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	<title>Memória &#8211; PDT</title>
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		<title>“Novembro Negro” evidencia legado de ícones trabalhistas no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 07 Nov 2022 12:25:28 +0000</pubDate>
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<p>O legado de ícones trabalhistas em prol da população afrodescendente ganha nova evidência, a partir desta segunda-feira (7), com a campanha digital “Novembro Negro”. A ação, pelas redes sociais, é resultado da parceria do PDT de Mato Grosso do Sul com o Centro de Memória Trabalhista (CMT).</p>
<p>Entre imagens e vídeos, a iniciativa aborda as marcantes contribuições de Abdias Nascimento, Caó, Edialeda Salgado, Lélia Gonzales, Rosalda Paim e Guerreiro Ramos para o fortalecimento da cultura e dos direitos sociais ao longo do último século.</p>
<p>O público poderá aprofundar ainda mais o conhecimento sobre a temática com o acesso gratuito a todo o acervo de cartilhas do CMT. Os links para download estarão disponíveis nas postagens conjuntas realizadas no <a href="https://www.facebook.com/CentroDeMemoriaTrabalhista" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">Facebook</a> e <a href="https://instagram.com/pdtmsoficial?igshid=YmMyMTA2M2Y=" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">Instagram</a>.</p>
<p>Ao citar o encerramento no Dia da Consciência Negra, celebrado em 20 de novembro, o coordenador do CMT, Henrique Mathiensen, abordou o compromisso do partido com suas origens.</p>
<p>“Produzimos uma campanha que visa recordar a luta de grandes nomes pedetistas na causa negra e evidenciar lutas e resistências da população negra contra o racismo, o preconceito, a discriminação racial e as desigualdades sociais”, disse.</p>
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		<title>Darcy Ribeiro: “Ou dominamos o saber moderno, ou nós vamos ser recolonizados”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Oct 2022 15:30:04 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Memória]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="1024" height="580" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/10/1-.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/10/1-.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/10/1--300x170.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/10/1--100x57.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/10/1--768x435.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/10/1--159x90.jpg 159w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/10/1--600x340.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" />Centenário, o antropólogo e ex-senador do PDT salientou, no Roda Viva, seus pensamentos e conquistas “Ou dominamos o saber moderno, ou nós vamos ser recolonizados”, alertou Darcy Ribeiro ao falar da criação em Campos dos Goytacazes (RJ), em 1993, da Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF). No programa Roda Vida, da TV Cultura, em 1995,...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="580" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/10/1-.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/10/1-.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/10/1--300x170.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/10/1--100x57.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/10/1--768x435.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/10/1--159x90.jpg 159w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/10/1--600x340.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p><strong>Centenário, o antropólogo e ex-senador do PDT salientou, no Roda Viva, seus pensamentos e conquistas </strong></p>
<p>“Ou dominamos o saber moderno, ou nós vamos ser recolonizados”, alertou Darcy Ribeiro ao falar da criação em Campos dos Goytacazes (RJ), em 1993, da Universidade Estadual do Norte Fluminense (UENF). No programa Roda Vida, da TV Cultura, em 1995, o antropólogo e ex-senador do PDT, que completaria 100 anos nesta quarta-feira (26), salientou seus pensamentos e conquistas.</p>
<p>“É uma universidade que eu chamo de terceiro milênio. Feita para dominar a ciência mais avançada, a tecnologia mais avançada. [&#8230;] O mundo está mudando tanto, a ciência está mudando tanto, que é preciso fazer isso”, disse, em exaltação à instituição pública que incorporou, posteriormente, seu nome e foi instalada durante o segundo governo de Leonel Brizola.</p>
<p>Diante do potencial ofertado aos jovens, o pedetista equiparou a UENF ao exitoso projeto dos Centros Integrados de Educação Pública (Cieps), estruturado, também no Rio de Janeiro, para o ensino infantil através do formato integral. Criado na década de 80, as unidades proporcionavam não só educação, mas também esportes, assistência médica, alimentação e atividades culturais.</p>
<p>“Fiz coisas formidáveis. Escola para mil alunos”, relembrou, com um orgulhoso sorriso no rosto.</p>
<p><strong>Análises</strong></p>
<p>Ao mencionar o lançamento do livro “O povo brasileiro”, Darcy relatou que, durante 30 anos e 40 dias, analisou a conjuntura do país para achar estruturar respostas efetivas para os atrasos sistemáticos enraizados na sociedade brasileira.</p>
<p>“Tomei notas e estudei porque, quando eu comecei a fazer no exílio, eu queria saber por que o Brasil não deu certo, do ponto de vista do seu povo. [&#8230;] Levei 30 anos escrevendo uma teoria geral do mundo, das Américas”, explicou.</p>
<p>“A convicção que eu chego é de que umas das coisas mais bela do mundo foi se fazendo a si mesmo. Um povo que constituiu um novo gênero humano. [&#8230;] Fundir a herança genética e cultural índia, negra, europeia em um gênero novo, em uma coisa nova, que nunca houve. Isso é a aventura brasileira”, completou.</p>
<p>Para mais detalhes sobre a publicação, acesse <a href="https://ulb.org.br/course/info.php?id=34" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">aqui</a> o curso produzido pelo Centro de Memória Trabalhista (CMT) e disponibilizado na plataforma da Universidade aberta Leonel Brizola (ULB).</p>
<p style="text-align: center;"><iframe loading="lazy" title="YouTube video player" src="//www.youtube.com/embed/AAFzOemlAbg" width="560" height="315" frameborder="0" allowfullscreen="allowfullscreen"></iframe></p>
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		<title>Pelo pensamento de Darcy Ribeiro, Bolsonaro é produto desastroso da ditadura militar</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Oct 2022 10:31:38 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Memória]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="1024" height="635" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/10/1-1-1.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/10/1-1-1.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/10/1-1-1-300x186.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/10/1-1-1-100x62.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/10/1-1-1-768x476.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/10/1-1-1-1536x953.jpg 1536w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/10/1-1-1-2048x1270.jpg 2048w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/10/1-1-1-145x90.jpg 145w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/10/1-1-1-600x372.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" />Análise do centenário pedetista mostra que o regime antidemocrático geraria sequelas por décadas O centenário antropólogo e ex-senador do PDT, Darcy Ribeiro, disse na abertura do artigo “O desastre da ditadura”, publicado pelo jornal Folha de São Paulo em 26 de março de 1994, que “o Brasil atual é fruto e produto da ditadura militar”....]]></description>
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<p>O centenário antropólogo e ex-senador do PDT, Darcy Ribeiro, disse na abertura do artigo “O desastre da ditadura”, publicado pelo jornal Folha de São Paulo em 26 de março de 1994, que “o Brasil atual é fruto e produto da ditadura militar”. Resgatado pelo Centro de Memória Trabalhista (CMT), o texto indicou uma projeção sobre os efeitos catastróficos do regime antidemocrático que, atualmente, é simbolizado pelo presidente da República, Jair Bolsonaro.</p>
<p>“Para tanto, começou derrogando a Constituição, avassalando o Poder Legislativo e o Judiciário, anulando os direitos civis e as conquistas trabalhistas e submetendo a imprensa à censura. Perseguiu centenas de milhares de brasileiros presos, demitidos, cassados, exilados, torturados e assassinados. Submeteu toda a cidadania ao terrorismo de Estado”, detalhou o pedetista, que completaria 100 anos nesta quarta-feira (26).</p>
<p>No plano econômico, Darcy criticava “as diretrizes do privatismo e da irresponsabilidade social”, que “resultaram no enriquecimento mais escandaloso dos ricos e no empobrecimento mais perverso dos pobres”.</p>
<p>“Enquanto 20% dos brasileiros mais pobres viram comprimida a sua participação na renda nacional, que passou de 3,5% para 3,2%, de 1960 a 1980, a parcela dos 10% mais ricos elevou sua participação de 39,7% para 48,1%”, pontuou.</p>
<p>“O desemprego tornou a massa trabalhadora descartável. A miséria resultante desencadeou a fome, a violência e o abandono de milhões de crianças. [&#8230;] A inflação galopante destruiu a moeda, submetendo nossa economia a uma dolarização desastrosa que acaba de ser oficializada”, completou.</p>
<p>Para o trabalhista mineiro, “a ditadura só caiu quando os oficiais das três Armas, sentindo a repulsa ao governo que mantinham, se envergonharam de usar seus uniformes nas ruas”. Como nos dias de hoje, o Palácio do Planalto fez a sociedade, na sua maioria, quase perder o sentimento de que o Brasil é “um país especial, com destino próprio e singular”.</p>
<p>“Uma geração de estadistas deixou de ser formada, abrindo espaço para os negocistas. Tamanhos foram os danos da ditadura, que só nos resta a esperança de uma reversão radical, que devolva aos brasileiros a ousadia de tudo repensar para reinventar o país que queremos”, concluiu.</p>
<p>Para conferir a íntegra do artigo, clique <a href="https://www1.folha.uol.com.br/fsp/1994/3/26/painel/1.html" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">aqui</a>.</p>
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		<item>
		<title>Centenário de Darcy Ribeiro: a educação brasileira pede socorro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Wed, 26 Oct 2022 09:05:30 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="1024" height="538" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/10/Darcy-Ribeiro-educacao-1200x630-1.png" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/10/Darcy-Ribeiro-educacao-1200x630-1.png 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/10/Darcy-Ribeiro-educacao-1200x630-1-300x158.png 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/10/Darcy-Ribeiro-educacao-1200x630-1-100x53.png 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/10/Darcy-Ribeiro-educacao-1200x630-1-768x403.png 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/10/Darcy-Ribeiro-educacao-1200x630-1-171x90.png 171w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/10/Darcy-Ribeiro-educacao-1200x630-1-600x315.png 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" />A Educação é o caminho necessário para o desenvolvimento social e econômico de uma nação. A afirmação é óbvia para o cidadão atento. Na política, no entanto, a questão nem sempre figura entre as prioridades. Darcy Ribeiro sabia disso e dedicou boa parte da vida para transformar a Educação brasileira. Hoje, 100 anos após o...]]></description>
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<p>O desinvestimento progressivo e o sucateamento do Ministério da Educação, transformado, inclusive, em balcão de negócios por bolsonaristas, têm gerado péssimos resultados, como o crescimento da evasão escolar e a deficiência no ensino e na aprendizagem. O último corte do Governo Bolsonaro na área foi de R$ 2,4 bilhões.</p>
<p>Não há papel higiênico nos banheiros das universidades federais. Recentemente, o presidente da Andifes (Associação Nacional dos Dirigentes das Instituições Federais de Ensino Superior), Ricardo Fonseca, declarou que, com os novos cortes na Educação, algumas instituições não terão dinheiro nem mesmo para pagar as contas de água e luz. Desse setor de ensino, especificamente, foram retirados R$ 763 milhões.</p>
<p>Contrapondo a triste realidade fomentada pelo Governo Federal, existe uma história de muito sucesso na Educação, assistência e inclusão social. Essa foi capitaneada por Darcy Ribeiro, na década de 1980, no estado do Rio de Janeiro, durante o Governo de Leonel Brizola. Eram os famosos Centros Integrados de Educação Pública, os Cieps, o mais eficiente modelo de educação pública que o Brasil já experimentou.</p>
<p>Os alunos das comunidades em que se encontravam os Cieps eram atendidos pela escola. As crianças eram recebidas com o café da manhã e tinham mais duas refeições ao longo do dia. Durante a manhã, havia aula regular e, no turno oposto, atividades esportivas, artísticas e extracurriculares. Todo Ciep era equipado com quadra poliesportiva e piscina. Os estudantes também tinham assistência médica e odontológica no colégio. Nos finais de semana, o espaço era aberto a toda a comunidade.</p>
<p>Indo um pouco mais a fundo no cotidiano educacional elaborado por Darcy, o ensino contava com uma visão inclusiva, onde o aluno era o ator principal no processo de ensino. Isso quer dizer que os professores lecionavam com base na realidade daqueles alunos, associando o conteúdo à vida real. Dessa forma, promovia maior afinidade entre o assunto estudado e o estudante, gerando maior interesse e melhor desenvolvimento.</p>
<p>Neste centenário de Darcy Ribeiro é fundamental se atentar para esse contraste aterrador. Se hoje bilhões de reais escorrem do órgão que deveria desenvolver a Educação, houve um tempo em que cada centavo era convertido na alforria dos jovens de baixa renda – os que de fato precisam do Estado para ter acesso ao ensino. No Rio, os Cieps acabaram caindo no esquecimento pelas gestões que sucederam Brizola e estão abandonados. Como dizia Darcy: “a crise da Educação no Brasil não é uma crise, é um projeto”.</p>
<p><strong>Mais sobre Darcy Ribeiro</strong></p>
<p>Darcy Ribeiro era uma força da natureza com um toque de rebeldia, inspirado pelo amor à pátria e ao povo brasileiro. Mineiro, nasceu em 26 de outubro de 1922, em Montes Claros, onde passou toda a infância e adolescência.</p>
<p>Na juventude, Darcy inicia sua jornada de estudos no curso de Medicina, em Belo Horizonte, em 1939. Três anos mais tarde, decide ir para São Paulo, onde se forma em Antropologia. Lá, começa a trabalhar como etnólogo no Serviço de Proteção ao Índio e, após fundar o Museu do Índio, no Rio de Janeiro, inicia umas das atividades que mais gostava: ensinar.</p>
<p>Em 1962, o antropólogo trabalhista decide contribuir ainda mais com o Brasil. Com menos de 40 anos, se torna ministro da Educação e, em seguida, ministro da Casa Civil. Neste último cargo, foi incumbido de trabalhar no projeto de Reformas de Base – importante grupo de propostas econômicas, sociais e políticas para reorganizar o desenvolvimento nacional e reduzir a desigualdade.</p>
<p>Com o Golpe Militar de 1964, Darcy é obrigado a sair do Brasil e vai para o Uruguai, onde atua como professor da Universidad de La Republica. No exílio ainda atuou em outras universidades da América Latina, incluindo a Universidade de Chile, a convite do presidente Salvador Allende.</p>
<p>Em 1982, já no PDT que ajudara a fundar, Darcy Ribeiro é eleito vice-governador do Rio de Janeiro, na chapa liderada por Leonel Brizola. Em sua atuação, coordenou o Projeto Especial de Educação e criou o tão sonhado Ciep, a escola de tempo integral que mudaria a história de milhões de crianças no estado.</p>
<p>Em 1990, com o lema de Senador da Educação, Darcy Ribeiro estreia outro capitulo da sua vida. Com quase três milhões de votos, o pedetista é eleito senador pelo Rio de Janeiro, nas primeiras eleições gerais realizadas sob a nova ordem constitucional, construída no lugar da Ditadura Militar.</p>
<p>Como parlamentar, lutou pela defesa dos povos indígenas, da natureza, do negro e da educação popular, com uma atuação brilhante ao formular a Lei de Diretrizes Bases da Educação (LDB), a mais importante lei brasileira que rege o atual sistema de educação.</p>
<p>“Serei uma voz fiel a ele (povo do Rio de Janeiro) e fiel a mim, na defesa das causas a que dediquei minha vida: a liberdade, a democracia, a salvação dos índios, a educação popular, o pleno emprego, a fartura, a universidade necessária e a Nação Latino-Americana”, assim o fez Darcy Ribeiro.</p>
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		<title>Em 1968, Lígia Doutel recebeu a rainha Elizabeth II no Congresso Nacional</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 09 Sep 2022 15:27:34 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Nacional]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="903" height="600" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/09/1-3.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/09/1-3.jpg 903w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/09/1-3-300x199.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/09/1-3-100x66.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/09/1-3-768x510.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/09/1-3-135x90.jpg 135w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2022/09/1-3-600x399.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 903px) 100vw, 903px" />Deputada trabalhista exaltou a representatividade da monarca do Reino Unido na única visita ao Brasil Na única visita ao Brasil, em novembro de 1968, a rainha Elizabeth II e seu marido, o príncipe Philip, foram recebidos pela deputada federal Lígia Doutel, do antigo PTB, durante sessão solene do Congresso Nacional, em Brasília (DF). A monarca...]]></description>
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<p style="font-weight: 400;">Na única visita ao Brasil, em novembro de 1968, a rainha Elizabeth II e seu marido, o príncipe Philip, foram recebidos pela deputada federal Lígia Doutel, do antigo PTB, durante sessão solene do Congresso Nacional, em Brasília (DF). A monarca faleceu nesta quinta-feira (8), aos 96 anos, no Castelo de Balmoral, na Escócia.</p>
<p style="font-weight: 400;">Ocupando a tribuna do parlamento brasileiro, a deputada trabalhista – reconhecida pelo enfrentamento da ditadura militar que depôs, quatro anos antes, o presidente da República João Goulart – exaltou a representatividade da monarca do Reino Unido, então com 42 anos de idade e 15 de reinado.</p>
<p style="font-weight: 400;">“Em nome do povo, saúdo Vossa Majestade, Rainha Elizabeth II, da Inglaterra, Rainha da paz”, destacou.</p>
<p style="font-weight: 400;">Sobre o vínculo histórico entre as nações, a esposa do advogado e jornalista Doutel de Andrade citou os progressos econômicos acumulados no século XX.</p>
<p style="font-weight: 400;">“Com o estímulo e a solidariedade da Empresa Mercantil inglesa, criou-se, neste país, o espírito empresarial através de um capitão de negócios, o Barão de Mauá, fundador da economia nacional”, relatou.</p>
<p style="font-weight: 400;">“Nas letras, artes e ciências, os homens de cultura do Brasil sempre encontraram uma fonte inesgotável no opulento patrimônio espiritual da Grã-Bretanha”, completou.</p>
<p style="font-weight: 400;">Para conferir a íntegra do discurso resgatado pelo Centro de Memória Trabalhista (CMT), acesse <a href="https://anchor.fm/memoria-trabalhista/episodes/EP65-Sesso-Solene-do-Congresso-Nacional-por-ocasio-da-visita-da-rainha-Elizabeth-II-ao-Brasil-e1njkku" data-saferedirecturl="https://www.google.com/url?q=https://anchor.fm/memoria-trabalhista/episodes/EP65-Sesso-Solene-do-Congresso-Nacional-por-ocasio-da-visita-da-rainha-Elizabeth-II-ao-Brasil-e1njkku&amp;source=gmail&amp;ust=1662824333468000&amp;usg=AOvVaw2wXGvqzVlNUvQw-zBxUccJ" data-wpel-link="external" target="_blank" rel="external noopener noreferrer">aqui</a> a nova edição do podcast “A Voz Trabalhista”.</p>
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		<title>Leonel de Moura Brizola ano 100</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 31 Dec 2021 18:36:02 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Manchete]]></category>
		<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Carlos Lupi]]></category>
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		<category><![CDATA[Ciro Gomes]]></category>
		<category><![CDATA[Leonel de Moura Brizola ano 100]]></category>
		<category><![CDATA[PDT]]></category>
		<category><![CDATA[reformas estruturais]]></category>
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					<description><![CDATA[<img width="789" height="392" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Brizola-ano-100.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Brizola-ano-100.jpg 789w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Brizola-ano-100-100x50.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Brizola-ano-100-300x149.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Brizola-ano-100-768x382.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Brizola-ano-100-181x90.jpg 181w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Brizola-ano-100-600x298.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 789px) 100vw, 789px" />Consideramos importante fazer o resgate de uma palestra de Brizola, no dia 4 de fevereiro de 2002 Nesta virada de 2021 para 2022, ano em que será celebrado o centenário de nascimento de Leonel Brizola, de Darcy Ribeiro e o bicentenário da independência – ano de eleição presidencial em que o pré-candidato do PDT é...]]></description>
										<content:encoded><![CDATA[<img width="789" height="392" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Brizola-ano-100.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Brizola-ano-100.jpg 789w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Brizola-ano-100-100x50.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Brizola-ano-100-300x149.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Brizola-ano-100-768x382.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Brizola-ano-100-181x90.jpg 181w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/Brizola-ano-100-600x298.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 789px) 100vw, 789px" /><p><strong>Consideramos importante fazer o resgate de uma palestra de Brizola, no dia 4 de fevereiro de 2002</strong></p>
<p>Nesta virada de 2021 para 2022, ano em que será celebrado o centenário de nascimento de Leonel Brizola, de Darcy Ribeiro e o bicentenário da independência – ano de eleição presidencial em que o pré-candidato do PDT é o ex-governador e ex-ministro Ciro Gomes –, consideramos importante fazer o resgate de uma palestra de Brizola, no dia 4 de fevereiro de 2002, 13 dias depois que completara 80 anos, para os membros do diretório estadual do PDT-RJ, transmitida para o Brasil em rede radiofônica. Nela, Brizola fez longa explanação sobre o que considerava síntese do que chamava de seus “pensamentos conclusivos”.</p>
<p>Dias antes, passara praticamente sozinho o seu aniversário na fazenda que tinha no Uruguai (onde viveu a maior parte de seu exílio) e vendeu, semanas antes de vir a falecer em junho de 2004. Na reunião com os integrantes do PDT, na sede da Fundação Pasqualini, Brizola explicou que preferiu ficar só no seu aniversário de 80 anos para refletir sobre sua vida, sobre o Brasil e sua trajetória política.</p>
<p>A reunião foi aberta por Lupi, que fez questão de ler um documento preparado pelos companheiros do PDT para homenagear Brizola, nos seus 80 anos.</p>
<p>Esta fala histórica de Brizola foi gravada e transcrita; e por sua absoluta atualidade, merece ser lida atentamente por cada pedetista empenhado na luta contra o desgoverno Bolsonaro, que acredita em um futuro melhor para o Brasil com o projeto nacional de desenvolvimento de Ciro Gomes – continuidade do projeto de Brasil iniciado com Getúlio Vargas na Revolução de 30; que teve continuidade no governo de João Goulart, ceifado pela ditadura militar; e pelo qual Brizola lutou a sua vida inteira: a Era Vargas.</p>
<p>Na reunião de 4 de fevereiro de 2002, Brizola sintetizou a sua luta numa frase, que também é a síntese da luta do PDT e da candidatura de Ciro:</p>
<p>“Meu papel [político] precisa ser útil. Ser útil a toda uma plêiade de companheiros – jovens, cheios de energia, com a consciência queimando contra tudo isso. E poder ser útil a eles. Este é o meu papel.”</p>
<p>A fala de Brizola, na íntegra, está transcrita abaixo e é documento para se ler e guardar.</p>
<p>Mas antes da palestra, ao abrir a reunião do dia 4 de fevereiro de 2002, Lupi fez questão de ler para Brizola um documento elaborado por companheiros do PDT e apresentado naquele mesmo auditório, sede nacional da Fundação Pasqualini, no dia 22 de janeiro, em reunião em homenagem a seu aniversário.</p>
<p>O texto, intitulado “Brizola, pelo Brasil, pelos brasileiros”, afirmava, entre outros pontos: “Leonel Brizola, em seus vigorosos 80 anos de vida, traz a ousadia de viver para lutar para mudar o Brasil, que tanto ama para vê-lo como pátria livre, soberana, próspera e justa”. Frisava que o fundador do PDT tinha quase seis décadas de vida pública “escritas com seriedade, coerência, lucidez e coragem”. Abordava a sua infância humilde e difícil: uma das causa de sua identificação com os interesses da maioria dos brasileiros, excluídos – pessoas que o ajudaram a ser na política “força progressista contra o atraso, a submissão e a espoliação”.</p>
<p>O documento o definiu como “defensor resoluto de reformas estruturais” para o Brasil porque nunca acreditou “em modernismos ou soluções superficiais ou elitistas” para tirar o país do atraso e da espoliação.</p>
<p>O texto também dizia que Brizola “Compreende, como poucos homens públicos, em toda a sua profundidade, a crucial importância da questão educacional; transformando-se, pelo que fez – 6 mil e 600 escolas no Rio Grande do Sul; e as escolas de tempo integral: 513 CIEPs no Rio de Janeiro – no primeiro estadista brasileiro da educação.”</p>
<p>Ainda foram citados no texto episódios como a Campanha da Legalidade “que provocou a ira dos poderosos e reacionários contrários às transformações sociais” no país; os 15 anos que amargou no exílio; e o fato de ter ganhado e perdido eleições – ressaltando, porém, que “todos os mandatos que exerceu tiveram o crivo popular, sempre dignificando os mandatos e funções públicas que exerceu”.</p>
<p>O texto lembrou que “receios, apatias e omissões nunca fizeram parte de sua obra de vida e que, em 1998, “num ato de grandeza e renúncia pessoal”, Brizola contribuiu decididamente para postular uma coalização de forças democráticas e populares ao aceitar ser vice-presidente de Lula “na tentativa de romper com o ciclo neoliberal entreguista, explorador e excludente”.</p>
<p>Mas FHC se reelegeu em 98 “e o continuísmo mostra toda a sua face cruel, arrogante, desumana – subproduto do modelo privatizante, dependente, periférico, colonial e insustentável”.</p>
<p>O documento lido por Lupi, na véspera da eleição presidencial de 2002, alerta ainda que fracassou o modelo gerenciado por FH” porque “desmontaram o país, venderam quase tudo, internacionalizaram a economia (&#8230;) colocaram-nos de joelho diante dos grandes interesses internacionais; e perdemos o direito de decidir. Pois, sem soberania, a Nação deixa de existir. “E a Nação somos nós: o povo brasileiro”.</p>
<p>Na sua conclusão, o texto ressalta: “Conclamamos ao companheiro Leonel de Moura Brizola para que, com a mesma ousadia de sempre (&#8230;) Seja candidato a Presidente da República, com o propósito de transformação (&#8230;) Vencer para mudar! Nosso reconhecimento e aplauso aos seus 80 anos de uma luta permanente por uma sociedade mais humana e um mundo mais justo. O Brasil precisa de seu patriotismo, de sua coragem e de sua coerência”.</p>
<p>Brizola não foi candidato, mas após muito trabalho de articulação, decidiu apoiar a candidatura de Ciro Gomes à presidência da República, com o PDT indicando o vice da chapa de Ciro.</p>
<p><a href="http://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/12/31dez2021-brizola-80-anos.docx" data-wpel-link="internal">Discurso de Brizola ao completar 80 anos</a></p>
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		<item>
		<title>Noventa e nove anos de Darcy Ribeiro: é preciso inventar o Brasil que queremos</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Oct 2021 05:02:22 +0000</pubDate>
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		<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
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<p>Se estivesse vivo, em um lugar além da memória dos que amam este país, Darcy Ribeiro estaria completando 99 anos de vida neste dia 26 de outubro de 2021. E não há algo mais necessário para esse momento que o Brasil vive, do que exercitar o que Darcy Ribeiro aconselhou a todos os brasileiros em vida: “a coisa mais importante para os brasileiros é inventar o Brasil que queremos”.</p>
<p>Para celebrar o legado de 99 anos desse, que foi um dos políticos e líderes mais importantes da história do País, o PDT Nacional e o Movimento Cultural Darcy Ribeiro (MCDR) querem contar para as pessoas qual é o Brasil que queremos, a partir das vozes de suas lideranças e militantes.</p>
<p>Afinal, Darcy Ribeiro sempre defendeu tudo o que o Brasil mais precisa hoje: educação pública de qualidade e em tempo integral, desenvolvimento, preservação das riquezas naturais, trabalho para todos e diminuição das desigualdades.</p>
<p>Certamente, estaria lutando contra os retrocessos trabalhistas, econômicos, sociais e ambientais do atual desgoverno. Estaria lutando contra os ataques à cultura e à educação pública. E claro, contra o fascismo e outros “ismos” que estão colocando o país de volta no mapa da fome da pobreza.</p>
<p>Darcy Ribeiro sempre acreditou no povo brasileiro, pois conhecia ele como poucos. E nesse seu aniversário nada mais justo do que repensarmos juntos com suas obras e ensinamentos, qual o Brasil que queremos. Sabendo que queremos um Brasil sonhado por Darcy, Leonel Brizola, Alberto Pasqualini e tantos outros.</p>
<p>É com o orgulho desses nomes que o PDT e o MCDR vão responder:</p>
<p>Qual é o Brasil que queremos?</p>
<p>&nbsp;</p>
<p><em><strong>*Lauri Bernardes é secretário-geral nacional do Movimento Cultural Darcy Ribeiro</strong></em></p>
]]></content:encoded>
					
		
		
			</item>
		<item>
		<title>Projeto Nacional de Desenvolvimento: caminho referendado por Darcy Ribeiro</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Tue, 26 Oct 2021 04:22:25 +0000</pubDate>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="700" height="505" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/Projeto-Nacional-de-Desenvolvimento-caminho-referendado-por-Darcy-Ribeiro.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/Projeto-Nacional-de-Desenvolvimento-caminho-referendado-por-Darcy-Ribeiro.jpg 700w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/Projeto-Nacional-de-Desenvolvimento-caminho-referendado-por-Darcy-Ribeiro-100x72.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/Projeto-Nacional-de-Desenvolvimento-caminho-referendado-por-Darcy-Ribeiro-300x216.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/Projeto-Nacional-de-Desenvolvimento-caminho-referendado-por-Darcy-Ribeiro-125x90.jpg 125w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/Projeto-Nacional-de-Desenvolvimento-caminho-referendado-por-Darcy-Ribeiro-510x369.jpg 510w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/10/Projeto-Nacional-de-Desenvolvimento-caminho-referendado-por-Darcy-Ribeiro-600x433.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 700px) 100vw, 700px" /><p><em><b>Na Academia Brasileira de Letras, o ex-senador do PDT exaltou a constante luta para emancipar o povo</b></em></p>
<p>Antropólogo, educador e ex-senador pelo PDT, Darcy Ribeiro, que completaria 99 anos nesta terça-feira (26), colocou a formulação de um Projeto Nacional de Desenvolvimento como caminho para transformação da “atrasada” realidade brasileira. O pensamento foi exposto, em 15 de abril de 1993, durante a posse como imortal da Academia Brasileira de Letras (ABL), onde ocupou a Cadeira 11.</p>
<p>“Este repto civilizacional desafia nossos estadistas a formular um projeto nacional de desenvolvimento para nos livrar do que seria uma nova condenação ao atraso”, disse Darcy.</p>
<p>“O mesmo repto se coloca, também, a nossos educadores, chamados, por sua vez, a unir seus esforços para superar o precaríssimo sistema educacional que temos, a começar pela escolarização de todas as crianças, a fim de estancar a produção de mais analfabetos”, completou.</p>
<p>Com mais de 28 anos, a coerente posição ressoa no que é atualmente apresentado pelo partido. Através do plano de governo trabalhista de Ciro Gomes, pré-candidato a presidente da República, o progresso economicamente responsável pode ser alcançado tendo, como um dos pilares, a universalização qualificada do ensino de tempo integral.</p>
<p><b>Idealista</b></p>
<p>Contra a repetição do “mesmo papel colonial, subalterno e de servidores do mercado mundial” pelo Brasil, Darcy ratificou, portanto, o contínuo anseio pedetista de promover a necessária mudança conceitual e estrutural de paradigmas do país.</p>
<p>“É o que cumpre fazer para que, afinal, os brasileiros alcancem a condição de povo para si, a fim de que o esforço ingente, de cinco séculos de trabalho e sofrimento, resulte numa sociedade livre, soberana, feliz e próspera”, afirmou.</p>
<p>“Urge vencer esse desafio, que a História novamente nos propõe, para sermos, afinal, a civilização inigualável que podemos ser [&#8230;] O Brasil é nossa causa. Nossa tarefa. Nossa missão”, concluiu.</p>
<p>Para conferir a íntegra do discurso, clique <a href="https://www.academia.org.br/academicos/darcy-ribeiro/discurso-de-posse" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer external" data-wpel-link="external">aqui</a>.</p>
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		<title>Mário Juruna: um autêntico líder para a comunidade indígena no Brasil</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Fri, 03 Sep 2021 22:25:33 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Artigos]]></category>
		<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Câmara Federal]]></category>
		<category><![CDATA[Mário Juruna]]></category>
		<category><![CDATA[PL nº 490/2007]]></category>
		<category><![CDATA[população indígena no Brasil]]></category>
		<category><![CDATA[Supremo Tribunal Federal]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="683" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Mário-Juruna-na-Câmara-dos-Deputados.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Mário-Juruna-na-Câmara-dos-Deputados.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Mário-Juruna-na-Câmara-dos-Deputados-100x67.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Mário-Juruna-na-Câmara-dos-Deputados-300x200.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Mário-Juruna-na-Câmara-dos-Deputados-768x512.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Mário-Juruna-na-Câmara-dos-Deputados-135x90.jpg 135w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/09/Mário-Juruna-na-Câmara-dos-Deputados-600x400.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><p><em><strong>O pedetista deixou um exemplo de garra e luta por melhorias na qualidade de vida da população indígena</strong></em></p>
<p>Com tantas pautas em vigência e de grande importância para a comunidade indígena, o momento não poderia ser mais propício para relembrar o nascimento de Mário Juruna (PDT), o primeiro índio a ser eleito no poder legislativo do País, que hoje completaria 78 anos.</p>
<p>Na Câmara dos Deputados, Juruna defendeu alguns direitos considerados básicos para a comunidade indígena. Em um de seus mais importantes discursos na Casa, o pedetista cobra mais representatividade indígena na política brasileira e a necessidade de investimento em educação de qualidade para a classe.</p>
<p>“Eu quero apresentar exemplo com minha candidatura, porque hoje já podia ter deputado índio. Podia ter deputado aqui no Brasil, mas nós não somos culpados. Quem é culpado, é responsável, é essas pessoas que não dão oportunidade pra índio. É por isso que nós só aprende, só estuda o primário”, afirmou Juruna.</p>
<p>Embora tenha crescido a representatividade indígena no Brasil, hoje nos deparamos com um cenário ainda mais grave do que o relatado por Juruna na Câmara Federal, pois várias tribos estão amedrontadas com a possibilidade de perda de territórios com a tese do marco temporal – medida que está sendo votada nesta semana no Supremo Tribunal Federal (STF) – que estabelece a demarcação de terras indígenas delimitando apenas as que já eram ocupadas por eles antes da data de promulgação da Constituição de 1988.</p>
<p>A medida também é defendida por Bolsonaro durante sua campanha eleitoral, em 2018, onde ele prometeu acabar com a reserva indígena no Brasil. Além disso, tramita o Projeto de Lei (PL) na Câmara dos Deputados, arquivado desde 2018, que visa transformar o marco temporal em lei com o PL nº 490/2007.</p>
<p>Segundo o Atlas Violência 2021, o Brasil registrou o assassinato de 2.074 indígenas entre 2009 e 2019 – resultado que fez a taxa de letalidade violenta praticada contra os grupos étnicos saltar 22% no período. Para a comunidade, além de ser um retrocesso na garantia de direitos indígenas, com a tese do marco temporal, o número de mortes pode aumentar em decorrência de disputas de terras promovidas tanto pelo poder público quanto pelo setor privado.</p>
<p>Na época de seu discurso na Câmara, Juruna já ressaltava a necessidade de criação de mecanismos capazes de assegurar as tribos de todo Brasil.</p>
<p>“Sou homem do povo, sou homem de campo, quando me criei não encontrei nem um branco, não encontrei nem um avião, nem automóvel, nem estrada; onde me criei era sertão, eu só escutava canto do passarinho, e hoje eu encontro muito pressão contra índio, e invasor, e estrada. A gente está recebendo muita pressão”, afirmou o pedetista.</p>
<p>Não restam dúvidas sobre a importância da luta dos povos indígenas brasileiros pela preservação da cultura, por garantia de direitos civis e políticos e direitos a territórios ocupados durante décadas por seus ancestrais. Como dizia Mário Juruna, é necessário um fortalecimento dos índios em todas as áreas políticas do País para que haja uma representação justa e democrática.</p>
<p>“E muita gente que achava, quando eu entrei na política, muita gente falava contra Juruna, falava: “Imagina como que Juruna vai entrar no plenário, imagina, o índio, o que é que vai resolver no plenário, como é que índio vai representar índio?” E eu quero saber: imagina, o que é que o branco pode? Talvez índio pode representar melhor do que qualquer deputado, qualquer senador e qualquer da República”.</p>
]]></content:encoded>
					
		
		
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		<title>Adail de Lemos mostra a simbologia do Hino da Legalidade: “Protesta contra a tirania”</title>
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		<dc:creator><![CDATA[Joildo Machado]]></dc:creator>
		<pubDate>Mon, 30 Aug 2021 01:48:52 +0000</pubDate>
				<category><![CDATA[Bloco Editorias]]></category>
		<category><![CDATA[FLB-AP]]></category>
		<category><![CDATA[Memória]]></category>
		<category><![CDATA[Adail de Lemos]]></category>
		<category><![CDATA[Centro de Memória Trabalhista]]></category>
		<category><![CDATA[Hino da Legalidade]]></category>
		<category><![CDATA[João Goulart]]></category>
		<category><![CDATA[Leonel Brizola]]></category>
		<category><![CDATA[Porto Alegre (RS)]]></category>
		<category><![CDATA[Rio Grande do Sul]]></category>
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										<content:encoded><![CDATA[<img width="1024" height="804" src="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Adail-de-Lemos-mostra-a-simbologia-do-Hino-da-Legalidade-“Protesta-contra-a-tirania”.jpg" class="webfeedsFeaturedVisual wp-post-image" alt="" style="display: block; margin: auto; margin-bottom: 5px;max-width: 100%;" link_thumbnail="" decoding="async" loading="lazy" srcset="https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Adail-de-Lemos-mostra-a-simbologia-do-Hino-da-Legalidade-“Protesta-contra-a-tirania”.jpg 1024w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Adail-de-Lemos-mostra-a-simbologia-do-Hino-da-Legalidade-“Protesta-contra-a-tirania”-100x79.jpg 100w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Adail-de-Lemos-mostra-a-simbologia-do-Hino-da-Legalidade-“Protesta-contra-a-tirania”-300x236.jpg 300w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Adail-de-Lemos-mostra-a-simbologia-do-Hino-da-Legalidade-“Protesta-contra-a-tirania”-768x603.jpg 768w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Adail-de-Lemos-mostra-a-simbologia-do-Hino-da-Legalidade-“Protesta-contra-a-tirania”-115x90.jpg 115w, https://pdt-rj.org.br/wp-content/uploads/2021/08/Adail-de-Lemos-mostra-a-simbologia-do-Hino-da-Legalidade-“Protesta-contra-a-tirania”-600x471.jpg 600w" sizes="auto, (max-width: 1024px) 100vw, 1024px" /><div class="msg-body P_wpofO mq_AS" data-test-id="message-view-body-content">
<div class="jb_0 X_6MGW N_6Fd5">
<div id="yiv1396905939">
<div dir="ltr">
<p class="yiv1396905939MsoNormal"><em><b>Filho da compositora Lara de Lemos, o médico gaúcho relembra a contribuição democrática de Brizola</b></em></p>
<p class="yiv1396905939MsoNormal">“Avante brasileiros de pé, unidos pela liberdade”. Marcante, o trecho integra o Hino da Legalidade, que simbolizou, há 60 anos, o movimento civil-militar em prol da posse de João Goulart (Jango) como presidente da República do Brasil. Os detalhes desse marco composto pela poetisa e jornalista Lara de Lemos foram descritos por seu filho, Adail Ivan de Lemos, em entrevista para o <a href="https://www.facebook.com/CentroDeMemoriaTrabalhista" target="_blank" rel="nofollow noopener noreferrer external" data-wpel-link="external">podcast “Prosas”</a>, do Centro de Memória Trabalhista (CMT), publicada neste domingo (29).</p>
<p class="yiv1396905939MsoNormal">O hino, que contou com a contribuição de Paulo César Pereio na formulação, mostrou o impacto do enfrentamento liderado pelo então governador do Rio Grande do Sul, Leonel Brizola, para impedir o golpe militar e garantir a constitucionalidade.</p>
<p class="yiv1396905939MsoNormal">“Minha mãe era totalmente brizolista, tanto é que vai fazer o Hino da Legalidade. [&#8230;] Esse é o único hino que protesta contra a tirania”, afirmou, ao também exaltar a proximidade de Brizola com seu pai, Ajadil de Lemos, durante o diálogo com o coordenador do CMT, Henrique Matthiesen.</p>
<p class="yiv1396905939MsoNormal">Segundo o médico gaúcho, a inspiração surgiu de um grupo de intelectuais que buscavam um canto para mobilizar a população durante as manifestações no Centro de Porto Alegre, que reuniram mais de 100 mil pessoas. Antes de ser publicizado, Brizola pediu um ajuste essencial.</p>
<p class="yiv1396905939MsoNormal">“Brizola disse: ‘Esse movimento não é só do Rio Grande do Sul. Troca o gaúcho por brasileiro. [&#8230;] Então o Brizola também era coautor”, relatou, descrevendo a contribuição dos atos trabalhistas em prol da democracia.</p>
</div>
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