Getúlio Vargas 67 anos: “Deixo a vida para entrar na História”

Hoje, 67 anos depois da morte do presidente Getúlio Vargas, Lupi, Manoel Dias, André Figueiredo e Juliana Brizola participam de debate sobre o momento político brasileiro e a vida e a obra política do maior de todos os estadistas brasileiros, Getúlio Dornelles Vargas. A partir das 19 horas em transmissão pelas redes sociais do PDT.  Mais do que nunca, nesses tempos sombrios em que o “profeta a ignorância”, como muito o bem o define o presidente nacional do PDT, Carlos Lupi, Bolsonaro desmonta o Estado nacional brasileiro – com a ajuda do entreguista e chicago boy Paulo Guedes, mas do que nunca é hora de falar e transmitir para as novas gerações de brasileiros sobre a grande obra de Getúlio Vargas.

Este ano também o PDT celebra, a partir de amanhã, 25 de agosto, os 60 anos da Cadeia da Legalidade, liderada pelo fundador do PDT, Leonel Brizola, que no ano de 1961 garantiu a posse do então vice-presidente da República, João Goulart, quando os três ministros militares tentaram impedir a sua posse acusando-o – ele que na época era o maior criador de gado do Rio Grande do Sul – de “comunista”.

Brizola ergueu o Rio Grande do Sul e depois o Brasil em armas, pelas ondas do rádio, e derrotou – primeiro na opinião pública – os golpistas. A Rede da Legalidade, formada espontaneamente por mais de 120 emissoras de rádio espalhadas por todo o Brasil – foi um marco na história política do Brasil e da América Latina – foi a única vez na América Latina que um golpe militar, que já estava nas ruas e nos quartéis, foi vencida pela força da palavra e do convencimento da opinião pública graças a Leonel de Moura Brizola.