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Aparecida: Ciro ataca Bolsonaro por descaso com miséria do povo

Em entrevista à Rádio Aparecida esta manhã (28/7), o ex-ministro Ciro Gomes, pré-candidato à presidência do PDT, voltou a falar sobre a crise econômica responsável pelo desemprego direto de mais de 15 milhões de pessoas e que obriga outros 40 milhões de trabalhadores a recorrerem à informalidade para tentar sobreviver, situação gravíssima para as famílias brasileiras, agravada pela onda de frio que assola todo o Sul e Sudeste do país. “Temos que olhar por esses nossos irmãos que vivem com dificuldade e hoje correm risco de vida por conta das temperaturas  baixíssimas dos dias atuais”, frisou Ciro que acusa o governo Bolsonaro pela crise humanitária que os brasileiros pobres vivem no momento, situação cada vez mais grave com a precarização dos empregos, a falta de investimentos públicos na economia  e o descaso com a população mais vulnerável. Ciro afirmou que há 10 anos o Brasil não cresce e não foi só por causa da pandemia, mas por conta da falta de visão dos dirigentes do país que não percebem, por exemplo, que a educação pública precisa se adaptar aos novos tempos de empregos na era digital.

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Brizola Neto escreve no Globo: ‘O que esperar da volta do MTE’

O ex-Ministro do Trabalho Brizola Neto, também ex-deputado federal, atual publicou no jornal “O Globo” de 27/7 este artigo onde, entre outros pontos, argumenta: “Por mais de 80 anos, o Ministério do Trabalho (MT) foi o mediador entre capital e trabalho, garantindo o equilíbrio e protegendo os interesses do elo mais fraco desta relação — a classe trabalhadora — até ser extinto por uma canetada de Jair Bolsonaro. Bolsonaro se elegeu em 2018 dizendo que os trabalhadores brasileiros deveriam optar entre ter direitos ou empregos. A proposta era clara: abrir mão dos direitos duramente conquistados ao longo de quase um século de lutas para o país voltar a ter empregos. Ele retirou os direitos, mas não entregou os postos de trabalho prometidos, e o Brasil vive neste momento a pior taxa de desemprego de toda a sua história, 14,7%, com quase 15 milhões de trabalhadores desempregados e outros 6 milhões classificados pelo IBGE como desalentados, ou seja, aqueles que simplesmente desistiram de procurar uma colocação no mercado. Cinicamente, o presidente propõe agora a recriação do Ministério do Trabalho, rebatizado como Ministério do Emprego e Previdência, transformando esse símbolo trabalhista em joguete das suas negociatas políticas”.

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Luis Moreira pede Giovanna em casamento na passeata

Luiz Moreira, presidente do EcoTrabalhismo e ex-presidente da JS do Rio de Janeiro, provocou um fato inusitado no último sábado na Avenida Presidente Vargas, na concentração do ato contra Bolsonaro, ao fazer pedido de casamento a sua namorada em plena avenida e no alto do carro de som. O episódio pegou a todos de surpresa, inclusive a noiva, Giovanna Rodrigues – que também participava da manifestação. Ela aceitou o pedido em meio a aplausos de quem acompanhava a intervenção de Moreira, na passeata. No sábado milhares  de manifestantes ocuparam a Avenida Presidente Vargas, na região central da capital fluminense, com participação de movimentos sociais, sindicatos, partidos políticos e coletivos independentes. Todos exigiam vacinação em massa no país contra o coronavírus, fim do desgoverno de Jair Bolsonaro e auxílio emergencial maior para a população mais pobre. A bateria do PDT na passeata também teve a participação de militantes dos partidos PV, Cidadania, Rede e o Movimento Acredito. O grupo, entre outros destaques, fez um resgate de  valores e símbolos nacionais: bandeiras do Brasil e camisas em verde, amarelo e azul – #Trabalhistasnarua –  exaltando Getúlio, Jango, Brizola e Ciro Gomes.

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Rodrigo Neves visita Friburgo e discute “Estado do Rio que Queremos”

O vice-presidente estadual do PDT, Rodrigo Neves, pré-candidato do PDT a governador em 2022, esteve nesta segunda-feira (26/7) em Nova Friburgo para discutir o projeto “O Estado do Rio que Queremos”, que está sendo debatido com segmentos do PDT e representantes da sociedade espalhados por todo o Rio de Janeiro como proposta de reconstrução do Estado.  Rodrigo se reuniu com a imprensa de Nova Friburgo, com o setor produtivo e correligionários. A agenda dele, composta de encontros com lideranças empresariais e comunitárias, começou com uma visita à sede do jornal A VOZ DA SERRA, onde foi recebido pela diretora, Adriana Ventura; o jornalista Wanderson Nogueira; estando acompanhado do prefeito de Cabo Frio, José Bonifácio; o ex-secretário estadual de Educação, Comte Bittencourt; o vereador de Niterói Binho Guimarães e outros representantes. Um debate, às 17h30 na quadra da escola de samba da Unidos da Saudade, foi agendado para esclarecer melhor o projeto, que inclui  criação de escolas técnicas, abertura de creches, escola em tempo integral com educação, cultura e esportes para todos os jovens.

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Livro de Juliana Brizola e Rejane Guerra fala sobre a infância de Brizola

A deputada Juliana Brizola (PDT-RS) e a jornalista Rejane Guerra, 25 anos depois, publicam entrevista inédita de Leonel Brizola (1922-2004) que vai virar livro: “Leonel Brizola depoimento inédito: juventude e lutas”. A edição será da editora Letra Capital a ser lançada dia 22 de janeiro de 2022, data em que Brizola faria 100 anos. O livro mostrará fatos marcantes contados pelo próprio político, como a infância muito pobre. Ele conta, por exemplo, que quando era criança, costumava ir para a porta de uma escola para observar os estudantes com uniforme, bem agasalhados, merendando no recreio. O político lembrava que não tinha sapato e que os pedacinhos de gelo, no inverno, cortavam o seu pé. Foram muitas dificuldades até passar para Engenharia na UFRGS. “Ele entrou em um colégio chamado Julio de Castilhos, muito reconhecido no Rio Grande do Sul, e percebeu que existiam dois grupos de alunos: os comunistas, que recebiam jornais da URSS e tudo sabiam,  e os “punhos de renda”, que eram filhos dos ricos, que exercitavam brilhante oratória. Brizola não se sentia a vontade com nenhum dos dois grupos”. E por conta disto, traçou caminho próprio após se unir aos trabalhistas de Getúlio Vargas.

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JS do PDT-RJ lidera pedetistas na passeata contra Jair Bolsonaro

Milhares de manifestantes saíram às ruas em todo o Brasil  neste sábado (24/7)  em atos contra Jair Bolsonaro realizados em todas as capitais brasileiras e mais de 12 países, sendo que no Rio de Janeiro a multidão, segundo os organizadores, reuniu cerca de 75 mil pessoas inclusive militantes do PDT liderados pela JS-PDT e participação de representantes dos movimentos Diversidade, Cultural Darcy Ribeiro, Movimento de Mulheres, Comunitário, Axé e Negro. Também estiveram no ato dirigentes da seção Rio da Fundação Leonel Brizola – Alberto Pasqualini, entre eles Leo Lupi. Liderados por Matheus Novais, presidente da JS do RJ, os pedetistas começaram a se concentrar as 9 horas da manhã na saída do Metrô, na Central e depois foram para o monumento à Zumbi, estando presentes praticamente todos os movimentos do PDT-RJ. Com a saída da passeata em direção à Candelária destacava-se além da faixa “Trabalhistas nas ruas em prol do Brasil”, dois estandartes – um com a imagem de Leonel Brizola e outro com a imagem de Getúlio Vargas. Juliana Brizola e Brizola Neto, com seus filhos, também participaram da passeata no Rio.