brizola, das origens do trabalhismo porque o projeto nacional que ele defende é o nosso projeto nacional. Muita gente critica ele pelas mudanças de partido que teve ao longo da sua carreira. Mas pouca gente analisa que as mudanças não aconteceram porque ele mudou. Os partidos é que mudaram, porque o Ciro continua o mesmo. É só pegar um vídeo dele, da década de 90, que você entende que seus ideais continuam os mesmos. Ele defende a mesma coisa hoje no campo da economia, da educação, do desenvolvimento nacional. Mas como não podem chamar ele de corrupto, atacam por esse lado. Ano passado acompanhamos o Ciro incansavelmente nas universidades, nos debates, oportunizando que ele fale para fora, para outros setores da juventude. Ele empolga, está empolgando a juventude. Estamos com sangue nos olhos para fazer essa campanha e eleger o Ciro.</p>
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