Brizolândia apresenta pré-candidatos à população

Por Ascom FLB-AP | Fábio Pequeno

Nesta terça-feira 12 de junho, Dia dos namorados, também foi o dia da Brizolândia – o parlamento popular a céu aberto, que se reúne todos os dias 12 do ano – abriu seus microfones para o nosso povo, aquele que sempre confiou seu voto às ideias e ações de Brizola, reivindicar seus direitos e denunciar a incompetências dos governantes.

Durante quase três horas, nas escadarias da Câmara dos Vereadores, representantes dos movimentos do PDT, pré-candidatos e pessoas do povo, cujo número cresce a cada reunião, se revezaram em discursos acalorados, sobre saúde, segurança pública, participação popular na política e – tema central de todas as falas – a importância do engajamento de todos nas campanhas do PDT, puxadas pela candidatura de Ciro Gomes.

“Brizola ensinou pra gente, lá na década de 80, quando ninguém acreditava que ele, com quase 16 anos exílio, iria voltar e governar este Estado, que – caminhando por este Estado Grande, conversando com as pessoas, olhando olho no olho – teria a capacidade de reinventar a política. Foi assim que ele nos ensinou e é assim que a gente tem que fazer”, rememora Everton Gomes, um dos coordenadores da Brizolândia.

Lúcia Lopes, brava companheira na defesa dos ambulantes e pré-candidata a deputada estadual, denunciou constate abuso de autoridade contra os ambulantes na Lapa, área central da Cidade bem próxima da Câmara dos Vereadores, onde, recentemente, um trabalhador apanhou da Guarda Municipal.

Lúcia denunciou que estes agentes batem, prendem a mercadoria de quem quer trabalhar sem nenhum tipo de critério. Ao final, depois de afirmar que está muito difícil trabalhar no Rio de Janeiro, deixou uma pergunta, no ar, em cima da frase do Prefeito durante sua campanha: “Que prefeito é esse que cuida das pessoas?”.

Giovanna Rodrigues, presidente da União Municipal dos Secundaristas de Duque de Caxias (UMES), denunciou as práticas abusivas das empresas de ônibus de Caxias que constrangem os estudantes. “Estudar na Baixada Fluminense é muito complicado, porque sofremos todos os dias com o transporte: os motoristas são orientados a não pararem. Estamos sendo impedidos de estudar e ninguém faz nada”, explica Giovanna.