“Café com Lupi” de sábado (29) celebrou 41 anos da criação do PDT

Edição especial do programa reuniu Manoel Dias, Miguelina Vecchio e outros líderes do partido

Comemorando os 41 anos do PDT, o Café com Lupi deste sábado (29) foi especial, fugindo do habitual esquema de entrevistas com um ou dois entrevistados. Dessa vez, sete convidados estiveram no programa, dentre eles Manoel Dias, presidente da Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini (FLB-AP). Ao longo da transmissão, os participantes reavivaram as bandeiras pedetistas e reafirmaram a pretensão do partido de chegar à presidência da República com Ciro Gomes.

Carlos Lupi, presidente nacional do PDT, se apresentou dessa vez de um jeito diferente. Vestia a camisa verde e amarela do Brasil com o número “12” estampado de um lado e uma tarja preta do outro, representando o luto pela morte de mais de 450 mil brasileiros vítimas do coronavírus e da política genocida do Governo Bolsonaro.

“Estou paramentado de Brasil porque quero começar dizendo a quem está nos ouvindo agora: O Brasil é nosso, não é deles. Esse negócio de a gente se acovardar e achar que o verde e amarelo, o nosso símbolo da pátria, a bandeira nacional não nos pertence, é covardia pura. Nós temos que enfrentar essa direita raivosa. Nós temos que enfrentar Bolsonaro em todos os campos. Ele não pode roubar o verde e amarelo”.

A edição especial do Café com Lupi não poderia deixar de traçar a trajetória do partido ao longo dos 41 anos. A produção do programa preparou uma linha do tempo, dividida em décadas, que foi apresentada em diversos momentos da transmissão. Dentre os fatos destacados estão: a posse de Brizola como governador do Rio de Janeiro; Carlos Lupi no Ministério do Trabalho e Emprego; e a filiação de Ciro Gomes, em 2015.

Sobre a coesão partidária, Manoel Dias lembrou o período seguinte a morte do maior líder pedetista, Leonel de Moura Brizola, e frisou que, graças a liderança de Lupi, o partido se manteve sólido e resistiu aquele momento de incerteza. O presidente da FLB-AP também afirmou que Ciro Gomes é o nome capaz de implantar o projeto nacional de desenvolvimento do PDT: “Ele (Ciro) vai ser o continuador da luta em defesa dos ideais trabalhistas”.

Os presidentes estaduais do PDT também participaram do programa. Cada um enviou um vídeo com uma mensagem de felicitação ao partido e aos companheiros partidários. O mesmo foi feito pelos presidentes nacionais dos movimentos pedetistas. O reforço à pré-candidatura de Ciro Gomes e à aplicação do projeto nacional de desenvolvimento foi recorrente na fala das lideranças.

A transmissão ao vivo contou ainda com a participação de Miguelina Vecchio, presidente nacional da Ação da Mulher Trabalhista (AMT), dos deputados federais André Figueiredo e Wolney Queiroz, da deputada estadual do Rio Grande do Sul, Juliana Brizola, e do presidente do PDT de São Paulo, Antônio Neto.

Confira o Café com Lupi especial na íntegra logo abaixo.