Aniversário de 96 anos do nosso líder Leonel Brizola.

O aniversário de 96 anos do nosso líder Leonel Brizola foi comemorado, hoje, 22 de janeiro, com um ato político, no térreo da Fundação Leonel Brizola–Alberto Pasqualini, Praça Tiradentes, com a participação de todos os movimentos partidários, em torno da Brizolândia: foi seu primeiro ato público, desde sua refundação, no dia 12 deste mês.

A homenagem pedetista teve início com missa, convocada pela direção estadual do PDT, na Igreja de São Benedito dos Homens Pretos, celebrada pelo padre André Feitosa, que fez uma comparação entre a passagem das multiplicações de pães e peixes, de Cristo, e os governos do governador Brizola, no Rio de Janeiro.

Padre André relembrou o início do governo Brizola, ainda com o general Figueiredo na Presidência do Brasil, e listou algumas obras executadas (“do pouco que podia, fez muito”); e concluiu: “Deus é amor; mas não é só amor de palavra: é, necessariamente, hombridade”.

Ato com a Brizolândia

Esta segunda etapa das homenagens ao aniversariante, foi aberta pelo Presidente Nacional do PDT, Carlos Lupi, que destacou a condição legalista de Leonel Brizola, “que conduziu o mais épico movimento da sociedade civil, que impediu um golpe militar”, quando era governador do Rio Grande do Sul, em 1961.

Para Lupi, esta reunião pedetista não se esgotava em uma homenagem ao grande líder do PDT, mas era uma importante ocasião para uma reflexão sobre os graves momentos em que toda a sociedade brasileira está mergulhada.

Para tanto, usou como exemplo o processo contra o ex-Presidente Lula, que, nesta semana, decidirá sobre sua possibilidade de ser candidato, que, em sua opinião não tem consistência legal.

A grande missão do PDT, prossegue, é resistir a tudo isso, porque, inspirados no nosso líder Leonel Brizola, “nós, que temos esta visão legalista, não temos que temer nada: opinião publicada, Rede Globo, juízes que não cumprem a sua função”.

Reafirmando que torce para que Lula seja inocentado, concluiu:

– “Inocentado ou não, Ciro Gomes vai ser nosso candidato, porque nós temos reafirmado, principalmente, o combate cívico ao sistema financeiro que está implantado no Brasil, que é o mais nocivo para a sociedade; que é o que gera a miséria. Isto somente o Ciro tem competência, preparo e coragem para fazer”.

Em sua saudação, o vice-presidente da Fundação Leonel Brizola–Alberto Pasqualini, no Rio de Janeiro, Everton Gomes, falou sobre a importância da presença de muitos companheiros que – há alguns anos – não participavam de reuniões como esta: fruto de um crescente trabalho de comunicação do Partido, com utilização racional das ferramentas modernas.

A última oradora, Maria José Latgé, presidente do Movimento de Aposentados, Pensionistas e Idosos (MAPI/PDT), falou sobre a felicidade de participar de um ato que reúne antigos e novos pedetistas; e revelou seu desejo: “Eu só espero que todos os companheiros, com esta mesma atitude que nós temos hoje, cheguem ao MAPI, com a mesma disposição que nós temos. E eu acredito que vocês farão isto”.